quinta-feira, 28 de outubro de 2021

5 alterações dos olhos causadas pela diabetes

 



As altas concentrações de glicose circulante no sangue comum na diabetes não tratada pode levar ao desenvolvimento de alterações na visão, o que pode ser percebida inicialmente por meio do aparecimento de alguns sinais e sintomas como visão embaçada e desfocada e dor no olho.


À medida que os níveis de glicose aumentam é possível que haja progressão das alterações na visão, podendo haver o desenvolvimento de doenças que necessitam de tratamento mais específico como glaucoma e catarata, por exemplo. Além disso, há também o risco da pessoa com diabetes descompensada desenvolver cegueira irreversível.

Assim, para evitar as complicações da visão que podem acontecer na diabetes, é importante que o tratamento da diabetes seja feito de acordo com a recomendação do endocrinologista e que os níveis de glicose sejam monitorados regularmente. Dessa forma é possível prevenir não só as alterações da visão, mas outras complicações relacionadas com a diabetes. 

Veja quais as complicações mals comuns da diabetes .

1. Edema macular

O edema macular corresponde ao acúmulo de líquido na mácula, que corresponde à área central da retina que é responsável pela visão. Essa alteração, dentre outras causas, pode acontecer como consequência da diabetes não tratada e levar à diminuição da capacidade visual.

Como é o tratamento: O tratamento para edema macular é feito com o uso de colírios indicados pelo oftalmologista, além de poder ser indicado em alguns casos a realização de fotocoagulação a laser.

2. Retinopatia diabética

A retinopatia diabética é caracterizada pelo desenvolvimento de lesões progressivas na retina e nos vasos sanguíneos presentes no olho, o que pode causar dificuldade para enxergar e visão embaçada. Essas lesões são formadas à medida que há aumento nos níveis de glicose circulante e, assim, nos casos mais diabetes, é possível que haja hemorragia, descolamento da retina e cegueira.

Como é o tratamento: A retinopatia diabética pode ser tratada por meio da realização e fotocoagulação com laser de argônio e vitrectomia. No entanto, a melhor forma de combater a retinopatia diabética é por meio da realização do tratamento da diabetes

3. Glaucoma

O glaucoma é uma alteração ocular que acontece devido ao aumento da pressão dentro do olho, o que pode danificar o nervo óptico e levar à perda da visão à medida que a doença desenvolve-se.

Como é o tratamento: O tratamento para glaucoma deve ser feito com uso diário de colírios para baixar a pressão no olho, no entanto o oftalmologista pode indicar, em alguns casos, a realização de cirurgia a laser.

4. Catarata

A catarata é também uma doença ocular que pode acontecer como consequência da diabetes e acontece devido ao comprometimento do cristalino do olho, o que deixa a visão mais embaçada e pode levar à perda progressiva da visão.

Como é o tratamento: O tratamento para catarata deve ser recomendado pelo oftalmologista, sendo normalmente indicada a realização de cirurgia para retirar o cristalino do olho e substituição por uma lente ocular que diminua as alterações da visão.

5. Cegueira

A cegueira pode acontecer quando a pessoa possui diabetes não controlada e quando as alterações na visão apresentadas pela pessoa não são investigadas. Assim, pode haver lesões oculares progressivas que podem resultar em perda definitiva da visão, não havendo tratamento para reverter o quadro.

O que fazer em caso de suspeita de alteração visual

Caso a pessoa verifique ao longo do dia que está com alguma dificuldade para ler, sente dor nos olhos ou se a pessoa fica tonta em alguns momentos do dia, é importante que faça a medição da glicemia para verificar os níveis de glicose circulantes no sangue, sendo então determinado o tratamento mais adequado para manter os níveis normais de glicemia.

Além disso, é aconselhado consultar o oftalmologista para que sejam realizados todos os exames necessários para identificar precocemente qualquer complicação ocular. A melhor forma de lidar com essa situação é descobrindo logo o que tem e iniciando o tratamento adequado porque as complicações da diabetes nos olhos podem ser irreversíveis e a cegueira é uma possibilidade.

Tuasaúde

Primeiros sintomas de diabetes e como tratar

Dr.Arthur Frazão
Clínico geral
Junho 2021

Os sintomas da diabetes podem variar de acordo com o tipo da doença, porém de forma geral os primeiros sinais e sintomas da diabetes são cansaço frequente, muita fome, perda de peso repentina, muita sede, muita vontade de ir ao banheiro e escurecimento de dobras, como a da axila e do pescoço, por exemplo.

A diabetes do tipo 1 está relacionada com fatores genéticos e imunológicos, sendo os primeiros sintomas percebidos ainda durante a infância e a adolescência. Já a diabetes do tipo 2 está normalmente relacionada com os hábitos da pessoa, sendo os sintomas percebidos à medida que a quantidade de glicose aumenta no sangue e a produção de insulina não é suficiente.

Assim que surgirem os primeiros sinais e sintomas de diabetes é recomendado que a pessoa vá ao clínico geral, pediatra ou endocrinologista para que sejam feitos exames com o objetivo de diagnosticar a doença. A melhor forma de diagnosticar a diabetes é por meio de exames de sangue que avaliam a quantidade de açúcar circulante, como a avaliação da glicose em jejum, hemoglobina glicada e o TOTG, por exemplo

Primeiros sintomas da diabetes

Os primeiros sinais e sintomas que podem surgir e ser indicativos de diabetes são:

Cansaço frequente, falta de energia para brincar, muito sono, preguiça;

A criança pode comer bem, mas mesmo assim começar a emagrecer de forma repentina;

A criança pode acordar para fazer xixi à noite ou voltar a fazer xixi na cama;

Muita sede, mesmo nos dias mais frios, mas a boca permanece seca;

Apresenta irritabilidade ou falta de disposição para realizar as atividades do dia-a-dia, além de diminuição do rendimento escolar;

Muita fome;

Formigamento ou câimbras nos membros;

Dificuldade para cicatrizar feridas;

Infecções fúngicas de repetição;

Escurecimento das dobras, principalmente pescoço e axila.

É importante que a diabetes seja identificada assim que surgirem os primeiros sintomas, pois é possível que seja iniciado o tratamento e sejam prevenidas as complicações da doença, como dificuldade para enxergar, dor e formigamento pelo corpo, problemas renais, má circulação e disfunção erétil.

É comum que a diabetes tipo 2 permaneça silenciosa por 10 a 15 anos, podendo nesse período a glicose em jejum permanecer normal, por exemplo. Assim, quem tem casos de diabetes na família, é sedentário ou está acima do peso, precisa ser monitorado periodicamente para avaliar os níveis de glicose por meio do exame da glicemia em jejum, exame da picada do dedo e hemoglobina glicada, por exemplo. 

Como é feito o diagnóstico

A diabetes pode ser diagnosticada por meio de alguns exames, como por exemplo:

Teste da picada do dedo: Normal até 200 mg/dL a qualquer hora do dia;

Exame de sangue da glicose com jejum de 8 horas: Normal até 99 mg/dL;

Teste de tolerância à glicose: Normal até 140 mg/dL 2 horas após o exame e 199 mg/dL até 4 horas;

Hemoglobina glicada: Normal até 5,7%

Todos as pessoas devem fazer pelo menos 1 destes exames 1 vez ao ano para saber se a taxa de açúcar no sangue está alta. Qualquer pessoa, de qualquer idade pode ter diabetes tipo 2, mesmo sem casos na família, mas as chances aumentam quando há má alimentação e sedentarismo.

Como baixar o excesso de açúcar no sangue

Dra. CVlarisseBezerra
Médica de Saúde Familiar
Junho 2021    

 Como tratar a diabetes

O tratamento da diabetes é feito principalmente por meio do controle da alimentação, regulando a quantidade de carboidratos que a pessoa consome durante o dia, sendo por isso importante o acompanhamento de um nutricionista. Além disso, pode ser recomendado pelo o endocrinologista o uso de medicamentos, no entanto essa indicação é mais frequente para adultos. No caso das crianças e adolescentes, a diabetes pode ser facilmente controlada por meio da alimentação e prática regular de exercícios físicos.

Tudo sobre Diabetes
Dra.Clarisse Bezerra
Médica de Saúde Familiar
Junho 2021

O que é a diabetes?

A diabetes, conhecida cientificamente como Diabetes mellitus, é uma doença metabólica crônica caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar/glicose no sangue. Isso acontece porque a insulina, que é o hormônio que transporta a glicose do sangue para o interior das células não é produzida ou não funciona corretamente, fazendo com que o açúcar se vá acumulando no sangue ao invés de ser gasto nas células do corpo.

Na maior parte dos casos, a diabetes surge ao longo da vida, principalmente devido a maus hábitos de alimentação, mas também pode estar presente desde o nascimento.



Principais tipos de diabetes

A diabetes pode ser dividida em 4 principais tipos:

Diabetes tipo 1
é o tipo menos comum e surge desde o nascimento, sendo considerada uma doença autoimune, já que o próprio sistema imune ataca as células do pâncreas responsáveis por produzir a insulina. Assim, a insulina não é produzida, a glicose não é transportada para as células e acaba se acumulando no sangue;

Diabetes tipo 2: é o tipo mais comum e acontece devido a uma resistência à insulina que surge ao longo
 da vida, normalmente devido a maus hábitos alimentares. Essa resistência diminui a ação da insulina no corpo e faz com que a glicose acabe se acumulando no corpo;
Diabetes gestacional: é um tipo de diabetes que acontece apenas durante a gestação e que está relacionado com a produção, pela placenta, de outros hormônios que bloqueiam a ação da insulina;

Pré-diabetes:  acontece quando o nível de açúcar no sangue está aumentado mas ainda não é o suficiente para fazer o diagnóstico de diabetes.

Além destes, a diabetes também pode ser dividida em outros tipos mais raros como a diabetes latente autoimune do adulto ou a diabetes desencadeada pelo uso de medicamentos.

Uma outra condição, conhecida como diabetes insipidus, embora possua uma denominação semelhante, não é considerada um tipo de diabetes, já que acontece quando os rins removem líquido em excesso do corpo, não estando diretamente relacionada com a insulina ou o nível de açúcar no sangue.

Sintomas de diabetes

Os sintomas clássicos de diabetes incluem:

Sensação de sede exagerada;

Aumento da fome;

Vontade frequente para urinar;

Boca seca;

Cansaço fácil;

Alterações da visão.

Normalmente os sintomas da diabetes tipo 2 surgem ao longo da vida e acontecem, principalmente, devido a maus hábitos alimentares, especialmente ao consumo exagerado de açúcar e carboidratos, assim como a falta de exercício físico.

Já os sintomas da diabetes tipo 1 geralmente são identificados durante a infância ou a adolescência e também podem incluir outros sinais mais generalizados como dificuldade para ganhar peso, coceira por todo o corpo ou irritabilidade e mudanças de humor repentinas.

No caso da diabetes gestacional, os sintomas são mais raros e, por isso, a mulher geralmente descobre que está com diabetes durante os exames de rotina do pré-natal, especialmente após fazer o exame de glicose.

O que causa a diabetes

As causas da diabetes variam de acordo com o tipo de diabetes:

1. Diabetes tipo 1

Não se conhece a causa exata da diabetes tipo 1  no entanto, sabe-se que o sistema imune identifica as células ß do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina, e causa a sua destruição, sendo por isso conhecida como uma doença autoimune.

Uma vez que não é causada pelo estilo de vida, a diabetes tipo 1 pode estar presente desde o nascimento, sendo identificada durante a infância ou adolescência.

2. Diabetes tipo 2

A diabetes tipo 2  é principalmente causada por maus hábitos alimentares, especialmente o consumo excessivo de alimentos com açúcar ou carboidratos. Além disso, ter um estilo de vida sedentário também pode contribuir para o aparecimento da diabetes.

Pessoas com acúmulo de gordura na região abdominal também parecem ter maior risco de diabetes tipo 2, já que as células de gordura parecem contribuir para a resistência à insulina.
3. Diabetes gestacional

A diabetes gestacional se desenvolve principalmente devido aos hormônios que são produzidos pela placenta durante a gravidez. Esses hormônios parecem bloquear parcialmente a ação da insulina, fazendo com que seja mais fácil aumentar os níveis de açúcar no sangue durante a gestação.

Ainda assim, mulheres que têm excesso de peso, que ganharam muito peso durante a gravidez, que já tiveram diabetes gestacional ou que têm histórico de diabetes tipo 2 na família, parecem ter maior risco de desenvolver diabetes gestacional.

Como confirmar o diagnóstico de diabetes

O diagnóstico da diabetes pode ser feito com um conjunto de exames de sangue  que permitem avaliar a quantidade de glicose.

No entanto, um dos exames mais utilizados e que, geralmente, é incluído nos exames de rotina, é o teste a glicemia de jejum. Este teste mede a quantidade de glicose no sangue após um período de jejum de, pelo menos, 8 horas, sendo os valores de referência:

Normal: inferior a 99 mg/dL;

Pré-diabetes: entre 100 a 125 mg/dL;

Diabetes: acima de 126 mg/dL.

Quando os valores de glicose em jejum estão alterados em ao menos 2 dosagens em dias diferentes, normalmente é recomendado fazer outro exame para confirmar os valor e ajudar no diagnóstico. Porém, o médico também pode pedir outros exames, como hemoglobina glicada ou o teste ou o de tolerância à glicose (TOTG).

Como é feito o tratamento

O tratamento da diabetes tem como principais objetivos melhorar a qualidade de vida, aliviando os sintomas, e evitar o desenvolvimento de complicações de saúde mais graves.

Embora alguns cuidados sejam considerados gerais para tratar qualquer tipo de diabetes, como planejar o tipo de alimentos que se ingere e fazer exercício físico regular, o tratamento pode variar um pouco de acordo com o tipo da diabetes:

Diabetes tipo 1

O principal tratamento para a diabetes tipo 1 é o uso diário de insulina injetável , pois, como o corpo não consegue produzir o hormônio, a insulina precisa ser injetada no corpo. Normalmente, é aplicada uma injeção ao início do dia, de ação lenta, para manter um nível basal do hormônio no organismo, mas também é necessário medir a glicemia antes e após as refeições para avaliar se é necessário fazer alguma injeção extra, geralmente de uma insulina rápida ou ultra-rápida.

Além da insulina, também é recomendado manter um planeamento das refeições, especialmente sobre a quantidade de açúcar e carboidratos consumidos, assim como adotar um estilo de vida ativo, com a prática regular de exercício físico.

Diabetes tipo 2

O tratamento da diabetes tipo 2 nem sempre precisa começar sendo feito com remédios , porque, dependendo dos níveis de açúcar no sangue, pode ser possível controlar a glicose apenas com alterações no estilo de vida, principalmente na dieta, com redução da ingestão de alimentos açucarados e carboidratos, assim como a prática regular de exercício físico.

Nos casos em que é necessário fazer uso de remédios, o médico pode receitar o uso de dois tipos diferentes:

Antidiabéticos orais: são a primeira linha de tratamento medicamentoso da diabetes tipo 2 e ajudam a manter os níveis de açúcar controladas através de vários mecanismos, seja estimulando a produção de insulina pelo pâncreas, eliminando glicose pela urina ou diminuindo a produção de glicose pelo fígado;

Insulina : é usada quando os antidiabéticos orais não foram suficientes para controlar a glicose ou quando os antidiabéticos não são uma opção de tratamento, como no caso de pessoas com insuficiência renal.

No caso de se fazer uso de insulina é importante fazer uma avaliação diária e regular da glicemia capilar r, principalmente antes e depois das refeições através de um glicosímetro, que é um aparelho que mede a glicemia capilar.

Diabetes gestacional

O tratamento da diabetes gestacional é feito essencialmente com alterações na dieta e prática regular de exercício físico, pois são medidas naturais que permitem controlar os níveis de glicemia no sangue.

Porém, caso as alterações no estilo de vida não estejam sendo suficientes para controlar os níveis de açúcar e caso os valores de glicemia estejam sempre muito altos, o médico pode aconselhar o uso de antidiabéticos orais ou insulina, sendo também importante fazer a medição regular dos níveis de glicemia em casa, utilizando um aparelho para medir o nível de açúcar no sangue.

Dieta para diabetes

Um dos passos mais importantes para controlar a diabetes é a adequação de dieta.que deve ser principalmente baseada na redução do consumo de açúcar e de alimentos ricos em carboidratos. O ideal é que a dieta seja orientada por um nutricionista, que terá em atenção a diabetes e os gostos pessoais.

Existem alguns alimentos que são considerados "proibidos", pois se deve evitar ao máximo consumi-los em excesso, como:

Doces em geral;

Bebidas açucaradas;

Bebidas alcoólicas.

Outros alimentos, como frutas , arroz ou macarrão, embora possam ser ingeridos devem ser consumidos com moderação. Também existem alimentos que ajudam a controlar melhor a diabetes, como os grãos integrais, os legumes ou as oleoginosas, por exemplo.

Este tipo de dieta pode ser seguida nos casos de diabetes confirmada, mas  também pode ser feito por quem tem pré-diabetes, já que permite regular os níveis de glicose no sangue, evitando o desenvolvimento da diabetes.

Diabetes na gravidez

A diabetes ma gravidez, também conhecida como diabetes gestacional, é uma condição relativamente comum que pode acontecer mesmo em mulheres que nunca apresentaram aumento da glicose no sangue antes.

Este tipo de diabetes acontece devido à produção de hormônios pela placenta que bloqueiam parcialmente o efeito da insulina do corpo, fazendo com que os níveis de açúcar no sangue consigam aumentar mais facilmente.

A diabetes gestacional deve ser identificada o mais rápido possível para evitar complicações no desenvolvimento do bebê ou parto prematuro. Por esse motivo, no decorrer das consultas de pré-natal, o médico geralmente pede exames  de glicose. O tratamento consiste em alterar o estilo de vida, fazendo uma dieta mais saudável e praticando exercício físico, mas, em alguns casos, também pode incluir o uso de medicamentos.

Diabetes em crianças

A diabetes também pode se desenvolver em crianças, causando diabetes infantil.  O tipo mais comum de diabetes durante a infância é a diabetes tipo 1, no entanto, com as alterações alimentares que têm acontecido ao longo dos anos, a diabetes tipo 2 também tem se tornado mais comum, principalmente devido ao consumo excessivo de produtos industrializados, fast food e alimentos açucarados, assim como um aumento do sedentarismo.

Veja quais os sintomas mais comuns na criança .

A diabetes na infância deve ser tratada o mais cedo possível para evitar atrasos no desenvolvimento, assim como para evitar o aparecimento de doenças crônicas numa idade jovem.
Possíveis complicações

Quando a diabetes não é tratada adequadamente, os níveis de açúcar no sangue podem ficar elevados por muito tempo e causar danos em vários órgãos. 

Além disso, os níveis elevados de açúcar também aumentam o risco de infecção, já que o açúcar facilita o crescimento e desenvolvimento de fungos e bactérias, sendo frequente que a pessoa com diabetes apresente infecções urinárias recorrentes, por exemplo. Por favorecer o desenvolvimento de vários microrganismos e por dificultar a circulação sanguínea, a diabetes também causa problemas na cicatrização de feridas.

Bibliografia

Dra Clarisse Bezerra
Médica de Saúde Familiar
Formada em Medicina pelo Centro Universitário Christus e especialista em Saúde da Família pela Universidade Estácio de Sá. Registro CRM-CE nº 16976.
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