Florianópolis ilha da magia
A manifestação em frente ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina, em Florianópolis, reuniu pessoas que já não aceitam mais o silêncio diante da crueldade. Com cartazes, vozes firmes e emoção à flor da pele, a causa do Cão Orelha se transformou em símbolo de algo maior, o pedido por justiça, responsabilidade e respeito à vida. Não foi apenas um ato por um animal, mas um grito coletivo contra a impunidade e a normalização da violência.
Cada pessoa presente carregava indignação, mas também esperança de que a pressão popular faça diferença.
A mobilização mostrou que a sociedade está mais atenta, mais sensível e disposta a cobrar respostas.
O que aconteceu com o Cão Orelha tocou fundo porque expõe feridas antigas, a falta de punição, a lentidão dos processos e a sensação de que crimes assim acabam esquecidos.
Diante do TJSC, o recado foi claro. Florianópolis não aceita mais virar a página como se nada tivesse acontecido. Justiça não é vingança, é compromisso com o futuro.
Quando a população ocupa a rua, ela lembra às instituições que olhar para o outro lado também é uma forma de conivênci
O Cão Orelha não pode mais falar, mas a cidade falou por ele.
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