Povo do meu agrado
A casa que o tempo não levou
De barro, madeira e lembrança,
ela ainda resiste no meio do sertão.
O telhado já perdeu suas telhas,
mas não perdeu sua história, não.
Quantos cafés foram passados ali,
quantas conversas na porta ao entardecer...
Hoje o silêncio tomou conta da casa,
mas quem viveu nela jamais vai esquecer.
Tem casa velha que não é abandono.
É saudade de um tempo que não volta mais. 

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