Diamante do amor
A novela História de Amor, exibida em 1995, é marcada por uma trama cheia de conflitos emocionais, segredos de família e disputas amorosas. O foco central gira em torno do endocrinologista Carlos Alberto Moretti (José Mayer), que vive um quadrilátero amoroso envolvendo Paula (Carolina Ferraz), Sheila (Lilia Cabral) e Helena (Regina Duarte). Cada uma das mulheres exerce um papel crucial na vida do médico, gerando situações intensas e dramáticas ao longo da história.



Redação Mix Vale
em 24 de janeiro de 2025

José Mayer e Regina Duarte
Novela Historia de Amor- Foto: Reprodução TV Globoovela
Entre as tramas cotadas para ocupar o horário, destaca-se “História de Amor”, escrita por Manoel Carlos e exibida originalmente em 1995, uma obra que combina relações humanas complexas e temas sociais atemporais. Essa decisão promete resgatar a nostalgia dos telespectadores e atrair novas audiências.
“História de Amor” é considerada um marco na teledramaturgia brasileira.
A trama narra a história de Helena, interpretada por Regina Duarte, uma mulher madura e independente que encontra o amor em Carlos, vivido por José Mayer.
Paralelamente, temas como gravidez na adolescência, desigualdades sociais e desafios familiares tornam a narrativa rica e impactante. Sua abordagem, que mistura emoção e críticas sociais, fez da novela um sucesso de audiência na época.
Entre as demais candidatas para substituir “Cabocla”, estão “Cordel Encantado” (2011) e “Anjo Mau” (1997), ambas com enredos envolventes e estilos distintos. No entanto, a favorita “História de Amor” destaca-se pela capacidade de dialogar com gerações diferentes, ao mesmo tempo em que revisita questões pertinentes à sociedade contemporânea.
O impacto cultural de História de Amor
Quando exibida pela primeira vez, “História de Amor” conquistou uma média de 40 pontos de audiência, refletindo o impacto que as obras de Manoel Carlos têm sobre o público.
A trama,ambientada no Leblon, retrata não apenas os desafios emocionais dos personagens principais, mas também o cotidiano de uma classe média urbana em transição.
O autor é conhecido por retratar de maneira fiel a dinâmica das relações humanas, desde laços familiares até os conflitos internos de seus personagens.
Suas obras frequentemente refletem dilemas sociais, como a luta por igualdade de gênero, algo presente no arco de Helena. A personagem é uma mulher que desafia padrões impostos pela sociedade, tornando-se um ícone de representação feminina na teledramaturgia.
Outras tramas cogitadas para o horário vespertino
Além de “História de Amor”, duas outras novelas chamam a atenção nos bastidores da Globo como possíveis substitutas para “Cabocla”:
Cordel Encantado (2011):
Misturando elementos de fantasia com traços da cultura nordestina, a novela é reconhecida por seu enredo inovador e pela fotografia deslumbrante. A história de amor entre Jesuíno e Áurea cativou milhões, além de ter arrecadado vários prêmios nacionais e internacionais.
Anjo Mau (1997):
Um remake da novela homônima de 1976, a trama explora as ambições de Nice, uma babá disposta a tudo para mudar de vida. A atuação de Glória Pires foi amplamente elogiada, tornando-se um dos grandes destaques da produção.
Ambas as opções possuem potência para manter ou elevar os números de audiência, mas a escolha final deve considerar também a adequação ao perfil do público que acompanha a faixa vespertina.
A relevância da faixa vespertina para a Globo
O horário vespertino é estratégico para a TV Globo, pois atinge diferentes perfis de telespectadores. De donas de casa a aposentados e estudantes, essa faixa contempla um público diverso e fiel. Em 2023, as reprises no período da tarde renderam à emissora uma audiência média de 15 pontos, consolidando a liderança no horário.
Outro ponto importante é o impacto publicitário. A faixa vespertina atrai anunciantes de segmentos como alimentação, produtos de limpeza e serviços financeiros, gerando significativa receita para a emissora. Assim, a escolha da próxima novela deve equilibrar fatores como apelo popular e potencial comercial.
A força das reprises na construção de memórias coletivas
Reprisando clássicos da teledramaturgia, a Globo resgata não apenas histórias marcantes, mas também memórias afetivas dos telespectadores. Esse fenômeno é particularmente evidente em tramas como “Cabocla”, que revisitam períodos específicos da história brasileira, ou “História de Amor”, que trata de relações contemporâneas com grande profundidade emocional.
A estratégia de reprises também tem um efeito pedagógico, apresentando às novas gerações um panorama da evolução da teledramaturgia no Brasil. Por meio dessas produções, é possível compreender como as novelas refletiram, e por vezes anteciparam, mudanças sociais.
Curiosidades sobre História de Amor
Primeira novela de Carla Marins como protagonista:
A atriz interpretou Joyce, cuja gravidez na adolescência foi um dos principais arcos dramáticos da trama.
Cenas memoráveis:
O confronto entre Helena e Joyce no hospital tornou-se um dos momentos mais icônicos da novela.
Impacto cultural:
A trama trouxe discussões sobre maternidade e independência feminina, antecipando debates que se tornariam frequentes anos depois.
Destaques de Cordel Encantado e Anjo MauEm “Cordel Encantado”, a combinação de realismo mágico e cenários inspirados no sertão nordestino resultou em um visual único.
“Anjo Mau” marcou época com seu elenco de apoio, que incluía nomes como Kadu Moliterno e Leonardo Brício.
Como a decisão será tomada
Tradicionalmente, a Globo utiliza pesquisas de opinião e análises de audiência para decidir qual novela reprisar. O desempenho de “Cabocla” será um fator determinante. Além disso, a emissora avalia o momento social e os temas que ressoam com o público atual.
Expectativas dos telespectadores
Nas redes sociais, “História de Amor” desponta como a favorita. Comentários elogiam a trama e sugerem que a reprise pode atrair tanto públicos nostálgicos quanto jovens que ainda não tiveram contato com a obra. A relevância dos temas abordados é um dos principais motivos citados pelos fãs.
Legado de Manoel Carlos
Manoel Carlos, também conhecido como Maneco, é um dos autores mais respeitados da teledramaturgia nacional. Sua habilidade em criar personagens profundos e tramas que equilibram drama e realismo o tornou um dos preferidos do público. Helena, sua personagem recorrente, simboliza mulheres fortes e resilientes.
Dados sobre as reprises de novelas na Globo
Em 2024, as novelas reprisadas lideraram a audiência em 78% das tardes, demonstrando a eficácia da estratégia.
“Cabocla”, até dezembro de 2024, registrou crescimento de 12% na audiência em relação à novela anterior.
“História de Amor” é uma das novelas mais pedidas em enquetes online realizadas por fãs.
Importância da representatividade feminina em História de Amor
Helena foi retratada como uma mulher moderna, enfrentando preconceitos e dificuldades em sua busca por felicidade e independência. Esse retrato tornou a personagem um referencial de representação feminina na TV brasileira, inspirando mulheres a questionar papéis tradicionais.
Considerações sobre o futuro da faixa vespertina
A escolha da substituta de “Cabocla” vai além de uma simples decisão de programação. Trata-se de reafirmar o papel das novelas como parte essencial da cultura brasileira. Independentemente da escolha final, a expectativa é que a próxima trama mantenha a tradição de qualidade e o engajamento do público.
Com éxito ao revisitar produções que marcaram épocas, a emissora está em processo de definição da próxima atração.
Entre as tramas cotadas para ocupar o horário, destaca-se “História de Amor”, escrita por Manoel Carlos e exibida originalmente em 1995, uma obra que combina relações humanas complexas e temas sociais atemporais. Essa decisão promete resgatar a nostalgia dos telespectadores e atrair novas audiências.
“História de Amor” é considerada um marco na teledramaturgia brasileira.
A trama narra a história de Helena, interpretada por Regina Duarte, uma mulher madura e independente que encontra o amor em Carlos, vivido por José Mayer.
Paralelamente, temas como gravidez na adolescência, desigualdades sociais e desafios familiares tornam a narrativa rica e impactante. Sua abordagem, que mistura emoção e críticas sociais, fez da novela um sucesso de audiência na época.
Entre as demais candidatas para substituir “Cabocla”, estão “Cordel Encantado” (2011) e “Anjo Mau” (1997), ambas com enredos envolventes e estilos distintos. No entanto, a favorita “História de Amor” destaca-se pela capacidade de dialogar com gerações diferentes, ao mesmo tempo em que revisita questões pertinentes à sociedade contemporânea.
O impacto cultural de História de Amor
Quando exibida pela primeira vez, “História de Amor” conquistou uma média de 40 pontos de audiência, refletindo o impacto que as obras de Manoel Carlos têm sobre o público.
A trama,ambientada no Leblon, retrata não apenas os desafios emocionais dos personagens principais, mas também o cotidiano de uma classe média urbana em transição.
O autor é conhecido por retratar de maneira fiel a dinâmica das relações humanas, desde laços familiares até os conflitos internos de seus personagens.
Suas obras frequentemente refletem dilemas sociais, como a luta por igualdade de gênero, algo presente no arco de Helena. A personagem é uma mulher que desafia padrões impostos pela sociedade, tornando-se um ícone de representação feminina na teledramaturgia.
Outras tramas cogitadas para o horário vespertino
Além de “História de Amor”, duas outras novelas chamam a atenção nos bastidores da Globo como possíveis substitutas para “Cabocla”:
Cordel Encantado (2011):
Misturando elementos de fantasia com traços da cultura nordestina, a novela é reconhecida por seu enredo inovador e pela fotografia deslumbrante. A história de amor entre Jesuíno e Áurea cativou milhões, além de ter arrecadado vários prêmios nacionais e internacionais.
Anjo Mau (1997):
Um remake da novela homônima de 1976, a trama explora as ambições de Nice, uma babá disposta a tudo para mudar de vida. A atuação de Glória Pires foi amplamente elogiada, tornando-se um dos grandes destaques da produção.
Ambas as opções possuem potência para manter ou elevar os números de audiência, mas a escolha final deve considerar também a adequação ao perfil do público que acompanha a faixa vespertina.
A relevância da faixa vespertina para a Globo
O horário vespertino é estratégico para a TV Globo, pois atinge diferentes perfis de telespectadores. De donas de casa a aposentados e estudantes, essa faixa contempla um público diverso e fiel. Em 2023, as reprises no período da tarde renderam à emissora uma audiência média de 15 pontos, consolidando a liderança no horário.
Outro ponto importante é o impacto publicitário.
A faixa vespertina atrai anunciantes de segmentos como alimentação, produtos de limpeza e serviços financeiros, gerando significativa receita para a emissora. Assim, a escolha da próxima novela deve equilibrar fatores como apelo popular e potencial comercial.
A força das reprises na construção de memórias coletivas
Reprisando clássicos da teledramaturgia, a Globo resgata não apenas histórias marcantes, mas também memórias afetivas dos telespectadores. Esse fenômeno é particularmente evidente em tramas como “Cabocla”, que revisitam períodos específicos da história brasileira, ou “História de Amor”, que trata de relações contemporâneas com grande profundidade emocional.
A estratégia de reprises também tem um efeito pedagógico, apresentando às novas gerações um panorama da evolução da teledramaturgia no Brasil. Por meio dessas produções, é possível compreender como as novelas refletiram, e por vezes anteciparam, mudanças sociais.
Curiosidades sobre História de Amor
Primeira novela de Carla Marins como protagonista:
Cenas memoráveis:
O confronto entre Helena e Joyce no hospital tornou-se um dos momentos mais icônicos da novela.
Impacto cultural:
A trama trouxe discussões sobre maternidade e independência feminina, antecipando debates que se tornariam frequentes anos depois.
Destaques de Cordel Encantado e Anjo MauEm “Cordel Encantado”, a combinação de realismo mágico e cenários inspirados no sertão nordestino resultou em um visual único.
“Anjo Mau” marcou época com seu elenco de apoio, que incluía nomes como Kadu Moliterno e Leonardo Brício.
Como a decisão será tomada
Tradicionalmente, a Globo utiliza pesquisas de opinião e análises de audiência para decidir qual novela reprisar. O desempenho de “Cabocla” será um fator determinante. Além disso, a emissora avalia o momento social e os temas que ressoam com o público atual.
Expectativas dos telespectadores
Nas redes sociais, “História de Amor” desponta como a favorita. Comentários elogiam a trama e sugerem que a reprise pode atrair tanto públicos nostálgicos quanto jovens que ainda não tiveram contato com a obra. A relevância dos temas abordados é um dos principais motivos citados pelos fãs.
Legado de Manoel Carlos
Manoel Carlos, também conhecido como Maneco, é um dos autores mais respeitados da teledramaturgia nacional. Sua habilidade em criar personagens profundos e tramas que equilibram drama e realismo o tornou um dos preferidos do público. Helena, sua personagem recorrente, simboliza mulheres fortes e resilientes.
Dados sobre as reprises de novelas na Globo
Em 2024, as novelas reprisadas lideraram a audiência em 78% das tardes, demonstrando a eficácia da estratégia.
“Cabocla”, até dezembro de 2024, registrou crescimento de 12% na audiência em relação à novela anterior.
“História de Amor” é uma das novelas mais pedidas em enquetes online realizadas por fãs.
Importância da representatividade feminina em História de Amor
Helena foi retratada como uma mulher moderna, enfrentando preconceitos e dificuldades em sua busca por felicidade e independência. Esse retrato tornou a personagem um referencial de representação feminina na TV brasileira, inspirando mulheres a questionar papéis tradicionais.
Considerações sobre o futuro da faixa vespertina
A escolha da substituta de “Cabocla” vai além de uma simples decisão de programação. Trata-se de reafirmar o papel das novelas como parte essencial da cultura brasileira. Independentemente da escolha final, a expectativa é que a próxima trama mantenha a tradição de qualidade e o engajamento do público.
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Trama criada por Manoel Carlos e estrelada por Regina Duarte e José Mayer volta à TV aberta
Publicado em 12/02/2025
Por Fábio Costa

Reprodução/Globo
Regina Duarte e José Mayer em História de Amor
A TV Globo iniciou nesta segunda-feira (10) uma reprise de História de Amor, novela de Manoel Carlos exibida originalmente às 18h entre julho de 1995 e março de 1996. A receptividade do público foi boa, com a segunda melhor marca para uma estreia na chamada Edição Especial em mais de três anos. Quase três décadas passadas do lançamento da produção, como estão alguns dos integrantes do elenco?
Regina Duarte – Helena

Esta foi a primeira novela das 18h da carreira da atriz, no ano dos 30 anos da emissora. Foi também a primeira de três Helenas de Manoel Carlos em sua trajetória – as outras foram as de Por Amor (1997-1998) e Páginas da Vida.
Regina Duarte tem 78 anos recém-completados e seu trabalho mais recente na TV foi a novela Tempo de Amar (2017-2018), também da faixa das 18h. Atualmente, a atriz também pode ser vista no Canal VIVA em outro papel marcante: a Viúva Porcina de Roque Santeiro (1985-1986).
José Mayer – Dr. Carlos Alberto

Em História de Amor, o Dr. Moretti que sempre figura nas novelas de Manoel Carlos foi o personagem masculino principal, vivido por José Mayer. Este foi o primeiro de uma série de trabalhos do ator com o autor: a dupla ainda fez Laços de Família (2000-2001), Presença de Anita (2001), Mulheres Apaixonadas (2003), Páginas da Vida e Viver a Vida (2009-2010).
José Mayer tem hoje 75 anos e está afastado da TV desde 2017, quando encerrou A Lei do Amor em meio a acusações de assédio sexual. Recentemente, o ator desmentiu ter sido convidado a participar da próxima novela de Aguinaldo Silva novela de Aguinaldo Silva , Três Graças, que teve sua previsão de estreia antecipada em cerca de sete meses e deve entrar no ar em outubro de 2025. O ator está no ar em Tieta (1989-1990), cartaz do Vale a Pena Ver de Novo, nos fins de tarde.
Carla Marins – JoyceCarla Marins

Mimada, egoísta, malcriada, mal-agradecida, respondona, inconsequente… A lista de “qualidades” da jovem Joyce é extensa, a ponto da personagem poder ser considerada uma das piores “filhas de Helena” na galeria do autor. Joyce tem 18 anos na história, mas Carla Marins tinha 27 quando a interpretou.
Hoje, a atriz tem 56 anos e seu trabalho mais recente foi como Adália na fase madura em Gênesis (2021), que está em reprise na Record. Carla tem se dedicado a uma rotina de muitos cuidados com a saúde e a forma física, e mostra sua rotina nas redes sociais.
Carolina Ferraz – PaulaCarolina Ferraz

Apesar da diferença de idade de mais de 10 anos que existe entre eles, Paula e Carlos se apaixonaram e se casam no início de História de Amor. No entanto, com a convivência os problemas e as diferenças aumentam de proporção, e a moça mimada, infantil e voluntariosa acaba colocando o casamento a perder, especialmente porque Carlos se apaixona por uma mulher mais pé no chão, Helena.
Carolina Ferraz participou também de Por Amor, e seu par com Eduardo Moscovis fez bastante sucesso. Sua novela mais recente foi Haja Coração (2016), e a atriz e apresentadora já declarou não ter intenção de voltar ao gênero . Desde 2020, Carolina está na Record, à frente da revista semanal Domingo Espetacular, em cuja apresentação qual ganhou recentemente a compahia de Roberto Cabrini. Está com 57 anos.
Nuno Leal Maia – AssunçãoNuno Leal Maia

Atualmente com 77 anos, Nuno Leal Maia marcou o público com seus papéis em novelas como Vereda Tropical (1984-1985), A Gata Comeu (1985), Mandala (1987-1988), Top Model (1989-1990), Vamp (1991-1992) e Malhação, além do Assunção de História de Amor, claro. Adepto da vida saudável, jornalista esportivo, ele é ex-marido de Helena e pai de Joyce. De seu segundo casamento com a bonita Valquíria (Cláudia Mauro) tem o pequeno Luisinho (André Ricardo).
O personagem foi usado pelo autor para mostrar o cotidiano de alguém que precisa se adaptar à vida como cadeirante. N uno está afastado das novelas desde Amor Eterno Amor (2012), mas tem participado de séries, entre as quais Juacas e Chuteira Preta.
– Sheila -Lília Cabral

Tachada de vilã de História de Amor, na verdade Sheila é apenas uma mulher que ama demais, por assim dizer. Viveu um relacionamento de muitos anos com Carlos, é sua sócia, mantém-se próxima como amiga, mas não perde a esperança de reconquistá-lo, para o que Paula e Helena são obstáculos.
O bom desempenho de Lília Cabral no papel iniciou uma parceria frutífera com Manoel Carlos. A atriz também esteve em Laços de Família e Páginas da Vida, aqui com grande destaque como Marta. Está no ar como Maristela, uma das vilãs de Garota do Nonebto, novela das 18h. Está com 67 anos.
Ângelo Paes Leme – CaioÂngelo Paes Leme

Embora seja destacado na seção “apresentando” dos créditos de História de Amor, esta não foi a primeira novela de Ângelo Paes Leme, que hoje tem 51 anos. Nos anos seguintes vieram outros trabalhos, e alguns são bastante lembrados, como o Soldado Peixoto de Chocolate com Pimenta (2006-2007) e o papel-título de José do Egito (2012).
Identificado com a dramaturgia da Record de meados dos anos 2000 até recentemente, Ângelo voltou a participar de produções globais. Esteve em Malhação: Vidas Brasileiras (2018-2019) e também em Vai na Fé (2023).
José de Abreu – Dr. DanielJosé de Abreu

Daniel é amigo de Carlos e um dos médicos associados à clínica que o protagonista mantém. Apaixonado por Sheila, ele chega a ter sua chance com ela, mas se desilude e encontra o amor recíproco em Bianca (Maria Ribeiro), irmã mais nova de Carlos.
Aos 78 anos, José de Abreu está no ar como o contraventor Rodolfo Barros em Volta por Cima, novela das 19h. Seu trabalho anterior no gênero havia sido o Coronel Tertúlio de Mar do Sertão (2022-2023), além de já ter concluído as gravações de Guerreiros do Sol, para o Globoplay.
Ana Rosa – DalvaAna Rosa

Casada com Urbano (Sebastião Vasconcelos), Dalva era a mais desagradável das sogras para com Joyce, em razão de seu ciúme doentio do filho Caio e da frustração de seus sonhos de vê-lo casado com Vandinha (Cláudia Lira), filha dos patrões, Silvana (Beatriz Lyra) e Gregório Furtado (Sérgio Viotti).
Com destacada trajetória na teledramaturgia brasileira, por anos detentora da marca de atriz com o maior número de personagens em novelas, Ana Rosa tem hoje 82 anos e tem se dedicado ao teatro e ao cinema. Recentemente participou de Horizonte, filme de Rafael Calomeni. Sua última novela até aqui foi A Lei do Amor (2016-2017).
Flávia Alessandra – SoninhaFlávia Alessandra

Amiga de Joyce e namorada de Fábio (Guilherme Faro), amigo de Caio, Soninha foi a personagem de Flávia Alessandra em História de Amor. Nos anos seguintes, a atriz faria voos maiores em novelas como A Indomada (1997), Meu Bem-querer (1998-1999), Porto dos Milagres (2001), O Beijo do Vampiro (2002-2003), Alma Gêmea (2005-2006) e Caras & Bocas (2009-2010), entre outras.
Está com 50 anos e sua novela mais recente foi Salve-se Quem Puder (2020-2021). Sem contrato fixo com a TV Globo desde 2023, no ano passado Flávia apresentou com o marido, Otaviano Costa, o reality show Ilha da Tentação, lançado pelo Prime Video. Acertou sua presença no elenco de Êta Mundo Melhor! prevista para entrear em junho, com a retomada da personagem Sandra, de Êta Mundo Bom! (2016).
E quanto aos atores falecidos que podemos agora rever em cena em História de Amor, como Yara Cortes, Eva Wilma, Cláudio Corrêa e Castro, Sebastião Vasconcelos, Sérgio Viotti e tantos outros?
O Obervatório da TV fez uma relação no In Memoriam.
Todos os direitos reservados.
Novela de Manoel Carlos voltará a ser exibida a partir do dia 10 de fevereiro
Mariana Valbão
da CNN*28/01/2025 às 17:27 | Atualizado 28/01/2025 às 17:48
A novela “História de Amor”, do autor Manoel Carlos, estará de volta às telinhas da TV Globo a partir do dia 10 de fevereiro. O folhetim será exibido no quadro Edição Especial.
O enredo central conta a história de Helena (Regina Duarte), uma mulher batalhadora que enfrenta a gestação prematura de sua filha, Joyce (Carla Marins), abandonada pelo namorado Caio (Angelo Paes Leme).
Separada do ex-marido, o conservador e moralista Assunção (Nuno Leal Maia), que não se conforma com a situação da filha, a protagonista se apaixona pelo endocrinologista Carlos Alberto Moretti (José Maye), que também se encanta por ela imediatamente.
Além do quadrilátero amoroso, ao longo da trama ambientada no Rio de Janeiro, alguns temas abordados nãop seriam mais assunto em folhetim recentes.

Regina Duarte • Arley Alves/Globo/Instagram/Regina Duarte
A atriz Regina Duarte, 77, que acumula mais de 50 anos de carreira na TV, protagonizou “História de Amor” como Helena, quando tinha 47 anos.Em 2020, a artista fechou um acordo de rescisão com a emissora carioca e encerrou o contrato de mais de 50 anos após aceitar o convite para tomar posse do comando da Secretaria de Cultura no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

José Mayer • Bazilio Calazans/Globo/Instagram/José Mayer
O ator José Mayer interpretou Carlos na trama de Manoel Carlos, aos 45 anos. Atualmente, com 75, ele está longe das telinhas desde 2017, quando foi acusado de assédio sexual por uma figurinista.Ao longo da carreira, o artista acumulou papéis em novelas como “Laços de Família” (2000), “Viver a Vida” (2009) e “Fina Estampa” (2011).

Carla Marins • Arley Alves/Globo/Instagram/Carla Marins
A atriz Carla Marins um de seus principais papéis nas telinhas como a personagem Joyce, na novela de 1995. Desde então, ela participou de outras tramas e atuou em novelas pela última vez em “Gênesis” (2021), da Record.

Ângelo Paes Leme • Divulgação/Globo/Instagram Ângelo Paes Leme
O ator Ângelo Paes Leme, que iniciou a carreira como ator na década de 1980, se tornou conhecido na trama de Manoel Carlos. Ele viveu o irresponsável Caio, namorado de Joyce. Seus últimos trabalhos nas telinhas foram na Record, entre os anos de 2009 e 2013.

Lilia Cabral • Bazilio Calazans/Globo/Instagram/Lilia Cabral
Lilia Cabral, que já protagonizou diversas personagens em novelas da TV Globo, também integrou o elenco de “História de Amor”, como Sheila. Atualmente, ela está ativa nas telinhas, interpretando a socialite Maristela, em “Garota do Momento”.

Carolina Ferraz • Bazilio Calazans/Globo/Instagram/Carolina Ferraz
30 anos após seu papel na trama de Manoel Carlos, Carolina Ferraz mudou de profissão e atualmente, apresenta o “Domingo Espetacular”, na Record. Entre seus trabalhos na TV estão as novelas “Por Amor” (1997), “Beleza Pura” (2008) e “O Astro” (2011).
Nuno Leal Maia • Arley Alves/Globo/Instagram/Nuno Leal Maia
O personagem de Nuno Leal Maia na novela de 1995 viveu alguns altos e baixos, devido a um acidente que o deixou paraplégico. Além de Assunção, ele também viveu outros personagens. Seu último trabalho na TV Globo foi durante uma participação em “Malhação: Intensa como a Vida”, em 2013.

José de Abreu • Bazilio Calazans/Globo/Instagram/José de Abreu
Um dos grandes nomes da teledramaturgia brasileira, José de Abreu viveu Daniel em “História de Amor”. O artista com mais de 50 anos de carreira na TV, cinema e teatro, também participou de grandes trabalhos da teledramaturgia como “Senhora do Destino” (2004), “Caminho das Índias” (2009)” e “Avenida Brasil” (2012).

Flávia Alessandra • Arley Alves/Globo/Instagram/Flávia Alessandra
A atriz Flávia Alessandra, que já viveu algumas vilãs em novelas da TV Globo, como, por exemplo, em Alma Gêmea (2005) como Cristina, foi intérprete de Soninha na trama de Manoel Carlos.

Ana Rosa • Bazilio Calazans/Globo/Reprodução/Instagram
Ana Rosa interpretou Dalva, esposa de Urbano (Sebastião Vasconcelos) e mãe de Caio (Ângelo Paes Leme). Atualmente com 80 anos, ela participou de outros trabalhos nas telinhas como nas novelas “O Rei do Gado” (1996), “Morde & Assopra” (2011) e “Boogie Oogie” (2014).

Cláudia Lira • Bazilio Calazans/Globo/Instagram/Cláudia Lira
Intérprete de Vandinha em “História de Amor”, Cláudia Lira também participou de outros trabalhos nas telinhas como em “Caminho das Índias” (2009). Seu último trabalho na emissora carioca foi na trama “Segundo Sol” (2018).
A novela “História de Amor”, do autor Manoel Carlos, estará de volta às telinhas da TV Globo a partir do dia 10 de fevereiro. O folhetim será exibido no quadro Edição Especial.
Separada do ex-marido, o conservador e moralista Assunção (Nuno Leal Maia), que não se conforma com a situação da filha, a protagonista se apaixona pelo endocrinologista Carlos Alberto Moretti (José Maye), que também se encanta por ela imediatamente.
Além do quadrilátero amoroso, ao longo da trama ambientada no Rio de Janeiro, alguns temas abordados nãop seriam mais assunto em folhetim recentes.
Folhetim será reexibido no quadro Edição Especial da TV Globo, a partir de 10 de fevereiro
Mariana Valbão
CNN27/01/2025 às 19:04 | Atualizado 27/01/2025 às 21:07
Eva Wilma, por exemplo, morreu em 2021 após diversos sucessos nas telinhas • Reprodução/Globo
A novela “História de Amor”, escrita por Manoel Carlos e originalmente transmitida entre 1995 e 1996, será a próxima atração do quadro Edição Especial, com exibição a partir de 10 de fevereiro. Com atores de peso no elenco da trama, alguns nomes que compõem a novela já morreram.
Na trama, a atriz Regina Duarte interpreta Helena , uma mulher batalhadora que enfrenta a gestação prematura de sua filha, Joyce (Carla Marins), abandonada pelo namorado Caio (Angelo Paes Leme).
Regina Duarte e José Mayer
Saiba quais atores de “História de Amor” já morreram
Eva Wilma – Zuleika

Eva Wilma na novela “História de Amor” • Reprodução/Globo
Um dos grandes nomes da teledramaturgia brasileira, Eva Wilma interpretou a socialite falida, Zuleika. A artista morreu em maio de 2021, aos 87 anos, enquanto tratava um câncer de ovário e problemas cardíacos.
Yara Cortes
– OlgaYara Cortes na novela “História de Amor” • Reprodução/Globo
A atriz Yara Cortes foi intérprete da personagem Olga e avó do protagonista Carlos (José Mayer), na novela “História de Amor”. Ela morreu aos 81 anos, em 17 de outubro de 2002, enquanto tratava um câncer de pulmão, vítima de insuficiência respiratória. A trama foi a última de sua carreira.
Marly Bueno

Marly Bueno – RafaelaMarly Bueno na novela “História de Amor” • Reprodução/Globo
Intérprete de algumas vilãs das novelas, Marly Bueno deu vida à personagem Rafaela, na novela “História de Amor”. Ela morreu aos 78 anos, em 12 de abril de 2012, vítima de uma infecção. Ela havia sido submetida a uma cirurgia de emergência no intestino.
Umberto Magnani

Umberto Magnani – MauroUmberto Magnani na novela “História de Amor” • Reprodução/Globo
O ator Umberto Magnani, que viveu Mauro em “História de Amor”, morreu aos 75 anos após sofrer um acidente vascular encefálico no dia do seu aniversário. Além de “História de Amor”, ele participou de novelas como “Alma Gêmea”, “Mulheres Apaixonadas” e “Páginas da Vida”.
Mário Lago

– Professor MedinaMário Lago na novela “História de Amor” • Reprodução/Globo
Em 30 de maio de 2002, morreu o músico e ator Mário Lago, vítima de uma falência múltipla dos órgãos. Na novela “História de Amor”, ele interpretou o professor Medina.
Cláudio Corrêa e Castro

Cláudio Corrêa e Castro na novela “História de Amor” • Reprodução/Globo
Cláudio Corrêa e Castro – Rômuloláudio Corrêa e Castro na novela “História de Amor” • Reprodução/Globo
O ator Cláudio Corrêa e Castro, que interpretou o personagem Rômulo, morreu sozinho, em 2005, após enfrentar o divórcio de sua esposa e uma falência financeira. Além de “História de Amor”, ele se tornou conhecido por papéis em novelas como “Chocolate com Pimenta” (2003).
Maria Alves

– NazaréMaria Alves na novela “História de Amor” • Reprodução/Globo
Em “História de Amor”, Maria Alves viveu a personagem Nazaré, uma das funcionárias de Olga (Yara Cortes). A artista morreu em 2008, aos 60 anos, vítima de câncer.
Sebastião Vasconcelos

– Urbano PaivaSebastião Vasconcelos na novela “História de Amor” • Reprodução/Globo
O ator Sebastião Vasconcelos, que viveu o Urbano em “História de Amor”, morreu em 15 de julho de 2013, aos 86 anos. Ele enfrentava uma efisema pulmonar, Mal de Parkinson e depressão, que teria sido desenvolvida pela falta de convites para papéis na TV.
Buza Ferraz

Buza Ferraz na novela “História de Amor” • Reprodução/Globo
Buza Ferraz viveu o médico Marcos na novela de Manoel Carlos. Em 2010, ele foi vítima de uma parada cardíaca e morreu aos 59 anos. Seus últimos trabalhos na TV foram em Páginas da Vida (2006), seguida de uma participação em Malhação (2008).
Sérgio Viotti

– GregórioSérgio Viotti na novela “História de Amor” • Reprodução/Globo
O ator Sérgio Viotti interpretou o personagem Gregório na trama de Manoel Carlos. Ele morreu de ataque cardíaco em 26 de julho de 2009, aos 82 anos, e deixou o marido, o também ator Dorival Carper, conhecido no Teatro.
CNN.com.br
Eva Wilma, Buza Ferraz e Umberto Magnani são estrelas que não estão mais entre nós
Publicado em 12/02/2025
Por Fabio Augusto

José Mayer e Lilia Cabral na novela História de Amor
Reprodução/Globo
A novela História de Amor começou a ser reprisada nas tardes da Globo a partir de segunda, dia 10 de fevereiro, no lugar de Cabocla. Grande trama de Manoel Carlos, a obra contou com um elenco espetacular.
Infelizmente, 10 atores da trama já não estão mais entre nós, como
Eva Wilma
Eva Wilma, que viveu Zuleica na produção. A aclamada atriz faleceu em 2021, aos 87 anos, devido a um câncer.
Yara Cortes
Já Yara Cortes, a Olga, morreu em 2002 por causa de uma insuficiência respiratória, aos 81 anos. Curiosamente, História de Amor foi a última novela da veterana.
Marly Bueno
Marly Bueno, presente em várias novelas de Maneco, morreu em 2012.
A artista tinha 78 anos e faleceu durante uma cirurgia no intestino.
Maria Alves
Outra atriz de História de Amor que desencarnou foi Maria Alves, intérprete da empregada Nazaré. Ela nos deixou em 2008, de câncer, aos 60 anos.
Já entre os homens

Umberto Magnani
Humberto Magnani faeceu com 75 anos, em 2016. Mauro na novela, ele morreu durante as gravações de Velho Chico, devido a um acidente vascular encefálico.
Quem é quem em 'História de Amor', novela que será reprisada na Globo?
Bruno SilvanoColaboração para Splash, em São Paulo
08/02/2025 12h00
Sebastião Vasconcelos, o Urbano, fez a passagem em 2013, com 86 anos de idade, devido a um enfisema pulmonar e uma forte depressão.
Sérgio Viotti
Sérgio Viotti, que viveu Gregório, sofreu um ataque cardíaco aos 82 anos, em 2009. Claudio Correa e Castro, o Rômulo, morreu de falência múltipla de órgãos, em 2005, com 77 anos. Antes disso, ele foi à falência e chegou a morar no Retiro dos Artistas.
Claudio Correa e Castro
Claudio Correa e Castro, o Rômulo, morreu de falência múltipla de órgãos, em 2005, com 77 anos. Antes disso, ele foi à falência e chegou a morar no Retiro dos Artistas.
Buza Ferraz
Por fim, dois atores de História de Amor morreram jovens demais. O primeiro é Buza Ferraz, que interpretou o médico Marcos. Ele faleceu aos 59 anos, de parada cardíaca, e deixou a classe artística de luto.
Fábio Junqueira
Da mesma forma Fábio Junqueira,que também foi um médico na novela de Manoel Carlos, morreu jovem também, aos 52 anos, de câncer, em 2008.
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