sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Rainha da Sucata


Ficha Técnica & Sinopse

Emissora: Globo
Estreia: 02/04/1990
Gênero: Drama / Comédia / Romance
Autor: Silvio de Abreu
Direção: Jorge Fernando

Rainha da Sucata é uma novela que foi produzida pela Globo e exibida às 20h entre 2 de abril e 6 de outubro de 1990, com 179 capítulos. Foi criada por Silvio de Abreu e escrita com Alcides Nogueira e José Antônio de Souza. A direção geral é de Jorge Fernando, com direção de Mário Márcio Bandarra, Fábio Sabag e Jodele Larcher.

Ambientada em São Paulo, a história retrata o universo dos novos-ricos e da decadente elite paulista, explorando o contraste e a tensão entre a emergente Maria do Carmo (Regina Duarte) e a socialite falida Laurinha Figueroa (Glória Menezes).

Na zona norte da capital paulista, Maria do Carmo enriquece com os negócios do pai, o vendedor de ferro-velho Onofre (Lima Duarte), e se torna uma empresária bem-sucedida. Apesar de manter hábitos simples, seu grande sonho é conquistar a alta sociedade paulistana.

Quando seu caminho volta a cruzar com o de Edu (Tony Ramos), um playboy que a humilhava no colégio e agora enfrenta a falência ao lado da tradicional família Albuquerque Figueroa, Maria do Carmo vê a oportunidade de se vingar e, ao mesmo tempo, adentrar na elite.

Para isso, propõe a ele um casamento de conveniência: ela tem o dinheiro para bancar a família que está na ruína, enquanto ele tem um nome respeitado pela sociedade. Mas o que parecia ser sua grande ascensão se revela uma realidade penosa.

Na mansão, a elegante e ardilosa Laurinha, madrasta de Edu, persegue e menospreza Maria do Carmo, tornando sua vida um inferno. Casada com Betinho (Paulo Gracindo), a megera nutre uma paixão secreta e proibida pelo enteado e faz de tudo para destruir o casamento e arruinar a nova vida da “sucateira”.

Outro destaque na novela é a personagem Dona Armênia (Aracy Balabanian). Vizinha da família de Maria do Carmo, ela não poupa esforços para prejudicá-la, disposta a colocar o prédio da empresa "na chón".

O elenco também conta com Antonio Fagundes, Claudia Raia, Marisa Orth, Nicette Bruno, Renata Sorrah, Raul Cortez, Andrea Beltrão, Patrícia Pillar, Maurício Mattar e Daniel Filho em papéis de destaque.

Personagens & Elenco

Maria o Carmo - Regina Duarte

Laurinha Figueiroa  - Glória Meneze

Edu -Tony Ramos

Caio - Antonio Fagundes

Adriana - Claudia FRaia

Dona Armênia - Aracy Balabanian

ernato - Daniel Filho

Quem te rejeita te faz um favor.


Terceira Idade Mitos e Verdades

Mito ou Verdade?

Quem te rejeita, na terceira idade, geralmente faz um favor — ainda que isso não seja confortável de admitir.

A rejeição nessa fase não tem a ver apenas com a idade, mas com incompatibilidade de ritmo, valores e interesses.

E isso se torna mais evidente quando o tempo deixa de ser abundante.

Sofrer pela rejeição não é sinal de fraqueza, é resposta humana. 

Mas permanecer nela é desperdício de energia. 

Na terceira idade, já existe informação suficiente para entender que nem todo espaço é lugar de permanência.

A rejeição revela limites: do outro, do contexto e, às vezes, do que você mesmo já não precisa aceitar.

A idade expõe o que antes era disfarçado. 

Pessoas que se afastam geralmente não querem lidar com maturidade, responsabilidade emocional ou profundidade.
Isso não é perda;  é filtragem. 

A rejeição elimina negociações inúteis e relações baseadas em conveniência.

Na terceira idade, a pergunta não é “por que fui rejeitado?”, mas “o que isso me poupou?”.

Menos conflitos, menos adaptações forçadas, menos papéis que já não fazem sentido. 

O tempo agora cobra coerência.

Sem sentimentalismo: rejeição dói, mas esclarece. 

E clareza, nessa fase da vida, vale mais do que aceitação superficial.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Levei minha mãe pra jantar no Fasano, em São Paulo.



Chico - Cartas de Paz e Consolação

Era o aniversário de 80 anos dela. Minha mãe sempre foi mulher de elegância natural, mas o Parkinson tinha começado a roubar o controle das mãos dela. Eu, executivo obcecado com imagem, estava nervoso. "Por favor, mãe, tenta não fazer bagunça", pensei enquanto entrávamos.

Todos os clientes eram gente "fina", vestidos de gala, falando baixo, com aquele ar de quem janta ali toda semana.

Pedimos o jantar. Quando chegou a sopa, começou o pesadelo.

As mãos da minha mãe tremiam sem controle. A colher batia no prato: tec, tec, tec. O som ecoava no salão inteiro. As pessoas começaram a olhar. Quando ela tentou levar a colher à boca, derramou o líquido laranja no vestido de seda novo. Depois, derrubou um pedaço de pão no chão. Em seguida, virou o copo d'água.

O restaurante ficou em silêncio.

Senti os olhares de desaprovação das mesas ao redor. 

Olhares que diziam: "Que absurdo", "Devia ter deixado ela em casa", "Tá estragando o ambiente". 

Eu sentia um calor insuportável no rosto. Vergonha. Pura e dura vergonha.

Minha mãe me olhou com os olhos cheios de lágrima, humilhada, tentando se limpar desajeitada com o guardanapo, piorando a mancha.

"Desculpa, filho… desculpa", sussurrou.

Naquele momento, tive duas opções:

Me irritar, pedir a conta rápido e tirar ela dali pra "salvar minha imagem".
Ou lembrar quem era a mulher que estava na minha frente.

Respirei fundo. Levantei da mesa. Não pra ir embora.

Caminhei até ela, ofereci meu braço e disse em voz alta, pra todo mundo ouvir:

"Vem, mãe. Vamos te arrumar. Você continua sendo a rainha da noite."

Levei ela pro banheiro. Ali, na privacidade do espelho, aconteceu a mágica.

Molhei toalhas de papel. Com paciência infinita, limpei a sopa do vestido dela. Limpei as migalhas do colo. Penteei o cabelo branco que tinha despenteado. Limpei os óculos.

Enquanto fazia isso, tive um flashback.

Me vi bebê, jogando papinha no chão, vomitando na roupa dela, sujando fralda. 

Alguma vez ela teve vergonha de mim? Nunca. Ela me limpava com beijo. Ela me trocava com amor. Ela celebrava minha existência, mesmo quando eu era um desastre.

Agora, a vida tinha dado volta completa. Era minha vez.

Quando terminamos, ela se olhou no espelho e sorriu.

"Obrigada, meu amor."

"Você tá linda, mãe."

Saímos do banheiro. Eu le vava ela pelo braço, caminhando devagar, mas de cabeça erguida.

O restaurante continuava em silêncio, mas dessa vez a energia era diferente. Não havia mais nojo. Havia respeito.

Paguei a conta e fomos em direção à saída.

Bem antes de cruzar a porta, um senhor idoso, que jantava sozinho, me parou. Bateu a bengala no chão pra chamar atenção e disse em voz alta:

"Moço, o senhor tá esquecendo algo."

Me revisei. Bolso, carteira, chave do carro.

"Não, senhor. Tenho tudo aqui."

O velho sorriu, balançou a cabeça e disse uma frase que silenciou o restaurante inteiro:

"Sim, esqueceu. O senhor deixou uma lição pra cada filho neste lugar. E uma esperança pra cada mãe."

O restaurante explodiu em aplausos.

Não aplaudiam minha roupa cara, nem meu cargo, nem o cartão black. Aplaudiam o amor.

Minha mãe apertou meu braço e chorou de felicidade.

Naquela noite, entendi que a verdadeira classe não tá em não sujar a roupa. Tá em não sujar o coração abandonando quem te deu a vida.

Minha mãe faleceu dois anos depois daquela noite. Parkinson avançou rápido. No último mês, ela não conseguia mais falar direito. Mas toda vez que eu entrava no quarto dela, ela sorria. E eu sabia que ela lembrava. Lembrava daquela noite. Lembrava que eu fiquei.

No velório, apareceu um homem que eu nunca tinha visto. Idoso, de terno simples, bengala na mão.

"Você não me conhece", disse ele. "Mas eu tava naquele restaurante naquela noite. E desde aquele dia, eu liguei pro meu filho. A gente não se falava havia cinco anos. Hoje, ele cuida de mim. E eu só liguei porque vi você cuidando da sua mãe. Você me deu coragem de pedir ajuda."

Fiquei sem palavras.

Ele continuou:

"Ela não morreu sozinha, né?"

"Não. Eu segurei a mão dela até o último suspiro."

"Então ela morreu rica."

E ele foi embora.

Naquele momento entendi: 

não importa quantos milhões você tem na conta. Não importa quantos prêmios você ganhou. Não importa quantas pessoas te seguem nas redes.

O que importa, no fim, é: quem segurou sua mão? E de quem você segurou?

Minha mãe não morreu sozinha. Morreu amada. Morreu acompanhada. Morreu sabendo que o filho dela não teve vergonha dela.

E isso, nenhum restaurante caro, nenhum cargo, nenhum aplauso do mundo pode comprar.

Hoje, quando vejo mãe idosa tremendo pra segurar a colher, não sinto nojo. Sinto gratidão. Porque sei que aquela mão trêmula já me segurou firme quando eu era bebê e não conseguia andar sozinho.

O amor é empréstimo que se devolve na velhice. Sua mãe te limpou quando você se sujava. Te carregou quando você não andava. Te alimentou quando você não sabia segurar colher.

Agora é sua vez.

Não esconda ela porque a mão dela treme. Segura essa mão pra ela não tremer sozinha. Não tenha vergonha da lentidão dela. Desacelera e anda no ritmo dela, como ela andou no seu quando você dava seus primeiros passos.

Nunca abandone sua mãe. Porque no dia em que ela não estiver mais aqui, você daria sua fortuna inteira pra poder limpar mais uma mancha de sopa no vestido dela. Só pra ter ela de volta, nem que seja por um minuto.

Você já teve vergonha de alguém que te criou?

Você acredita que cuidar dos pais na velhice não é obrigação, mas privilégio de quem ainda os tem?

Você será criticado pelo que você é,


Mistura Fina

Pelo que você não é e pelo que os outros pensam que você é.

Você será julgado pelo que faz, pelo que não faz e pelo que escolhe não fazer.

Vai ser falado de ti pelo que dizes e pelo que cala.

Vão apontar-te o dedo para os teus sucessos quanto aos teus erros, pelas tuas decisões
e pelas tuas hesitações.

Não importa o quanto você se esforce para agradar, sempre haverá opiniões.

Então, viva por você, porque no final das contas, a única coisa que importa é se manter fiel ao seu próprio caminho.

(Harrison Ford)

Dia dos Santos Reis- Lenda natalina


]Graciosa Página

Uma lenda natalina:

O Quarto Rei Mago.

Há uma lenda de que, sem fazer parte da revelação, ela nos ensina o que Deus espera de nós.

Dizem que houve um quarto Rei Mago, que também viu a estrela brilhar em Belém e decidiu segui-la.

Como presente, pensou em oferecer ao Menino um baú cheio de pérolas preciosas. 

No entanto, em seu caminho, ele encontrou várias pessoas que estavam pedindo sua ajuda.

Este Rei Mago os assistiu com alegria e diligência, deixando a cada um deles uma pérola.

Mas isso estava atrasando sua chegada e esvaziando seu baú.

Ele encontrou muitos pobres, doentes, aprisionados e miseráveis, e não podia deixá-los sem supervisão.

Ele ficou com eles pelo tempo necessário para aliviar a dor e depois partiu, sendo novamente interrompido por outro desamparado.

Aconteceu que quando, finalmente, chegou a Belém, os outros Magos não estavam mais lá e o Menino fugira com seus pais para o Egito, porque o rei Herodes queria matá-lo.

O Rei Mago continuou procurando-o, sem a estrela que o guiara antes.

Ele procurou e procurou e procurou ...

E dizem que ele passou mais de trinta  anos viajando pela terra, procurando a Criança e ajudando aos necessitados. 

Até que um dia chegou a Jerusalém, justamente no momento em que a multidão enfurecida exigia a morte de um homem pobre.

Olhando-o, ele reconheceu algo familiar em seus olhos. 

Entre dor, sangue e sofrimento, pôde ver, em seus olhos, o brilho daquela estrela.

O miserável que estava sendo executado, era a criança que ele havia procurado por tanto tempo!...

A tristeza encheu seu coração, já velho e cansado pelo tempo!

Embora ainda guardasse uma pérola na bolsa, era tarde demais para oferecê-la à criança que agora, transformada em homem, pendia de uma cruz.

Ele havia falhado em sua missão.

E sem ter mais para onde ir, ficou em Jerusalém, para esperar a morte chegar...

Apenas três dias se passaram, quando uma luz ainda mais brilhante do que mil estrelas encheram seu quarto!

Foi o Ressuscitado que veio ao seu encontro!

O Rei Mago, caindo de joelhos diante dEle, pegou a pérola que ficou e estendeu-a a Jesus, que a segurou e carinhosamente lhe disse:

"Você não falhou. Ao contrário, você me encontrou por toda a sua vida.

Eu estava nu e você me vestiu. 

Eu estava com fome e você me deu comida. 

Eu estava com sede e você me deu uma bebida. 

Eu fui preso e você me visitou.

Bem, eu estava em todas as pessoas pobres que você assistiu no seu caminho. 

Muito obrigado por tantos presentes de amor!

Agora você estará comigo para sempre, porque o Céu é a sua recompensa!...

A história não requer explicação ...

Somos o quarto Mago, e damos continuidade ao seu trabalho todas as vezes que ajudamos alguém, ao longo dessa caminhada chamada Vida...

Hoje termina o tempo litúrgico do Natal!

Desejo que as bênçãos do seu Mestre te acompanhem todos os dias do próximo ano...

Muita Paz e amor na sua vida!

(Desconheço o autor)

Por que quem tem diabetes dorme pior? Estudo aponta ligação entre glicemia, alimentação e sono

Pesquisa relaciona diabetes e sono ao analisar como glicemia e consumo de macronutrientes influenciam a qualidade do descanso.

TomBueno 
26 de janeiro de 2026


Dormir deveria ser o momento em que o corpo desacelera e se reorganiza.

No entanto, para muitas pessoas com diabetes, a noite é marcada por despertares frequentes, dificuldade para pegar no sono e cansaço ao acordar. 

Um grande estudo internacional sugere que esse problema vai além do estresse cotidiano e pode estar ligado ao controle da glicemia e à forma como a alimentação é distribuída ao longo do dia.

A pesquisa foi publicada na revista científica Frontiers in Nutrition e analisou dados de 66.148 adultos do National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES), coletados entre 2007 e 2020. Trata-se de um estudo observacional, o que significa que ele identifica associações, mas não estabelece relação direta de causa e efeito.

Dormir mal é mais frequente em quem tem diabetes

Os pesquisadores compararam pessoas com glicemia normal, pré-diabetes e diabetes. 

Os resultados mostram que indivíduos com diabetes apresentaram maior prevalência de dificuldade para dormir e de distúrbios do sono. 

Além disso, nesse grupo houve maior proporção de sono curto, com menos de sete horas por noite, e também de sono prolongado, acima de nove horas.

Esses extremos importam porque o sono funciona como um regulador do metabolismo. Quando o descanso é insuficiente ou excessivo, o organismo perde eficiência para equilibrar hormônios ligados à glicose. 

Portanto, noites mal dormidas podem contribuir para maior resistência à insulina e pior controle glicêmico no dia seguinte.

A alimentação também influencia o sono

Além do estado glicêmico, o estudo avaliou a ingestão de macronutrientes, como carboidratos, proteínas e gorduras. 

Entre pessoas com diabetes, dietas com baixo consumo de proteína estiveram associadas a maiores chances de distúrbios do sono.

Por outro lado, padrões alimentares com menor proporção de carboidratos e maior teor de gordura apresentaram associações mais favoráveis com a duração do sono. 

Ainda assim, os autores destacam uma limitação importante: 

a pesquisa não analisou a qualidade dos alimentos nem diferenciou tipos de gordura ou carboidratos.

Portanto, os dados não indicam uma dieta específica, mas apontam tendências relevantes.

Por que sono e glicemia estão tão conectados

Durante o sono, o corpo ajusta hormônios que regulam o apetite, o estresse e o metabolismo da glicose.

Quando esse processo é interrompido, ocorre algo semelhante a um celular que não carrega completamente durante a noite. Ele até funciona no dia seguinte, mas com desempenho reduzido.

Nesse contexto, dormir pouco pode elevar a glicemia em jejum e dificultar o controle do diabetes. 

Ao mesmo tempo, oscilações glicêmicas durante a noite, como hiperglicemias ou hipoglicemias, podem provocar despertares, sudorese e sensação de mal-estar, criando um ciclo difícil de romper.

O que isso muda na vida real de quem tem diabetes

Embora o estudo não prove causa e efeito, o grande volume de dados reforça que o sono deve ser parte da conversa sobre o cuidado com o diabetes. 

Queixas frequentes de insônia, sono não reparador ou cansaço persistente merecem atenção nas consultas médicas.

Nesse cenário, ajustes na alimentação, revisão do controle glicêmico e investigação de distúrbios do sono, como apneia, podem caminhar juntos. Ainda assim, os pesquisadores ressaltam que são necessários estudos clínicos para entender se mudanças específicas na dieta podem melhorar diretamente o sono em pessoas com diabetes.
Referências:

Fundador & CEO | Jornalista e Criador de Conteúdo - Tom é jornalista experiente, com mais de 17 anos de carreira em televisão, tendo atuado como repórter e apresentador nas principais emissoras do país. Diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 22 anos, transformou sua trajetória pessoal em uma missão profissional. Além de liderar o Um Diabético, também realiza documentários e curtas com foco em saúde e impacto social. É reconhecido como um dos principais porta-vozes do diabetes no Brasil, dando voz e visibilidade a milhares de pessoas que convivem com a condição.


Antecipação do 13º salário




INSS: veja quando a primeira parcela do 13º salário de 2026 será paga se houver antecipação para abril
Confira o calendário completo de pagamentos e saiba como consultar!

 por Quezia Andrade
29 de janeiro e 2026
em Direitos do Trabalhador


Em 2025, o governo federal beneficiou diretamente 34 milhões de aposentados, pensionistas e outros segurados com a antecipação do 13 terceiro salário , injetando R$ 73,3 bilhões na economia. Para o ano de 2026, milhões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) esperam pela mesma antecipação.

Embora ainda não haja uma confirmação oficial, a possibilidade de receber a primeira parcela em abril já movimenta o planejamento de muitas famílias.

É fundamental entender que, para isso acontecer, o governo precisa publicar um decreto autorizando o adiantamento, assim como ocorreu em anos anteriores. Continue sua leitura e saiba mais detalhes abaixo!

Projeção do 13º salário antecipado para abril de 2026Antecipação do 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS poderá ocorrer entre os dias 24 de abril e 8 de maio de 2026. Confira! Imagem: Pensar Cursos

A antecipação não é automática e depende de um decreto presidencial. Contudo, se o governo mantiver a prática dos últimos anos e oficializar o adiantamento para abril, os pagamentos da primeira parcela deverão ocorrer entre os dias 24 de abril e 8 de maio de 2026.

Essa projeção utiliza como base as datas do calendário regular de pagamentos de benefícios do mês de abril. Veja como ficaria a distribuição das datas para a primeira parcela, caso a antecipação para abril seja confirmada:

Para benefícios de até 1 salário mínimoFinal do benefício 1: 24 de abril
Final do benefício 2: 27 de abril
Final do benefício 3: 28 de abril
Final do benefício 4: 29 de abril
Final do benefício 5: 30 de abril
Final do benefício 6: 4 de maio
Final do benefício 7: 5 de maio
Final do benefício 8: 6 de maio
Final do benefício 9: 7 de maio
Final do benefício 0: 8 de maio
Para benefícios acima de 1 salário mínimoFinais de benefício 1 e 6: 4 de maio
Finais de benefício 2 e 7: 5 de maio
Finais de benefício 3 e 8: 6 de maio
Finais de benefício 4 e 9: 7 de maio
Finais de benefício 5 e 0: 8 de maio

É importante destacar que essas datas são oficiais para o pagamento regular mensal dos beneficiários, mas representam uma expectativa em relação ao pagamento do 13º salário do INSS em 2026. A confirmação só acontecerá após a publicação do decreto pelo Governo Federal.

Calendário oficial de pagamentos do INSS para 2026

Aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios já podem consultar o calendário oficial de pagamentos para 2026. As datas são organizadas com base no valor do benefício e no número final do cartão de benefício, sem considerar o dígito verificador (o número que vem após o traço).

Para saber o dia correto do recebimento, o segurado deve olhar o penúltimo algarismo do número de seu benefício. Por exemplo, em um cartão com o número 123.456.789-0, o algarismo a ser considerado é o 9.

Confira o calendário do INSS para 2026:Calendário completo de pagamentos do INSS para 2026.
Imagem: Pensar Cursos

Como conferir a data e o valor do pagamento?

A forma mais segura e prática para os beneficiários verificarem as informações sobre seus pagamentos é através dos canais oficiais.

Siga os passos abaixo para consultar seu extrato:Acesse o site ou baixe o aplicativo “Meu INSS “.
Faça o login utilizando seu CPF e a senha cadastrada na plataforma Gov.br.

Dentro do sistema, procure pela opção “Extrato de Pagamento”.

Nesta tela, será possível ver todos os detalhes do seu benefício, incluindo a data e o valor a ser depositado.

Caso precise de um comprovante, você pode clicar na opção para baixar o arquivo em PDF.

Outra alternativa é a central de atendimento 135. O serviço funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h, e pode fornecer as informações após a confirmação de alguns dados pessoais do segurado.

Para mais informações sobre o INSS, continue acessando outros conteúdos do Pensar Cursos

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Rádio Tabajara



Memórias Paraibanas  está em Paraíba Brasil

Em um dia como hoje, 25 de janeiro de 1937, nascia em João Pessoa a Rádio Tabajara da Paraíba, uma das emissoras mais emblemáticas da história da comunicação no Nordeste.

Fundada em um período em que o rádio era o principal meio de informação e entretenimento do país, a Rádio Tabajara rapidamente se tornou um elo entre a cultura popular e a vida cotidiana dos paraibanos.

Pelos seus microfones passaram programas jornalísticos, radionovelas, transmissões esportivas e, sobretudo, a música nordestina, ajudando a revelar talentos e a fortalecer a identidade cultural da Paraíba.

Ao longo das décadas, a Tabajara acompanhou transformações políticas, sociais e tecnológicas, mantendo-se como referência de serviço público, memória e cultura. 

Mais do que uma emissora, tornou-se um patrimônio afetivo de gerações que cresceram ouvindo suas vozes, notícias e canções.

Não se sinta pequena ou pequeno por estar na terceira idade.


Terceira idade Mitis e verdades

A redução que muitas vezes vem de fora não define quem você é. Idade não diminui valor, apenas altera a forma como o mundo reage — e isso diz mais sobre o mundo do que sobre você.
Na terceira idade, o espaço social pode encolher, as vozes podem ser menos ouvidas e as expectativas externas podem cair.
Mas isso não é medida de importância. É mudança de cenário. Quem confunde visibilidade com relevância perde a noção do que realmente sustenta uma vida.
Você não é menor porque já viveu mais.
Pelo contrário: carrega contexto, critério e experiência. Não precisa competir por atenção nem se moldar para caber em padrões que já não fazem sentido.
A força dessa fase está na autonomia de não se diminuir para ser aceito.
Sentir-se pequeno acontece quando se aceita o olhar limitador do outro como verdade.
Recusar isso é um exercício de lucidez.
A terceira idade não pede retração, pede posicionamento.
Não se sinta pequena ou pequeno.
O tempo não encolhe pessoas — ele revela quem conseguiu atravessá-lo inteiro.

Fim de um ciclo: Ronnie Von deixa a RedeTV! após três anos

Ronnie Von 
Apresentador decide encerrar parceria depois de mudanças internas na emissora

Por Jukiana Gardesani
Publicado em 27/01/2026, às 20h28

Aos 80 anos, Ronnie Von ainda recebe muitos comentários de fãs elogiando sua beleza - Foto: 

A trajetória de Ronnie Von na RedeTV! chegou ao fim na tarde desta terça-feira (27/01), após três anos de vínculo com a emissora. Durante esse período, o apresentador conquistou o público com seu estilo único e entrevistas descontraídas, tornando-se uma presença constante na programação da casa. As informações são do colunista Flávio Ricco, do Portal LeoDias.

Ronnie iniciou sua passagem pela emissora comandando um programa matinal, no qual dividia a faixa horária com Claudete Troiano. Mais tarde, ele passou a apresentar a atração noturna “Companhia Certa”, que acabou se tornando seu principal projeto na emissora. No programa, o apresentador conseguiu mesclar entrevistas, debates e quadros leves, criando uma relação próxima com o público.

Segundo fontes próximas, a decisão de encerrar o contrato veio após mudanças internas na emissora. “Ao receber a notícia que toda sua produção foi demitida e seria obrigado a trabalhar com um novo pessoal e outro diretor, achou que não dava mais para continuar”, disseram pessoas ligadas ao apresentador. Para Ronnie, a mudança na equipe e na direção representava um desafio grande demais para manter o padrão que ele sempre prezou.

Ao longo de seus anos à frente do “Companhia Certa”, Ronnie Von recebeu diversos convidados de destaque, abordando temas variados e promovendo conversas marcantes. Entre os nomes que passaram pelo programa nos últimos meses estão Pedro Bial, Fábio Porchat e Zeca Baleiro, cada um trazendo sua própria perspectiva e enriquecendo o conteúdo da atração.

Com o encerramento do contrato, Ronnie deixa a emissora com um legado de profissionalismo e versatilidade, além de uma legião de fãs que acompanharam seu trabalho ao longo dos anos. Embora ainda não haja detalhes sobre seus próximos projetos, a expectativa é grande para saber qual será o próximo passo de um dos apresentadores mais queridos da televisão brasileira.

Ronnie Von, cujo nome de nascimento é Ronaldo Nogueira, nasceu em 1944 e é um reconhecido cantor, compositor, apresentador e ator brasileiro, com mais de seis décadas de carreira artística. Sua trajetória começou na década de 1960 como ídolo da Jovem Guarda, sendo apelidado de “Príncipe” por Hebe Camargo, e posteriormente se destacou no cenário do rock psicodélico. Também construiu uma sólida carreira na televisão, apresentando programas como Todo Seu (Gazeta) e participando de projetos na TV Tupi, Record e RedeTV!.

O cão comunitário Orelha

O cão comunitário Orelha, morto por ser agredido na Praia Brava , uma das áreas mais nobres de Florianópolis , foi atingido na cabeça com um objeto contundente — ou seja, sem ponta ou lâmina —, segundo a Polícia Civil. Devido à gravidade do ferimento, o animal precisou ser submetido à eutanásia.

Quatro adolescentes já foram identificados como suspeitos da agressão e três adultos foram indiciados suspeitos de coagir uma testemunha.

A informação consta no laudo pericial emitido após exames no animal e foi divulgada em coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira (27). O instrumento usado na agressão não foi encontrado.

Embora não existam imagens do momento exato do espancamento, conforme a delegada Mardjoli Valcareggi, outros episódios registrados na mesma região e período, somados a depoimentos de testemunhas, ajudaram a identificar os suspeitos.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo tamém teria tentado afogar outro cachorro comunitário, o Caramelo na mesma praia. Valcareggi informou que há imagens dos adolescentes pegando o animal no colo. Em complemento, testemunhas relataram que viram o grupo jogando o cão no mar.

➡️ Como a investigação foi dividida?

A investigação se concentra em duas frentes:

Auto de apuração de ato infracional: aberto pela Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei da Capital (DEACLE), após ter sido constatado a suspeita de envolvimento de adolescentes.

Inquérito policial: instaurado para apurar a coação realizada por familiares dos adolescentes investigados a testemunhas.

Procedimento foi conduzido pela Delegacia de Proteção Animal da Capital (DPA) e concluído na noite de segunda-feira (26).

Orelha era um dos cães que se tornaram mascotes da região da Praia Brava, em Florianópolis — Foto: Reprodução/Redes sociais

Quem são os adolescentes?

Os nomes e idades dos suspeitos de atacar Orelha não foram divulgados pela investigação, tendo em vista que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê sigilo absoluto nos procedimentos envolvendo menores de 18 anos.

Somente no inquérito que apura o crime de coação, 22 pessoas foram ouvidas. A Justiça não autorizou a apreensão dos aparelhos eletrônicos dos adultos.

Segundo a Polícia Civil, dois dos quatro adolescentes suspeitos de maus-tratos estão em Florianópolis e foram alvos de uma operação na segunda-feira (26) — os demais estão nos Estados Unidos para "viagem pré-programada".

Moradores e internautas protestam e homenageam o cão Orelha nas redes sociais — Foto: Reprodução/@floripa_estacomvcorelha e @peachzmilk

Como foi a coação?


A Polícia Civil indiciou três adultos suspeitos de coagir ao menos uma testemunha na investigação sobre a do cão .Os investigados são pais e um tio dos adolescentes. Dois deles são empresários e o outro advogado.


Coação é o crime de ameaçar ou agredir alguma das partes de um processo judicial – juízes, testemunhas, advogados, vítimas ou réus, por exemplo – para tentar interferir no resultado.


Os nomes dos indiciados não foram revelados pelos delegados e a corporação informou que o crime foi cometido contra o vigilante de um condomínio que teria uma foto que poderia colaborar com a investigação da ocorrência.


A Polícia Civil não informou se teve acesso a esse registro específico, mas disse que analisa mais de mil horas de imagens de câmeras de segurança.


Como o cão Orelha foi morto?


A investigação indica que as agressões ocorreram em 4 de janeiro, mas o caso só chegou à Polícia Civil no dia 16 deste mês.


Orelha foi encontrado por populares machucado e agonizando. Ele foi recolhido e levado a uma clínica veterinária e, no dia 5 de janeiro, precisou passar por eutanásia devido à gravidade dos ferimentos.


Exames periciais no corpo de Orelha confirmaram que ele foi atingido na cabeça com um objeto contundente — ou seja, sem ponta ou lâmina. O instrumento usado na agressão não foi encontrado.


Quem era Orelha?


A Praia Brava conta com três casinhas destinadas aos cães que se tornaram mascotes da região. Orelha era um deles.


“Muita gente vinha trazer comida para eles, mas eu era o responsável por alimentá-los todos os dias. Eles não podiam ficar sem comida e sem cuidado”, contou o aposentado Mário Rogério Prestes, que acompanhava de perto os animais.


Infográfico - morte do cão Orelha — Foto: Arte g1


Florianópolis




CÃO ORELHA | O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) determinou que as plataformas removam das redes sociais conteúdos que identifiquem os quatro adolescentes supostamente envolvidos no caso da morte do cão comunitário Orelha, ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis.


A informação foi divulgada pela defesa de dois dos jovens suspeitos pelo ataque ao animal. O GLOBO entrou em contato com o TJ-SC, mas o órgão informou que "não se manifesta sobre processos que tramitam em segredo de Justiça".


A ordem judicial estabelece que empresas como a Meta — responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp — e a Bytedance, dona do TikTok, excluam postagens e comentários que permitam a identificação dos adolescentes, além de adotar medidas técnicas para impedir a republicação desse tipo de conteúdo. O descumprimento da decisão pode resultar em multa diária.


Amigos de Chico Xavier


O cachorro comunitário Orelha morreu após sofrer agressões graves na Praia Brava, em Florianópolis.


Segundo o exame clínico, ele apresentava múltiplas lesões na cabeça, suspeita de fraturas na mandíbula, comprometimento nos olhos, sangramentos, dificuldade para respirar e alterações neurológicas.


Orelha vivia há cerca de 10 anos na região e era cuidado por moradores, mas, devido à gravidade do quadro, foi submetido à eutanásia.


A polícia identificou quatro adolescentes como suspeitos e também apura uma possível participação de familiares em tentativas de coagir testemunhas.


O caso ganhou repercussão nacional e mobilizou celebridades, políticos e ativistas da causa animal, que defendem punições mais rígidas e mudanças na legislação.


Especialistas alertam que a crueldade contra animais pode estar ligada a comportamentos violentos no futuro, inclusive contra pessoas.


Recanto sos Bull!s


O Caso Orelha ultrapassou fronteiras e ganhou repercussão internacional.


A comoção foi tão grande que o assunto chegou aos Estados Unidos e passou a circular em portais e redes estrangeiras.


Segundo informações divulgadas, Donald Trump já tomou conhecimento do caso, o que aumenta ainda mais a pressão por respostas e punições exemplares aos envolvidos.


O que começou como uma tragédia local se transformou em um símbolo de indignação coletiva.
ssaram a cobrar justiça, compartilhando, comentando e exigindo que o episódio não seja esquecido nem tratado com indiferença.


A força da repercussão mostra que, quando a sociedade se une, o silêncio deixa de ser uma opção.


Agora, os olhos do mundo estão voltados para o desdobramento do caso.


A expectativa é de que a visibilidade internacional ajude a acelerar investigações, responsabilizações e medidas concretas.


Para muitos, o recado já foi dado: a voz do povo atravessou fronteiras e não vai se calar.


Chico - Carta de Paz e Consolação


A notícia do que fizeram com o Orelha, o cãozinho comunitário que todo mundo amava, abriu um buraco no peito de quem tem coração.


A pergunta que não cala é: "Por que Deus permitiu isso? Onde estava a proteção divina na hora da dor?"


A resposta espiritual é difícil, mas é a única que consola:


A Terra é uma escola, e o ser humano tem o livre-arbítrio.


Deus não segura a mão de quem escolhe a violência, porque sem liberdade de escolha, não existe evolução.


Aqueles jovens não feriram apenas um cachorro. Eles feriram a própria alma. Eles criaram uma dívida cármica pesadíssima, um fardo de sombra que carregarão por muitas existências até aprenderem o valor da vida. A verdadeira tragédia espiritual é a deles, não a do cão.


Mas e o Orelha? A espiritualidade nos ensina que a misericórdia divina é imediata com os inocentes.


No momento em que a covardia começou, a equipe espiritual dos animais já estava lá.


Muitas vezes, em casos de violência extrema, o "fio de prata" é afrouxado antes do fim.


O espírito é "anestesiado". Enquanto o corpo físico sofria os golpes da barbárie humana, a essência do Orelha já estava sendo recolhida, envolta em luz, longe da dor, sendo recebida por guardiões que têm o amor que faltou aqui embaixo.


Orelha não morreu com raiva.


O animal não guarda ódio.


Ele é pureza. A passagem dele, embora brutal aos nossos olhos, transformou ele em um Mártir. A dor dele serviu para acordar uma sociedade inteira que estava dormindo. A indignação que você está sentindo agora é o legado dele movendo o mundo para que isso não aconteça com outros.


Hoje, o Orelha corre nos campos espirituais, sem dor, sem medo e sem as marcas da violência.


Ele cumpriu sua missão: ensinar o amor incondicional e, na sua partida, nos ensinar a lutar pela justiça.


Não chore de desespero.


Chore de saudade.


Porque a lei dos homens pode ser lenta, falha e branda.


Mas a Lei do Retorno é matemática, exata e infalível. Ninguém escapa da própria consciência. Orelha está em paz.


E a justiça divina já começou.


Bruno Ganem SP


O que aconteceu com o Orelha foi um retrato do que acontece quando a violência é normalizada e a impunidade vira regra.


Quando uma criança ou um jovem machuca um animal, isso nunca nasce do nada, é um reflexo da educação que recebeu, dos valores que aprendeu.


E o respeito com os animais é uma das primeiras lições sobre empatia e humanidade. Maltratar animais é crime e, quando fingimos que não vemos ou minimizamos também estamos alimentando a violência.


Orelha não pode virar estatística, ele precisa ser um ponto de virada para que a gente ensine as pessoas e responsabilize os envolvidos.


Educar é prevenir que esses crimes continuem acontecendo!


alissonvianaf está em Lorena, São Paulo


Eu também.Mas a verdade é dura:


O próximo Orelha não está na internet.


Está na sua rua.


Está na chuva.


No frio.


No esquecimento.


Se você não pode adotar, ajude.


Se pode, abra a porta.


Porque justiça de verdade começa dentro de casa.


Fortaleza em Destaque


O cão comunitário conhecido como Orelha, que vivia há cerca de uma década na Praia Brava, no Norte da Ilha de Santa Catarina, morreu após ser violentamente agredido no início de janeiro.


Devido à gravidade dos ferimentos, o animal precisou passar por eutanásia, segundo a Polícia Civil.


Moradores do bairro se revezavam nos cuidados com Orelha e outros dois cães, considerados mascotes da região e bastante conhecidos também por turistas.


A ausência do cachorro gerou comoção entre comerciantes e frequentadores da praia, que descrevem o animal como dócil, brincalhão e parte da rotina local.


A investigação aponta que quatro adolescentes são suspeitos das agressões e também de uma tentativa de afogamento de outro cão.


Além disso, três adultos foram indiciados por coagir uma testemunha.




A Polícia Civil analisa mais de mil horas de imagens de câmeras de segurança.


Diário do Sul


Cão Orelha: pais e tio de adolescentes são indiciados por coagir testemunhaA Polícia Civil de Santa Catarina informou, nesta terça-feira (27), que familiares de adolescentes investigados pela morte do cão comunitário Orelha foram indiciados por coação no curso do processo.


Os adultos, entre eles um advogado e empresários, são suspeitos de pressionar testemunhas durante a investigação.


O caso ocorreu no início de janeiro, na Praia Brava, em Florianópolis.


O cachorro sofreu maus-tratos graves e morreu durante atendimento veterinário.


A apuração envolve dois procedimentos: um auto de ato infracional, conduzido pela Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei (DEACLE), e um inquérito policial, conduzido pela Delegacia de Proteção Animal (DPA), que investigou a atuação dos familiares.


Este último já foi concluído e encaminhado à Justiça.


Na segunda-feira (26), a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão, recolhendo celulares e equipamentos eletrônicos que passarão por perícia.


Segundo a corporação, mais de 20 pessoas foram ouvidas e centenas de horas de imagens de câmeras analisadas ao longo da investigação.


“Importante destacar que a Polícia Civil em nenhum momento parou. Só por meio do procedimento da DPA, ouviu mais de 20 pessoas e analisou mais de 72 horas de imagens de um total de 14 câmeras de monitoramento, sejam elas públicas sejam privadas, apenas referentes ao fato do cão Orelha, o que totaliza mais de 1000 horas de gravações para análise, fora as imagens dos demais atos criminosos conexos a essa situação”, destacou a delegada responsável pelo caso na DPA, Mardjoli Valcareggi.




TV Foco


A Justiça de Santa Catarina determinou, por liminar, que redes sociais removam conteúdos que identifiquem os adolescentes investigados pela morte do cão Orelha, em Florianópolis.
A decisão da Vara da Infância e Juventude vale para Meta e TikTok, que devem excluir publicações e impedir novas divulgações em até 24 horas.


A defesa afirma que os jovens sofrem difamação e que o caso ainda está em investigação, sem acusação formal.


Informações: Estadão Conteúdo


Diário Espirita


Você já parou pra pensar que cachorro não entra na vida da gente por acaso?


Ele não vem só pra fazer companhia.


Ele vem pra cuidar.


Pra ficar quando tudo pesa, quando o mundo machuca, quando o coração cansa.


Antes mesmo de você entender, ele já sentiu. E ficou.


Cachorro percebe tudo.


Sabe quando você não está bem mesmo no silêncio.


Quando a tristeza chega, ele se aproxima, encosta, deita perto, olha fundo.


É o jeito simples de dizer “tô aqui”.


Eles não julgam, não cobram, não abandonam. Alguns vêm pra cuidar de uma pessoa só. Outros vêm pra equilibrar uma casa inteira, uma família inteira.


Eles também protegem a gente de coisas que não vemos.


Absorvem peso emocional, carregam tensões, sentem o que está fora do lugar. Muitas vezes seguram dores que não eram deles. E fazem isso por amor. Um amor que não pede nada em troca.


É por isso que casos como o do cão Orelha doem tanto.


Porque revelam algo muito triste sobre o ser humano.


Orelha não foi só um cachorro. Ele foi um ser de afeto, de lealdade, de entrega. E ainda assim foi ferido por mãos que escolheram a crueldade.


Quando um animal é torturado, não é só o corpo dele que sofre. É o mundo espiritual que sente o impacto. É o amor sendo violentado.


Cachorro não entende maldade. Ele confia. Ele se entrega. E talvez por isso a dor seja ainda maior.


Orelha representa todos os cães que vieram pra amar e encontraram violência. Ele nos obriga a refletir sobre que tipo de humanidade estamos construindo e o quanto ainda precisamos aprender sobre respeito, compaixão e responsabilidade espiritual.


O carinho é o que devolve equilíbrio aos animais. O afeto verdadeiro, o toque com presença, o cuidado diário. Isso cura. Isso limpa. Isso protege. Quando você faz carinho no seu cachorro, você não está só agradando. Está restaurando. Está dizendo pra ele que o mundo ainda pode ser um lugar seguro.


Cachorros são extremamente sensíveis. Mesmo quando parecem dormindo, estão atentos. Sentem ambientes, pessoas, intenções. Às vezes ficam inquietos sem motivo aparente. Eles percebem o que a gente ignora. Eles veem antes.


No dia a dia, ficam cuidando da gente em silêncio. Quando percebem tristeza, solidão, cansaço emocional, tentam mudar o clima. O rabo balançando não é só alegria. É energia boa circulando. É amor tentando curar o ambiente.


O caso de Orelha nos lembra de algo essencial: quem machuca um animal machuca a si mesmo. E quem protege, cuida, acolhe, se aproxima um pouco mais de Deus.


Amar um cachorro é assumir um compromisso com o amor mais puro que existe.


E enquanto existir um coração desses ao nosso lado, ainda há esperança para o mundo.


Fernanada Lemos


O destino trágico do cão Orelha parou a Praia Brava e causou revolta em todo o Brasil.


Após 10 anos sendo o mascote de Florianópolis, esse animalzinho dócil e amado foi vítima de uma crueldade injustificável que envolve adolescentes e até adultos tentando abafar o caso.


O que a polícia descobriu em mais de mil horas de filmagens é de arrepiar e levanta um alerta urgente sobre a segurança em nossas praias.


A justiça por Orelha começa com a nossa indignação.


Paulo Germano.com está em João Pessoa


O Domingo Espetacular exibiu imagens inéditas que podem ser decisivas no caso do cão Orelha, brutalmente agredido na Praia Brava, em Florianópolis.


A polícia apura a participação de três jovens no ataque violento contra o animal, ocorrido no dia 4 de janeiro.


Um quarto adolescente chegou a ser citado, mas comprovou não ter qualquer envolvimento. O pai dele relatou ameaças, ataques virtuais e pressão pública, mesmo após o filho se apresentar espontaneamente às autoridades.


Outros dois investigados, que estavam em viagem aos Estados Unidos, já retornaram ao Brasil e foram alvos de mandados de busca e apreensão.


As investigações seguem em andamento, enquanto o caso segue mobilizando o país e levantando questionamentos sobre violência, exposição e justiça.


Caso Orelha: Porteiro faz revelação sobre agressão a cão em Florianópolis


Investigação da Polícia Civil aponta envolvimento de adolescentes na morte de Orelha; testemunha relata ameaças e veterinário descarta hipótese de acidente


Caso Orelha: Porteiro faz revelação sobre agressão a cão em Florianópolis - Reprodução/Globo


Um crime de extrema crueldade mobilizou o país e gerou revolta em Santa Catarina. Orelha, um cão comunitário amado pelos moradores da Praia Brava, em Florianópolis, foi morto após ser vítima de agressões brutais no início de janeiro. A Polícia Civil investiga o envolvimento de adolescentes e apura denúncias de coação contra uma testemunha-chave. O programa Fantástico teve acesso exclusivo aos depoimentos e aos bastidores da apuração policial.


O depoimento do porteiro e o conflito com adolescentes


A investigação ganhou novos rumos quando um porteiro da região surgiu como possível testemunha.


Segundo depoimentos, o funcionário vinha sofrendo hostilidades de um grupo de jovens desde o início do verão, com episódios de depredação e insultos.


Em um áudio enviado a um grupo de mensagens, o porteiro relatou o comportamento dos rapazes: “Na mesma noite que eles arranjaram confusão comigo, eles, parece, que deram umas pauladas em um cachorro. E, depois, foram lá e mexeram na barraca ainda. É seis folgados. São seis folgados que tem aí”.


Em depoimento oficial, o trabalhador detalhou as ofensas que recebia durante as madrugadas:


“Eu fui bastante xingado, né? Eu tenho um vídeo deles danificando lixeiras na frente do condomínio. Isso duas, três horas da manhã. E eles xingavam de porteiro de merda, assalariado, lá, não sei o quê, e velho, e barrigudo. Eu gravei bem esses guris por causa dessas coisas”.


Entretanto, sobre o momento exato do crime contra o animal, ele manteve a cautela:


“Agora lá sobre a situação do cachorro, eu não posso acusar que foram eles. E eu digo para senhora: se eu tivesse visto batendo no cachorro, eu diria que eram eles”.


Ameaça com arma de fogo e buscas policiais


A tensão aumentou quando familiares dos adolescentes fotografados confrontaram o porteiro.


Câmeras de segurança registraram o momento em que um dos parentes parecia estar armado, o que motivou uma ação imediata da Delegacia de Proteção Animal. “E nesse momento, uma dessas pessoas estava com volume na região da cintura, que deu a entender ali, tanto para a vítima, que seria a pessoa coagida, quanto para duas testemunhas que estavam presentes no momento da discussão, que poderia ser uma arma de fogo”, explica a delegada Mardjoli Valcareggi.


Apesar das buscas nos endereços dos suspeitos, a arma não foi localizada.


O cão Orelha chegou a receber atendimento, mas o quadro era irreversível.


O veterinário Derli Royer, que tentou salvar o animal, descartou qualquer possibilidade de atropelamento ou fatalidade acidental: “Lesões na cabeça, no olho, principalmente no lado esquerdo, e desidratado, sem quase nenhum movimento, não tinha reflexo. Foi tentado dar os primeiros procedimentos, a soroterapia e tentar levantar ele, mas como ele estava muito grave, ele veio a óbito logo em seguida”, relatou o especialista. Questionado se descartava um acidente, ele foi categórico: “Descarto um acidente”.


Até o momento, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados a quatro adolescentes e seus responsáveis. O caso segue sob segredo de justiça em partes da investigação, enquanto a comunidade da Praia Brava clama por justiça pelo cão Orelha.

Ideias Barbarar'e

O caso do cão comunitário Orelha acaba de ganhar um novo e importante desdobramento.


O deputado federal Célio Studart (PSD-CE), presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos dos Animais, acionou a Procuradoria-Geral da República nesta segunda-feira (02/02), pedindo que a brutal tortura e morte do animal, ocorrida em Florianópolis (SC), seja apurada em âmbito federal.


Segundo o parlamentar, os elementos reunidos indicam que o crime pode ir além de um ato isolado, com sinais de organização em ambientes digitais e possível repetição desse tipo de violência em diferentes regiões do país. Por isso, o pedido busca ampliar o alcance das investigações.


Entre as medidas solicitadas estão o acompanhamento nacional do caso, a atuação da Polícia Federal, a quebra de sigilo de dados digitais para rastreamento de IPs, a identificação de responsáveis por grupos virtuais suspeitos e o compartilhamento de informações com os Ministérios Públicos dos estados.


Orelha virou símbolo. E agora, o caso pode marcar um novo capítulo no combate à violência contra animais no Brasil.







Fauna e flora