segunda-feira, 13 de julho de 2026


Após os 60 anos, o banho deixa de ser apenas um hábito automático e passa a ser parte estratégica do autocuidado: a pele muda, o risco de queda aumenta, e a frequência e a forma de se banhar precisam ser repensadas para proteger a saúde, a segurança e o bem-estar no dia a dia.

Quantos banhos por semana são indicados na terceira idade

Em idosos saudáveis, sem grandes problemas de pele e que vivem em clima ameno, costuma-se indicar de 2 a 3 banhos completos por semana. Essa frequência ajuda a manter a higiene, preservando a camada protetora da pele madura, que já produz menos oleosidade natural.

Nos intervalos, a higiene localizada ganha destaque, especialmente em axilas, região íntima, virilhas, pés e dobras. Assim, alternar banho completo com higiene parcial controla odores, reduz infecções e minimiza o ressecamento causado por água quente e sabonete em excesso.

Como adaptar o banho em idosos a cada perfil

Não existe uma única regra de frequência que sirva para todas as pessoas acima de 60 anos. O ideal depende do estilo de vida, do clima, do estado geral de saúde, da mobilidade e até da relação emocional com o momento do banho.

Profissionais de saúde costumam observar perfis diferentes para ajustar as orientações, equilibrando higiene, conforto e segurança:

Profissionais de saúde costumam observar perfis diferentes para ajustar as orientações, equilibrando higiene, conforto e segurança: idosos ativos e independentes: quem caminha, faz exercícios ou vive em regiões muito quentes pode precisar de banho diário ou em dias alternados, com hidratação da pele reforçada.

Idosos frágeis ou com mobilidade reduzida: em geral, se beneficiam de 2 a 3 banhos completos por semana, intercalados com higiene no leito ou na pia.

Pessoas com demência ou medo de banho: banhos mais curtos e menos frequentes, com foco em limpeza localizada diária, reduzem agitação e desgaste físico e emocional.



Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 19,25-34Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, Memória



Catequista em missão

Segunda-feira, 25 de Maio de 2026
8ª Semana do Tempo Comum

Naquele tempo,
perto da cruz de Jesus, estavam de pé
a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas,
e Maria Madalena.

Jesus, ao ver sua mãe
e, ao lado dela, o discípulo que ele amava,
disse à mãe:

“Mulher, este é o teu filho”.)
Depois disse ao discípulo:
“Esta é a tua mãe”.

Daquela hora em diante,
o discípulo a acolheu consigo.

Depois disso, Jesus,
sabendo que tudo estava consumado,
e para que a Escritura se cumprisse até o fim,
disse:

“Tenho sede”.

Havia ali uma jarra cheia de vinagre.
Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre
e levaram-na à boca de Jesus.

Ele tomou o vinagre
e disse: “Tudo está consumado”.

E, inclinando a cabeça,
entregou o espírito.

Era o dia da preparação para a Páscoa.

Os judeus queriam evitar
que os corpos ficassem na cruz durante o sábado,
porque aquele sábado era dia de festa solene.

Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados
e os tirasse da cruz.

Os soldados foram
e quebraram as pernas de um e depois do outro
que foram crucificados com Jesus.

Ao se aproximarem de Jesus,
e vendo que já estava morto,
não lhe quebraram as pernas; mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança,
e logo saiu sangue e água.

Palavra da Salvação.

O Evangelho de hoje nos conduz ao Calvário,






Olívia Coutinho 
postado em Refletindo o Evangelho

Reflexão do Evangelho do dia  – 25/05/26 – Jo 19,25-27
Em -Aventurada Virgem Maria -Mãe da Igreja

O Evangelho de hoje nos conduz ao Calvário, lugar onde o amor de Deus se manifesta de forma mais profunda e radical. 

Aos pés da cruz, contemplamos uma das cenas mais profundas e comoventes de toda a Sagrada Escritura: Maria, de pé, junto ao seu Filho crucificado. Uma presença silenciosa, mas repleta de significado; marcada pela dor, mas sustentada por uma fé inabalável e por um amor que não recua diante do sofrimento.

Enquanto muitos fugiram por medo, Maria permaneceu. Seu coração de mãe estava transpassado pela dor, mas ela não abandona Jesus. Permanece firme, unida ao sofrimento do Filho, oferecendo com Ele o seu próprio coração ao Pai. Seu silêncio não é vazio, mas expressão de confiança, entrega e fidelidade absoluta à vontade do Pai.

Mesmo agonizando na cruz, Jesus, volta seu olhar cheio de ternura para sua Mãe e para o discípulo João, conhecido como o discípulo amado, e pronuncia palavras que atravessariam os séculos: “Mulher, eis aí o teu filho”. Depois diz ao discípulo: “Eis aí tua mãe” (Jo 19,27). 

Naquele instante, algo profundamente novo acontece. Maria não é entregue apenas a João, mas a toda a humanidade nele representada. 

Aos pés da cruz nasce, espiritualmente a Igreja, e Maria é dada como Mãe desta Igreja. Ela torna-se Mãe da esperança, dos aflitos, dos pecadores e de todos os filhos que Deus lhe confiou, até mesmo daqueles que a rejeitam ou a desconhecem.

Ao confiar Maria ao discípulo amado, Jesus revela não somente sua humanidade e delicadeza filial, mas também a grandeza do plano de Deus. Seu gesto vai além do cuidado humano: torna-se um dom espiritual para toda a Igreja. Maria é entregue a nós para caminhar ao nosso lado, interceder por nós e nos conduzir sempre ao seu Filho.

A maternidade espiritual de Maria, abraça toda a humanidade. Ela continua de pé diante das dores do mundo, acolhendo nossos sofrimentos, enxugando nossas lágrimas e amparando-nos com ternura de mãe.

Maria foi aquela que mais profundamente acolheu a Palavra de Deus e permitiu que ela transformasse toda a sua existência. Desde o seu “sim” na Anunciação até o Calvário, ela viveu em perfeita comunhão com a missão do Filho. Guardava cada palavra em seu coração, meditava cada acontecimento e deixava-se moldar inteiramente pela vontade divina.

Diante da cruz, Maria compreendia, ainda que em meio à dor, que ali se realizava o mistério da salvação. Sua participação foi marcada por uma união íntima e singular com Jesus. Por isso, a Igreja reconhece nela a Mãe que colaborou de maneira única com o plano redentor de Jesus, oferecendo seu amor, sua obediência e seu sofrimento em profunda comunhão com o Filho.

Todos nós temos algo de Maria em nós, pois carregamos Jesus em nosso coração. No entanto, nem sempre guardamos sua Palavra como ela guardava. Maria nos ensina a acolher, a meditar e a viver a Palavra de Deus com fidelidade, coragem e perseverança.

Que possamos, como Maria, permanecer de pé diante das cruzes do nosso cotidiano. Que sua fé silenciosa e perseverante nos inspire a não desanimar diante das provações da vida. E que, ao olharmos para ela, possamos também sentir o olhar amoroso de Jesus nos dizendo: “Eis aí tua mãe” ...

Santa Maria, Mãe da Igreja, rogai por nós!

Que Deus te abençõe" 
Fique na paz de Jesus
Reflexão de Olivia Coutinho

Historia Perdida pdtSensoorl 2 l52 97u o tg047f 1 3 60 e t4th778ml57h d 91i i c222455 a m 97 · Quando finalmente conquistou dinheiro suficiente, ele fez a primeira coisa que o coração mandava: tirou sua mãe de um hospital psiquiátrico em Londres e a levou para uma mansão na Califórnia. Queria que, depois de tudo, ela finalmente tivesse paz — ou pelo menos algo que se aproximasse disso. Mas a realidade não era tão simples. Às vezes, ela não o reconhecia. Em outras, colocava pedaços de pão embrulhados em papel dentro dos sapatos dele — um gesto desconcertante, nascido de um passado de fome tão profundo que permanecia mesmo quando a escassez já tinha acabado. Era como se o corpo lembrasse do que a mente já não conseguia organizar. Esse homem era Charles Chaplin. E sua história não começa com o cinema — começa com a sobrevivência. Chaplin nasceu em 1889, em Londres, em um ambiente onde a pobreza não era exceção, era rotina. O pai alcoólatra desapareceu cedo. A mãe, Hannah, lutava para manter os filhos vivos enquanto enfrentava instabilidade mental crescente. Havia dias em que não havia comida. E havia dias em que não havia sequer um lugar seguro para dormir. Antes dos palcos, havia a rua. Antes da fama, havia a fome. Aos cinco anos, Chaplin já se apresentava no teatro. Não por ambição, mas por necessidade. A infância foi interrompida cedo demais — e substituída por trabalho, insegurança e uma maturidade forçada pelo sofrimento. Em certo momento, ele e o irmão foram enviados para um abrigo de pobres. A experiência marcou Chaplin profundamente. A miséria não era uma ideia abstrata para ele — era uma memória física. Em 1913, sua vida mudou ao entrar em Hollywood. Durante uma filmagem, pediram que ele improvisasse um figurino cômico. Ele entrou no camarim e pegou peças aleatórias: calças largas, casaco apertado, sapatos grandes demais, uma bengala e um pequeno chapéu-coco. Acrescentou um bigode falso — não para esconder o rosto, mas para envelhecê-lo. Nascia ali Carlitos, o “Vagabundo”. Um personagem que não precisava de muitas palavras para dizer tudo. Através dele, Chaplin transformou a comédia em crítica social. Em seus filmes, o riso vinha sempre acompanhado de algo desconfortável: desigualdade, exploração, solidão, injustiça. Ele fazia o público rir — e depois pensar. Em O Grande Ditador, ele finalmente quebrou o silêncio do personagem e fez um dos discursos mais marcantes da história do cinema, defendendo humanidade em meio à guerra e ao autoritarismo. Não era apenas atuação — era posicionamento. Mas o sucesso não o protegeu. Na década de 1950, durante o clima de perseguição política nos Estados Unidos, Chaplin foi acusado de simpatizar com ideias consideradas subversivas. Entrou em listas negras, foi investigado e acabou deixando o país. O mesmo lugar que o consagrou como gênio passou a tratá-lo como ameaça. Ele se mudou para a Suíça. Demorou duas décadas para que pudesse voltar aos Estados Unidos. Quando finalmente retornou, em 1972, recebeu um Oscar honorário. O público se levantou em uma ovação histórica que durou vários minutos. Não era apenas aplauso — era reconhecimento tardio. Chaplin morreu em 1977, em paz, durante o sono, no dia de Natal. Mas o que ele deixou vai além do cinema. Chaplin nunca esqueceu a infância. Nunca romantizou a pobreza. Em vez disso, transformou aquilo em linguagem artística e crítica. Ele carregava dentro de si a lembrança dos artistas de rua, do frio, da fome e da humilhação — e deu a essas memórias uma forma que o mundo inteiro pudesse entender. “Eu era como eles”, disse ele certa vez. E talvez seja isso que explique sua força. Carlitos não era apenas um personagem. Era uma memória daquilo que ele nunca deixou de ser — alguém que sobreviveu o suficiente para transformar dor em arte, e arte em humanidade. Ver menos Nenhum insight para mostrar Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Ilce Marinho

Historia Perdida

Quando finalmente conquistou dinheiro suficiente, ele fez a primeira coisa que o coração mandava: tirou sua mãe de um hospital psiquiátrico em Londres e a levou para uma mansão na Califórnia. Queria que, depois de tudo, ela finalmente tivesse paz — ou pelo menos algo que se aproximasse disso.
Mas a realidade não era tão simples.

Às vezes, ela não o reconhecia. Em outras, colocava pedaços de pão embrulhados em papel dentro dos sapatos dele — um gesto desconcertante, nascido de um passado de fome tão profundo que permanecia mesmo quando a escassez já tinha acabado. Era como se o corpo lembrasse do que a mente já não conseguia organizar.

Esse homem era Charles Chaplin.

E sua história não começa com o cinema — começa com a sobrevivência.

Chaplin nasceu em 1889, em Londres, em um ambiente onde a pobreza não era exceção, era rotina. O pai alcoólatra desapareceu cedo. A mãe, Hannah, lutava para manter os filhos vivos enquanto enfrentava instabilidade mental crescente. Havia dias em que não havia comida. E havia dias em que não havia sequer um lugar seguro para dormir.

Antes dos palcos, havia a rua. Antes da fama, havia a fome.

Aos cinco anos, Chaplin já se apresentava no teatro. Não por ambição, mas por necessidade. A infância foi interrompida cedo demais — e substituída por trabalho, insegurança e uma maturidade forçada pelo sofrimento.

Em certo momento, ele e o irmão foram enviados para um abrigo de pobres. A experiência marcou Chaplin profundamente. A miséria não era uma ideia abstrata para ele — era uma memória física.

Em 1913, sua vida mudou ao entrar em Hollywood. Durante uma filmagem, pediram que ele improvisasse um figurino cômico. Ele entrou no camarim e pegou peças aleatórias: calças largas, casaco apertado, sapatos grandes demais, uma bengala e um pequeno chapéu-coco. Acrescentou um bigode falso — não para esconder o rosto, mas para envelhecê-lo.

Nascia ali Carlitos, o “Vagabundo”.
Um personagem que não precisava de muitas palavras para dizer tudo.
Através dele, Chaplin transformou a comédia em crítica social. Em seus filmes, o riso vinha sempre acompanhado de algo desconfortável: desigualdade, exploração, solidão, injustiça. Ele fazia o público rir — e depois pensar.

Em O Grande Ditador, ele finalmente quebrou o silêncio do personagem e fez um dos discursos mais marcantes da história do cinema, defendendo humanidade em meio à guerra e ao autoritarismo. Não era apenas atuação — era posicionamento.

Mas o sucesso não o protegeu.

Na década de 1950, durante o clima de perseguição política nos Estados Unidos, Chaplin foi acusado de simpatizar com ideias consideradas subversivas. Entrou em listas negras, foi investigado e acabou deixando o país. O mesmo lugar que o consagrou como gênio passou a tratá-lo como ameaça.
Ele se mudou para a Suíça.

Demorou duas décadas para que pudesse voltar aos Estados Unidos. Quando finalmente retornou, em 1972, recebeu um Oscar honorário. O público se levantou em uma ovação histórica que durou vários minutos. Não era apenas aplauso — era reconhecimento tardio.

Chaplin morreu em 1977, em paz, durante o sono, no dia de Natal.
Mas o que ele deixou vai além do cinema.

Chaplin nunca esqueceu a infância. Nunca romantizou a pobreza. Em vez disso, transformou aquilo em linguagem artística e crítica. Ele carregava dentro de si a lembrança dos artistas de rua, do frio, da fome e da humilhação — e deu a essas memórias uma forma que o mundo inteiro pudesse entender.

“Eu era como eles”, disse ele certa vez.

E talvez seja isso que explique sua força.

Carlitos não era apenas um personagem.
Era uma memória daquilo que ele nunca deixou de ser — alguém que sobreviveu o suficiente para transformar dor em arte, e arte em humanidade.

Tem gente que mora em mansão




Associação Cultural Poeta Patativa do Assaré

Tem gente que mora em mansão
e vive sem paz no coração…
já nesse pedacinho de barro
mora um amor que vale um mundão.

Na cadeira da calçada
eles venceram a vida juntos,
sem luxo, sem riqueza,
mas com respeito e muitos assuntos.

Foi nessa casa simples
que criaram seus filhos com dignidade,
enfrentando seca, luta e dificuldade,
mas nunca perderam a humildade.

O povo da cidade grande
talvez nem entenda direito,
mas felicidade de verdade
não se compra com dinheiro no peito.

Enquanto muitos reclamam da vida,
eles agradecem todo dia ao Criador…
porque no sertão nordestino
até a simplicidade floresce em amor.


Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana



Nelson Manzatto

Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos” (Jo 20,19-23)

Reflexão: Com a solenidade de Pentecostes encerra-se o tempo da Páscoa. A promessa da vinda do Espírito Santo feita por Jesus aos seus discípulos se realiza (cf. At 1,8). Elevado à glória celeste, o Senhor nos enviou, da parte do Pai, o Espírito que o conduziu ao longo de toda a sua vida para que sejamos iluminados pelo Espírito Santo, que é o dom de Deus oferecido a nós para o testemunho. O dom do Espírito é o dom dos tempos escatológicos, o dom definitivo de Deus como cumprimento de toda a sua promessa.

Leitura dos Atos dos Apóstolos: Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava. Moravam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações do mundo. 

Quando ouviram o barulho, juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. Cheios de espanto e admiração, diziam: “Esses homens que estão falando não são todos galileus? Como é que nós os escutamos na nossa própria língua? Nós, que somos partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, da Frígia e da Panfília, do Egito e da parte da Líbia próxima de Cirene, também romanos que aqui residem; judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus em nossa própria língua!” (At 2,1-11)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.Veio o Filho do Homem, a fim de servir e dar sua vida em resgate por muitos.


Veio o Filho do Homem, a fim de servir e dar sua vida em resgate por muitos.


Antonio Goveia

postado em Eu Sou A Luz do mundo


Evangelho (Mc 10,32-45), 27/05/2026 - Quarta-feira
Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo,  os discípulos estavam a caminho, subindo para Jerusalém. Jesus ia na frente. Os discípulos estavam espantados, e aqueles que iam atrás estavam com medo. 

Jesus chamou de novo os Doze à parte e começou a dizer-lhes o que estava para acontecer com ele:  "Eis que estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do Homem vai ser entregue aos sumos sacerdotes e aos doutores da Lei. Eles o condenarão à morte e o entregarão aos pagãos.  Vão zombar dele, cuspir nele, vão torturá-lo e matá-lo. E depois de três dias ele ressuscitará". 

Tiago e João, filhos de Zebedeu, foram a Jesus e lhe disseram: "Mestre, queremos que faças por nós o que vamos pedir".  Ele perguntou: "O que quereis que eu vos faça?"  Eles responderam: "Deixa-nos sentar um à tua direita e outro à tua esquerda, quando estiveres na tua glória!"  

Jesus então lhes disse: "Vós não sabeis o que pedis. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber? Podeis ser batizados com o batismo com que vou ser batizado?"  Eles responderam: "Podemos". E ele lhes disse: "Vós bebereis o cálice que eu devo beber, e sereis batizados com o batismo com que eu devo ser batizado.  Mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. É para aqueles a quem foi reservado".  

Quando os outros dez discípulos ouviram isso, indignaram-se com Tiago e João.  Jesus os chamou e disse: "Vós sabeis que os chefes das nações as oprimem e os grandes as tiranizam.  Mas, entre vós, não deve ser assim: quem quiser ser grande, seja vosso servo;  e quem quiser ser o primeiro, seja o escravo de todos. 45 Porque o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para muitos".

Palavra da Salvação.
Glória a vós, senhor.


Charles Chaplin






Frase do dia de Charles Chaplin: ‘Sorria, embora seu coração esteja doendo. Sorria, mesmo que esteja se partindo’

Por Gabriel Leme

27/05/2026

Em Curiosidade

Segue-me! Jesus viu um homem chamado Mateus,





Nelson Manzatto


Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu Jesus. 

Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos. Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?” 

Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”. (Mt 9,9-13)

Reflexão - Todos nós vivemos afirmando que Jesus é misericordioso, que veio para trazer a salvação para todas as pessoas e coisas do gênero, mas na hora da convivência com as pessoas, parece que não é bem assim, pois somos proibitivos e sabemos sempre evidenciar os erros e os pecados que são cometidos para provocarmos discórdia, separação e exclusão. 

É muito comum ouvirmos nas comunidades: "Eu acho que Fulano não pode participar de tal coisa porque ele fez isso e aquilo". Devemos crer que de fato não somos nós quem chamamos para o serviço do Reino, é Jesus quem chama e ele sabe muito melhor que nós quem está chamando e porque ele está chamando. A nós compete criar condições para que todos possam assumir a própria vocação.

Reflexão do Evangelho do dia 06/06/26Mc 12,38-44-"Tomai cuidado com os doutores da Lei."



Caros irmãos e irmãs em Cristo!


Vivemos em uma sociedade onde, muitas vezes, o valor das pessoas é medido pelo que possuem ou aparentam ser. Nessa busca por reconhecimento e prestígio, corre-se o risco de perder aquilo que realmente importa: a simplicidade, a fé e a autenticidade do coração.


A tendência humana é valorizar aquilo que chama a atenção, sem perceber que os mais belos gestos de amor costumam acontecer de forma simples e discreta. Deus não se impressiona com aparências. Ele vê além dos gestos exteriores e conhece as verdadeiras intenções do coração.


No Evangelho de hoje, Jesus alerta seus discípulos sobre a hipocrisia dos doutores da Lei, que buscavam honras e elogios, enquanto exploravam os mais pobres e vulneráveis. Em contraste, Ele destaca o gesto silencioso de uma pobre viúva que depositou no templo apenas duas pequenas moedas.


Aos olhos humanos, aquela oferta era insignificante.


Aos olhos de Jesus, porém, ela tinha um valor imenso, pois a viúva não ofereceu do que lhe sobrava, mas tudo o que possuía para viver. Seu gesto revelou uma confiança total na providência divina e um coração desprendido dos bens materiais.


Enquanto muitos davam sem qualquer sacrifício, ela entregava seu próprio sustento. Por isso, Jesus a transformou em exemplo para todos os tempos.


Este Evangelho nos recorda que Deus conhece o coração de cada pessoa. As aparências podem enganar os homens, mas nunca enganam a Deus. O que vale para Deus não é a quantidade do que oferecemos, mas o amor, a sinceridade e a generosidade presentes em cada gesto.


Que o exemplo da pobre viúva nos ensine a viver uma fé mais autêntica, baseada não nas aparências, mas na confiança em Deus e na disposição de oferecer o melhor de nós mesmos.
A narrativa de hoje nos convida a refletir:


Estamos dispostos a partilhar não somente o que temos, mas também o que somos?


Que Deus te abençoe!
Fique en pazde Jesus"
QUE DEUS TE ABENÇOE!
FIQUE NA PAZ DE JESUS!
Reflexão de Olívia Coutinho

São Benedito

 Nossa Senhora Cuida de mim




sexta-feira, 10 de julho de 2026

A psicologia nos diz que a parte mais solitária de envelhecer não é estar sozinho,


A psicologia nos diz que a parte mais solitária de envelhecer não é estar sozinho, mas perceber que algumas amizades desaparecem assim que você deixa de nutri-las, e entender que elas nunca foram baseadas em cuidados mútuos, mas na sua disposição para todo o trabalho emocional

Por Patrick Silva
Em Curiosidade

A reflexão sobre amizades antigas que surge para muitas pessoas na maturidade

O amadurecimento traz reflexões profundas sobre a qualidade dos relacionamentos que cultivamos ao longo de toda a nossa jornada pessoal.

Muitas vezes, a solidão na velhice não se relaciona com a falta de companhia diária, mas com uma percepção dolorosa sobre o passado. 

Notar que certos vínculos antigos dependiam exclusivamente do nosso esforço gera um forte impacto na estabilidade emocional dos idosos.

Quais motivos fazem as velhas amizades sumirem com o tempo?

O distanciamento natural acontece quando deixamos de procurar ativamente aquelas pessoas que faziam parte da rotina. Sem a nossa iniciativa constante para organizar encontros ou enviar mensagens, o silêncio se instala de forma definitiva. 

Essa ausência de reciprocidade revela que o afeto existia apenas por causa do nosso empenho unilateral e diário.

Carregar o peso de manter uma relação sozinho esgota as forças psíquicas de qualquer indivíduo a longo prazo. 

Esse desequilíbrio incômodo disfarça-se na juventude pela energia abundante, fazendo com que aceitemos a falta de interesse alheio. Contudo, o acúmulo de vivências nos obriga a valorizar apenas as conexões que trazem amparo mútuo verdadeiro.

A reflexão sobre amizades antigas que surge para muitas pessoas na maturidade
Por que o trabalho emocional concentrado prejudica a saúde mental?

Doar-se sem receber nada em troca gera um sentimento profundo de rejeição e desvalorização pessoal na maturidade. O indivíduo percebe que gastou anos de sua vida oferecendo suporte, ouvindo desabafos e doando tempo para quem nunca esteve realmente disponível. Esse desequilíbrio crônico nas relações corrói a autoestima e transforma o convívio em um fardo bastante exaustivo.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 5,38-42 Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 38 "Ouvistes o que foi dito:



Salmos

 "Ouvistes o que foi dito:
'Olho por olho e dente por dente!'

Eu, porém, vos digo:
Não enfrenteis quem é malvado!


Pelo contrário,
se alguém te dá um tapa na face direita,
oferece-lhe também a esquerda!

Se alguém quiser abrir um processo
para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto!

Se alguém te forçar a andar um quilômetro,
caminha dois com ele! Dá a quem te pedir
e não vires as costas a quem te pede emprestado".

Palavra da Salvação.
Glória a Vós, Senhor!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.Vossa palavra é uma luz para os meus passos, e uma lâmpada luzente em meu caminho. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.



Anjo de Deus

15/JUN/2026 Liturgia Diária
Cor Litúrgica: Verde
11º Semana do Tempo Comum | Segunda-feira
Evangelho (Mt 5,38-42)
- Aleluia, Aleluia, Aleluia.
-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:  "Ouvistes o que foi dito: 'Olho por olho e dente por dente!'  Eu, porém, vos digo: Não enfrenteis quem é malvado! Pelo contrário, se alguém te dá um tapa na face direita, oferece-lhe também a esquerda! Se alguém quiser abrir um processo para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto!  Se alguém te forçar a andar um quilômetro, caminha dois com ele!  Dá a quem te pedir e não vires as costas a quem te pede emprestado".

 Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. Ide ao mundo e ensinai a todas as nações!




Evangelho (Mt 10,7-13)
- Aleluia, Aleluia, Aleluia.
- Ide ao mundo e ensinai a todas as nações! Eis que eu estou convosco até o fim do mundo!
-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: "Em vosso caminho, anunciai: 'O Reino dos Céus está próximo'. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar!  Não leveis ouro nem prata nem dinheiro nos vossos cintos;  nem sacola para o caminho, nem duas túnicas nem sandálias nem bastão, porque o operário tem direito ao seu sustento.  Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes, informai-vos para saber quem ali seja digno. Hospedai-vos com ele até a vossa partida.  Ao entrardes numa casa, saudai-a.  Se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; se ela não for digna, volte para vós a vossa paz".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.Eu vos dou novo preceito: que uns aos outros vos ameis, como eu vos tenho amado.







Postado em  Sakve Mãe Rainha

Evangelho (Mt 5,43-48)
- Aleluia, Aleluia, Aleluia.
-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:  "Vós ouvistes o que foi dito: 'Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!'  Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem!  Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre justos e injustos.  Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa?  E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa?  Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Evangelho (Mt 5,43-48) Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.



Católico Fiel

Terça feira /
-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:  "Vós ouvistes o que foi dito: 'Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!' 

 Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem!  Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre justos e injustos.  

Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa?  E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? 

Os pagãos não fazem a mesma coisa? Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito".

— Palavra da Salvação
Glória a Vós Senhor

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.Evangelho (Mt 5,38-42)- Vossa palavra é uma luz para os meus passos, e uma lâmpada luzente em meu caminho.



Eurivan Andrade

postado em Momento de alagria com Jesus

15/Junho -Liturgia Diária
Cor Litúrgica: Verde
11º Semana do Tempo Comum | Segunda-feira

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.
-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:  "Ouvistes o que foi dito: 'Olho por olho e dente por dente!' 3Eu, porém, vos digo: Não enfrenteis quem é malvado! Pelo contrário, se alguém te dá um tapa na face direita, oferece-lhe também a esquerda!  Se alguém quiser abrir um processo para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto!  Se alguém te forçar a andar um quilômetro, caminha dois com ele!  Dá a quem te pedir e não vires as costas a quem te pede emprestado".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. (Mt 9,36-10,8) Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas



Paróquia São Miguel Arcanjo - São Paulo - SP

Naquele tempo,  Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. 

Então disse a seus discípulos:  "A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.  Pedi pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!" 10,1 Jesus chamou os doze discípulos e deu-lhes poder para expulsarem os espíritos maus e para curarem todo tipo de doença e enfermidade.  

Estes são os nomes dos doze apóstolos: 

primeiro, Simão chamado Pedro, e André, seu irmão; 
Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João;  Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o cobrador de impostos; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu;  Simão, o Zelota, e Judas Iscariotes, que foi o traidor de Jesus. 

Jesus enviou estes Doze, com as seguintes recomendações: "Não deveis ir aonde moram os pagãos, nem entrar nas cidades dos samaritanos! Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel!  Em vosso caminho, anunciai: 'O Reino dos Céus está próximo'.  Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. 

De graça recebestes, de graça deveis dar!"

Palavra da Salvação.
Glória a Vós Senhor

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.Bendita é a Virgem Maria, que guardava a Palavra de Deus, meditando-a no seu coração.



Eurivan Andrade

Poatado em Rainha da Paz

13/JUN/2026 Liturgia Diária
Cor Litúrgica: Branca
Imaculado Coração da Bem-aventurada Virgem Maria | Memória | Sábado

Evangelho (Lc 2,41-51)
- Aleluia, Aleluia, Aleluia.
-Glória a vós, Senhor.

Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume.  Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem.  Pensando que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos.  Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura.  Três dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas.  Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas.  Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: "Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura".  Jesus respondeu: "Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?"  Eles, porém, não compreenderam as palavras que lhes dissera.  Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, conservava no coração todas estas coisas.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.