sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

O cão comunitário Orelha


O cão comunitário Orelha, morto por ser agredido na Praia Brava , uma das áreas mais nobres de Florianópolis , foi atingido na cabeça com um objeto contundente — ou seja, sem ponta ou lâmina —, segundo a Polícia Civil. Devido à gravidade do ferimento, o animal precisou ser submetido à eutanásia.

Quatro adolescentes já foram identificados como suspeitos da agressão e três adultos foram indiciados suspeitos de coagir uma testemunha.

A informação consta no laudo pericial emitido após exames no animal e foi divulgada em coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira (27). O instrumento usado na agressão não foi encontrado.

Embora não existam imagens do momento exato do espancamento, conforme a delegada Mardjoli Valcareggi, outros episódios registrados na mesma região e período, somados a depoimentos de testemunhas, ajudaram a identificar os suspeitos.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo tamém teria tentado afogar outro cachorro comunitário, o Caramelo na mesma praia. Valcareggi informou que há imagens dos adolescentes pegando o animal no colo. Em complemento, testemunhas relataram que viram o grupo jogando o cão no mar.

➡️ Como a investigação foi dividida?

A investigação se concentra em duas frentes:

Auto de apuração de ato infracional: aberto pela Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei da Capital (DEACLE), após ter sido constatado a suspeita de envolvimento de adolescentes.

Inquérito policial: instaurado para apurar a coação realizada por familiares dos adolescentes investigados a testemunhas.

Procedimento foi conduzido pela Delegacia de Proteção Animal da Capital (DPA) e concluído na noite de segunda-feira (26).

Orelha era um dos cães que se tornaram mascotes da região da Praia Brava, em Florianópolis — Foto: Reprodução/Redes sociais

Quem são os adolescentes?

Os nomes e idades dos suspeitos de atacar Orelha não foram divulgados pela investigação, tendo em vista que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê sigilo absoluto nos procedimentos envolvendo menores de 18 anos.

Somente no inquérito que apura o crime de coação, 22 pessoas foram ouvidas. A Justiça não autorizou a apreensão dos aparelhos eletrônicos dos adultos.

Segundo a Polícia Civil, dois dos quatro adolescentes suspeitos de maus-tratos estão em Florianópolis e foram alvos de uma operação na segunda-feira (26) — os demais estão nos Estados Unidos para "viagem pré-programada".

Moradores e internautas protestam e homenageam o cão Orelha nas redes sociais — Foto: Reprodução/@floripa_estacomvcorelha e @peachzmilk

Como foi a coação?

A Polícia Civil indiciou três adultos suspeitos de coagir ao menos uma testemunha na investigação sobre a do cão .Os investigados são pais e um tio dos adolescentes. Dois deles são empresários e o outro advogado.

Coação é o crime de ameaçar ou agredir alguma das partes de um processo judicial – juízes, testemunhas, advogados, vítimas ou réus, por exemplo – para tentar interferir no resultado.

Os nomes dos indiciados não foram revelados pelos delegados e a corporação informou que o crime foi cometido contra o vigilante de um condomínio que teria uma foto que poderia colaborar com a investigação da ocorrência.

A Polícia Civil não informou se teve acesso a esse registro específico, mas disse que analisa mais de mil horas de imagens de câmeras de segurança.

Como o cão Orelha foi morto?

A investigação indica que as agressões ocorreram em 4 de janeiro, mas o caso só chegou à Polícia Civil no dia 16 deste mês.

Orelha foi encontrado por populares machucado e agonizando. Ele foi recolhido e levado a uma clínica veterinária e, no dia 5 de janeiro, precisou passar por eutanásia devido à gravidade dos ferimentos.

Exames periciais no corpo de Orelha confirmaram que ele foi atingido na cabeça com um objeto contundente — ou seja, sem ponta ou lâmina. O instrumento usado na agressão não foi encontrado.

Quem era Orelha?

A Praia Brava conta com três casinhas destinadas aos cães que se tornaram mascotes da região. Orelha era um deles.

“Muita gente vinha trazer comida para eles, mas eu era o responsável por alimentá-los todos os dias. Eles não podiam ficar sem comida e sem cuidado”, contou o aposentado Mário Rogério Prestes, que acompanhava de perto os animais.

Infográfico - morte do cão Orelha — Foto: Arte g1


Florianópolis


CÃO ORELHA | O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) determinou que as plataformas removam das redes sociais conteúdos que identifiquem os quatro adolescentes supostamente envolvidos no caso da morte do cão comunitário Orelha, ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis.

A informação foi divulgada pela defesa de dois dos jovens suspeitos pelo ataque ao animal. O GLOBO entrou em contato com o TJ-SC, mas o órgão informou que "não se manifesta sobre processos que tramitam em segredo de Justiça".

A ordem judicial estabelece que empresas como a Meta — responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp — e a Bytedance, dona do TikTok, excluam postagens e comentários que permitam a identificação dos adolescentes, além de adotar medidas técnicas para impedir a republicação desse tipo de conteúdo. O descumprimento da decisão pode resultar em multa diária.

Amigos de Chico Xavier

O cachorro comunitário Orelha morreu após sofrer agressões graves na Praia Brava, em Florianópolis.

Segundo o exame clínico, ele apresentava múltiplas lesões na cabeça, suspeita de fraturas na mandíbula, comprometimento nos olhos, sangramentos, dificuldade para respirar e alterações neurológicas.

Orelha vivia há cerca de 10 anos na região e era cuidado por moradores, mas, devido à gravidade do quadro, foi submetido à eutanásia.

A polícia identificou quatro adolescentes como suspeitos e também apura uma possível participação de familiares em tentativas de coagir testemunhas.

O caso ganhou repercussão nacional e mobilizou celebridades, políticos e ativistas da causa animal, que defendem punições mais rígidas e mudanças na legislação.

Especialistas alertam que a crueldade contra animais pode estar ligada a comportamentos violentos no futuro, inclusive contra pessoas.

Recanto sos Bull!s


O Caso Orelha ultrapassou fronteiras e ganhou repercussão internacional.

A comoção foi tão grande que o assunto chegou aos Estados Unidos e passou a circular em portais e redes estrangeiras.

Segundo informações divulgadas, Donald Trump já tomou conhecimento do caso, o que aumenta ainda mais a pressão por respostas e punições exemplares aos envolvidos.

O que começou como uma tragédia local se transformou em um símbolo de indignação coletiva.
ssaram a cobrar justiça, compartilhando, comentando e exigindo que o episódio não seja esquecido nem tratado com indiferença.

A força da repercussão mostra que, quando a sociedade se une, o silêncio deixa de ser uma opção.

Agora, os olhos do mundo estão voltados para o desdobramento do caso.

A expectativa é de que a visibilidade internacional ajude a acelerar investigações, responsabilizações e medidas concretas.

Para muitos, o recado já foi dado: a voz do povo atravessou fronteiras e não vai se calar.

Chico - Carta de Paz e Consolação

A notícia do que fizeram com o Orelha, o cãozinho comunitário que todo mundo amava, abriu um buraco no peito de quem tem coração.

A pergunta que não cala é: "Por que Deus permitiu isso? Onde estava a proteção divina na hora da dor?"

A resposta espiritual é difícil, mas é a única que consola:

A Terra é uma escola, e o ser humano tem o livre-arbítrio.

Deus não segura a mão de quem escolhe a violência, porque sem liberdade de escolha, não existe evolução.

Aqueles jovens não feriram apenas um cachorro. Eles feriram a própria alma. Eles criaram uma dívida cármica pesadíssima, um fardo de sombra que carregarão por muitas existências até aprenderem o valor da vida. A verdadeira tragédia espiritual é a deles, não a do cão.

Mas e o Orelha? A espiritualidade nos ensina que a misericórdia divina é imediata com os inocentes.

No momento em que a covardia começou, a equipe espiritual dos animais já estava lá.

Muitas vezes, em casos de violência extrema, o "fio de prata" é afrouxado antes do fim.

O espírito é "anestesiado". Enquanto o corpo físico sofria os golpes da barbárie humana, a essência do Orelha já estava sendo recolhida, envolta em luz, longe da dor, sendo recebida por guardiões que têm o amor que faltou aqui embaixo.

Orelha não morreu com raiva.
O animal não guarda ódio.

Ele é pureza. A passagem dele, embora brutal aos nossos olhos, transformou ele em um Mártir. A dor dele serviu para acordar uma sociedade inteira que estava dormindo. A indignação que você está sentindo agora é o legado dele movendo o mundo para que isso não aconteça com outros.

Hoje, o Orelha corre nos campos espirituais, sem dor, sem medo e sem as marcas da violência.

Ele cumpriu sua missão: ensinar o amor incondicional e, na sua partida, nos ensinar a lutar pela justiça.

Não chore de desespero.

Chore de saudade.

Porque a lei dos homens pode ser lenta, falha e branda.

Mas a Lei do Retorno é matemática, exata e infalível. Ninguém escapa da própria consciência. Orelha está em paz.

E a justiça divina já começou.


Bruno Ganem SP

O que aconteceu com o Orelha foi um retrato do que acontece quando a violência é normalizada e a impunidade vira regra. 

Quando uma criança ou um jovem machuca um animal, isso nunca nasce do nada, é um reflexo da educação que recebeu, dos valores que aprendeu.

E o respeito com os animais é uma das primeiras lições sobre empatia e humanidade.  Maltratar animais é crime e, quando fingimos que não vemos ou minimizamos também estamos alimentando a violência.

Orelha não pode virar estatística, ele precisa ser um ponto de virada para que a gente ensine as pessoas e responsabilize os envolvidos. 

Educar é prevenir que esses crimes continuem acontecendo!

alissonvianaf está em Lorena, São Paulo

Eu também.Mas a verdade é dura:


 O próximo Orelha não está na internet.
Está na sua rua.

Está na chuva.

No frio.

No esquecimento.

Se você não pode adotar, ajude.

Se pode, abra a porta.

Porque justiça de verdade começa dentro de casa.


Fortaleza em Destaque

O cão comunitário conhecido como Orelha, que vivia há cerca de uma década na Praia Brava, no Norte da Ilha de Santa Catarina, morreu após ser violentamente agredido no início de janeiro.

Devido à gravidade dos ferimentos, o animal precisou passar por eutanásia, segundo a Polícia Civil.

Moradores do bairro se revezavam nos cuidados com Orelha e outros dois cães, considerados mascotes da região e bastante conhecidos também por turistas.

A ausência do cachorro gerou comoção entre comerciantes e frequentadores da praia, que descrevem o animal como dócil, brincalhão e parte da rotina local.

A investigação aponta que quatro adolescentes são suspeitos das agressões e também de uma tentativa de afogamento de outro cão.

Além disso, três adultos foram indiciados por coagir uma testemunha.


A Polícia Civil analisa mais de mil horas de imagens de câmeras de segurança.

Diário do Sul

Cão Orelha: pais e tio de adolescentes são indiciados por coagir testemunhaA Polícia Civil de Santa Catarina informou, nesta terça-feira (27), que familiares de adolescentes investigados pela morte do cão comunitário Orelha foram indiciados por coação no curso do processo.

Os adultos, entre eles um advogado e empresários, são suspeitos de pressionar testemunhas durante a investigação.

O caso ocorreu no início de janeiro, na Praia Brava, em Florianópolis.

O cachorro sofreu maus-tratos graves e morreu durante atendimento veterinário.

A apuração envolve dois procedimentos: um auto de ato infracional, conduzido pela Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei (DEACLE), e um inquérito policial, conduzido pela Delegacia de Proteção Animal (DPA), que investigou a atuação dos familiares.

Este último já foi concluído e encaminhado à Justiça.

Na segunda-feira (26), a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão, recolhendo celulares e equipamentos eletrônicos que passarão por perícia.

Segundo a corporação, mais de 20 pessoas foram ouvidas e centenas de horas de imagens de câmeras analisadas ao longo da investigação.

“Importante destacar que a Polícia Civil em nenhum momento parou. Só por meio do procedimento da DPA, ouviu mais de 20 pessoas e analisou mais de 72 horas de imagens de um total de 14 câmeras de monitoramento, sejam elas públicas sejam privadas, apenas referentes ao fato do cão Orelha, o que totaliza mais de 1000 horas de gravações para análise, fora as imagens dos demais atos criminosos conexos a essa situação”, destacou a delegada responsável pelo caso na DPA, Mardjoli Valcareggi.


TV Foco

A Justiça de Santa Catarina determinou, por liminar, que redes sociais removam conteúdos que identifiquem os adolescentes investigados pela morte do cão Orelha, em Florianópolis.
A decisão da Vara da Infância e Juventude vale para Meta e TikTok, que devem excluir publicações e impedir novas divulgações em até 24 horas.

A defesa afirma que os jovens sofrem difamação e que o caso ainda está em investigação, sem acusação formal.

Informações: Estadão Conteúdo

Diário Espirita

Você já parou pra pensar que cachorro não entra na vida da gente por acaso?

Ele não vem só pra fazer companhia.

Ele vem pra cuidar.

Pra ficar quando tudo pesa, quando o mundo machuca, quando o coração cansa.

Antes mesmo de você entender, ele já sentiu. E ficou.

Cachorro percebe tudo.

Sabe quando você não está bem mesmo no silêncio.

Quando a tristeza chega, ele se aproxima, encosta, deita perto, olha fundo.

É o jeito simples de dizer “tô aqui”.

Eles não julgam, não cobram, não abandonam. Alguns vêm pra cuidar de uma pessoa só. Outros vêm pra equilibrar uma casa inteira, uma família inteira.

Eles também protegem a gente de coisas que não vemos.

Absorvem peso emocional, carregam tensões, sentem o que está fora do lugar. Muitas vezes seguram dores que não eram deles. E fazem isso por amor. Um amor que não pede nada em troca.

É por isso que casos como o do cão Orelha doem tanto.

Porque revelam algo muito triste sobre o ser humano.

Orelha não foi só um cachorro. Ele foi um ser de afeto, de lealdade, de entrega. E ainda assim foi ferido por mãos que escolheram a crueldade.

Quando um animal é torturado, não é só o corpo dele que sofre. É o mundo espiritual que sente o impacto. É o amor sendo violentado.

Cachorro não entende maldade. Ele confia. Ele se entrega. E talvez por isso a dor seja ainda maior.

Orelha representa todos os cães que vieram pra amar e encontraram violência. Ele nos obriga a refletir sobre que tipo de humanidade estamos construindo e o quanto ainda precisamos aprender sobre respeito, compaixão e responsabilidade espiritual.

O carinho é o que devolve equilíbrio aos animais. O afeto verdadeiro, o toque com presença, o cuidado diário. Isso cura. Isso limpa. Isso protege. Quando você faz carinho no seu cachorro, você não está só agradando. Está restaurando. Está dizendo pra ele que o mundo ainda pode ser um lugar seguro.
Cachorros são extremamente sensíveis. Mesmo quando parecem dormindo, estão atentos. Sentem ambientes, pessoas, intenções. Às vezes ficam inquietos sem motivo aparente. Eles percebem o que a gente ignora. Eles veem antes.

No dia a dia, ficam cuidando da gente em silêncio. Quando percebem tristeza, solidão, cansaço emocional, tentam mudar o clima. O rabo balançando não é só alegria. É energia boa circulando. É amor tentando curar o ambiente.

O caso de Orelha nos lembra de algo essencial: quem machuca um animal machuca a si mesmo. E quem protege, cuida, acolhe, se aproxima um pouco mais de Deus.

Amar um cachorro é assumir um compromisso com o amor mais puro que existe.

E enquanto existir um coração desses ao nosso lado, ainda há esperança para o mundo.

Fernanada Lemos


O destino trágico do cão Orelha parou a Praia Brava e causou revolta em todo o Brasil.

Após 10 anos sendo o mascote de Florianópolis, esse animalzinho dócil e amado foi vítima de uma crueldade injustificável que envolve adolescentes e até adultos tentando abafar o caso.

O que a polícia descobriu em mais de mil horas de filmagens é de arrepiar e levanta um alerta urgente sobre a segurança em nossas praias.

A justiça por Orelha começa com a nossa indignação.


Paulo Germano.com está em João Pessoa

O Domingo Espetacular exibiu imagens inéditas que podem ser decisivas no caso do cão Orelha, brutalmente agredido na Praia Brava, em Florianópolis.

A polícia apura a participação de três jovens no ataque violento contra o animal, ocorrido no dia 4 de janeiro.

Um quarto adolescente chegou a ser citado, mas comprovou não ter qualquer envolvimento. O pai dele relatou ameaças, ataques virtuais e pressão pública, mesmo após o filho se apresentar espontaneamente às autoridades.

Outros dois investigados, que estavam em viagem aos Estados Unidos, já retornaram ao Brasil e foram alvos de mandados de busca e apreensão.

As investigações seguem em andamento, enquanto o caso segue mobilizando o país e levantando questionamentos sobre violência, exposição e justiça.

Caso Orelha: Porteiro faz revelação sobre agressão a cão em Florianópolis

Investigação da Polícia Civil aponta envolvimento de adolescentes na morte de Orelha; testemunha relata ameaças e veterinário descarta hipótese de acidente


Caso Orelha: Porteiro faz revelação sobre agressão a cão em Florianópolis - Reprodução/Globo

Um crime de extrema crueldade mobilizou o país e gerou revolta em Santa Catarina. Orelha, um cão comunitário amado pelos moradores da Praia Brava, em Florianópolis, foi morto após ser vítima de agressões brutais no início de janeiro. A Polícia Civil investiga o envolvimento de adolescentes e apura denúncias de coação contra uma testemunha-chave. O programa Fantástico teve acesso exclusivo aos depoimentos e aos bastidores da apuração policial.

O depoimento do porteiro e o conflito com adolescentes

A investigação ganhou novos rumos quando um porteiro da região surgiu como possível testemunha.

Segundo depoimentos, o funcionário vinha sofrendo hostilidades de um grupo de jovens desde o início do verão, com episódios de depredação e insultos.

Em um áudio enviado a um grupo de mensagens, o porteiro relatou o comportamento dos rapazes: “Na mesma noite que eles arranjaram confusão comigo, eles, parece, que deram umas pauladas em um cachorro. E, depois, foram lá e mexeram na barraca ainda. É seis folgados. São seis folgados que tem aí”.

Em depoimento oficial, o trabalhador detalhou as ofensas que recebia durante as madrugadas:

“Eu fui bastante xingado, né? Eu tenho um vídeo deles danificando lixeiras na frente do condomínio. Isso duas, três horas da manhã. E eles xingavam de porteiro de merda, assalariado, lá, não sei o quê, e velho, e barrigudo. Eu gravei bem esses guris por causa dessas coisas”.

Entretanto, sobre o momento exato do crime contra o animal, ele manteve a cautela:

“Agora lá sobre a situação do cachorro, eu não posso acusar que foram eles. E eu digo para senhora: se eu tivesse visto batendo no cachorro, eu diria que eram eles”.

Ameaça com arma de fogo e buscas policiais

A tensão aumentou quando familiares dos adolescentes fotografados confrontaram o porteiro.

Câmeras de segurança registraram o momento em que um dos parentes parecia estar armado, o que motivou uma ação imediata da Delegacia de Proteção Animal. “E nesse momento, uma dessas pessoas estava com volume na região da cintura, que deu a entender ali, tanto para a vítima, que seria a pessoa coagida, quanto para duas testemunhas que estavam presentes no momento da discussão, que poderia ser uma arma de fogo”, explica a delegada Mardjoli Valcareggi.

O cão Orelha chegou a receber atendimento, mas o quadro era irreversível.

O veterinário Derli Royer, que tentou salvar o animal, descartou qualquer possibilidade de atropelamento ou fatalidade acidental: “Lesões na cabeça, no olho, principalmente no lado esquerdo, e desidratado, sem quase nenhum movimento, não tinha reflexo. Foi tentado dar os primeiros procedimentos, a soroterapia e tentar levantar ele, mas como ele estava muito grave, ele veio a óbito logo em seguida”, relatou o especialista. Questionado se descartava um acidente, ele foi categórico: “Descarto um acidente”.

Até o momento, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados a quatro adolescentes e seus responsáveis. O caso segue sob segredo de justiça em partes da investigação, enquanto a comunidade da Praia Brava clama por justiça pelo cão Orelha.

Ideias Barbarar'e

O caso do cão comunitário Orelha acaba de ganhar um novo e importante desdobramento.

O deputado federal Célio Studart (PSD-CE), presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos dos Animais, acionou a Procuradoria-Geral da República nesta segunda-feira (02/02), pedindo que a brutal tortura e morte do animal, ocorrida em Florianópolis (SC), seja apurada em âmbito federal.

Segundo o parlamentar, os elementos reunidos indicam que o crime pode ir além de um ato isolado, com sinais de organização em ambientes digitais e possível repetição desse tipo de violência em diferentes regiões do país. Por isso, o pedido busca ampliar o alcance das investigações.

Entre as medidas solicitadas estão o acompanhamento nacional do caso, a atuação da Polícia Federal, a quebra de sigilo de dados digitais para rastreamento de IPs, a identificação de responsáveis por grupos virtuais suspeitos e o compartilhamento de informações com os Ministérios Públicos dos estados.

Orelha virou símbolo. E agora, o caso pode marcar um novo capítulo no combate à violência contra animais no Brasil.



Fernanda Lemos 

O caso que paralisou Santa Catarina acaba de ganhar capítulos sombrios que vão muito além da crueldade animal. 

ocê não vai acreditar no que a Polícia Civil descobriu durante as buscas na casa dos suspeitos de terem tirado a vida do dócil cão Orelha. 

Enquanto dois dos jovens envolvidos estão em solo americano, suas famílias aqui no Brasil agora enfrentam graves acusações de ameaça e coação, envolvendo até possíveis armas de fogo.

 O que era um crime de maus-tratos se transformou em uma teia de intimidação que chocou os investigadores. 

Os detalhes sobre o paradeiro dos adolescentes e o que aconteceu com as testemunhas são de tirar o fôlego. 

. Um guerreiro das ruas que, mesmo enfrentando o abandono e a dor, nunca perdeu a doçura no olhar.

Infelizmente, após ser resgatado em estado gravíssimo, com sofrimento extremo e sem chances de recuperação, a decisão mais difícil precisou ser tomada.

Por orientação veterinária, Orelha foi submetido à eutanásia, um ato de compaixão para pôr fim à dor que já não podia mais ser aliviada.

A polícia divulgou a imagem para mostrar a dura realidade enfrentada por tantos animais vítimas de negligência e maus-tratos.

A história de Orelha não pode ser esquecida. Ela precisa servir de alerta, de conscientização e de pedido de justiça. Nenhum animal merece sofrer. Nenhum abandono pode ser normalizado.

Descanse em paz, Orelha. 

“Nem toda despedida é falta de amor. Às vezes, é o maior ato dele.”

Orelha partiu cercado de cuidado, respeito e lágrimas sinceras. é saber deixar ir.

Hoje o silêncio do consultório fala mais alto que qualquer palavra.

Fica a saudade, a gratidão por cada momento vivido e a certeza de que ele não foi apenas um paciente — foi família.

Que Orelha descanse em paz. 
E que todo amor verdadeiro seja lembrado, mesmo na despedida.



Poder da natureza

 A cena do cãozinho Orelha, enrolado em um pano e amparado por mãos humanas em um último adeus, traz uma mensagem profunda e incômoda para a sociedade brasileira

Não é apenas uma imagem de despedida, mas um retrato doloroso de luto coletivo e, ao mesmo tempo, de uma falha social grave na proteção dos mais frágeis.

Quando jovens chegam ao ponto de praticar tamanha brutalidade contra um ser que não tem como se defender, isso revela algo muito maior do que um caso isolado: expõe um problema estrutural ligado à falta de educação emocional, à ausência de valores sólidos e à ineficiência na responsabilização de atos violentos.

A violência contra animais não surge de forma espontânea. Ela costuma ser um dos primeiros sinais de desumanização, de empatia quebrada e de uma cultura que vem normalizando comportamentos cruéis.

Ignorar, silenciar ou tentar justificar esse tipo de crime apenas fortalece a impunidade e cria um terreno perigoso para que agressões ainda mais graves se tornem comuns no futuro.

Orelha não representa só a perda de um cachorro. Ele se tornou o símbolo de um sistema que falha em ensinar respeito, em proteger vidas vulneráveis e em aplicar a justiça de forma efetiva.

Pedir justiça por Orelha é, no fundo, exigir uma sociedade que não aceite a crueldade como algo banal, que reconheça o valor da vida em todas as suas formas e que compreenda que quem aprende a machucar um animal indefeso hoje pode, amanhã, tratar o sofrimento humano com a mesma indiferença.



VALE A REFLEXÃO, POR FAVOR LEIA.
Nos anos 90, jovens incendiaram um homem indígena que foi a Brasília em busca de dignidade. Ele lutava por condições melhores para sua gente. Não conseguiu um hotel. Dormiu em uma praça. Morreu ali, vítima não apenas do fogo, mas da ausência completa de empatia de vários jovens.
Aquilo não foi um fato isolado. Foi o reflexo de uma sociedade que falhou em cuidar, ouvir e reconhecer o outro como vida.

O tempo passou, mas a pergunta permanece. Aprendemos alguma coisa?

Hoje, o Orelha dói em todos nós. Ele representa milhares de animais indefesos que sofrem maus-tratos, abandono e crueldade todos os dias. Vidas que não têm voz, que sentem medo e dor, e que seguem sendo tratadas como se valessem menos.

Quando uma sociedade normaliza a violência contra os mais frágeis, humanos ou animais, algo está profundamente adoecido. 

Vivemos um momento em que a saúde mental coletiva, especialmente entre os jovens, pede atenção urgente. Falta empatia. Falta cuidado. Falta humanidade.

Lutar pelo Orelha não é apenas sobre um animal. É sobre interromper um ciclo que se repete. É sobre reconhecer que tempos difíceis só serão superados quando escolhermos proteger a vida, em todas as suas formas.

Não existe direita ou esquerda quando falamos de vida. Existe responsabilidade. Existe empatia. Existe a decisão de construir uma sociedade mais saudável, onde ninguém seja descartável.

Silenciar não é mais uma opção.

MÁRIO MOTTA


A cena do cãozinho Orelha, enrolado em um pano e amparado por mãos humanas em um último adeus, traz uma mensagem profunda e incômoda para a sociedade brasileira.

Não é apenas uma imagem de despedida, mas um retrato doloroso de luto coletivo e, ao mesmo tempo, de uma falha social grave na proteção dos mais frágeis. 

Quando jovens chegam ao ponto de praticar tamanha brutalidade contra um ser que não tem como se defender, isso revela algo muito maior do que um caso isolado: expõe um problema estrutural ligado à falta de educação emocional, à ausência de valores sólidos e à ineficiência na responsabilização de atos violentos.

A violência contra animais não surge de forma espontânea. Ela costuma ser um dos primeiros sinais de desumanização, de empatia quebrada e de uma cultura que vem normalizando comportamentos cruéis.

Ignorar, silenciar ou tentar justificar esse tipo de crime apenas fortalece a impunidade e cria um terreno perigoso para que agressões ainda mais graves se tornem comuns no futuro.

Orelha não representa só a perda de um cachorro. Ele se tornou o símbolo de um sistema que falha em ensinar respeito, em proteger vidas vulneráveis e em aplicar a justiça de forma efetiva. 

Pedir justiça por Orelha é, no fundo, exigir uma sociedade que não aceite a crueldade como algo banal, que reconheça o valor da vida em todas as suas formas e que compreenda que quem aprende a machucar um animal indefeso hoje pode, amanhã, tratar o sofrimento humano com a mesma indiferença. 
Florianópolis ilha da magia

O caso do Orelha deixou de ser apenas uma tragédia isolada e virou um espelho incômodo da sociedade. 

As últimas informações mostram que a investigação avançou, com celulares apreendidos, retorno de envolvidos ao Brasil e até indiciamentos por tentativa de coação de testemunhas

Ao mesmo tempo, o episódio ganhou repercussão internacional, mobilizou artistas, gerou protestos e acendeu um debate que vai muito além de um único ato de crueldade.

Orelha era um cão comunitário, cuidado por quem entendia que responsabilidade não depende de posse, mas de humanidade

A violência que ele sofreu expôs não só a brutalidade do ato, mas também o risco de uma sociedade que normaliza o desrespeito à vida, seja ela humana ou animal. 

Quando surgem ameaças, linchamentos virtuais e confusões de identidade, fica claro que o ódio, quando não é canalizado para a justiça, se espalha e atinge inocentes.

A cobrança por punição é legítima. A indignação também. 

Mas o que esse caso escancara é a urgência de algo maior. 

Educação, empatia e responsabilidade não podem ser opcionais. 

Orelha não morreu apenas por mãos violentas, morreu em um ambiente onde limites falharam antes da agressão acontecer. 

Nem esquecimento e para que a vida, qualquer vida, volte a ter o valor que nunca deveria ter perdido.




Luz Caridade Centro de Umbada Luz e Caridade

NOTA DE REPÚDIO
O Centro de Umbanda Luz e Caridade vem a público manifestar seu mais profundo repúdio e indignação diante do caso do cão Orelha, que causou comoção e revolta na sociedade.

Toda forma de violência, maus-tratos e crueldade contra os animais é inaceitável e fere não apenas as leis humanas, mas também os princípios espirituais que regem a vida. Na Umbanda, aprendemos que toda criação é sagrada, que os animais são seres inocentes, portadores de vida, sentimentos e merecedores de respeito, cuidado e proteção.

O sofrimento imposto ao cão Orelha revela uma grave falha de consciência, empatia e humanidade. Silenciar diante de atos como esse é compactuar com a injustiça. Por isso, nos posicionamos de forma clara e firme: não toleramos, não aceitamos e não justificamos qualquer tipo de violência.

Clamamos para que as autoridades competentes apurem os fatos com rigor, responsabilizando os envolvidos conforme a lei, e para que a sociedade reflita sobre a urgência de combater a cultura da violência e do descaso com a vida.

Que a justiça seja feita, que a consciência desperte e que casos como este jamais se repitam.
Respeitar os animais é respeitar a própria espiritualidade e a essência divina da vida.

Centro de Umbanda Luz e Caridade
Em defesa da vida, do amor e do respeito a todos os seres. 




O laudo do Orelha é chocante e revoltante:


Ele apresentava lesão grave na cabeça, principalmente na face esquerda, com inchaço intenso, protusão do olho esquerdo e sangramento pela boca e nariz.

Havia ainda possíveis fraturas na mandíbula e maxilar, e ele apresentava ataxia (dificuldade de andar), dispneia (dificuldade para respirar) e bradicardia (batimentos cardíacos muito lentos).

Mesmo com procedimentos básicos de reversão, ele não resistiu e veio a óbito.

É revoltante pensar que alguém possa causar tanta crueldade… 







Florianópolis Ilha da Magia

“Florianópolis aprendeu, com Orelha, que lealdade não late alto, ela permanece. Permanece no silêncio das manhãs à beira-mar, no vento que passa pelas ruas, na memória de quem entendeu que um coração puro pode ensinar mais do que mil palavras. Ele não pediu nada além de carinho, não exigiu nada além de respeito, e ainda assim entregou tudo o que tinha.

Orelha foi abrigo em dias difíceis, foi presença quando faltava humanidade, foi companhia sem julgamentos num mundo que tantas vezes esquece de cuidar. Seu olhar carregava confiança, sua caminhada era tranquila, como quem acreditava que o bem ainda era possível. E talvez por isso sua ausência doa tanto, porque ela escancara o quanto ainda precisamos aprender.

Hoje, ele não caminha mais pelas ruas da ilha, mas segue vivo na consciência de quem escolhe ser melhor, na luta por mais empatia, na certeza de que nenhuma vida simples é pequena demais para ser honrada. 

Ele virou símbolo, virou voz, virou lembrança que se recusa a desaparecer.

Que sua história não seja apenas saudade, mas compromisso. 

Compromisso com o cuidado, com o respeito, com a proteção de quem só sabe amar. 

Você partiu, mas deixou algo raro, a prova de que a verdadeira fidelidade continua mesmo depois do último passo..”






Florianópolis Ilha da Magia

“Florianópolis aprendeu, com Orelha, que lealdade não late alto, ela permanece. Permanece no silêncio das manhãs à beira-mar, no vento que passa pelas ruas, na memória de quem entendeu que um coração puro pode ensinar mais do que mil palavras. Ele não pediu nada além de carinho, não exigiu nada além de respeito, e ainda assim entregou tudo o que tinha.

Orelha foi abrigo em dias difíceis, foi presença quando faltava humanidade, foi companhia sem julgamentos num mundo que tantas vezes esquece de cuidar. Seu olhar carregava confiança, sua caminhada era tranquila, como quem acreditava que o bem ainda era possível. E talvez por isso sua ausência doa tanto, porque ela escancara o quanto ainda precisamos aprender.

Hoje, ele não caminha mais pelas ruas da ilha, mas segue vivo na consciência de quem escolhe ser melhor, na luta por mais empatia, na certeza de que nenhuma vida simples é pequena demais para ser honrada. 

Ele virou símbolo, virou voz, virou lembrança que se recusa a desaparecer.

Que sua história não seja apenas saudade, mas compromisso. 

Compromisso com o cuidado, com o respeito, com a proteção de quem só sabe amar. 

Você partiu, mas deixou algo raro, a prova de que a verdadeira fidelidade continua mesmo depois do último passo..”



Florianópolis Ilha da Magia

“Florianópolis aprendeu, com Orelha, que lealdade não late alto, ela permanece. Permanece no silêncio das manhãs à beira-mar, no vento que passa pelas ruas, na memória de quem entendeu que um coração puro pode ensinar mais do que mil palavras. Ele não pediu nada além de carinho, não exigiu nada além de respeito, e ainda assim entregou tudo o que tinha.

Orelha foi abrigo em dias difíceis, foi presença quando faltava humanidade, foi companhia sem julgamentos num mundo que tantas vezes esquece de cuidar. Seu olhar carregava confiança, sua caminhada era tranquila, como quem acreditava que o bem ainda era possível. E talvez por isso sua ausência doa tanto, porque ela escancara o quanto ainda precisamos aprender.

Hoje, ele não caminha mais pelas ruas da ilha, mas segue vivo na consciência de quem escolhe ser melhor, na luta por mais empatia, na certeza de que nenhuma vida simples é pequena demais para ser honrada. 

Ele virou símbolo, virou voz, virou lembrança que se recusa a desaparecer.

Que sua história não seja apenas saudade, mas compromisso. 

Compromisso com o cuidado, com o respeito, com a proteção de quem só sabe amar. 

Você partiu, mas deixou algo raro, a prova de que a verdadeira fidelidade continua mesmo depois do último passo..”


Florianópolis ilha da magia


A manifestação em frente ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina, em Florianópolis, reuniu pessoas que já não aceitam mais o silêncio diante da crueldade. 

Com cartazes, vozes firmes e emoção à flor da pele, a causa do Cão Orelha se transformou em símbolo de algo maior, o pedido por justiça, responsabilidade e respeito à vida. Não foi apenas um ato por um animal, mas um grito coletivo contra a impunidade e a normalização da violência.

Cada pessoa presente carregava indignação, mas também esperança de que a pressão popular faça diferença. 

A mobilização mostrou que a sociedade está mais atenta, mais sensível e disposta a cobrar respostas.

 O que aconteceu com o Cão Orelha tocou fundo porque expõe feridas antigas, a falta de punição, a lentidão dos processos e a sensação de que crimes assim acabam esquecidos.

Diante do TJSC, o recado foi claro. Florianópolis não aceita mais virar a página como se nada tivesse acontecido. Justiça não é vingança, é compromisso com o futuro. 

Quando a população ocupa a rua, ela lembra às instituições que olhar para o outro lado também é uma forma de conivênci

 O Cão Orelha não pode mais falar, mas a cidade falou por ele.




Ensinando e aprendedo

Na areia da praia brava em Santa Catarina , 

a presença de Urelha agora é eterna

A estátua , voltada para o mar e cercada por flores , eterniza a imagem de um cachorro que foi muito

mais do que um animal: foi companhia , carinho 

e lealdade fiel .

Urelha , conhecido por muitos como um amigo fiel   , teve uma história marcada por amor

, mas também por uma despedida triste, que comoveu todos que cruzaram seu caminho.

Em silêncio , a escultura parece vigiar a praia , como se ainda estivesse ali, recebendo quem passa com

a mesma doçura de sempre. 

Esta homenagem  transforma a dor da perda  em memória  respeito  e gratidão  — um lembrete de que

algumas vidas, mesmo as mais simples, deixam marcas profundas e merecem ser lembradas para

sempre