No alto do terreiro antigo ergue-se a casa do sertão, paredes guardando histórias de luta e dedicação.
O chão vermelho da estrada conta passos de quem passou, gente simples dessa terra que nunca se entregou.
O verde cobre a roça inteira feito manto de esperança, quando o inverno chega manso renova o peito e a confiança.
Debaixo da sombra da árvore
o tempo aprende a parar,
porque a paz do interior
não tem preço pra pagar.
É assim no meu Nordeste:
vida simples, coração forte,onde a fé guia o caminhoe Deus acompanha a sorte. 




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