sábado, 27 de dezembro de 2014

rmã Dulce - Amor E Fé




Batizada Maria Rita, Irmã Dulce adotou esse nome em homenagem à sua mãe. E, desde cedo, mostrou vocação para a vida religiosa. Aos 13 anos, ao visitar áreas carentes acompanhada de uma tia, despertou o desejo de ajudar os necessitados. Começou com os mendigos, enfermos e desvalidos. E depois de se formar professora primária, em 1932, Maria Rita foi aceita pela Congregação Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, em Sergipe. Após seis meses como noviça, recebeu os votos perpétuos, tomando o hábito de freira e recebendo o nome de Irmã Dulce. Desde então, ela só quis fazer o bem aos mais necessitados.


Encontro de Dulce com o papa João Paulo II em seu leito de morte, em outubro de 1991.

Problemas de saúde

Em seus últimos 30 anos de vida, a religiosa sofreu com a bronquiectasia, que provocou infecção das vias aéreas e chegou a comprometer 75% de sua capacidade respiratória. Com a evolução da enfermidade, a freira passou seus 16 meses finais presa aos aparelhos montados em seu quarto, no Convento Santo Antônio. Frágil, teve o fêmur quebrado apenas por se movimentar na cama. E, em março de 1992, a Bahia perdeu o seu anjo bom.

Por Daniella Pina

Publicado na revista TV Novelas
Edição de 24/12/2014 nº 454

Personagens Inesquecíveis

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