Nossa Senhora cuida de mim
No interior de São Paulo, em tempos antigos, uma seca terrível castigava o povo.
As plantações murchavam, os rios secavam, os animais morriam pela falta de água, e as famílias já não
sabiam o que fazer.
Um fazendeiro, homem simples mas de fé profunda, decidiu ir até a pequena capela de Nossa Senhora
Aparecida.
Levou consigo um punhado de terra seca, endurecida pelo sol, e colocou diante da imagem da Mãe.
De joelhos, rezou com fervor:
“Minha Mãe, se és verdadeiramente a protetora deste povo, mostra tua misericórdia. Olha para nossos
campos secos, olha para nossas famílias famintas. Pede a teu Filho Jesus que nos dê a água do céu.”
As pessoas que estavam presentes na capelinha se uniram em oração, com lágrimas nos olhos e
confiança no coração.
Então, o impossível aconteceu:



povo.
A notícia se espalhou rapidamente, e muitos passaram a testemunhar que Nossa Senhora Aparecida
havia intercedido pela graça da chuva. Até hoje, esse milagre é lembrado como sinal de que a Mãe não
abandona seus filhos nas necessidades mais simples e urgentes.

Esse milagre é um dos mais narrados na tradição oral dos romeiros e preservado nas crônicas
redentoristas ligadas ao Santuário. Embora não tenha ata oficial como processo canônico, faz parte dos
registros de fé que se repetem na Basílica e que o povo considera sinais verdadeiros da proteção da
Padroeira.
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