quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Eu e minhas lembranças




Coisinhas Simples & Delicadas


Talvez um dia eu te fale de mim…

Te direi coisas lindas do meu passado.

Chorarei frustrações da minha adolescência.

Outras hilariantes e faceiras…

Talvez um dia eu te conte,  o tanto que a vida me foi cruel, 

e das tantas vezes em que pensei desistir,

E daí, do nada, talvez eu comece a sorrir,

lembrando outras tantas vezes,

em que me senti absurdamente feliz…

Talvez um dia eu te fale de mim…

E quem sabe você se sinta feliz.

Por não ter me conhecido antes,

ou se entristeça por não me conhecer a fundo.

Dai te contarei sobre o que de mais belo já vivi, o amor…

E todas as minhas histórias se tornarão apenas mais uma.

Talvez um dia eu te fale de mim…

Talvez um dia você se lembre de mim…

E assim, estarei presente no seu passado,

Me recordarei do seu carinho de amig

Me envolverei na saudade do teu alento,

E partirei, como a brisa, como o próprio tempo,

que cobra o seu preço sem fingimentos.

E sei que permanecerei,

no mais profundo dos seus pensamentos..

Assim sou eu.

Paulo Roberto Gaefke

Perdoe-se




Mistura fina

Não pelo que fez…mas pela mulher que você precisava ser naquele momento.

Perdoe a pressa.

Perdoe o medo.
Perdoe o silêncio que você engoliu para não perder ninguém.

Perdoe os “sim” que queria que fossem “não”.

Perdoe a força que não tinha.

Perdoe a coragem que ainda não existia.

Você fez o melhor que podia com a vida que tinha,

com o coração que carregava,

com a consciência que ainda estava nascendo.

Hoje é fácil olhar para trás e pensar

“eu podia ter feito diferente”.

Mas a verdade é simples e libertadora:

você não podia.

Ainda não sabia.

Ainda não via.

E está tudo bem.

A maturidade não é sobre apagar o passado

é sobre abraçar a mulher que você foi

e honrar a mulher que você está se tornando.

Quando você se perdoa, algo se solta.

O peito abre.

A culpa derrete.

A vida volta a respirar dentro de você.

Perdoe-se.

Com carinho, com paciência, com respeito.

Porque foi aquela versão sua, imperfeita, cansada, tentando acertar,

que trouxe você até aqui.

E aqui… é um lugar bonito

Web.

Pouca gente sabe

Pensar e viver


Lula da Silva e Roberto Carlos


Pouca gente sabe, mas entre dois dos nomes mais emblemáticos da história recente do Brasil, Luís Inácio, Lula da Silva e Roberto Carlos, existe um elo profundo que vai muito além da política e da música. Um elo construído na base da vivência, da dor e da memória afetiva. São homens que, apesar de trilharem caminhos distintos, sempre carregaram nas palavras e na arte um mesmo compromisso.

Falar com o coração do povo. 

Tudo começou de forma silenciosa, quase como um desabafo íntimo. Lula, em um momento de profunda reflexão após a perda de uma pessoa muito especial da sua infância, decidiu fazer algo raro para alguém com a rotina de um presidente. Escrever uma carta à mão. Não havia assessores, não havia mídia, não havia qualquer intenção de tornar aquilo público.

Havia apenas um homem, uma folha em branco e uma gratidão que não cabia no peito. Aquela carta, Lula agradecia por algo que nenhuma política pública, nenhuma vitória nas urnas ou cargo poderia proporcionar consolo emocional. Ele citava uma música em especial, caminhoneiro, que, segundo ele, foi uma espécie de oração durante os dias mais difíceis da sua juventude.

A canção lhe trazia lembranças do Pai, das viagens longas, do silêncio da estrada, da ausência e da saudade. Era como se a voz de Roberto, ao cantar aquelas palavras, dissesse: "Você não está sozinho". E ali naquela carta singela, Lula contou o que nunca havia dito em público, que em noites frias no ABC paulista, quando voltava do trabalho exausto e com as mãos calejadas, era a música que o mantinha em pé.

Percebi que estava envelhecendo


Mistura fina

"Percebi que estava envelhecendo — não quando surgiram as primeiras rugas.

Nem quando alguém me ofereceu um lugar no ônibus.

Nem quando deixei de entender a música moderna ou de querer ficar acordada até o amanhecer.

O envelhecimento chegou em silêncio.

Sem drama, sem medo.

Mostrou-se quando deixei de desperdiçar energia em explicações inúteis.

Já não preciso ter razão. Não corro atrás de quem parte.

Não espero desculpas de quem não sabe pedi-las.

Simplesmente deixo ir.

Fecho capítulos.

Sorrio — e sigo em frente.

O silêncio já não me incomoda.

Sei que cada um tem o seu próprio ruído interior.

E quem quiser — encontrará as palavras.

Já não tento agradar a todos.

O meu espelho não é inimigo
.
Os meus cabelos brancos não são uma tragédia.

E o meu corpo…

O meu corpo é a minha casa, que nunca me traiu.

Com ele vivi amores, nascimentos, perdas e noites sem dormir.

Como poderia envergonhar-me dele?

Estou envelhecendo— e pela primeira vez vivo de verdade.

Sem pressa. Sem “tenho de”.

Sem culpa pelos meus desejos.

Bebo o café enquanto está quente.

Respondo quando estou calma.

Uso roupa confortável.

Ouço a chuva.

E abraço-me mais vezes.

Simplesmente — sou.

E isso basta."

Web

Um dia você percebe…


Mistura Fina


Não foi o tempo que te mudou.

Foi tudo o que você aprendeu a deixar para trás.

Deixar para trás a pressa de agradar.

Deixar para trás quem não te respeitou.

Deixar para trás a necessidade de ser perfeita.

Ficou o essencial: você.

Com todas as suas histórias, cicatrizes, vitórias e descobertas.

A gente chama isso de maturidade.

A leveza de não ter mais que provar nada para ninguém.

Se você chegou até aqui, saiba: você não está só.

A maturidade é o presente mais bonito do tempo.

E sim, ela combina muito bem com você.

Nilton César


Morre o cantor Nilton César, ícone da música romântica, aos 86 anos

Artista fez sucesso na década de 1970 e ficou conhecido pelo verso "receba as flores que lhe dou"
Giovana Chrisy, da CNN Brasil28/01/26 às 20:38 | Atualizado 29/01/26 às 15:03

Nilton Cesar foi cantor na época da Jovem Guarda • Instagram/Nilton Cesar

O cantor Nilton César, dono do sucesso "Férias na Índia" e ícone da música romântica brasileira, morreu nesta quarta-feira (28), aos 86 anos.

Ele fez sucesso na década de 1970 e gravou mais de 20 discos entre 1964 e 2025. Emplacou sucessos como "A Namorada que Sonhei", "Amor... Amor... Amor...", "Felicidade, "Espere Um Pouquinho Mais" e "Amigo Não"; e ficou conhecido pelo verso "receba as flores que lhe dou".Relembre quem ele foi.


Ícone da música romântica que morreu  aos 86 anos

Mineiro, ele começou a carreira no fim da década de 1960, na mesma época em que a Jovem Guarda decolava. "Férias na Índia", um de seus maiores sucessos, veio logo no primeiro álbum, "Dois Num Só Coração".

Seu último lançamento foi o disco "Brega Duetos (Vol. 4)", em que cantou 12 faixas entre regravações e músicas inéditas.

Nas redes sociais, os fãs lamentaram a partida de Nilton César com comentários: "Assim a cada dia compreendemos mais e mais que tudo isso é passageiro"; "Ele sempre foi de uma gentileza e educação sem igual"; e "Fica o grande marco da sua linda voz e perfeitas canções que sempre amei escutar".



Especialista Alerta: Esses 3 Alimentos Aparentemente “Inocentes” Estão Apagando sua Memória como uma Borracha!

97% dos idosos com Perda de Memória aos 50 vão parar no asilo aos 60 se não fizerem nada…

Por: Paulo Ramalho
05/02/2026 7h25 - Atualizado há 2 horas

Foto Arquivo Pessoal/Autorizado


Neurovex

Pesquisadores brasileiros alertam que a perda de memória não tem relação com idade nem com genética.

A verdadeira causa, segundo eles, está em três alimentos que a maioria das pessoas consome todos os dias e que estão literalmente matando o cérebro de fome!

Isso porque esses alimentos diminuem a produção de uma molécula muito importante para o seu cérebro, a Orexina.

A orexina é muito importante pois é ela que “pesca” as nossas memórias dentro das caixinhas do cérebro.

E quando ela está em falta os seus neurônios começam a morrer e o seu cérebro literalmente se auto devora!

E os números são alarmantes: pessoas com falta de orexina no cérebro têm 157% mais chances de desenvolver Alzheimer e demência.

E o sinal de alerta pode já estar aparecendo.

Se alguém com mais de 50 anos entra em um cômodo e esquece o que foi fazer ali,ou começa a confundir nomes de parentes, é um forte indício de que o cérebro canibal já está em ação.

Mas existe uma boa notícia!

Recentemente, um grupo de especialistas descobriu uma forma simples de neutralizar essa condição perigosa e restaurar a memória.

Eles chamam isso de “Super Alimento Cerebral”, um tônico natural que pode ser preparado em casa, usando apenas ingredientes baratos e comuns do supermercado.

Os resultados surpreenderam até os maiores especialistas!

Pacientes com histórico de esquecimento severo voltaram a reconhecer rostos, lembrar nomes e recuperar o raciocínio em poucas semanas.

Um dos casos mais impressionantes foi o de um aposentado de 68 anos.

Antes, ele se perdia nas ruas e esquecia o próprio endereço.

Depois de começar a usar esse super alimento comum, voltou a dirigir, fazer palavras cruzadas e até viajar sozinho.

A equipe responsável por esse estudo gravou uma aula gratuita explicandoquais são os três alimentos que provocam o cérebro canibal e como encontrar e preparar esse super alimento em casa…

Essa mesma aula era vendida por mais de R$200,00 em consultas particulares,mas foi liberada temporariamente ao público.

Segundo os pesquisadores, o vídeo está sendo censurado por grupos ligados à indústria farmacêutica, por isso, não se sabe por quanto tempo ficará no ar.‍

Jair Rodrigues

Jair Rodrigues  Luciana Melo, e Jair Oliveira enxergava neles não apenas o futuro, mas a continuidade de um sonho construído com

Jair Rodrigues sempre acreditou que o amor é uma força que se canta, se vive e se transmite no dia a dia. Dentro de casa, esse amor ganhava melodia quando ele olhava para os filhos, Jair Oliveira e Luciana Melo, e enxergava neles não apenas o futuro, mas a continuidade de um sonho construído com alegria, respeito e muita música.

Desde cedo, Jair fez do lar um palco de afeto. A música não era imposição, era convite. Entre risadas, palmas e refrões cantados com o coração aberto, ele incentivava Jair Oliveira e Luciana Melo a descobrirem a própria identidade musical, ensinando que cantar é dividir sentimentos, é transformar a vida em celebração. Cada acorde vinha carregado de incentivo, cada palavra era um empurrão gentil para que acreditassem em si mesmos e na própria voz.

Mais do que ensinar técnica, Jair ensinou coragem. Mostrou aos filhos que a música nasce da verdade, da alegria simples, do compromisso com aquilo que faz o peito sorrir. Incentivou Jair Oliveira e Luciana Melo a ouvirem o mundo, a respeitarem suas raízes e a honrarem a própria história, sem medo de trilhar caminhos novos.

O amor de Jair Rodrigues por Jair Oliveira e Luciana Melo ecoa como um samba eterno: cheio de ritmo, afeto e esperança. 

Um amor que não se cala, que segue vivo em cada nota, em cada passo, em cada sonho que a música ajudou a construir. Porque, para ele, amar também era ensinar os filhos a cantar a própria vida.

“Hesitar” e “exitar”

“Hesitar” e “exitar” existem, mas tem aplicações completamente diferentes na língua portuguesa
Por Larissa Carvalho




Na língua portuguesa, alguns verbos geram dúvidas frequentes, especialmente quando possuem grafia parecida, como ocorre com hesitar e exitar. Embora sejam palavras semelhantes, cada uma apresenta sentido próprio e se aplica a situações distintas do dia a dia, o que impacta diretamente a clareza da comunicação em textos formais, conversas profissionais e avaliações escolares.

O que significa o verbo hesitar

O verbo hesitar está diretamente associado à ideia de dúvida, indecisão ou receio. Ele indica que alguém não age de forma imediata porque está em processo de avaliação, insegurança ou ponderação, atrasando uma resposta ou atitude por falta de certeza.

Esse verbo é comum em situações de escolha difícil, tomada de decisões financeiras, respostas a convites ou qualquer cenário em que exista conflito interno. Em geral, hesitar aparece ligado a “pensar melhor”, “avaliar as consequências” ou “não ter confiança plena”.

Exemplo 1: Ela costuma hesitar antes de assinar contratos importantes.
Exemplo 2: O candidato não deve hesitar ao responder perguntas diretas.
Exemplo 3: Diante da proposta, ele hesitou por alguns minutos.

O que significa o verbo exitar

Já o verbo exitar tem origem na palavra êxito, que remete a sucesso, bom resultado ou desfecho favorável. Nesse caso, exitar significa “ter êxito”, “obter sucesso” ou “sair-se bem” em determinada atividade, mantendo um sentido ligado a resultado positivo.

Trata-se de um verbo menos comum na linguagem do dia a dia, mas dicionarizado e reconhecido na norma culta. Em contextos específicos e mais formais, pode surgir como alternativa a “ter êxito” ou “ser bem-sucedido”, embora muitas vezes essas expressões sejam preferidas por soarem mais naturais.

Exemplo 1: O projeto conseguiu exitar em um mercado altamente competitivo.
Exemplo 2: A equipe não conseguiu exitar na campanha deste ano.
Exemplo 3: Para exitar nesse tipo de empreendimento, é necessário planejamento.

Como não confundir hesitar e exitar no dia a dia

Para evitar confusão entre hesitar e exitar, é essencial observar o contexto da frase. Quando a ideia central estiver ligada à dúvida, insegurança ou demora na decisão, a forma adequada será sempre hesitar, pois ela expressa incerteza e cautela.

Quando o foco estiver em resultado positivo, sucesso ou bom desfecho, o uso correto será exitar, embora em muitos textos formais se prefira “ter êxito”. Uma associação prática ajuda: hesitar lembra “hesitação” (incerteza) e exitar lembra “êxito” (sucesso).
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Se a frase falar de sucesso, vitória ou bom resultado, usar exitar.
Na dúvida em textos formais, é comum substituir exitar por “ter êxito”.

Para aprofundarmos no tema, trouxemos o vídeo da professora de redação Viviane Faria, publicado em seu próprio perfil que conta com quase 100 mil seguidores:

Quando o erro entre hesitar e exitar passa despercebido

Como ambas as formas existem na língua portuguesa e estão registradas em dicionários, muitos erros não são detectados por corretores automáticos. O sistema reconhece a palavra como válida, sem avaliar o sentido da frase, o que pode gerar deslizes em textos aparentemente corretos.

Assim, construções como “ele não quis exitar na resposta” podem passar sem marcação de erro, embora o contexto indique claramente que o esperado seria “hesitar”. Por isso, a revisão atenta continua sendo fundamental em relatórios, e-mails formais, petições, artigos acadêmicos e documentos profissionais.Leitura em voz alta pode ajudar a perceber estranhezas de sentido.
Consultas rápidas a dicionários atualizados esclarecem dúvidas pontuais.
Comparar o verbo com sua palavra de origem (hesitação ou êxito) facilita a tomada de decisão.
“Hesitar” significa duvidar ou vacilar; “exitar” é erro comum por “exitar” (estimular sexualmente), use certo para clareza em textos formais diários.

Por que é importante diferenciar hesitar e exitar

A distinção entre hesitar e exitar tem impacto direto na clareza da mensagem. Em contextos profissionais, jurídicos, acadêmicos ou jornalísticos, uma escolha inadequada pode alterar a interpretação de um trecho, gerar ambiguidade e ser interpretada como falta de domínio da norma padrão.

Dominar essa diferença não é apenas uma questão gramatical, mas uma forma de transmitir informações com precisão. Ao reconhecer que hesitar indica indecisão e exitar indica êxito, o falante amplia seus recursos linguísticos e passa a escrever com maior segurança em 2025, em um cenário em que a comunicação escrita continua ganhando espaço em ambientes digitais e profissionais.

Entendam isto: o corpo de uma pessoa idosa já não é o mesmo que aos trinta anos.




Minha vida com animais

Muitos filhos adultos tornam-se impacientes. Ficam irritados porque a mãe ou o pai comem mais devagar, caminham com cuidado, cansam-se mais rápido, esquecem coisas ou queixam-se de dores.

Pode parecer que estão a exagerar ou que simplesmente não querem esforçar-se.

Mas isso não é verdade.

O corpo deles simplesmente mudou. E é importante aceitar isso para não os magoarmos com a nossa impaciência.

Depois dos sessenta anos, o organismo já não funciona como antes. Não porque não queiram, mas porque o corpo trabalhou a vida inteira e desgasta-se pouco a pouco.

A digestão abranda. O estômago produz menos sucos digestivos. Comidas pesadas tornam-se difíceis.

Por isso, as pessoas idosas comem menos ou mais devagar. Não é indiferença — é biologia.

As articulações também pagam o preço do tempo. Joelhos, costas, braços e pescoço suportaram anos de esforço. Os músculos enfraquecem e cada movimento exige energia. Andar devagar não é preguiça, é dor.


A força diminui. Tarefas simples tornam-se difíceis. Muitas vezes ficam em silêncio para não preocupar os familiares.

A memória também muda. Nem sempre é doença, mas envelhecimento natural.

O sistema imunitário enfraquece. O frio provoca doenças com mais facilidade.

E o mais importante:

Não é que não queiram.

Não é que não entendam.

Não estão a exagerar.

O corpo deles é simplesmente diferente.

Os pais não se tornam um peso.

Tornam-se mais vulneráveis.

Ninguém envelhece para incomodar. Envelhecemos porque tivemos o privilégio de viver.

E um dia esse corpo será o seu.

E você também vai precisar de compreensão, respeito e paciência.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Rainha da Sucata


Ficha Técnica & Sinopse

Emissora: Globo
Estreia: 02/04/1990
Gênero: Drama / Comédia / Romance
Autor: Silvio de Abreu
Direção: Jorge Fernando

Rainha da Sucata é uma novela que foi produzida pela Globo e exibida às 20h entre 2 de abril e 6 de outubro de 1990, com 179 capítulos. Foi criada por Silvio de Abreu e escrita com Alcides Nogueira e José Antônio de Souza. A direção geral é de Jorge Fernando, com direção de Mário Márcio Bandarra, Fábio Sabag e Jodele Larcher.

Ambientada em São Paulo, a história retrata o universo dos novos-ricos e da decadente elite paulista, explorando o contraste e a tensão entre a emergente Maria do Carmo (Regina Duarte) e a socialite falida Laurinha Figueroa (Glória Menezes).

Na zona norte da capital paulista, Maria do Carmo enriquece com os negócios do pai, o vendedor de ferro-velho Onofre (Lima Duarte), e se torna uma empresária bem-sucedida. Apesar de manter hábitos simples, seu grande sonho é conquistar a alta sociedade paulistana.

Quando seu caminho volta a cruzar com o de Edu (Tony Ramos), um playboy que a humilhava no colégio e agora enfrenta a falência ao lado da tradicional família Albuquerque Figueroa, Maria do Carmo vê a oportunidade de se vingar e, ao mesmo tempo, adentrar na elite.

Para isso, propõe a ele um casamento de conveniência: ela tem o dinheiro para bancar a família que está na ruína, enquanto ele tem um nome respeitado pela sociedade. Mas o que parecia ser sua grande ascensão se revela uma realidade penosa.

Na mansão, a elegante e ardilosa Laurinha, madrasta de Edu, persegue e menospreza Maria do Carmo, tornando sua vida um inferno. Casada com Betinho (Paulo Gracindo), a megera nutre uma paixão secreta e proibida pelo enteado e faz de tudo para destruir o casamento e arruinar a nova vida da “sucateira”.

Outro destaque na novela é a personagem Dona Armênia (Aracy Balabanian). Vizinha da família de Maria do Carmo, ela não poupa esforços para prejudicá-la, disposta a colocar o prédio da empresa "na chón".

O elenco também conta com Antonio Fagundes, Claudia Raia, Marisa Orth, Nicette Bruno, Renata Sorrah, Raul Cortez, Andrea Beltrão, Patrícia Pillar, Maurício Mattar e Daniel Filho em papéis de destaque.

Personagens & Elenco

Maria o Carmo - Regina Duarte

Laurinha Figueiroa  - Glória Meneze

Edu -Tony Ramos

Caio - Antonio Fagundes

Adriana - Claudia FRaia

Dona Armênia - Aracy Balabanian

ernato - Daniel Filho

Quem te rejeita te faz um favor.


Terceira Idade Mitos e Verdades

Mito ou Verdade?

Quem te rejeita, na terceira idade, geralmente faz um favor — ainda que isso não seja confortável de admitir.

A rejeição nessa fase não tem a ver apenas com a idade, mas com incompatibilidade de ritmo, valores e interesses.

E isso se torna mais evidente quando o tempo deixa de ser abundante.

Sofrer pela rejeição não é sinal de fraqueza, é resposta humana. 

Mas permanecer nela é desperdício de energia. 

Na terceira idade, já existe informação suficiente para entender que nem todo espaço é lugar de permanência.

A rejeição revela limites: do outro, do contexto e, às vezes, do que você mesmo já não precisa aceitar.

A idade expõe o que antes era disfarçado. 

Pessoas que se afastam geralmente não querem lidar com maturidade, responsabilidade emocional ou profundidade.
Isso não é perda;  é filtragem. 

A rejeição elimina negociações inúteis e relações baseadas em conveniência.

Na terceira idade, a pergunta não é “por que fui rejeitado?”, mas “o que isso me poupou?”.

Menos conflitos, menos adaptações forçadas, menos papéis que já não fazem sentido. 

O tempo agora cobra coerência.

Sem sentimentalismo: rejeição dói, mas esclarece. 

E clareza, nessa fase da vida, vale mais do que aceitação superficial.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Levei minha mãe pra jantar no Fasano, em São Paulo.



Chico - Cartas de Paz e Consolação

Era o aniversário de 80 anos dela. Minha mãe sempre foi mulher de elegância natural, mas o Parkinson tinha começado a roubar o controle das mãos dela. Eu, executivo obcecado com imagem, estava nervoso. "Por favor, mãe, tenta não fazer bagunça", pensei enquanto entrávamos.

Todos os clientes eram gente "fina", vestidos de gala, falando baixo, com aquele ar de quem janta ali toda semana.

Pedimos o jantar. Quando chegou a sopa, começou o pesadelo.

As mãos da minha mãe tremiam sem controle. A colher batia no prato: tec, tec, tec. O som ecoava no salão inteiro. As pessoas começaram a olhar. Quando ela tentou levar a colher à boca, derramou o líquido laranja no vestido de seda novo. Depois, derrubou um pedaço de pão no chão. Em seguida, virou o copo d'água.

O restaurante ficou em silêncio.

Senti os olhares de desaprovação das mesas ao redor. 

Olhares que diziam: "Que absurdo", "Devia ter deixado ela em casa", "Tá estragando o ambiente". 

Eu sentia um calor insuportável no rosto. Vergonha. Pura e dura vergonha.

Minha mãe me olhou com os olhos cheios de lágrima, humilhada, tentando se limpar desajeitada com o guardanapo, piorando a mancha.

"Desculpa, filho… desculpa", sussurrou.

Naquele momento, tive duas opções:

Me irritar, pedir a conta rápido e tirar ela dali pra "salvar minha imagem".
Ou lembrar quem era a mulher que estava na minha frente.

Respirei fundo. Levantei da mesa. Não pra ir embora.

Caminhei até ela, ofereci meu braço e disse em voz alta, pra todo mundo ouvir:

"Vem, mãe. Vamos te arrumar. Você continua sendo a rainha da noite."

Levei ela pro banheiro. Ali, na privacidade do espelho, aconteceu a mágica.

Molhei toalhas de papel. Com paciência infinita, limpei a sopa do vestido dela. Limpei as migalhas do colo. Penteei o cabelo branco que tinha despenteado. Limpei os óculos.

Enquanto fazia isso, tive um flashback.

Me vi bebê, jogando papinha no chão, vomitando na roupa dela, sujando fralda. 

Alguma vez ela teve vergonha de mim? Nunca. Ela me limpava com beijo. Ela me trocava com amor. Ela celebrava minha existência, mesmo quando eu era um desastre.

Agora, a vida tinha dado volta completa. Era minha vez.

Quando terminamos, ela se olhou no espelho e sorriu.

"Obrigada, meu amor."

"Você tá linda, mãe."

Saímos do banheiro. Eu le vava ela pelo braço, caminhando devagar, mas de cabeça erguida.

O restaurante continuava em silêncio, mas dessa vez a energia era diferente. Não havia mais nojo. Havia respeito.

Paguei a conta e fomos em direção à saída.

Bem antes de cruzar a porta, um senhor idoso, que jantava sozinho, me parou. Bateu a bengala no chão pra chamar atenção e disse em voz alta:

"Moço, o senhor tá esquecendo algo."

Me revisei. Bolso, carteira, chave do carro.

"Não, senhor. Tenho tudo aqui."

O velho sorriu, balançou a cabeça e disse uma frase que silenciou o restaurante inteiro:

"Sim, esqueceu. O senhor deixou uma lição pra cada filho neste lugar. E uma esperança pra cada mãe."

O restaurante explodiu em aplausos.

Não aplaudiam minha roupa cara, nem meu cargo, nem o cartão black. Aplaudiam o amor.

Minha mãe apertou meu braço e chorou de felicidade.

Naquela noite, entendi que a verdadeira classe não tá em não sujar a roupa. Tá em não sujar o coração abandonando quem te deu a vida.

Minha mãe faleceu dois anos depois daquela noite. Parkinson avançou rápido. No último mês, ela não conseguia mais falar direito. Mas toda vez que eu entrava no quarto dela, ela sorria. E eu sabia que ela lembrava. Lembrava daquela noite. Lembrava que eu fiquei.

No velório, apareceu um homem que eu nunca tinha visto. Idoso, de terno simples, bengala na mão.

"Você não me conhece", disse ele. "Mas eu tava naquele restaurante naquela noite. E desde aquele dia, eu liguei pro meu filho. A gente não se falava havia cinco anos. Hoje, ele cuida de mim. E eu só liguei porque vi você cuidando da sua mãe. Você me deu coragem de pedir ajuda."

Fiquei sem palavras.

Ele continuou:

"Ela não morreu sozinha, né?"

"Não. Eu segurei a mão dela até o último suspiro."

"Então ela morreu rica."

E ele foi embora.

Naquele momento entendi: 

não importa quantos milhões você tem na conta. Não importa quantos prêmios você ganhou. Não importa quantas pessoas te seguem nas redes.

O que importa, no fim, é: quem segurou sua mão? E de quem você segurou?

Minha mãe não morreu sozinha. Morreu amada. Morreu acompanhada. Morreu sabendo que o filho dela não teve vergonha dela.

E isso, nenhum restaurante caro, nenhum cargo, nenhum aplauso do mundo pode comprar.

Hoje, quando vejo mãe idosa tremendo pra segurar a colher, não sinto nojo. Sinto gratidão. Porque sei que aquela mão trêmula já me segurou firme quando eu era bebê e não conseguia andar sozinho.

O amor é empréstimo que se devolve na velhice. Sua mãe te limpou quando você se sujava. Te carregou quando você não andava. Te alimentou quando você não sabia segurar colher.

Agora é sua vez.

Não esconda ela porque a mão dela treme. Segura essa mão pra ela não tremer sozinha. Não tenha vergonha da lentidão dela. Desacelera e anda no ritmo dela, como ela andou no seu quando você dava seus primeiros passos.

Nunca abandone sua mãe. Porque no dia em que ela não estiver mais aqui, você daria sua fortuna inteira pra poder limpar mais uma mancha de sopa no vestido dela. Só pra ter ela de volta, nem que seja por um minuto.

Você já teve vergonha de alguém que te criou?

Você acredita que cuidar dos pais na velhice não é obrigação, mas privilégio de quem ainda os tem?

Você será criticado pelo que você é,


Mistura Fina

Pelo que você não é e pelo que os outros pensam que você é.

Você será julgado pelo que faz, pelo que não faz e pelo que escolhe não fazer.

Vai ser falado de ti pelo que dizes e pelo que cala.

Vão apontar-te o dedo para os teus sucessos quanto aos teus erros, pelas tuas decisões
e pelas tuas hesitações.

Não importa o quanto você se esforce para agradar, sempre haverá opiniões.

Então, viva por você, porque no final das contas, a única coisa que importa é se manter fiel ao seu próprio caminho.

(Harrison Ford)

Dia dos Santos Reis- Lenda natalina


]Graciosa Página

Uma lenda natalina:

O Quarto Rei Mago.

Há uma lenda de que, sem fazer parte da revelação, ela nos ensina o que Deus espera de nós.

Dizem que houve um quarto Rei Mago, que também viu a estrela brilhar em Belém e decidiu segui-la.

Como presente, pensou em oferecer ao Menino um baú cheio de pérolas preciosas. 

No entanto, em seu caminho, ele encontrou várias pessoas que estavam pedindo sua ajuda.

Este Rei Mago os assistiu com alegria e diligência, deixando a cada um deles uma pérola.

Mas isso estava atrasando sua chegada e esvaziando seu baú.

Ele encontrou muitos pobres, doentes, aprisionados e miseráveis, e não podia deixá-los sem supervisão.

Ele ficou com eles pelo tempo necessário para aliviar a dor e depois partiu, sendo novamente interrompido por outro desamparado.

Aconteceu que quando, finalmente, chegou a Belém, os outros Magos não estavam mais lá e o Menino fugira com seus pais para o Egito, porque o rei Herodes queria matá-lo.

O Rei Mago continuou procurando-o, sem a estrela que o guiara antes.

Ele procurou e procurou e procurou ...

E dizem que ele passou mais de trinta  anos viajando pela terra, procurando a Criança e ajudando aos necessitados. 

Até que um dia chegou a Jerusalém, justamente no momento em que a multidão enfurecida exigia a morte de um homem pobre.

Olhando-o, ele reconheceu algo familiar em seus olhos. 

Entre dor, sangue e sofrimento, pôde ver, em seus olhos, o brilho daquela estrela.

O miserável que estava sendo executado, era a criança que ele havia procurado por tanto tempo!...

A tristeza encheu seu coração, já velho e cansado pelo tempo!

Embora ainda guardasse uma pérola na bolsa, era tarde demais para oferecê-la à criança que agora, transformada em homem, pendia de uma cruz.

Ele havia falhado em sua missão.

E sem ter mais para onde ir, ficou em Jerusalém, para esperar a morte chegar...

Apenas três dias se passaram, quando uma luz ainda mais brilhante do que mil estrelas encheram seu quarto!

Foi o Ressuscitado que veio ao seu encontro!

O Rei Mago, caindo de joelhos diante dEle, pegou a pérola que ficou e estendeu-a a Jesus, que a segurou e carinhosamente lhe disse:

"Você não falhou. Ao contrário, você me encontrou por toda a sua vida.

Eu estava nu e você me vestiu. 

Eu estava com fome e você me deu comida. 

Eu estava com sede e você me deu uma bebida. 

Eu fui preso e você me visitou.

Bem, eu estava em todas as pessoas pobres que você assistiu no seu caminho. 

Muito obrigado por tantos presentes de amor!

Agora você estará comigo para sempre, porque o Céu é a sua recompensa!...

A história não requer explicação ...

Somos o quarto Mago, e damos continuidade ao seu trabalho todas as vezes que ajudamos alguém, ao longo dessa caminhada chamada Vida...

Hoje termina o tempo litúrgico do Natal!

Desejo que as bênçãos do seu Mestre te acompanhem todos os dias do próximo ano...

Muita Paz e amor na sua vida!

(Desconheço o autor)

Por que quem tem diabetes dorme pior? Estudo aponta ligação entre glicemia, alimentação e sono

Pesquisa relaciona diabetes e sono ao analisar como glicemia e consumo de macronutrientes influenciam a qualidade do descanso.

TomBueno 
26 de janeiro de 2026


Dormir deveria ser o momento em que o corpo desacelera e se reorganiza.

No entanto, para muitas pessoas com diabetes, a noite é marcada por despertares frequentes, dificuldade para pegar no sono e cansaço ao acordar. 

Um grande estudo internacional sugere que esse problema vai além do estresse cotidiano e pode estar ligado ao controle da glicemia e à forma como a alimentação é distribuída ao longo do dia.

A pesquisa foi publicada na revista científica Frontiers in Nutrition e analisou dados de 66.148 adultos do National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES), coletados entre 2007 e 2020. Trata-se de um estudo observacional, o que significa que ele identifica associações, mas não estabelece relação direta de causa e efeito.

Dormir mal é mais frequente em quem tem diabetes

Os pesquisadores compararam pessoas com glicemia normal, pré-diabetes e diabetes. 

Os resultados mostram que indivíduos com diabetes apresentaram maior prevalência de dificuldade para dormir e de distúrbios do sono. 

Além disso, nesse grupo houve maior proporção de sono curto, com menos de sete horas por noite, e também de sono prolongado, acima de nove horas.

Esses extremos importam porque o sono funciona como um regulador do metabolismo. Quando o descanso é insuficiente ou excessivo, o organismo perde eficiência para equilibrar hormônios ligados à glicose. 

Portanto, noites mal dormidas podem contribuir para maior resistência à insulina e pior controle glicêmico no dia seguinte.

A alimentação também influencia o sono

Além do estado glicêmico, o estudo avaliou a ingestão de macronutrientes, como carboidratos, proteínas e gorduras. 

Entre pessoas com diabetes, dietas com baixo consumo de proteína estiveram associadas a maiores chances de distúrbios do sono.

Por outro lado, padrões alimentares com menor proporção de carboidratos e maior teor de gordura apresentaram associações mais favoráveis com a duração do sono. 

Ainda assim, os autores destacam uma limitação importante: 

a pesquisa não analisou a qualidade dos alimentos nem diferenciou tipos de gordura ou carboidratos.

Portanto, os dados não indicam uma dieta específica, mas apontam tendências relevantes.

Por que sono e glicemia estão tão conectados

Durante o sono, o corpo ajusta hormônios que regulam o apetite, o estresse e o metabolismo da glicose.

Quando esse processo é interrompido, ocorre algo semelhante a um celular que não carrega completamente durante a noite. Ele até funciona no dia seguinte, mas com desempenho reduzido.

Nesse contexto, dormir pouco pode elevar a glicemia em jejum e dificultar o controle do diabetes. 

Ao mesmo tempo, oscilações glicêmicas durante a noite, como hiperglicemias ou hipoglicemias, podem provocar despertares, sudorese e sensação de mal-estar, criando um ciclo difícil de romper.

O que isso muda na vida real de quem tem diabetes

Embora o estudo não prove causa e efeito, o grande volume de dados reforça que o sono deve ser parte da conversa sobre o cuidado com o diabetes. 

Queixas frequentes de insônia, sono não reparador ou cansaço persistente merecem atenção nas consultas médicas.

Nesse cenário, ajustes na alimentação, revisão do controle glicêmico e investigação de distúrbios do sono, como apneia, podem caminhar juntos. Ainda assim, os pesquisadores ressaltam que são necessários estudos clínicos para entender se mudanças específicas na dieta podem melhorar diretamente o sono em pessoas com diabetes.
Referências:

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.


Antecipação do 13º salário




INSS: veja quando a primeira parcela do 13º salário de 2026 será paga se houver antecipação para abril
Confira o calendário completo de pagamentos e saiba como consultar!

 por Quezia Andrade
29 de janeiro e 2026
em Direitos do Trabalhador


Em 2025, o governo federal beneficiou diretamente 34 milhões de aposentados, pensionistas e outros segurados com a antecipação do 13 terceiro salário , injetando R$ 73,3 bilhões na economia. Para o ano de 2026, milhões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) esperam pela mesma antecipação.

Embora ainda não haja uma confirmação oficial, a possibilidade de receber a primeira parcela em abril já movimenta o planejamento de muitas famílias.

É fundamental entender que, para isso acontecer, o governo precisa publicar um decreto autorizando o adiantamento, assim como ocorreu em anos anteriores. Continue sua leitura e saiba mais detalhes abaixo!

Projeção do 13º salário antecipado para abril de 2026Antecipação do 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS poderá ocorrer entre os dias 24 de abril e 8 de maio de 2026. Confira! Imagem: Pensar Cursos

A antecipação não é automática e depende de um decreto presidencial. Contudo, se o governo mantiver a prática dos últimos anos e oficializar o adiantamento para abril, os pagamentos da primeira parcela deverão ocorrer entre os dias 24 de abril e 8 de maio de 2026.

Essa projeção utiliza como base as datas do calendário regular de pagamentos de benefícios do mês de abril. Veja como ficaria a distribuição das datas para a primeira parcela, caso a antecipação para abril seja confirmada:

Para benefícios de até 1 salário mínimoFinal do benefício 1: 24 de abril
Final do benefício 2: 27 de abril
Final do benefício 3: 28 de abril
Final do benefício 4: 29 de abril
Final do benefício 5: 30 de abril
Final do benefício 6: 4 de maio
Final do benefício 7: 5 de maio
Final do benefício 8: 6 de maio
Final do benefício 9: 7 de maio
Final do benefício 0: 8 de maio
Para benefícios acima de 1 salário mínimoFinais de benefício 1 e 6: 4 de maio
Finais de benefício 2 e 7: 5 de maio
Finais de benefício 3 e 8: 6 de maio
Finais de benefício 4 e 9: 7 de maio
Finais de benefício 5 e 0: 8 de maio

É importante destacar que essas datas são oficiais para o pagamento regular mensal dos beneficiários, mas representam uma expectativa em relação ao pagamento do 13º salário do INSS em 2026. A confirmação só acontecerá após a publicação do decreto pelo Governo Federal.

Calendário oficial de pagamentos do INSS para 2026

Aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios já podem consultar o calendário oficial de pagamentos para 2026. As datas são organizadas com base no valor do benefício e no número final do cartão de benefício, sem considerar o dígito verificador (o número que vem após o traço).

Para saber o dia correto do recebimento, o segurado deve olhar o penúltimo algarismo do número de seu benefício. Por exemplo, em um cartão com o número 123.456.789-0, o algarismo a ser considerado é o 9.

Confira o calendário do INSS para 2026:Calendário completo de pagamentos do INSS para 2026.
Imagem: Pensar Cursos

Como conferir a data e o valor do pagamento?

A forma mais segura e prática para os beneficiários verificarem as informações sobre seus pagamentos é através dos canais oficiais.

Siga os passos abaixo para consultar seu extrato:Acesse o site ou baixe o aplicativo “Meu INSS “.
Faça o login utilizando seu CPF e a senha cadastrada na plataforma Gov.br.

Dentro do sistema, procure pela opção “Extrato de Pagamento”.

Nesta tela, será possível ver todos os detalhes do seu benefício, incluindo a data e o valor a ser depositado.

Caso precise de um comprovante, você pode clicar na opção para baixar o arquivo em PDF.

Outra alternativa é a central de atendimento 135. O serviço funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h, e pode fornecer as informações após a confirmação de alguns dados pessoais do segurado.

Para mais informações sobre o INSS, continue acessando outros conteúdos do Pensar Cursos

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Rádio Tabajara



Memórias Paraibanas  está em Paraíba Brasil

Em um dia como hoje, 25 de janeiro de 1937, nascia em João Pessoa a Rádio Tabajara da Paraíba, uma das emissoras mais emblemáticas da história da comunicação no Nordeste.

Fundada em um período em que o rádio era o principal meio de informação e entretenimento do país, a Rádio Tabajara rapidamente se tornou um elo entre a cultura popular e a vida cotidiana dos paraibanos.

Pelos seus microfones passaram programas jornalísticos, radionovelas, transmissões esportivas e, sobretudo, a música nordestina, ajudando a revelar talentos e a fortalecer a identidade cultural da Paraíba.

Ao longo das décadas, a Tabajara acompanhou transformações políticas, sociais e tecnológicas, mantendo-se como referência de serviço público, memória e cultura. 

Mais do que uma emissora, tornou-se um patrimônio afetivo de gerações que cresceram ouvindo suas vozes, notícias e canções.

Não se sinta pequena ou pequeno por estar na terceira idade.


Terceira idade Mitis e verdades

A redução que muitas vezes vem de fora não define quem você é. Idade não diminui valor, apenas altera a forma como o mundo reage — e isso diz mais sobre o mundo do que sobre você.
Na terceira idade, o espaço social pode encolher, as vozes podem ser menos ouvidas e as expectativas externas podem cair.
Mas isso não é medida de importância. É mudança de cenário. Quem confunde visibilidade com relevância perde a noção do que realmente sustenta uma vida.
Você não é menor porque já viveu mais.
Pelo contrário: carrega contexto, critério e experiência. Não precisa competir por atenção nem se moldar para caber em padrões que já não fazem sentido.
A força dessa fase está na autonomia de não se diminuir para ser aceito.
Sentir-se pequeno acontece quando se aceita o olhar limitador do outro como verdade.
Recusar isso é um exercício de lucidez.
A terceira idade não pede retração, pede posicionamento.
Não se sinta pequena ou pequeno.
O tempo não encolhe pessoas — ele revela quem conseguiu atravessá-lo inteiro.

Fim de um ciclo: Ronnie Von deixa a RedeTV! após três anos

Ronnie Von 
Apresentador decide encerrar parceria depois de mudanças internas na emissora

Por Jukiana Gardesani
Publicado em 27/01/2026, às 20h28

Aos 80 anos, Ronnie Von ainda recebe muitos comentários de fãs elogiando sua beleza - Foto: 

A trajetória de Ronnie Von na RedeTV! chegou ao fim na tarde desta terça-feira (27/01), após três anos de vínculo com a emissora. Durante esse período, o apresentador conquistou o público com seu estilo único e entrevistas descontraídas, tornando-se uma presença constante na programação da casa. As informações são do colunista Flávio Ricco, do Portal LeoDias.

Ronnie iniciou sua passagem pela emissora comandando um programa matinal, no qual dividia a faixa horária com Claudete Troiano. Mais tarde, ele passou a apresentar a atração noturna “Companhia Certa”, que acabou se tornando seu principal projeto na emissora. No programa, o apresentador conseguiu mesclar entrevistas, debates e quadros leves, criando uma relação próxima com o público.

Segundo fontes próximas, a decisão de encerrar o contrato veio após mudanças internas na emissora. “Ao receber a notícia que toda sua produção foi demitida e seria obrigado a trabalhar com um novo pessoal e outro diretor, achou que não dava mais para continuar”, disseram pessoas ligadas ao apresentador. Para Ronnie, a mudança na equipe e na direção representava um desafio grande demais para manter o padrão que ele sempre prezou.

Ao longo de seus anos à frente do “Companhia Certa”, Ronnie Von recebeu diversos convidados de destaque, abordando temas variados e promovendo conversas marcantes. Entre os nomes que passaram pelo programa nos últimos meses estão Pedro Bial, Fábio Porchat e Zeca Baleiro, cada um trazendo sua própria perspectiva e enriquecendo o conteúdo da atração.

Com o encerramento do contrato, Ronnie deixa a emissora com um legado de profissionalismo e versatilidade, além de uma legião de fãs que acompanharam seu trabalho ao longo dos anos. Embora ainda não haja detalhes sobre seus próximos projetos, a expectativa é grande para saber qual será o próximo passo de um dos apresentadores mais queridos da televisão brasileira.

Ronnie Von, cujo nome de nascimento é Ronaldo Nogueira, nasceu em 1944 e é um reconhecido cantor, compositor, apresentador e ator brasileiro, com mais de seis décadas de carreira artística. Sua trajetória começou na década de 1960 como ídolo da Jovem Guarda, sendo apelidado de “Príncipe” por Hebe Camargo, e posteriormente se destacou no cenário do rock psicodélico. Também construiu uma sólida carreira na televisão, apresentando programas como Todo Seu (Gazeta) e participando de projetos na TV Tupi, Record e RedeTV!.