O telefone da casa do Arnaldo toca de madrugada e ele, ainda sonolento , atende. Do outro lado da linha, o Sílvio, muito aflito:
- Arnaldo, por favor, me ajude!
Tô preso aqui na 35ª DP. Venha me soltar.
- Tá, tá, o que foi que você fez?
- Eu não fiz nada.
-Ah, então não vou.
- Por que?
- Porque se eles estão prendendo quem não fez nada, é bem capaz de me prenderem também...
Antônia E.de Souza, Taubaté (SP).
Publicado na revista Seleções.

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