terça-feira, 28 de março de 2017

Ludwig van Beethoven - Imortal Popular

Ludwig van Beethoven
Mesmo sendo surdo devido a congestão dos centros auditivos internos, Beethoven compôs as famosas nove sinfonias.

Clássico. Relembrando os 190 anos de morte do compositor alemão Ludwig van Beethoven, os regentes das principais orquestras da Paraíba analisam a importância da sua obra.

Quando ouvimos a tensão dramática do "pa-pa-pa-pam" de uma das mais famosas aberturas de uma música erudita - a "Quinta Sinfonia " de Ludwig van Beethoven...não precisamos saber quem era o compositor alemão. (já surdo na época dessa criação) ou a origem dessas notas musicais. Esta no inconsciente coletivo popularizado pelo cinema, publicidade, televisão e vários outros meios de comunicação.

Exatamente neste domingo, há 190 anos Beethoven deixava sua vida para se tornar imortal através de suas partituras, , seja pelas salas de concertos pela globo, seja pela narrativa dinâmica nos desenhos animados ou seja pelos comerciais televisivos de barbeadores.

Acerca da popularidade, "Roberto Carlos todo mundo no Brasil conhece. Mas se você sai pelo mundo, vai perceber que  Beethoven é mais popular que o Roberto Carlos  aqui",compara o maestro da Orquestra Sinfônica de João Pessoa, Laércio Diniz.

Para o regente da Orquestra Sinfônica da Paraíba Luiz Carlos  Durier, poucos imprimiram a sua marca como o alemão, trazendo para a nossa realidade o exemplo da obra do rei do baião Luiz Gonzaga (1912-1989)."Beethoven  foi importantíssimo para criar um estudo e forma de fazer música", conta Durier. "Essencialmente a grande marca de ritmos e efeitos abruptos para a sua música".

À frente do seu tempo,  Beethoven representa o mais importante divisor de águas na história da música orquestral, segundo o maestro da Orquestra Sinfônica da UFPB, Thiago Santos.

"Beethoven expandiu a orquestra Foi ele o primeiro compositor a colocar flautim, contrafagote e trombones em uma sinfonia - e no fim de sua produção, em sua "Nona Sinfonia",também pela primeira vez na história acrescentou um grande coro, com solistas", explica. "Imagine a reação das pessoas em sua época".

Ouvindo Beethoven

'Gênio é gênio em qualquer época. A música - a arte em si - consegue vencer essas barreiras e pertencer ao nosso inconsciente coletivo".

Primeira SinfoniaÉ a sinfonia da “Gênesis Psicológico”. Deve-se escutar para motivar-nos em tudo o que queiramos iniciar.


Segunda Sinfonia: É a "Revolução Psicológica": “É um complexo monstruoso, um horrível dragão ferido retorcendo-se que se nega a expirar e que, ainda que no final sangre, segue revolvendo-se e dando furiosas rabanadas a um lado e outro”. 

Terceira Sinfonia: É a da “Busca do Equilíbrio”. Deve-se escutar para motivar-nos a sair dos estados de nervosismo excessivo, incerteza, desânimo, descontrole e pessimismo.

Quarta Sinfonia: É a “Sinfonia do Amor”. Deve-se escutar para motivar-nos a sair dos estados de ódio, vingança e egoísmo.

Quinta Sinfonia (Heróica): É a do “Destino do Homem”. Deve-se escutar para motivar-nos a traçar as estruturas daquilo que queremos na vida, que dizer, a criar nosso destino. Desperta a vontade de vencer."5ª Sinfonia". Faz parte da trilha de filmes como  Os Embalos de Sábado à Noite" (em versão disco). V de Vingança e Fantasia 2000, animação da Disney.

Sexta Sinfonia (Pastoral): É a da “Heuristica”. Deve-se escutar para motivar-nos a toda ação criadora, a todo movimento que tende a solucionar problemas. Os dois primeiros movimentos são especialmente bons para a purificação emocional e para o soerguimento; O movimento “Tempestade”, seguido pelo “Hino de Ação de Graças”, também revelam-se muito gratificante.

Sétima Sinfonia: É a da “Exploração do Subconsciente”. Deve-se escutar para motivar-nos a nossa própria autoanálise, a nosso estudo axiológico.

Oitava Sinfonia: É a “Emancipação Psicológica”. Deve-se escutar para motivar-nos para as mudanças, transformação e a valorização.

Nona Sinfonia: É a da “Sublimidade” e da “Elevação”. Deve-se escutar para motivar-nos a remontar-nos às escalas de sentimentos místicos, de espiritualidade, de devoção. Retrata também a criação a partir do vazio e culmina no magnífico “Hino para Fraternidade”, que inspira amor universal e compreensão entre as nações."9ª Sinfonia". presentes em filmes de A Escolha de Sofia e Help, o último movimento. "Ode a Alegria",pode ser ouvida em Sociedade dos Poetas Mortos.

https://www.youtube.com/watch?v=jl4mW2Mc9is

Por Audaci Junior

Publicado no jornal Correio da Paraíba
Edição de 26 de março de 2017
Caderno 2 Editor Renato Félix

Germano Romero - Prisioneira Da Janela


Andei passando pelo bairro Cruz das Armas, cuja razão de seu nome desconheço. Mas, sei que é um dos bairros mais importantes da cidade. Populoso e adensado, antigamente era completo. Tinha tudo. O cinema Glória, o Clube Internacional, o Estado da Graça, o Mercado Público, bom comércio e serviços são apenas algumas das características que o tornavam uma comunidade, a bem dizer, autônoma. Além de um bucolismo aconchegante, sobretudo lá pelas décadas de 50 e 60, tempo em que galos " teciam as manhãs", e pouco mais, os passarinhos.Tempo em que, um dia, se dava um bom dia.Tempo de janela aberta,em que as tardes convidavam a postar-se nas calçadas, sem pressa e sem medo.

Hoje mudou tudo. O trânsito é intenso, o barulho é urbano, já reflete a agonia de um tempo que é moderno. Muitas casas reformadas e famílias que partiram.

Naquela manhã, entrando em João Pessoa, tive que passar por lá.Cedo, com o Sol ainda morno, e o rebuliço urbano que já rugia voraz. O trânsito emperrado, parando nos sinais e, numa dessas paradas, observei uma casa que guardava em seu jardim, e na fachada original traços do romantismo de outrora. Mesmo com as janelas, agora, gradeadas, a casa era muito simpática e me transportou, ainda que por alguns segundos, aos tempos de paz e poesia.

Olhei para o terraço e vi na portinhola engradada o rosto de uma senhora, avançada na idade, contemplando o que passava e quiçá a própria vida.

Os cabelos quase brancos e os olhos fixados num tempo bem distante. Fiquei imaginando que lembranças desfilavam dentro daquele olhar. Tão sereno, tão distante, tão opaco. 

Certamente em muita história ela havia de pensar. Ao ver aquela rua com zoada e tanto carro. Tudo se tornara estranho, sem bom dia, sem boa tarde, nem cadeira na calçada. Só o medo e o progresso que agora lhe prendiam por detrás da janelinha.

Germano Romero, arquiteto e bacharel em Música.

Publicada no jornal Correio da Paraíba
Edição de 24 de março de 2017
Opinião

quarta-feira, 22 de março de 2017

Estevam Fernandes - Ele Não Desiste De Nós


Algumas pessoas ao vivenciarem situações amargas, tais como o luto inesperado, ruptura  de relacionamentos, decepções amorosas, perdas materiais  significativas, e muitas outras experiências adversas, muitas vezes, são dominadas por uma sensação de vazio, de perda de sentido. Tais pessoas, geralmente, são vencidas pela desmotivação, e nem mesmo a experiência da fé lhes é poupada da sensação do fracasso, imaginam-se abandonados por Deus e perdem o estímulo para acreditar.

É bem verdade que o sofrimento intenso deixa em nós, marcas profundas. Um sentimento de abandono. Desistência e fracasso andam sempre juntos.

Em algumas pessoas, por conta dos muitos dissabores, as lágrimas tendem a apagar as marcas da fé. Sobretudo, naquelas em que a fé não é fruto de uma experiência, mas uma tradição, uma espécie de herança cultural, familiar. A fé sempre emerge, sobrevivente, dentre os escombros do coração.Deus não desiste de nós!

Para que servem, então, as lágrimas?Certamente que elas não caem em vão! Qualquer que sejam os motivos que as produzem, elas serão sempre sementes de vida. Quando molham, o rosto, nutrem também, a alma. Chorar é está vivo. Imagino que Deus, às vezes, nos permite as lágrimas para nos lembrar que ainda estamos vivos. Deus não desiste de nós!

Não faz qualquer sentido deixar-se dominar pelo fracasso, pela solidão. O descaso com a vida é uma forma disfarçada e lenta de suicídio. Só os fracos desejam morrer!  Onde, então, buscar forças necessárias para a superação da dor e para a restauração dos sonhos? Somente em Deus!Deus não desiste de nós!

Quem redescobre o caminho da fé, pega carona nas asas das águias. Passa a conhecer novas estradas, como que pavimentadas de luz , e adornadas pelas cores da alegria, do louvor e da esperança. Anda segurando nas mãos de Deus. Deus é muito teimoso, por isso Ele não desiste de nós.

Estevam Fernandes é pastor de 1ª Igreja Batista

Publicada no jornal Correio da Paraíba
Edição de 29 de janeiro de 2017
Opinião

Mitos Da História

Jerry Adriani
Nasce em 29 de janeiro de 1947, o cantor paulista Jerry Adriani. Desde o começo da carreira, é ligado à música italiana: seu primeiro disco é Italianíssimo (1964).Depois passou a cantar música da Jovem Guarda e romântica, como "Doce , doce amor" (composição de Raul Seixas). Nos anos 1990, voltou à música italiana, inclusive com um disco com versões de canções de Renato Russo: Forza Semkpre (1999). 


Maysa
Morre em um acidente automobilístico no Rio, em 22 de janeiro de 1977, aos 40 anos , a cantora paulista Maysa . A intensa cantora que  havia passado pelo samba-canção, e pela bossa nova, além de marcar com a interpretação de "Ne me quittes pas", propriedade de Edith Piaf, chocou seu carro contra a mureta central da Ponte Rio-Niterói. Sua vida foi contada na minissérie Maysa - Quando Fala o Coração (2009).

Antônio Carlos Jobim
Nasce, em 25 de janeiro de 1927, o cantor, compositor, arranjador e instrumentista carioca Antônio Carlos Jobim. De pianista nas boates de Copacabana, Tom Jobim se tornou um dos principais nomes da história da música brasileira e mundial. Como compositor, teve parcerias históricas com Newton Mendonça e Vinícius de Moraes. Dividiu discos com Frank Sinatra e Eli Regina. Morreu em 1994.

Antônio Callado
Nasce em 26 de janeiro de 1917, o jornalista e escritor Antônio Callado. Nascido em Niterói, ele se formou em Direito, mas nunca exerceu na área. Seu caminho foi mesmo a imprensa diária : trabalhou nos jornal o Globo e Correio da Manhã, nos anos 1930 e 2940. Trabalhou na BBC, em Londres, durante a II Guerra . Comandou a primeira edição da Enciclopédia Barsa. Cobriu a Guerra do Vietnã pelo Jornal do Brasil. A partir de 1951, começa a atuar também na literatura, com peças de teatro (como Pedro Mico, 1957), depois romances (como Quarup,1967). Morreu em 1997, aos 80 anos.

Frank Miller
Nasceu em 27 de janeiro de 1957, o roteirista americana de Histórias em quadrinhos Frank Miller. Miller teve grande papel no amadurecimento dos quadrinhos nos anos 1980, com obras como Ronin (1983) e Batman, o Cavaleiro das Trevas (1986). Miller também se aventurou pelo cinema, escrevendo o roteiro de Robocop 2 e 3 (1990 e 1992) e co-dirigindo Sin City (2005) e dirigindo o desastroso The Spirit (2008).

Por Renato Félix

Publicado no jornal Correio da Paraíba
Edição de 22 de janeiro de 2017
Lazer
História


terça-feira, 21 de março de 2017

Homenagem Póstuma Aos Meus Entes Queridos


Maria Dolores Marinho
21-03-1920
04-10-2014
Hoje 21.03.2017 se mamãe estivesse viva estaria fazendo aniversário, e nós, suas filhas comemorando com muita alegria.

Mas hoje, ela está com mais uma filha querida junto dela: Iaci que faleceu recentemente.
Maria Iaci Marinho de Mello 
27-05-1937
06-03-2017
Ela foi se juntar aos pais e aos irmãos que antes dela partiram para 
a vida eterna: Papai,Mamãe Isis, Ilme, Ives.




Oração pelos falecidos 



Pai santo, Deus eterno e Todo-Poderoso, nós Vos pedimos por estes queridos que chamastes deste mundo.



Dai-lhes a felicidade, a luz e a paz. Que eles, tendo passado pela morte, participem do convívio de Vossos santos na luz eterna, como prometestes a Abraão e à sua descendência.



Que suas almas nada sofram, e Vos digneis ressuscitá-los com os Vossos santos no dia da ressurreição e da recompensa.



Perdoai-lhes os pecados para que alcancem junto a Vós a vida imortal no reino eterno.



Por Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém

segunda-feira, 20 de março de 2017

Estevam Fernandes - Só Deus


Todo nós, algum dia, já nos deparamos com uma situação diante da qual no sentimos absolutamente impotentes. Nada poderíamos fazer, nenhuma palavra precisaria ser dita, nenhum gesto nosso faria qualquer diferença. Nessas horas só nos resta uma constatação, uma certeza , só Deus! 

Existe um tipo de dor que somente Deus ameniza. Há momentos tão difíceis que, se Deus não nos tomar pela mão, ficaremos prostrados, igualmente, se Ele não tocar nosso coração, ninguém conseguirá nos consolar. Se a força d'Ele não nos erguer do caos, ficaremos cambaleando, tal qual bêbados.

Depender de Deus não é sinal de fraqueza, antes, pelo contrário, é condição de fortaleza interior e vitória. Feliz a pessoa que pode dizer, a qualquer tempo:"Agora, só Deus". O homem só é grande quando se reconhece carente de Deus."o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza", é o que nos diz as Sagradas Escrituras.

Todos temos nossos limites. Ninguém se basta. Reconhecer seus limites é sinal de grandeza e de humanidade sadia. Diante das impossibilidades humanas, clamar por Deus é semear vitorias, é construir pontes por entre as nuvens nebulosas do sofrimento.

Muitas pessoas, quando olham para trás, percebendo os muitos livramentos em sua vida, têm uma certeza: Deus lhes deu forças para lutar e coragem para não desistir. 

Tais pessoas colocam a mão no peito, quais heróis sendo condecorados, dizem com voz de triunfo e gratidão: só Deus!

Sendo assim, e com certeza o é, diante de tudo que passamos e ainda haveremos de passar (pois a vida é cheia de surpresas), só nos resta uma certeza diante de nossas incertezas e das contingências ao nosso redor: só Deus para nos garantir proteção, manter viva a chama da fé e a vontade de viver.

Quando tudo parecer estar perdido, humanamente sem solução, não há por que entrar em desespero, tenha uma certeza: só Deus! Ele é tudo!

Estevam Fernandes é pastor da 1ª Igreja Batista 

Publicada no jornal Correio da Paraíba
Edição de 19 de março de 2017
Opinião

Mitos Da História

Glenn Close
Nasce, em 19 de março de 1947, a atriz americana Glenn Close. Imortalizada como a psicopata Alex Forrest de Atração Fatal (1987),  Glenn Close coleciona vários papéis de grande destaque, como a Cruela De Vil de 101 Dálmatas O Filme (1996) e a marquesa de Merteuil de Ligações Perigosas (1988). Também estrelou com sucesso a serie Damages na TV, entre 2007 e 2012, além de ser a mãe de Homer em Os Simpsons.

Sharon Stone
Estreou em 20 de março de 1992, o filme Instinto Selvagem. Misturando doses elevadas de sexo, suspense e violência, o filme dirigido pelo holandês Paul Verhoeven transformou a atriz Sharon Stone em uma estrela. Ela interpretou a escritora Catherine Trammel, suspeita de assassinar o namorado roqueiro a golpes de picador de gelo durante o ato sexual. Ela confundiu e seduziu o detetive que investigava o caso, vivido por Michael Douglas. O filme foi marcado por uma cena em especial : a antológica descruzada de pernas da personagem durante um interrogatório, revelando estar sem calcinha.

Chico Anysio.
Morre, 23 de março de 2012, aos 80 anos, o humorista, ator, compositor, cantor e escritor cearense Chico Anysio. Ele ficou conhecido principalmente pelas dezenas de personagens que interpretava em seus programas na TV, como o ator Alberto Roberto, o jogador de futebol Qualhada e bebum Tavares, o fanfarrão Pantaleão, o corrupto Justo Veríssimo e o professor Raimundo que teve seu próprio programa.  

Publicado no jornal Correio da Paraíba
Edição de 19 de março de 2017
História

CSI e Chicago Fire Brilham Na Record

Séries atraem público que amam história com adrenalina e aventuras.

CSI
Chicago Fire
As séries de TV são uma verdadeira febre para os telespectadores.A Record TV exibe há alguns anos séries que conquistaram fãs como é o caso de Chicago Fire e CSI.

Nenhum trabalho é mais estressante, perigoso e recheado de adrenalina do que o feito pelos bombeiros, equipes de resgate e paramédicos da Brigada 51 da série A Chicago Fire - Heróis contra o Fogo. Eles são os corajosos homens e mulheres que mergulham de cabeça no perigo quando alguém precisa de ajuda, enquanto outros correm para o outro lado. Em sua segunda temporada, a série vai ao ar às 00:15 de domingo na Record TV. Chicago Fire é uma série de televisão criada por Michael Brandt e Derek Hass, e produzida pelo criador da franquia Law e Order, Dick Wol. Quando uma tragédia acaba com a vida de um membro da equipe, existe muita culpa para distribuir. O tenente Mathew Casey, que passa por um divórcio, tenta trabalhar, porque não consegue deixar de bater de frente com o tenente Kelly Severide. Um culpa o outro pela morte do companheiro de equipe. Porém, quando é hora de atender uma nova ocorrência, eles colocam as diferenças de lado e se arriscam um pelo outro. 

Em sua oitava temporada, CSI conquistou o público que se mantém ligadinhos nos suspenses da série. Os fãs da série que tem mais de 10 anos.

Os crimes mais intrigantes da Big Apple são resolvidos pelos mais especializados e exímios investigadores de CSI:NY-Crime Scene Investigation: New York.O discreto detetive Mac Taylor é um dedicado investigador que acredita que tudo tem uma conexão e uma história. Ele e sua parceira, a detetive Stella Bonasera, comandam a equipe de especialistas que soluciona os crimes na cidade que nunca dorme.

Como seus colegas de Las Vegas e Miami, Taylor sabe que as pessoas podem mentir, mas as evidências não. Na equipe: Danny Messer, um investigador, e Dr Sheldon Hawkes, e o detetive de homicídios Don Flack.

Publicado no jornal Correio da Paraíba 
Edição de 19 de fevereiro de 2017 
Revista da TV

Onaldo Queiroga - Velhos Carnavais



Parece que foi ontem, mas já faz um bom tempo que o Carnaval era bem diferente.

Me recordo que nas décadas de 1970 e 1980 o sábado de carnaval era o dia do mela-mela. Mas  o que era o mela-mela Os envolvidos na brincadeira de carnaval saíam pelas ruas sob o som de uma pequena orquestra de metal e por onde passavam, usando colorau, maisena e talco, faziam a festa melando todo mundo que encontravam pela frente.

Já no domingo, havia molha molha. Recordo-me bem lá em Pombal, o pessoal usando camioneta e jeep, colocavam um tambor grande cheio d'água em cima desses veículos e saíam pelas ruas e também entravam em algumas casas de amigos para fazer a brincadeira de  molha molha.

Lembro-me que uma vez estávamos na casa do meu avô Antônio Rocha, na cidade de Pombal, numa manhã de domingo, e, de repente, om jeep de seu Aureliano Ramalho entrou na garagem da casa. Com um tambor em cima do carro, ele desceu e pegou todos de surpresa, ou seja, molhou todos que estavam no terraço. Então, todos tiveram que aderir a brincadeira, ligaram a radiola, colocaram um disco de carnaval e a festa continuou.

Mas naquela época também tinha o chamado corso carnavalesco, que ocorria sempre no final das tardes dos dias de carnaval. Consistia no desfile de diversos carros enfeitados, levando foliões fantasiados e que cantavam, bebiam e faziam a alegria contagiar o mundo.

E os clubes? O carnaval também acontecia nos clubes sociais. Comandado por grandes orquestras, os bailes tomavam conta das noites carnavalescas, onde a sociedade se reunia e marcava o passo do frevo, e, todos saíam pelo salão ao som das marchinhas e sambas imortais.

Velhos tempos, velhos carnavais que não voltam mais.

Onaldo Queiroga é escritor e Juiz de Direito.

Publicada no jornal Correio da Paraíba 
Edição de 25 de fevereiro de 2017
Opinião 

domingo, 19 de março de 2017

Homenagem a Maria Iaci Marinho de Mello




06 de março de  20171
Maria Iaci Marinhho de Mello

Geraldo Nicolau Júnior

Má notícia.

Infelizmente D. Iaci, minha Mamãe, não resistiu à sua grave doença e veio a óbito nesta segunda feira, às 18:30.

Estamos na Mortuária São João Batista e o enterro provavelmente será as 10:00 da terça, (07/03/17) no Cemitério Santa Catarina.

Homenagen da sobrinha Adayr M Ferreira



Adayr M Ferreira sentindo-se triste com Maria Iaci Marinho de Mello

Hoje o céu festeja a sua chegada, minha linda e querida tia Maria Iaci Marinho de Mello. Que os espíritos de luz a recebam. Sua alegria e gosto de viver ficará nas nossas lembranças. Uma doce mulher admirável. Esteja em paz!

"Aqueles que amamos não morrem jamais, apenas partem antes de nós." Chico Xavier.


Homenagem do sobrinho Edgard Bartolini Neto

Tia Maria Iaci Marinho de Mello, cumpriu sua missão na terra, agora descansa no nosso lar para ajudar outros que virão. Num futuro próximo. Deus conforte a família, mas que todos tenham o sentimento de ciclo fechado e Missão cumprida. Saudades e lembrança de minha Tia que viu o meu primeiro "porre" por engano de vinho confundido com água doce, A véia carioca que sempre brincávamos com ela.

Tia , vá em paz com os guias de Luz e com Deus.



Homenagem do sobrinho Demetrius Marinho

Sinto muito. Vou rezar por ela, para que siga em paz. 

sábado, 18 de março de 2017

Osório Duque Estrada

Osório Duque Estrada

Morre, em  5 de fevereiro de 1927, aos 56 anos, o poeta, crítico, professor, ensaísta e teatrólogo fluminense, Osório Duque Estrada.Ele é mais conhecido por ser autor da letra do Hino Nacional Brasileiro., A letra escrita em 1'909, só foi oficializada em 1922, ano do centenário da Proclamação da Independência. A música de Francisco Manuel da Silva em 1822, para celebrar a independência do País. 

Por Renato Felix

Publicado no jornal Correio da Paraíba 
05 de fevereiro de 2017

Lazer

Castro Alves


Castro Alves
1847-1871

Nasce, em 14 de março de 1847, o poeta baiano Castro Alves. É um dos principais nomes da poesia romântica na literatura brasileira, tendo incluído como tema de seus versos a luta contra a escravidão, como em "Navio Negreiro", de 1869. Este e "Vozes  d'África" estão no livro Os Escravos. Outros livros importantes são Espumas Flutuantes e A Cachoeira de Paulo Afonso. O escritor morreu em 1871, em Salvador.

Por Renato Felix

Publicado no jornal Correio da Paraíba 
Edição de 12 de março de 2017
Lazer.
História

Onaldo Queiroga - A confraria Das Calçadas

A conversa na calçada ainda resiste. Na cidades sertanejas, vizinhos possuem o costume de sentarem na calçada para palestrar nos períodos noturnos. Mesmo havendo TV com suas novelas, redes sociais e da violência crescente, esse hábito secular perdura.

Quando vou ao sertão costumo frequentar essas calçadas. É agradável e enriquecedor o bate-papo.Alguns ali se encontrarem com notebook, tabletes e celulares conectados nas redes sociais, mesmo assim, interagem com os demais presentes. Sai de tudo nessa confraria da calçada : política, futebol, religião, causos, fuxico, histórias e estórias.

Quando passa alguém por ali, a turma não perdoa. É só o cidadão sumir no horizonte da rua que começam os comentários. Eita língua de aço. Certo dia, passou um conhecido com a esposa. Caminhavam de mãos dadas pelo leito da rua e cumprimentaram a todos que estavam na calçada. Quando foram sumindo na penumbra da noite, a turma começou o falatório. Um disse: Esse rapaz vive na igreja quase todo santo dia com a mulher, mas só tem a capa.Um outro, complementou: Verdade. É a reza na boca e a maldade no coração. Vive saltando de galho em galho. Numa eleição está apoiando um partido, na outra, dependendo da vantagem já está do outro lado. 

Foi aí que um terceiro integrante da confraria disse: Nesse mundo tem muita gente desse tipo. Mas dos olhos de Deus ele não escapa. Cabra assim não tem amigos, mas bajuladores. Quando não tiver mais nada para oferecer, fica esquecido na solidão do ocaso.

Tem grupos que o falatório é tão grande, que ninguém quer sair primeiro para não ser objeto das línguas de quem fica. Eita povo danado. Falam dos outros e esquecem de si. 

Onaldo Queiroga é escritor e  Juiz de Direito

Publicada no jornal Correio da Paraíba 
Edição de 11 de fevereiro de 2017
Opinião

Onélia Queiroga - A Caridade

A caridade é uma virtude que, se utilizada pelo homem, certamente fortalecerá a humildade e afastará a soberba que o tenta a só pensar na riqueza, na amizade de amigos abastados e na oportunidade de crescer na esfera social.

A nossa verdadeira intenção e amar a Deus deve ser consubstanciada através da caridade, revelada mediante nova disposição de amar a Deus e ao próximo como a  nós mesmos, com atos de dignos cristãos.

A ausência de caridade em nossos pensamentos e em nossas ações representará possível nascente  de comportamentos ignóbeis, capazes de traírem pessoas de boa fé, acarretando deslealdade para com os justos e necessitados de afetos.

O homem deve banir de suas atitudes a maldade que pode dar-lhe somente desgosto e uma vida pesada de culpa, pelos maus atos praticados. E, quantas vezes, até mesmo os confiantes são arrastados pela indolência dos bons, quando hipnotizados pela ganância de oferta de vida opulenta.

O ser humano deve sempre vigiar as suas decisões, se dignas ou indignas, para evitar caminhos pedregosos e examinar o que existe de bom no seu coração e segui-lo, com destemor e altivez. A caridade nos leva a amar a temperança. Esta, diante dos falsos acenos do mundo, representa o equilíbrio verdadeiro que garante o sossego espiritual.

A aliança entre estas duas virtudes é a fortaleza que nos conduz ao estágio da paz. Estágio que nos possibilita descobrir, quando o Senhor fala conosco.

Onélia Queiroga
Escritora e Professora de Ciências Jurídicas da Faculdade de Direito da UFPB

Publicada no jornal Correio da Paraíba
Edição de 05 de fevereiro de 2017
Aos Domingos
Caderno 2

sexta-feira, 17 de março de 2017

Mitos Da História


Zsa Zsa Gabor
Nasce, em 6 de fevereiro de 1917, a atriz húngara Zsa Zsa Gabor. Ela se tornou uma pioneira em ser reconhecida, anates de mais nada, por ser uma celebridade. Seu reconhecimento vem mais de seus vários casamentos, aparições 3 por por interpretar a si mesma em participações no cinema e na TV. Seu principal filme foi Moulin Rouge (1952), em que interpretou Jane Avril, musa de Toulouse-Lautrec. Morreu em 18 de dezembro de 2016. 

 Gustave Flaubert
É absolvido, em7 de fevereiro de 1857, o escritor francês Gustave Flaubert. Ele havia sido acusado de imoralidade por causa de seu romance Madame Bovary, lançado naquele ano, a história de uma mulher adúltera com crítica à burguesia e ao clero. Era uma vingança da sociedade burguesa contra o autor, que a ridicularizava no romance. Flaubert sentou no banco dos réus, mas acabou sendo absolvido pela  Sexta Corte Correcional do Tribunal de Sena, em Paris. A censura e o julgamento foram reflexos do grande interesse gerado pelo livro, o que levou o autor a dizer "Emma Bovary sou eu". Nasceu em 12 de dezembro de 1821 e morreu em  8 de maio de 1880.


John Williams
Nasce, em 8 de fevereiro de 1932, o compositor e maestro americano John Williams, .Ele é o autor de algumas das trilhas sonoras mais famosas do cinema: Tubarão(1975), Guerra nas Estrelas (1977), Os Caçadores da Arca Perdida(1981) e E.T.O Extraterrestre (1982). Ele ganhou cinco Oscars e foi indicado 41 vezes. É colaborador muito presente de Steven Spielberg e assinou a trilha de todos os episódios de Star Wars.

Em 9 de fevereiro de 1997, Os Simpsons se torna a série animada que mais tempo foi exibida no horário nobre da TV americana, ultrapassando Os Flinstones. O recorde foi a ampliado consideravelmente desde então, já que a série continua sendo exibida, atualmente em sua 28ª temporada. A série agora também é a sitcom, a série animada e a série do horário nobre de maior longevidade da TV americana.

Sidney Shelden.
Nasce em 10 de fevereiro de  1917, o escritor e produtor americano Sidney Shelden. Ele se tornou um nome familiar graças a uma série de romances populares, como O Outro Lado da Meia Noite (1973). A Herdeira (1977), e Se Houver Amanhã (1985). Como roteirista, ganhou um Oscar por Solteirão Cobiçado (1947) e criou as séries Geannie É Um Gênio (1965)-1970) e Casal 20 (1979-1984). Morreu em 2007. 

Por Renato Felix

Publicado no jornal Correio da Paraíba 
05 de fevereiro de 2017
Lazer

terça-feira, 14 de março de 2017

A Indomada


Ninguém segura essa mulher! Com uma mistura de Nordeste com Europa, A Indomada laçou o coração do Brasil!

A fictícia cidade de Greenville, localizada no nordeste do Brasil, misturava costumes ingleses e nordestinos. No passado, havia sido uma cidade rica e ainda mantinha o poder nas mãos da poderosa família Mendonça e Albuquerque, proprietárias da usina Monguaba. Por ser uma família tradicional, eles não tinham nenhum tipo de relação com pessoas de poucas posses.

Paixão Proibida

Carlos Alberto Riccelli e Adriana Esteves
Por ironia do destino, Eulália de Mendonça e Albuquerque (Adriana Esteves) se apaixonou por Zé Leandro (Carlos Alberto Riccelli), um rapaz pobre que era cortador de cana. Sua família conservadora tratou de acabar com esse amor e nunca deixou que eles ficassem juntos. Ameaçado, Zé foi embora, mas prometeu voltar para fugir com Eulália e cuidar da filha que ela ela estava esperando.

Quinze anos depois

Leandra Leal e Adriana Esteves
Com uma pequena fortuna que conseguiu garimpando, Zé voltou para fugir com Eulália que, nessa época, cuidava sozinha de sua filha, Lúcia Helena (Leandra Leal).Mas a fuga foi descoberta por Pedro Afonso (Cláudio Marzo), irmão de Eulália, que boicotou o bote em que a família estava ,fazendo com que o barco afundasse e, dessa tragédia, só Helena (Leandra Leal) sobreviveu.

Pedro perde sua fortuna

Cláudio Marzo e Eva Wilma
Helena (Leandra Leal) foi morar com Pedro e a esposa dele, Altiva (Eva Wilma), mas era maltratada por eles. Algum tempo depois, o forasteiro Teobaldo (José Mayer), que era apaixonado por Eulália, ganhou a fortuna de Pedro em uma aposta e prometeu devolver o dinheiro a Helena se a mesma se casasse com ele quando atingisse a maioridade. Ela acabou aceitando. Helena, então, foi estudar na Europa e voltou amadurecida.

A indomada
José Mayer e Adriana Esteves 
Por acaso do destino, Helena (interpretada por Adriana Esteves nessa segunda fase), e Teobaldo (José Mayer) acabaram se apaixonando de verdade. Cheia de ideais,a moça decidiu reabrir a usina Monguaba , que anteriormente havia sido fechada por seu tio. Altiva (Eva Wilma), que estava tramando a morte da sobrinha, tentou matá-la, mas acabou provando do próprio veneno e morreu.

Adriana Esteves e José Mayer
No fim, Helena disse a Teobaldo que esperava gêmeos. Eles terminam a trama felizes.

Ficha Técnica

Emissora: Globo
Capítulos: 203
Autor:Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares
Exibição: 17/02/1997 a 20/10/1997 às 20h

Texto: Vitória Palmejani/Colaboradora

Fotos: Reprodução/Conta MaisLucas Novelas/Memória da Globo

sábado, 11 de março de 2017

Torre De Babel


Ódio e vingança - Movidos pela ambição, os personagens de Torre de Babel foram capazes de tudo
Tony Ramos
José Clementino (Tony Ramos) arranjou um emprego como pedreiro na obra de um shopping, liderada pela construtora de César Toledo (Tarcísio Meira). Na festa entre engenheiros e operários para comemorar o final da obra, a esposa de Clementino foi pega pelo marido tendo relações com os dois rapazes.Tomado pela fúria, Clementino matou a mulher e um dos homens com uma pá.

A denúncia
Tarcísio Meira
César (Tarcísio Meira) conseguiu deter Clementino (Tony Ramos), mas indignado com a violência do empregado, o dono da construtora chamou a polícia e ainda depôs contra ele. No julgamento, o pedreiro foi condenado a 20 anos de prisão.

A vingança


Tony Ramos,Juca de Oliveira, Karina Barum e Adriana Esteves
Ao sair da prisão, Clementino jurou se vingar da família Toledo. Ele foi morar em um ferro velho com seu pai, Agenor (Juca de Oliveira), com seus dois meio-irmãos e suas filhas, Shirley (Karina Barum) e Sandrinha(Adriana Esteves). A primeira era doce, mas a segunda era ambiciosa e alimentava um ódio contra o pai por ele ter matado sua mãe.

O inimigo


Tarcísio Meira, Glória Menezes,Marcello Antony,Edson Celulari e Marcos Palmeira
Toledo estava vivendo uma crise no casamento com a esposa, Marta (Glória Menezes), além de sofrer com o comportamento do filho mais novo, Guilherme (Marcello Antony), que era dependente químico. Henrique (Edson Celulari), o filho mais velho, começou a tomar conta do shopping e o filho de meio,Alexandre (Marcos Palmeira), estudante de Direito e inocente, acabou sendo enganado por Sandrinha, que se envolveu com ele por dinheiro. 

A explosão 
Adriana Esteves
Clementino instalou explosivos no shopping para destruir os negócios de Toledo, mas sua intenção era de tomá-los com o local já fechado, para não ferir ninguém. Porém, os explosivos foram acionados na hora em que o shopping estava lotado, e deixando várias vítimas, inclusive Guilherme. Descobriu-se que Sandrinha havia explodido o shoping por raiva de seu pai e por ódio dos Toledos por não aceitarem se romance com Alexandre.

Final feliz
No fim, Alexandre(Marcos Palmeiras) ficou com a ex-namorada de seu pai, Lúcia Prado (Natália do Vale).
Clementino (Tony Ramos) se entregou ao amor por Clara (Maitê Proença) irmã de Marta.

Ficha técnica

Emissora: Globo
Capítulos: 203
Autor: Silvio de Abreu
Exibição: de 25 de maio de 1998 a 15 de janeiro de 1999, às 20h

Texto: Vitória Palmejani/Colaboradora

Publicado na revista Guia da TV 512 20 de janeiro d 2017-ano11 Replau de emoções: Anos 90
Fotos: Viva - Globo- Reprodução

As Novelas De Fernando Colunga

Fernando Colunga
O astro como o charmoso Eduardo, protagonista de Amanhã É para Sempre

Sem dúvida, o astro latino mais amado do Brasil é Fernando Colunga. Na sexta 3, o ator comemora mais uma primavera e não podemos deixar a data passar em branco. Além do aniversário de 51 anos do galã, ele completa 30 anos de carreira. Antes da fama, Colunga foi dublê e estreou como  ator em La Pobre Senorita Limantur (1987), na pele de Francisco. Mas notoriedade mundial chegou apenas após nove novelas, como Luis Fernando, o co-protagonista de Maria do Bairro. Minha Novela homenageia Fernando Colunga relembrando seus papeis mais marcantes Confira!

1995 -  Maria do Bairro 
Ao lado de Thalia, Luís Fernando foi o primeiro grande sucesso de Fernando. A novela foi exibida pelo SBT por sete vezes.

1997 - Esmeralda 
Ele  era José Armando e se apaixonou por Esmeralda (Letícia Calderón).E a deficiência visual da moça não foi capaz de atrapalhar o romance dos pombinhos.

1998- A Usurpadora 

Em A Usurpadora, ao lado de Gaby, sucesso inesquecível.
O conflito das gêmeas Paola e Paulina (Gaby Spanic) é um clássico latino. E Colunga viveu executivo Carlos Daniel.


2000 - Abraça-me Muito Forte

.Pela primeira vez, o ator foi eleito o Melhor Ator Protagonista do Prêmio TVyNovelas. Seu personagem, dessa vez, se chamava Carlos Manuel, sobrinho de Frederico. Ao chegar à fazenda  Maria do Carmo se apaixona por ele na primeira vez que o vê. Mas o rapaz se envolve com Débora, a amante de Frederico, que fica furioso com a situação e faz o possível para separar o casal, mas não consegue apagar o amor que sentem um pelo outro.

2003 - Amor Real

Apesar de ser curta, apenas 95 capítulos, a novela foi polêmica ao revelar que o protagonista, Manuel Fuentes, vivido por Colunga, foi supostamente morto.Sua colega de trabalho foi a atriz Adela Noriega. 

2007 - Paixão 

Com uma caracterização inusitada, Colunga viveu um pirata, o valente Ricardo de cabelos grandes,apresentando como protagonistas Susana González, Fernando Colunga. A trama foi exibida no Brasil em 2010, pela CNT.

2008 - Amanhã é para sempre

As divas Silvia Navarro e Lucero disputavam o amor de Eduardo, personagem do galã.

2010 -  A Dona
O astro repetiu a parceria com Lucero, como a mocinha Valentina, e Gaby Spanic, na pele da vilã, Ivana.

Por Thomaz Rocha

Publicado na revista Minha Novela n/n 913 03 de março de 2017
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