No filme comovente, elas interpretam a freira que pode ser a primeira santa nascida no Brasil
Irmã Dulce
A história de Irmã Dulce, uma mulher guiada pela fé, e que dedicou sua vida aos mais necessitados, chegará às telonas em 27 de novembro. No filme "Irmã Dulce", dirigido por Vicente Amorim, Bianca Comparato e Regina Braga interpretam a freira nascida em Salvador, na adolescência e depois na vida adulta, respectivamente.
Bianca Comparato, a Irmã Dulce ainda jovem, no início da história. A religiosa já cuidava dos idosos e meninos pobres em Salvador.
Em cena, Regina Braga revive a ternura da freira com as crianças.
Rodado na capital baiana o longa mostra a trajetória da religiosa, que tendo como ferramenta a determinação e o amor ao próximo construiu o Hospital Santo Antônio, além de diversos centros educacionais na cidade.
Chamada de Anjo Bom da Bahia, Dulce nasceu Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, em 1914, e morreu em 1992, aos 78 anos. Em 1988, recebeu a indicação ao Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho incansável junto às populações carentes.Não ganhou, mas foi beatificada por Bento XVI, em dezembro de 2010. Atualmente, o Vaticano estuda seus milagres para santificá-la.
Chamada de Anjo Bom da Bahia, Dulce nasceu Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, em 1914, e morreu em 1992, aos 78 anos. Em 1988, recebeu a indicação ao Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho incansável junto às populações carentes.Não ganhou, mas foi beatificada por Bento XVI, em dezembro de 2010. Atualmente, o Vaticano estuda seus milagres para santificá-la.
No elenco da produção estão ainda Glória Pires, Gracindo Jr. Irene Ravache, Zezé Polessa, Malu Valle e Fábio Lago, entre outros astros.
Sophia Brachmans, Dulce menina, com Glória Pires, que faz sua mãe.
Malu Valle é Madre Fausta,
Irene Ravache é a Madre Provincial
Gracindo Jr. é o doutor Augusto, pai de Dulce
Zezé Polessa também está no longa como Dulcinha, irmã da futura santa.
Foi a luta de Dulce contra a pobreza que despertou o interesse do diretor Vicente Amorim. "Esta é a história verdadeira de uma mulher, que sem o apoio da Igreja enfrentou o preconceito de uma sociedade patriarcal, machista, e mudou a assistência social e a medicina popular na Bahia", disse, empolgado.
Vicente e os roteiristas Anna Muylaert e L.G. Bayão fizeram uma extensa pesquisa sobre a existência e a obra da freira. "Na Bahia não há quem não tenha um relato para contar sobre ela.
O filme é dividido em duas fases: a primeira, que vai dos anos 40 aos 60, quando ela começa seu ativismo, e outra, dos anos 60 até 1980, quando, ainda enfrentando grandes desafios, consolida sua luta!
Ao longo das duas fases nas quais a história se desenrola, há flashes da infância da pequena Maria Rita, que, consagrada freira, adotou o nome de sua mãe e de sua irmã, que se chamavam Dulce. Realmente, este promete ser um campeão de bilheterias.
Por Raquel Borges
Publicado na revista TITITI
Emoção e fé
Edição de 31/10/2014 nº 842
Fotos: Divulgação

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