Associação Cultural Poeta Patativa do Assaré
Tem coisa que a gente vê
e o coração volta ligeiro pra infância.
Rapadura cortada na banca,
cheiro de feira no ar,
gente chegando, gente proseando,
e aquele doce simples
que alimentou tanta família nordestina.
Não tinha luxo,
mas tinha sabor.
Não tinha pressa,
mas tinha conversa.
A feira muda, o tempo passa,
mas a tradição continua ali,
adoçando a memória de quem nunca esqueceu suas raízes.
**E você, prefere rapadura pura ou acompanhada de um cafezinho?**
Nenhum comentário:
Postar um comentário