sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

Câncer Retinoblastoma

Retinoblastoma




É um tumor maligno na retina, sendo o câncer ocular mais comum na infância.

Em média, afeta cerca de 400 crianças por ano, representando 2,5 a 4% dos tumores infantojuvenis.

Acomete, com maior frequência, crianças dos 02 aos 05 anos, podendo ser hereditário ou não.

Ocorrendo unilateral ou bilateral, geralmente, ao surgir um tumor bilateral, ele é hereditário.

Se diagnosticado precocemente, quando o tumor está localizado dentro do olho (intraocular), tem 90% de chance de cura.

Ao ser identificada uma metástase, o prognostico é ruim.

Sinais e sintomas:

Reflexo branco na pupila -

 Leucocoria;

Sensibilidade a luz -

Fotofobia;

Dificuldade visual;

Estrabismo;

Proptose.

Diagnóstico:

Exame de fundo de olho após ao nascer (teste do olhinho) e repeti-lo, com frequência, até os 05 anos;

Ultrassonografia, Tomografia Computadorizada (TC) e Ressonância Magnética (RM).

Tratamento:

Laserterapia e crioterapia;

Remoção cirúrgica, retirada do olho (enucleação);

Quimioterapia;

Radioterapia;

Obs.: O tratamento mais adequado (ou a melhor combinação de métodos) varia de acordo com o caso. O oftalmologista irá analisar o tamanho do câncer, se o retinoblastoma atingiu só um olho ou ambos, se espalhou para outras regiões.

Pós Tratamento:

O aconselhamento genético é fundamental, para ajudar os pais na compreensão das consequências genéticas, de cada forma do retinoblastoma, e para estimativa do risco nos seus familiares.

É necessário ter o acompanhamento médico periódico, por até 05 anos, após o tratamento. A partir disso, essa visita passa a ser anual e conforme recomendação médica.

Rilvana Campos Câmara
Coordenadora do diagnóstico do câncer infantojuvenil da CDP.

RevistadaTV.uol.com.br

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