Associação Cultural Poeta Patativa do Assaré
Lá do alto do monte, o Cristo de Ipueiras abre os braços como quem diz:
“Pode vir, meu povo… aqui tem proteção.”
A cidade pequenina lá embaixo com suas casas de telha vermelha, ruas que guardam histórias, passos apressados da feira, risos de menino na calçada.
E ele ali, firme. Silencioso. Vigiando cada amanhecer e cada luz que se acende ao cair da noite.
O verde que cerca a cidade parece um tapete estendido por Deus, e o vento que bate no alto do mirante
carrega oração que nem todo mundo fala, mas todo mundo sente.
Ipueiras vista assim de cima não é só paisagem bonita, é orgulho.
É raiz.
É fé que não se dobra.
Quem já subiu até o Cristo sabe…
lá em cima a gente não leva só o celular pra filmar,
leva o coração. 


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