sexta-feira, 4 de abril de 2025

A Fábula do Burro Rejeitado



histórias contadas

A Fábula do Burro Rejeitado


– O Verdadeiro Valor Se Revela na Hora Certa

Na fazenda do senhor Antônio, cada animal tinha sua função.

O cão vigiava a casa, o cavalo transportava cargas, e as vacas davam leite.

Mas o burro, velho e cansado, era desprezado.

— Você só come e não faz nada! — zombavam os outros animais.

— Um dia ainda mostrarei meu valor — respondia o burro, sem se abalar.

Certa noite, ladrões invadiram a fazenda.

O cão, já idoso, não ouviu nada, e os outros animais dormiam profundamente.

Mas o burro, sempre atento, percebeu os intrusos e soltou um zurro tão alto que acordou toda a fazenda.

Os ladrões fugiram antes que o fazendeiro saísse com sua espingarda.

Na manhã seguinte, senhor Antônio acariciou o burro e disse:

— Você salvou minha fazenda! Eu estava errado sobre você.

Os outros animais, envergonhados, aprenderam que ninguém é inútil — cada um tem seu momento de brilhar.

Moral: O valor de alguém não está no que os outros pensam, mas no que ele é capaz de fazer.
Marque alguém que precisa ouvir essa história!


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A vida raramente segue o caminho que imaginamos Carlos Drummmond de Andrade


Cleuza SacardoCarlos Drummmond de Andrade

Promessas feitas ao passado se dissolvem no tempo, e passos que evitamos acabam nos levando exatamente onde precisamos estar. 

Pessoas que foram essenciais tornaram-se lembranças distantes, enquanto desconhecidos se tornaram laços valiosos. 

Lutei com todas as forças por causas que hoje não fazem sentido e encontrei significado em instantes que antes teriam passado despercebidos. 

O tempo me ensinou que certezas se desfazem, que mudanças são inevitáveis e que o inesperado, muitas vezes, nos leva às melhores surpresas. 

Viver é aceitar a impermanência e encontrar beleza naquilo que nunca planejamos.

Se eu demorar, me espera.


Rosangela da SilvaAmor ao Pequeno Principe


Se eu demorar, me espera.

Se eu te enrolar, me empurra.

Se eu te entregar, aceita.

Se eu sussurrar, escuta.

Se eu balançar, segura.

Se eu gaguejar, me entende.

Se eu duvidar, me jura.

Se eu for só tua, me tenha.

Se eu me mostrar, me veja.

Se eu te amar, me sente.

Se eu te tocar, se assanha.

Se eu te olhar, sorria.

Se eu te perder, me ganha.

Se eu te pedi, me dá.
Se eu chorar, me anima

mas se eu sorrir.. é por você. ♪
(Projota)


Certa vez, no auge do outono, um forte vento varreu a floresta



Reze Antes de Dormir

As nuvens cobriram o céu e as folhas dançaram em um frenesi selvagem. 

No meio desta intempérie, um corvo voando sobre os campos colidiu com um galho de uma árvore antiga. Ele caiu no chão com um grasnar fraco — uma das asas pendia sem forças.

O corvo tentou se levantar e arrumar as penas, mas uma dor aguda atravessou seu corpo. Ele percebeu que não conseguiria sozinho. Então, levantou o olhar para o céu, onde as aves voavam, e grasnou com esperança:

— Ajudem-me… não consigo voar…

Uma pega passou voando e, ao ver o corvo, apenas resmungou:

— Você sempre foi orgulhoso, voava alto e zombava de nós. Peça ajuda a si mesmo agora.

Perto dela voavam um tordo, um pintassilgo e até um gaio — todos evitavam olhar para ele, lançando olhares curtos de desprezo ou indiferença.

O corvo abaixou a cabeça. Sozinho, faminto e ferido, começou a perder a esperança.

Mas então, de um arbusto próximo, ouviu-se uma vozinha frágil:

— Eu ajudarei você, se não tiver medo da minha força diminuta.

Era um pardal. Pequeno, discreto, cinzento. Ele saltitou ao lado, carregando no bico uma migalha de pão seco. Depois trouxe uma gota de água, um abrigo de folhas secas, fez um ninho entre as raízes da árvore.

— Por que você está fazendo isso? — perguntou fracamente o corvo.

— Porque você está vivo. E porque, se eu caísse, gostaria que alguém não passasse por mim sem me ajudar.

Os dias passaram. 

No início, o corvo não podia nem se mover, mas o pardal não o abandonou. 

Ele compartilhava com ele migalhas, contava sobre a vida na floresta, aquecia-o nas noites frias. E quando o corvo finalmente pôde abrir novamente suas asas, seu primeiro pensamento não foi sobre si mesmo, mas sobre o pequeno amigo que se tornara mais importante para ele do que qualquer outro.

A primavera chegou rapidamente. 

A floresta encheu-se de luzes e sons. 

Mas um dia, enquanto o pardal colhia sementes na clareira, um gavião surgiu de um arbusto. Tudo aconteceu num instante — o pardal nem teve tempo de piar.

Mas de repente, uma silhueta negra caiu do céu. O corvo, forte e majestoso, mergulhou para baixo, abrindo as asas com tanta força que o ar assoviou. Ele chocou-se com o gavião e o afastou.

— Você me salvou… — sussurrou o pardal.

— Não, você me salvou primeiro, — respondeu o corvo. — Agora sei que a bondade não se mede pelo tamanho das asas. E o coração… pode ser enorme mesmo na menor das criaturas.

Moral:
Nunca desdenhe daqueles que são mais fracos que você. Às vezes, aquele que você julgava insignificante pode se tornar seu apoio. E o bem oferecido sem segundas intenções sempre retorna — quando menos se espera, mas quando mais se necessita.


Aqui estão 9 lições poderosas que aprendi com Albert Einstein e que podem transformar sua maneira de ver a vida:

 

Deus no comando

Aqui estão 9 lições poderosas que aprendi com Albert Einstein e que podem transformar sua maneira de ver a vida:

1. O futuro não deve te paralisar

“Nunca penso no futuro. Ele está quase a chegar.”

Vivemos ansiosos pelo amanhã, mas a verdade é que o futuro chega de qualquer jeito. Em vez de se preocupar demais, foque no agora. Trabalhe, aprenda, cresça. O amanhã será consequência.

2. Ouse pensar grande

“Acho que só a especulação ousada pode nos levar mais longe e não a acumulação de fatos.”
Os grandes avanços não surgem da repetição do óbvio, mas da coragem de questionar, imaginar e inovar. Pense fora da caixa.

3. Nunca pare de seguir em frente

“A vida é como andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio, você precisa continuar se movendo.”
O segredo não está em nunca cair, mas em sempre levantar. Não pare. Avançar, mesmo devagar, ainda é progresso.

4. A política é mais difícil do que parece

Quando perguntaram a Einstein:

“Se o homem descobriu o átomo, por que não podemos encontrar uma solução política para impedir que ele nos destrua?”
Ele respondeu:
“Isso é simples, meu amigo. Porque a política é mais difícil que a física.”
A inteligência nem sempre vence os interesses. Por isso, pense bem antes de confiar cegamente em discursos políticos.

5. A genialidade está na simplicidade

Einstein defendia o princípio da “Navalha de Einstein”: elimine o desnecessário e mantenha o essencial.
Complicar é fácil. Ser simples, mas profundo, é uma arte.

6. O verdadeiro objetivo da educação

Para Einstein, o propósito de estudar não era memorizar fatos, mas aprender a pensar.
Leia mais. Questione mais. A maior habilidade da vida é saber raciocinar por conta própria.

7. Tudo está conectado

“Todas as religiões, artes e ciências são ramos da mesma árvore.”
O verdadeiro crescimento vem quando entendemos que somos parte de algo maior. Seja ciência, filosofia ou religião, tudo contribui para a evolução humana.

8. Sua consciência vale mais do que qualquer ordem

“Nunca faça nada contra sua consciência, mesmo que o Estado exija.”
Obedecer sem questionar pode ser perigoso. Seja fiel aos seus princípios, mesmo quando for difícil.

9. A relatividade da vida

Einstein explicou sua famosa teoria de um jeito genial:
“Ficar dois minutos lendo pode parecer uma eternidade. Mas ficar duas horas conversando com uma bela dama pode parecer dois minutos. Isso é relatividade.”

O tempo não é absoluto. A forma como vivemos define a sua duração.
Agora, a pergunta é: qual dessas lições mais impactou você?

Anabela Clavijo Ascarrunz

quinta-feira, 3 de abril de 2025

A vida me ensinou...

Prece Espírita

A dizer adeus às pessoas que amo,
Sem tirá-las do meu coração;

A sorrir às pessoas que não gostam de mim,
Para mostrar-lhes que sou diferente do que elas pensam;

Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade,
Para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;

Calar-me para ouvir;
Aprender com meus erros.
Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças;

Sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo,
A ser forte quando os que amo estão com problemas;

Ser carinhosa com todos que precisam do meu carinho;

Ouvir a todos que só precisam desabafar;

Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;

Perdoar incondicionalmente,
Pois já precisei desse perdão;

Amar incondicionalmente,
Pois também preciso desse amor;

A alegrar a quem precisa;
A pedir perdão;

A sonhar acordada;

A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);

A aproveitar cada instante de felicidade;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas", embora nem sempre consiga entendê-las;

A ver o encanto do pôr-do-sol;

A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;

A abrir minhas janelas para o amor;

A não temer o futuro;

Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesma tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.

Fênix Faustine


Uma águia pousou ao lado de uma mulher

Sobre literatura?

Uma águia pousou ao lado de uma mulher que olhava para o horizonte, perdida em pensamentos.

— Estás bem, mãe humana? — perguntou a águia.

A mulher, surpresa, fitou a majestosa ave.

— Estou com medo — confessou. — Meu bebê está prestes a nascer, e eu me pergunto: como saberei se estou criando-o bem? Quero que sua vida seja fácil, bonita… mas como garantir isso?

A águia a observou por um instante e, com a serenidade de quem conhece os ventos da vida, disse:

— Criar um filho não é sobre conforto. Na verdade, é o oposto. 

Quando meus filhotes nascem, envolvo-os em um ninho macio, cheio de penas e ervas. Eles se sentem seguros, protegidos. Mas quando chega a hora de aprenderem a voar, eu tiro tudo isso. Só restam os espinhos.
A mulher franziu a testa, confusa.

— Espinhos? Por que tornar tudo tão difícil?

A águia sustentou seu olhar.

— Porque o conforto eterno paralisa. 

Os espinhos os forçam a se mover. Se o ninho continuar aconchegante, nunca partirão. Mas o desconforto os impulsiona. Obriga-os a buscar algo além, a crescer.

A mulher refletiu sobre aquelas palavras, mas ainda hesitava.

— E quando eles caem? O que você faz?

A águia abriu suas asas, como se mostrasse a resposta.

— Eu os lanço ao ar. No começo, caem. O vento os derruba, o medo os paralisa. Mas eu os resgato.

Seguro-os com minhas garras e os jogo de novo. De novo e de novo, até que suas asas encontrem força.

Até que percebam que nasceram para voar. E então… eu os deixo ir.

A mulher arregalou os olhos.

— Você os abandona?

A águia balançou a cabeça.

— Não é abandono. É amor. Amor que ensina. Se eu os mantivesse sob minhas asas para sempre, nunca conheceriam sua própria força. Meu dever não é carregá-los, mas fazê-los descobrir que podem sustentar a si mesmos.

A mulher respirou fundo, acariciando sua barriga.

— Então devo deixar meu filho sofrer?

A águia a corrigiu com doçura:

— Não é sofrimento. É aprendizado. 

Você pode ampará-lo, guiá-lo, mas não pode impedir que ele enfrente o mundo. Se fizer tudo por ele, roubará sua chance de ser forte. 

Amor não é proteger de tudo. Amor é ensiná-lo a voar.

A mulher olhou para a águia por um longo tempo. Então, sorriu.

— Obrigada, Mãe Águia. Seus conselhos são preciosos.

E partiu, determinada a ser a mãe que seu filho precisava: não uma mãe que o prendesse ao ninho, mas uma mãe que lhe ensinasse a voar.

Se você quer que seu filho voe alto… não faça tudo por ele.

Não o aprisione no conforto.

Águias empurram seus filhotes para fora do ninho. Elas sabem que o medo virá, que a queda pode machucar. Mas também sabem que apenas enfrentando o vento, o filhote descobrirá suas asas.

Não tema vê-los cair. 

Você estará lá para resgatá-los, mas não para carregá-los para sempre.

O verdadeiro amor não é segurar.

O verdadeiro amor é soltar.



O amor de Maria - Oração para a Quaresma

 

O amor de Maria

 


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,8 mil

Cada um sabe a dor que veste por baixo do sorriso que mostra.

No silêncio da solidão


Cada um sabe a dor que veste por baixo do sorriso que mostra.

Cada um sabe o peso que carrega nos ombros, mesmo quando jura que está tudo bem.

Cada um sabe o ruído que o silêncio faz quando a casa adormece e a alma desperta.

Cada um sabe a força que inventa para se levantar todas as manhãs, mesmo quando tudo grita para ficar deitado.

Cada um sabe o aperto no peito que disfarça com um “está tudo bem” dito depressa, para não dar tempo a perguntas.

Cada um sabe o que esconde atrás dos olhos que brilham, das piadas que faz, da normalidade que finge.

Cada um sabe – ou finge que não sabe – o que lhe dói, o que lhe falta, o que lhe pesa.

E ninguém sabe nada, porque a vida é isto: um baile de máscaras onde cada um dança como pode, como consegue, como aguenta.



A Fábula do Gambá e a Coruja Cautelosa

 Histórias contadas 



Impulsividade pode destruir oportunidades.
Na quietude da floresta, um gambá curioso viu uma coruja empoleirada em um galho alto, observando atentamente ao redor.
— O que faz aí em cima, tão imóvel? — perguntou o gambá, intrigado.
A coruja, com seu olhar sábio, respondeu calmamente:
— Observo a floresta e escuto os segredos que o silêncio pode revelar. Aqui em cima, tudo se torna claro.
O gambá, impaciente e sempre desejando chamar atenção, não compreendeu o valor do silêncio.

Sem pensar nas consequências, ele soltou um forte cheiro, esperando afastar outros animais e se tornar o centro das atenções.
A coruja, irritada com a perturbação, voou rapidamente para longe, deixando o gambá sozinho. Mas, o cheiro que ele exalou atraiu predadores para a área, colocando o gambá em perigo.

Desesperado, ele teve que fugir.
No final do dia, ao se esconder em um canto da floresta, o gambá refletiu sobre seus atos:
— Por minha impulsividade, perdi a chance de aprender com a sabedoria da coruja e atraí problemas para mim mesmo.
Moral: A impetuosidade pode afastar oportunidades valiosas e trazer problemas inesperados.
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