quinta-feira, 16 de julho de 2026

A casa dos pais é assim





A casa dos pais é assim… quando a gente é novo, só pensa em sair e ganhar o mundo. 

Mas o tempo passa, a vida ensina, e a gente entende que não existe lugar mais sincero que aquele onde fomos criados.

Ali tinha amor simples, cuidado de verdade e uma paz que hoje faz falta. 

No fim, a gente cresce querendo ir embora… e envelhece querendo voltar.



Para Sempre (Carlos Drummond de Andrade)




Por que Deus permite
que as mães vão se embora?

Mãe não tem limite,

é tempo sem hora,

luz que não se apaga

quando sopra o vento

e chuva desaba,

veludo escondido

na pele enrugada,

água pura, ar puro,

puro pensamento.

Morrer acontece

com o que é breve e passa

sem deixar vestígio.

Mãe, na sua graça,

é eternidade.

Por que Deus se lembra

- mistério profundo -

de tirá-la um dia?

Fosse eu Rei do Mundo,

baixava uma lei:

Mãe não morre nunca,

mãe ficará sempre

junto de seu filho

e ele, velho embora,

será pequenino

feito grão de milho.

Obra: Mãe, estudo de Cândido Portinari

Aprenda uma coisa Nesta vida não somos donos de nada


Moisés Salles
postado em Curas e Milagres




Zibia Gasparetto





Alex Vieira

postado em Frases e Pensamentos de Zibia Gasparetto

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Chico Xavier - Se um Dia te encontrares em situação



Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João. Saí do Pai e vim ao mundo, eu deixo o mundo e vou ao Pai.


Nossa Senhora cuida de mim
16 Mai 2026 Sábado
Evangelho (Jo 16,23b-28)
- Aleluia, Aleluia, Aleluia.
-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:  "Em verdade, em verdade vos digo: se pedirdes ao Pai alguma coisa em meu nome, ele vo-la dará.  Até agora nada pedistes em meu nome; pedi, e recebereis; para que a vossa alegria seja completa.  

Disse-vos estas coisas em linguagem figurativa. Vem a hora em que não vos falarei mais em figuras, mas claramente vos falarei do Pai. 

Naquele dia pedireis em meu nome, e não vos digo que vou pedir ao Pai por vós,  pois o próprio Pai vos ama, porque vós me amastes e acreditastes que eu vim da parte de Deus. 

Eu saí do Pai e vim ao mundo; e novamente parto do mundo e vou para o Pai".

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

A luz da tarde toca o manto de Fátima…



Nossa Senhora cuida de mim

E a paz desce sobre quem ainda confia.

Que o restante deste dia seja de graça, fé e esperança.

Que Nossa Senhora de Fátima te acompanhe.

Oração da tarde á Nossa Senhora de Fátima

Nossa Senhora de Fátima, Mãe da paz e do Rosário,
nesta tarde venho entregar meu coração aos teus cuidados.

Guarda o restante do meu dia,
acalma meus pensamentos
e renova minhas forças quando o cansaço tentar me vencer.

Que tua luz dissipe toda tristeza,
toda preocupação
e todo medo que ainda esteja dentro de mim.

Derrama sobre minha vida a paz que vem de Deus,
aquela paz que silencia as tempestades
e devolve serenidade à alma.

Protege minha família,
cobre minha casa com teu manto
e afasta de nós todo mal visível e invisível.

Guia minhas palavras,
minhas decisões
e tudo o que eu ainda preciso fazer neste dia.

Nossa Senhora de Fátima,
cura minhas inquietações,
restaura minha confiança
e reacende em mim a esperança.

Que esta tarde seja leve, abençoada
e cheia da presença do Senhor.

Acompanha meus passos,
ilumina minhas escolhas
e guarda meu coração de toda perturbação.

Nossa Senhora de Fátima,
Mãe bondosa e fiel,
rogai por nós. Amém.

O Milagre de São Benedito...Quando o pão virou rosas


  São Benedito

era conhecido por sua humildade,

sua caridade

e seu coração cheio de amor pelos pobres.

Mesmo vivendo com simplicidade,

ele nunca deixava de ajudar

quem batia à porta com fome,

dor ou necessidade.

Conta a tradição

que, certa vez, São Benedito levava pães escondidos

para alimentar os pobres.

Mas alguém o encontrou

e perguntou o que ele carregava.

Naquele momento,

o santo, movido pela fé

e pela obediência,

respondeu com serenidade:

“São rosas.”

E quando abriram o manto,

não encontraram pães.

Encontraram rosas.

Deus havia transformado aquele gesto de caridade

em sinal do Céu.

porque quem ajuda com amor

nunca está sozinho

porque a caridade feita em silêncio

chega primeiro ao coração de Deus

porque o pão repartido com fé

pode se transformar em milagre

São Benedito nos ensina

que a verdadeira grandeza

não está nas riquezas,

nem nos aplausos,

nem nos lugares de honra.

Está no coração simples,

na mão que ajuda,

no prato dividido,

na oração sincera
e no amor que não faz barulho.

Quantas pessoas hoje

precisam de um pedaço de pão,

de uma palavra de consolo,

de uma porta aberta

ou de alguém que não vire o rosto…

E São Benedito continua sendo lembrado

como protetor dos humildes,

dos pobres,

dos trabalhadores

e de todos que confiam em Deus

mesmo tendo pouco nas mãos.

São Benedito,

abençoa nossa mesa,

protege nossa casa,

afasta a falta,

a fome,

a tristeza

e toda preocupação.

Intercede por nós,

para que nunca falte o pão,

a fé,

a paz

e a bênção de Deus em nossa família.

“Quando a caridade nasce do coração, Deus transforma o pouco em milagre.”

terça-feira, 14 de julho de 2026

O milagre de Lourdes = .Quando Deus Fez Brotar Esperança na Corda Fria



Nossa Senhora cuida de mim

Em Lourdes,
uma menina simples, humilde
e de coração puro
foi escolhida para viver
um dos sinais mais tocantes do Céu.

Santa Bernadette
não era rica,
não era poderosa,
não tinha voz importante diante do mundo.

Mas tinha algo precioso:

fé.
E foi justamente ali,
num lugar escondido,
diante de uma gruta,
que Nossa Senhora apareceu
trazendo uma mensagem de oração,
conversão
e confiança em Deus.

Um dia,
Nossa Senhora pediu que Bernadette
cavasse a terra.
Aos olhos humanos,
parecia estranho.
A terra era fria.
O chão parecia seco.
Nada indicava que dali
poderia nascer algo especial.

Mas Bernadette obedeceu.
E da obediência humilde
começou a brotar água.

Uma fonte.

Uma fonte que se tornou sinal de fé,
de cura,
de esperança
e de consolo para milhares de almas.

Desde então,
tantas pessoas chegam a Lourdes
carregando dores no corpo,
feridas na alma,
lágrimas escondidas
e pedidos que só Deus conhece.

Algumas procuram cura.
Outras procuram força.
Outras só desejam um pouco de paz.

E Lourdes continua lembrando ao mundo:
Deus pode fazer brotar vida onde parecia haver secura

Nossa Senhora conduz seus filhos até Jesus
a fé simples pode abrir caminhos impossíveis
a água que toca o corpo também recorda a cura da alma

Quantas vezes nosso coração
também parece uma terra seca…

Sem ânimo.
Sem resposta.
Sem esperança.
Sem forças para continuar.

Mas Nossa Senhora de Lourdes nos ensina
que Deus ainda faz nascer fontes
nos lugares mais escondidos da nossa dor.

Onde havia silêncio,
Ele pode colocar paz.

Onde havia sofrimento,
Ele pode derramar consolo.

Onde havia medo,
Ele pode reacender a fé.

Nossa Senhora de Lourdes,
olha por todos os enfermos,

por quem sofre em silêncio,

por quem espera uma cura,

por quem chora escondido

e por quem precisa sentir

que o Céu ainda cuida de sua vida.

Derrama sobre nós

a bênção de Deus,

a serenidade da fé

e a esperança que não se apaga.

Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós. Amém.

“Quando Deus toca uma alma ferida, até a terra seca se transforma em fonte de esperança.”

Quando o idoso deixa de ser ouvido



Encantar a vida

Em muitos lares, parece que o idoso vai perdendo o direito de opinar.Como se a idade anulasse experiência, percepção e inteligência emocional.

Na terceira idade, muita gente começa a sentir que é ouvida apenas por educação — não por consideração verdadeira.

As conversas mudam. As decisões acontecem sem consulta.
E, aos poucos, o silêncio vai ocupando o lugar da participação.

Isso é doloroso.
Porque quem viveu décadas construindo família, sustentando responsabilidades e atravessando dificuldades não deixa de ter valor só porque envelheceu.

O idoso não precisa ser tratado como alguém que “não entende mais nada das coisas”.

Experiência também é conhecimento.

E talvez uma das maiores formas de desrespeito dentro de casa seja fazer alguém sentir que sua presença já não tem peso nas decisões, nos diálogos e na convivência.

Envelhecer não deveria significar perder voz.
Deveria significar ser escutado com mais atenção ainda.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.O Espírito Santo, o Paráclito, haverá de lembrar-vos de tudo o que tenho falado.



Nossa Senhora das Graças

22 Mai 2026| Sexta-feira
Evangelho (Jo 21,15-19)
- Aleluia, Aleluia, Aleluia.
-Glória a vós, Senhor.

Jesus manifestou-se aos seus discípulos  e, depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?" 

Pedro respondeu: "Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo". Jesus disse: "Apascenta os meus cordeiros".  E disse de novo a Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas?" Pedro disse: "Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo". Jesus disse-lhe: "Apascenta as minhas ovelhas".  Pela terceira vez, perguntou a Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas?" 

Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: "Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo". Jesus disse-lhe: "Apascenta as minhas ovelhas. 18 Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir". 

Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou: "Segue-me".

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Simão,Filho de João, Tu me Amas?



Olívai Coutinho

postado em Refletindo o Evangelho do dia 22/05/26-Jo 21/15-19

Simão,Filho de João, Tu me Amas? 

O Evangelho de hoje nos apresenta um dos diálogos mais comoventes e profundos das Escrituras, o que acontece no encontro de Jesus ressuscitado com Pedro. 

Às margens do lago, depois da dor da cruz e da vergonha das negações, acontece não apenas uma conversa entre eles, mas uma verdadeira experiência de amor que restaura, que cura e devolve sentido à missão: Jesus, com ternura e misericórdia, não apenas perdoa Pedro por suas três negações, mas lhe dá a oportunidade de reafirmar esse amor com três declarações de fidelidade: 

“Tu sabes que eu te amo”.

Cada pergunta de Jesus não é uma cobrança, mas uma cura. É como se, a cada resposta, uma ferida fosse sendo tratada com o bálsamo da confiança. O Mestre não se prende ao erro do passado; Ele olha para o coração arrependido e sincero de Pedro, que agora compreende que amar a Jesus é mais do que palavras: é serviço, é entrega e cuidado com os irmãos. Por isso, após cada resposta de Pedro, Jesus lhe confia uma missão: “Apascenta as minhas ovelhas”.

Jesus nos pergunta hoje também: “Tu me amas?” E espera de nós uma resposta que vá além da emoção. Ele deseja um amor traduzido em gestos concretos: acolher, perdoar, servir, consolar, anunciar... Amar Jesus é comprometer-se com o Reino de Deus!

Antes, Pedro negou Jesus por medo de morrer, agora, transformado, ele declara o seu amor e a sua fidelidade a Ele. Mesmo sabendo que esta fidelidade o levaria a morte, ele não recuou, porque entendeu que o verdadeiro amor não se expressa somente com palavras, mas em seguir Jesus até as últimas consequências.

Que também nós, possamos renovar o nosso amor a Jesus, aceitando o seu chamado de cuidar daqueles que Deus coloca no nosso caminho... 

O “apascenta minhas ovelhas” é um convite para todos: pais, mães, catequistas, ministros, missionários, enfim, para todos os cristãos.

Sigamos firmes, mesmo quando falharmos, pois Jesus não desiste de nós. Ele nos reergue e nos devolve a dignidade com o olhar de quem ama incondicionalmente.

O amor a Jesus é o fundamento de toda comunidade cristã.

Numa comunidade cujo centro é Jesus, um líder não se destaca pela sua autoridade, mas pelo o seu amor transformado em serviço.

Que jamais nos esqueçamos: antes de nos confiar uma missão, Jesus nos pergunta apenas uma coisa: se nós o amamos verdadeiramente. Pois, se o amamos verdadeiramente, com certeza cumpriremos bem a nossa missão...

Que Deus te abençoe
Fique na paz  de Deus

Na conclusão do Evangelho de João



Olívia Coutinho

postado em Refletindo o Evangelho do dia 23/05/26-Jo 21, 20-25

Na conclusão do Evangelho de João, somos convidados a mergulhar num íntimo e profundo diálogo entre Jesus e Pedro. Depois de receber do Mestre a missão que lhe fora confiada, Pedro, talvez movido pela curiosidade, pergunta sobre o destino de João, identificado no Evangelho como “o discípulo que Jesus amava”.

A resposta de Jesus é direta e cheia de ensinamento:

“Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, o que te importa? Tu, segue-me!”

Diante dessa resposta de Jesus a Pedro, espalhou-se entre os discípulos a ideia de que João não morreria. 

No entanto, Jesus não afirmou isso. Apenas deixou claro que os desígnios de Deus pertencem ao próprio Deus e não devem ser motivo de inquietação ou comparação.

Com esse aparente silêncio sobre o destino de João, Jesus nos ensina a abandonar a tentação da comparação, que tantas vezes rouba nossa paz e nos afasta daquilo que realmente importa. 

Cada pessoa possui uma missão única diante de Deus. O Senhor conduz cada vida de maneira particular, com um amor pessoal e incomparável.

Pedro queria conhecer o caminho do outro, mas Jesus o reconduz ao essencial:
“Tu, segue-me!”

Assim também acontece conosco. Muitas vezes perdemos tempo observando a caminhada alheia, os dons do outro, as missões confiadas aos demais, enquanto Jesus apenas nos pede fidelidade ao caminho que Ele mesmo traçou para nós.

No Evangelho de hoje, também contemplamos uma belíssima afirmação do evangelista João: nem tudo o que Jesus fez pôde ser escrito, pois o mundo não comportaria os livros que seriam necessários. Essa passagem nos revela a imensidão do amor e da ação de Jesus, que ultrapassam palavras, páginas e registros humanos.

Jesus continua agindo silenciosamente nos corações: nas curas interiores, nos recomeços, no perdão oferecido e recebido, nas lágrimas enxugadas, nas decisões inspiradas pela fé e nos gestos escondidos de amor.

Ele continua agindo no mundo através de cada um de nós. Somos páginas vivas do Evangelho! E quando vivemos os ensinamentos de Jesus damos continuidade à sua presença aqui na terra.

Pedro, chamado a pastorear o rebanho do Senhor, representa também cada um de nós, convidados a cuidar uns dos outros sem jamais perder o olhar fixo no Mestre. Seguir Jesus exige confiança, renúncia, perseverança e amor, mesmo quando não compreendemos plenamente os caminhos de Deus. Muitas vezes, o Senhor não nos revela todo o percurso, mas pede apenas que confiemos e continuemos caminhando com fidelidade.

Que não nos percamos olhando a vida, os dons ou a missão do outro, mas que mantenhamos o coração voltado para Jesus, atentos à sua voz que continuamente nos chama:“Tu, segue-me!”

Deus te abençoe

segunda-feira, 13 de julho de 2026


Após os 60 anos, o banho deixa de ser apenas um hábito automático e passa a ser parte estratégica do autocuidado: a pele muda, o risco de queda aumenta, e a frequência e a forma de se banhar precisam ser repensadas para proteger a saúde, a segurança e o bem-estar no dia a dia.

Quantos banhos por semana são indicados na terceira idade

Em idosos saudáveis, sem grandes problemas de pele e que vivem em clima ameno, costuma-se indicar de 2 a 3 banhos completos por semana. Essa frequência ajuda a manter a higiene, preservando a camada protetora da pele madura, que já produz menos oleosidade natural.

Nos intervalos, a higiene localizada ganha destaque, especialmente em axilas, região íntima, virilhas, pés e dobras. Assim, alternar banho completo com higiene parcial controla odores, reduz infecções e minimiza o ressecamento causado por água quente e sabonete em excesso.

Como adaptar o banho em idosos a cada perfil

Não existe uma única regra de frequência que sirva para todas as pessoas acima de 60 anos. O ideal depende do estilo de vida, do clima, do estado geral de saúde, da mobilidade e até da relação emocional com o momento do banho.

Profissionais de saúde costumam observar perfis diferentes para ajustar as orientações, equilibrando higiene, conforto e segurança:

Profissionais de saúde costumam observar perfis diferentes para ajustar as orientações, equilibrando higiene, conforto e segurança: idosos ativos e independentes: quem caminha, faz exercícios ou vive em regiões muito quentes pode precisar de banho diário ou em dias alternados, com hidratação da pele reforçada.

Idosos frágeis ou com mobilidade reduzida: em geral, se beneficiam de 2 a 3 banhos completos por semana, intercalados com higiene no leito ou na pia.

Pessoas com demência ou medo de banho: banhos mais curtos e menos frequentes, com foco em limpeza localizada diária, reduzem agitação e desgaste físico e emocional.



Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 19,25-34Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, Memória



Catequista em missão

Segunda-feira, 25 de Maio de 2026
8ª Semana do Tempo Comum

Naquele tempo,
perto da cruz de Jesus, estavam de pé
a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas,
e Maria Madalena.

Jesus, ao ver sua mãe
e, ao lado dela, o discípulo que ele amava,
disse à mãe:

“Mulher, este é o teu filho”.)
Depois disse ao discípulo:
“Esta é a tua mãe”.

Daquela hora em diante,
o discípulo a acolheu consigo.

Depois disso, Jesus,
sabendo que tudo estava consumado,
e para que a Escritura se cumprisse até o fim,
disse:

“Tenho sede”.

Havia ali uma jarra cheia de vinagre.
Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre
e levaram-na à boca de Jesus.

Ele tomou o vinagre
e disse: “Tudo está consumado”.

E, inclinando a cabeça,
entregou o espírito.

Era o dia da preparação para a Páscoa.

Os judeus queriam evitar
que os corpos ficassem na cruz durante o sábado,
porque aquele sábado era dia de festa solene.

Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados
e os tirasse da cruz.

Os soldados foram
e quebraram as pernas de um e depois do outro
que foram crucificados com Jesus.

Ao se aproximarem de Jesus,
e vendo que já estava morto,
não lhe quebraram as pernas; mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança,
e logo saiu sangue e água.

Palavra da Salvação.

O Evangelho de hoje nos conduz ao Calvário,






Olívia Coutinho 
postado em Refletindo o Evangelho

Reflexão do Evangelho do dia  – 25/05/26 – Jo 19,25-27
Em -Aventurada Virgem Maria -Mãe da Igreja

O Evangelho de hoje nos conduz ao Calvário, lugar onde o amor de Deus se manifesta de forma mais profunda e radical. 

Aos pés da cruz, contemplamos uma das cenas mais profundas e comoventes de toda a Sagrada Escritura: Maria, de pé, junto ao seu Filho crucificado. Uma presença silenciosa, mas repleta de significado; marcada pela dor, mas sustentada por uma fé inabalável e por um amor que não recua diante do sofrimento.

Enquanto muitos fugiram por medo, Maria permaneceu. Seu coração de mãe estava transpassado pela dor, mas ela não abandona Jesus. Permanece firme, unida ao sofrimento do Filho, oferecendo com Ele o seu próprio coração ao Pai. Seu silêncio não é vazio, mas expressão de confiança, entrega e fidelidade absoluta à vontade do Pai.

Mesmo agonizando na cruz, Jesus, volta seu olhar cheio de ternura para sua Mãe e para o discípulo João, conhecido como o discípulo amado, e pronuncia palavras que atravessariam os séculos: “Mulher, eis aí o teu filho”. Depois diz ao discípulo: “Eis aí tua mãe” (Jo 19,27). 

Naquele instante, algo profundamente novo acontece. Maria não é entregue apenas a João, mas a toda a humanidade nele representada. 

Aos pés da cruz nasce, espiritualmente a Igreja, e Maria é dada como Mãe desta Igreja. Ela torna-se Mãe da esperança, dos aflitos, dos pecadores e de todos os filhos que Deus lhe confiou, até mesmo daqueles que a rejeitam ou a desconhecem.

Ao confiar Maria ao discípulo amado, Jesus revela não somente sua humanidade e delicadeza filial, mas também a grandeza do plano de Deus. Seu gesto vai além do cuidado humano: torna-se um dom espiritual para toda a Igreja. Maria é entregue a nós para caminhar ao nosso lado, interceder por nós e nos conduzir sempre ao seu Filho.

A maternidade espiritual de Maria, abraça toda a humanidade. Ela continua de pé diante das dores do mundo, acolhendo nossos sofrimentos, enxugando nossas lágrimas e amparando-nos com ternura de mãe.

Maria foi aquela que mais profundamente acolheu a Palavra de Deus e permitiu que ela transformasse toda a sua existência. Desde o seu “sim” na Anunciação até o Calvário, ela viveu em perfeita comunhão com a missão do Filho. Guardava cada palavra em seu coração, meditava cada acontecimento e deixava-se moldar inteiramente pela vontade divina.

Diante da cruz, Maria compreendia, ainda que em meio à dor, que ali se realizava o mistério da salvação. Sua participação foi marcada por uma união íntima e singular com Jesus. Por isso, a Igreja reconhece nela a Mãe que colaborou de maneira única com o plano redentor de Jesus, oferecendo seu amor, sua obediência e seu sofrimento em profunda comunhão com o Filho.

Todos nós temos algo de Maria em nós, pois carregamos Jesus em nosso coração. No entanto, nem sempre guardamos sua Palavra como ela guardava. Maria nos ensina a acolher, a meditar e a viver a Palavra de Deus com fidelidade, coragem e perseverança.

Que possamos, como Maria, permanecer de pé diante das cruzes do nosso cotidiano. Que sua fé silenciosa e perseverante nos inspire a não desanimar diante das provações da vida. E que, ao olharmos para ela, possamos também sentir o olhar amoroso de Jesus nos dizendo: “Eis aí tua mãe” ...

Santa Maria, Mãe da Igreja, rogai por nós!

Que Deus te abençõe" 
Fique na paz de Jesus
Reflexão de Olivia Coutinho

Historia Perdida pdtSensoorl 2 l52 97u o tg047f 1 3 60 e t4th778ml57h d 91i i c222455 a m 97 · Quando finalmente conquistou dinheiro suficiente, ele fez a primeira coisa que o coração mandava: tirou sua mãe de um hospital psiquiátrico em Londres e a levou para uma mansão na Califórnia. Queria que, depois de tudo, ela finalmente tivesse paz — ou pelo menos algo que se aproximasse disso. Mas a realidade não era tão simples. Às vezes, ela não o reconhecia. Em outras, colocava pedaços de pão embrulhados em papel dentro dos sapatos dele — um gesto desconcertante, nascido de um passado de fome tão profundo que permanecia mesmo quando a escassez já tinha acabado. Era como se o corpo lembrasse do que a mente já não conseguia organizar. Esse homem era Charles Chaplin. E sua história não começa com o cinema — começa com a sobrevivência. Chaplin nasceu em 1889, em Londres, em um ambiente onde a pobreza não era exceção, era rotina. O pai alcoólatra desapareceu cedo. A mãe, Hannah, lutava para manter os filhos vivos enquanto enfrentava instabilidade mental crescente. Havia dias em que não havia comida. E havia dias em que não havia sequer um lugar seguro para dormir. Antes dos palcos, havia a rua. Antes da fama, havia a fome. Aos cinco anos, Chaplin já se apresentava no teatro. Não por ambição, mas por necessidade. A infância foi interrompida cedo demais — e substituída por trabalho, insegurança e uma maturidade forçada pelo sofrimento. Em certo momento, ele e o irmão foram enviados para um abrigo de pobres. A experiência marcou Chaplin profundamente. A miséria não era uma ideia abstrata para ele — era uma memória física. Em 1913, sua vida mudou ao entrar em Hollywood. Durante uma filmagem, pediram que ele improvisasse um figurino cômico. Ele entrou no camarim e pegou peças aleatórias: calças largas, casaco apertado, sapatos grandes demais, uma bengala e um pequeno chapéu-coco. Acrescentou um bigode falso — não para esconder o rosto, mas para envelhecê-lo. Nascia ali Carlitos, o “Vagabundo”. Um personagem que não precisava de muitas palavras para dizer tudo. Através dele, Chaplin transformou a comédia em crítica social. Em seus filmes, o riso vinha sempre acompanhado de algo desconfortável: desigualdade, exploração, solidão, injustiça. Ele fazia o público rir — e depois pensar. Em O Grande Ditador, ele finalmente quebrou o silêncio do personagem e fez um dos discursos mais marcantes da história do cinema, defendendo humanidade em meio à guerra e ao autoritarismo. Não era apenas atuação — era posicionamento. Mas o sucesso não o protegeu. Na década de 1950, durante o clima de perseguição política nos Estados Unidos, Chaplin foi acusado de simpatizar com ideias consideradas subversivas. Entrou em listas negras, foi investigado e acabou deixando o país. O mesmo lugar que o consagrou como gênio passou a tratá-lo como ameaça. Ele se mudou para a Suíça. Demorou duas décadas para que pudesse voltar aos Estados Unidos. Quando finalmente retornou, em 1972, recebeu um Oscar honorário. O público se levantou em uma ovação histórica que durou vários minutos. Não era apenas aplauso — era reconhecimento tardio. Chaplin morreu em 1977, em paz, durante o sono, no dia de Natal. Mas o que ele deixou vai além do cinema. Chaplin nunca esqueceu a infância. Nunca romantizou a pobreza. Em vez disso, transformou aquilo em linguagem artística e crítica. Ele carregava dentro de si a lembrança dos artistas de rua, do frio, da fome e da humilhação — e deu a essas memórias uma forma que o mundo inteiro pudesse entender. “Eu era como eles”, disse ele certa vez. E talvez seja isso que explique sua força. Carlitos não era apenas um personagem. Era uma memória daquilo que ele nunca deixou de ser — alguém que sobreviveu o suficiente para transformar dor em arte, e arte em humanidade. Ver menos Nenhum insight para mostrar Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Ilce Marinho

Historia Perdida

Quando finalmente conquistou dinheiro suficiente, ele fez a primeira coisa que o coração mandava: tirou sua mãe de um hospital psiquiátrico em Londres e a levou para uma mansão na Califórnia. Queria que, depois de tudo, ela finalmente tivesse paz — ou pelo menos algo que se aproximasse disso.
Mas a realidade não era tão simples.

Às vezes, ela não o reconhecia. Em outras, colocava pedaços de pão embrulhados em papel dentro dos sapatos dele — um gesto desconcertante, nascido de um passado de fome tão profundo que permanecia mesmo quando a escassez já tinha acabado. Era como se o corpo lembrasse do que a mente já não conseguia organizar.

Esse homem era Charles Chaplin.

E sua história não começa com o cinema — começa com a sobrevivência.

Chaplin nasceu em 1889, em Londres, em um ambiente onde a pobreza não era exceção, era rotina. O pai alcoólatra desapareceu cedo. A mãe, Hannah, lutava para manter os filhos vivos enquanto enfrentava instabilidade mental crescente. Havia dias em que não havia comida. E havia dias em que não havia sequer um lugar seguro para dormir.

Antes dos palcos, havia a rua. Antes da fama, havia a fome.

Aos cinco anos, Chaplin já se apresentava no teatro. Não por ambição, mas por necessidade. A infância foi interrompida cedo demais — e substituída por trabalho, insegurança e uma maturidade forçada pelo sofrimento.

Em certo momento, ele e o irmão foram enviados para um abrigo de pobres. A experiência marcou Chaplin profundamente. A miséria não era uma ideia abstrata para ele — era uma memória física.

Em 1913, sua vida mudou ao entrar em Hollywood. Durante uma filmagem, pediram que ele improvisasse um figurino cômico. Ele entrou no camarim e pegou peças aleatórias: calças largas, casaco apertado, sapatos grandes demais, uma bengala e um pequeno chapéu-coco. Acrescentou um bigode falso — não para esconder o rosto, mas para envelhecê-lo.

Nascia ali Carlitos, o “Vagabundo”.
Um personagem que não precisava de muitas palavras para dizer tudo.
Através dele, Chaplin transformou a comédia em crítica social. Em seus filmes, o riso vinha sempre acompanhado de algo desconfortável: desigualdade, exploração, solidão, injustiça. Ele fazia o público rir — e depois pensar.

Em O Grande Ditador, ele finalmente quebrou o silêncio do personagem e fez um dos discursos mais marcantes da história do cinema, defendendo humanidade em meio à guerra e ao autoritarismo. Não era apenas atuação — era posicionamento.

Mas o sucesso não o protegeu.

Na década de 1950, durante o clima de perseguição política nos Estados Unidos, Chaplin foi acusado de simpatizar com ideias consideradas subversivas. Entrou em listas negras, foi investigado e acabou deixando o país. O mesmo lugar que o consagrou como gênio passou a tratá-lo como ameaça.
Ele se mudou para a Suíça.

Demorou duas décadas para que pudesse voltar aos Estados Unidos. Quando finalmente retornou, em 1972, recebeu um Oscar honorário. O público se levantou em uma ovação histórica que durou vários minutos. Não era apenas aplauso — era reconhecimento tardio.

Chaplin morreu em 1977, em paz, durante o sono, no dia de Natal.
Mas o que ele deixou vai além do cinema.

Chaplin nunca esqueceu a infância. Nunca romantizou a pobreza. Em vez disso, transformou aquilo em linguagem artística e crítica. Ele carregava dentro de si a lembrança dos artistas de rua, do frio, da fome e da humilhação — e deu a essas memórias uma forma que o mundo inteiro pudesse entender.

“Eu era como eles”, disse ele certa vez.

E talvez seja isso que explique sua força.

Carlitos não era apenas um personagem.
Era uma memória daquilo que ele nunca deixou de ser — alguém que sobreviveu o suficiente para transformar dor em arte, e arte em humanidade.

Tem gente que mora em mansão




Associação Cultural Poeta Patativa do Assaré

Tem gente que mora em mansão
e vive sem paz no coração…
já nesse pedacinho de barro
mora um amor que vale um mundão.

Na cadeira da calçada
eles venceram a vida juntos,
sem luxo, sem riqueza,
mas com respeito e muitos assuntos.

Foi nessa casa simples
que criaram seus filhos com dignidade,
enfrentando seca, luta e dificuldade,
mas nunca perderam a humildade.

O povo da cidade grande
talvez nem entenda direito,
mas felicidade de verdade
não se compra com dinheiro no peito.

Enquanto muitos reclamam da vida,
eles agradecem todo dia ao Criador…
porque no sertão nordestino
até a simplicidade floresce em amor.


Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana



Nelson Manzatto

Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos” (Jo 20,19-23)

Reflexão: Com a solenidade de Pentecostes encerra-se o tempo da Páscoa. A promessa da vinda do Espírito Santo feita por Jesus aos seus discípulos se realiza (cf. At 1,8). Elevado à glória celeste, o Senhor nos enviou, da parte do Pai, o Espírito que o conduziu ao longo de toda a sua vida para que sejamos iluminados pelo Espírito Santo, que é o dom de Deus oferecido a nós para o testemunho. O dom do Espírito é o dom dos tempos escatológicos, o dom definitivo de Deus como cumprimento de toda a sua promessa.

Leitura dos Atos dos Apóstolos: Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava. Moravam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações do mundo. 

Quando ouviram o barulho, juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. Cheios de espanto e admiração, diziam: “Esses homens que estão falando não são todos galileus? Como é que nós os escutamos na nossa própria língua? Nós, que somos partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, da Frígia e da Panfília, do Egito e da parte da Líbia próxima de Cirene, também romanos que aqui residem; judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus em nossa própria língua!” (At 2,1-11)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.Veio o Filho do Homem, a fim de servir e dar sua vida em resgate por muitos.


Veio o Filho do Homem, a fim de servir e dar sua vida em resgate por muitos.


Antonio Goveia

postado em Eu Sou A Luz do mundo


Evangelho (Mc 10,32-45), 27/05/2026 - Quarta-feira
Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo,  os discípulos estavam a caminho, subindo para Jerusalém. Jesus ia na frente. Os discípulos estavam espantados, e aqueles que iam atrás estavam com medo. 

Jesus chamou de novo os Doze à parte e começou a dizer-lhes o que estava para acontecer com ele:  "Eis que estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do Homem vai ser entregue aos sumos sacerdotes e aos doutores da Lei. Eles o condenarão à morte e o entregarão aos pagãos.  Vão zombar dele, cuspir nele, vão torturá-lo e matá-lo. E depois de três dias ele ressuscitará". 

Tiago e João, filhos de Zebedeu, foram a Jesus e lhe disseram: "Mestre, queremos que faças por nós o que vamos pedir".  Ele perguntou: "O que quereis que eu vos faça?"  Eles responderam: "Deixa-nos sentar um à tua direita e outro à tua esquerda, quando estiveres na tua glória!"  

Jesus então lhes disse: "Vós não sabeis o que pedis. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber? Podeis ser batizados com o batismo com que vou ser batizado?"  Eles responderam: "Podemos". E ele lhes disse: "Vós bebereis o cálice que eu devo beber, e sereis batizados com o batismo com que eu devo ser batizado.  Mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. É para aqueles a quem foi reservado".  

Quando os outros dez discípulos ouviram isso, indignaram-se com Tiago e João.  Jesus os chamou e disse: "Vós sabeis que os chefes das nações as oprimem e os grandes as tiranizam.  Mas, entre vós, não deve ser assim: quem quiser ser grande, seja vosso servo;  e quem quiser ser o primeiro, seja o escravo de todos. 45 Porque o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para muitos".

Palavra da Salvação.
Glória a vós, senhor.