Receitando
No grande cenário da vida, onde passado e presente se entrelaçam, reencontramos almas com as quais dividimos aprendizados e caminhos.
Como ensina Allan Kardec, nada acontece por acaso: cada relação traz lições de amor, perdão ou crescimento.
Mas o livre-arbítrio também nos leva, às vezes, a vínculos que não contribuem para nossa evolução. Há relações que drenam energia, geram sofrimento e nos afastam da própria paz interior.
Nesses momentos, compreender o limite entre ajudar e se perder é parte do amadurecimento espiritual.
Afastar-se, quando necessário, não é egoísmo — é cuidado com a própria alma. Nem todos caminham no mesmo ritmo, e tentar salvar quem ainda não deseja mudar pode se tornar um peso impossível de carregar.
Seguir em frente, com respeito e sem culpa, também é um ato de amor.
Proteger a própria luz é reconhecer que cada espírito tem sua jornada, seu tempo e suas escolhas.
Às vezes, partir não é desistir — é evoluir. 

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