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segunda-feira, 13 de julho de 2026

Historia Perdida pdtSensoorl 2 l52 97u o tg047f 1 3 60 e t4th778ml57h d 91i i c222455 a m 97 · Quando finalmente conquistou dinheiro suficiente, ele fez a primeira coisa que o coração mandava: tirou sua mãe de um hospital psiquiátrico em Londres e a levou para uma mansão na Califórnia. Queria que, depois de tudo, ela finalmente tivesse paz — ou pelo menos algo que se aproximasse disso. Mas a realidade não era tão simples. Às vezes, ela não o reconhecia. Em outras, colocava pedaços de pão embrulhados em papel dentro dos sapatos dele — um gesto desconcertante, nascido de um passado de fome tão profundo que permanecia mesmo quando a escassez já tinha acabado. Era como se o corpo lembrasse do que a mente já não conseguia organizar. Esse homem era Charles Chaplin. E sua história não começa com o cinema — começa com a sobrevivência. Chaplin nasceu em 1889, em Londres, em um ambiente onde a pobreza não era exceção, era rotina. O pai alcoólatra desapareceu cedo. A mãe, Hannah, lutava para manter os filhos vivos enquanto enfrentava instabilidade mental crescente. Havia dias em que não havia comida. E havia dias em que não havia sequer um lugar seguro para dormir. Antes dos palcos, havia a rua. Antes da fama, havia a fome. Aos cinco anos, Chaplin já se apresentava no teatro. Não por ambição, mas por necessidade. A infância foi interrompida cedo demais — e substituída por trabalho, insegurança e uma maturidade forçada pelo sofrimento. Em certo momento, ele e o irmão foram enviados para um abrigo de pobres. A experiência marcou Chaplin profundamente. A miséria não era uma ideia abstrata para ele — era uma memória física. Em 1913, sua vida mudou ao entrar em Hollywood. Durante uma filmagem, pediram que ele improvisasse um figurino cômico. Ele entrou no camarim e pegou peças aleatórias: calças largas, casaco apertado, sapatos grandes demais, uma bengala e um pequeno chapéu-coco. Acrescentou um bigode falso — não para esconder o rosto, mas para envelhecê-lo. Nascia ali Carlitos, o “Vagabundo”. Um personagem que não precisava de muitas palavras para dizer tudo. Através dele, Chaplin transformou a comédia em crítica social. Em seus filmes, o riso vinha sempre acompanhado de algo desconfortável: desigualdade, exploração, solidão, injustiça. Ele fazia o público rir — e depois pensar. Em O Grande Ditador, ele finalmente quebrou o silêncio do personagem e fez um dos discursos mais marcantes da história do cinema, defendendo humanidade em meio à guerra e ao autoritarismo. Não era apenas atuação — era posicionamento. Mas o sucesso não o protegeu. Na década de 1950, durante o clima de perseguição política nos Estados Unidos, Chaplin foi acusado de simpatizar com ideias consideradas subversivas. Entrou em listas negras, foi investigado e acabou deixando o país. O mesmo lugar que o consagrou como gênio passou a tratá-lo como ameaça. Ele se mudou para a Suíça. Demorou duas décadas para que pudesse voltar aos Estados Unidos. Quando finalmente retornou, em 1972, recebeu um Oscar honorário. O público se levantou em uma ovação histórica que durou vários minutos. Não era apenas aplauso — era reconhecimento tardio. Chaplin morreu em 1977, em paz, durante o sono, no dia de Natal. Mas o que ele deixou vai além do cinema. Chaplin nunca esqueceu a infância. Nunca romantizou a pobreza. Em vez disso, transformou aquilo em linguagem artística e crítica. Ele carregava dentro de si a lembrança dos artistas de rua, do frio, da fome e da humilhação — e deu a essas memórias uma forma que o mundo inteiro pudesse entender. “Eu era como eles”, disse ele certa vez. E talvez seja isso que explique sua força. Carlitos não era apenas um personagem. Era uma memória daquilo que ele nunca deixou de ser — alguém que sobreviveu o suficiente para transformar dor em arte, e arte em humanidade. Ver menos Nenhum insight para mostrar Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Facebook Ilce Marinho

Historia Perdida

Quando finalmente conquistou dinheiro suficiente, ele fez a primeira coisa que o coração mandava: tirou sua mãe de um hospital psiquiátrico em Londres e a levou para uma mansão na Califórnia. Queria que, depois de tudo, ela finalmente tivesse paz — ou pelo menos algo que se aproximasse disso.
Mas a realidade não era tão simples.

Às vezes, ela não o reconhecia. Em outras, colocava pedaços de pão embrulhados em papel dentro dos sapatos dele — um gesto desconcertante, nascido de um passado de fome tão profundo que permanecia mesmo quando a escassez já tinha acabado. Era como se o corpo lembrasse do que a mente já não conseguia organizar.

Esse homem era Charles Chaplin.

E sua história não começa com o cinema — começa com a sobrevivência.

Chaplin nasceu em 1889, em Londres, em um ambiente onde a pobreza não era exceção, era rotina. O pai alcoólatra desapareceu cedo. A mãe, Hannah, lutava para manter os filhos vivos enquanto enfrentava instabilidade mental crescente. Havia dias em que não havia comida. E havia dias em que não havia sequer um lugar seguro para dormir.

Antes dos palcos, havia a rua. Antes da fama, havia a fome.

Aos cinco anos, Chaplin já se apresentava no teatro. Não por ambição, mas por necessidade. A infância foi interrompida cedo demais — e substituída por trabalho, insegurança e uma maturidade forçada pelo sofrimento.

Em certo momento, ele e o irmão foram enviados para um abrigo de pobres. A experiência marcou Chaplin profundamente. A miséria não era uma ideia abstrata para ele — era uma memória física.

Em 1913, sua vida mudou ao entrar em Hollywood. Durante uma filmagem, pediram que ele improvisasse um figurino cômico. Ele entrou no camarim e pegou peças aleatórias: calças largas, casaco apertado, sapatos grandes demais, uma bengala e um pequeno chapéu-coco. Acrescentou um bigode falso — não para esconder o rosto, mas para envelhecê-lo.

Nascia ali Carlitos, o “Vagabundo”.
Um personagem que não precisava de muitas palavras para dizer tudo.
Através dele, Chaplin transformou a comédia em crítica social. Em seus filmes, o riso vinha sempre acompanhado de algo desconfortável: desigualdade, exploração, solidão, injustiça. Ele fazia o público rir — e depois pensar.

Em O Grande Ditador, ele finalmente quebrou o silêncio do personagem e fez um dos discursos mais marcantes da história do cinema, defendendo humanidade em meio à guerra e ao autoritarismo. Não era apenas atuação — era posicionamento.

Mas o sucesso não o protegeu.

Na década de 1950, durante o clima de perseguição política nos Estados Unidos, Chaplin foi acusado de simpatizar com ideias consideradas subversivas. Entrou em listas negras, foi investigado e acabou deixando o país. O mesmo lugar que o consagrou como gênio passou a tratá-lo como ameaça.
Ele se mudou para a Suíça.

Demorou duas décadas para que pudesse voltar aos Estados Unidos. Quando finalmente retornou, em 1972, recebeu um Oscar honorário. O público se levantou em uma ovação histórica que durou vários minutos. Não era apenas aplauso — era reconhecimento tardio.

Chaplin morreu em 1977, em paz, durante o sono, no dia de Natal.
Mas o que ele deixou vai além do cinema.

Chaplin nunca esqueceu a infância. Nunca romantizou a pobreza. Em vez disso, transformou aquilo em linguagem artística e crítica. Ele carregava dentro de si a lembrança dos artistas de rua, do frio, da fome e da humilhação — e deu a essas memórias uma forma que o mundo inteiro pudesse entender.

“Eu era como eles”, disse ele certa vez.

E talvez seja isso que explique sua força.

Carlitos não era apenas um personagem.
Era uma memória daquilo que ele nunca deixou de ser — alguém que sobreviveu o suficiente para transformar dor em arte, e arte em humanidade.

Charles Chaplin






Frase do dia de Charles Chaplin: ‘Sorria, embora seu coração esteja doendo. Sorria, mesmo que esteja se partindo’

Por Gabriel Leme

27/05/2026

Em Curiosidade

segunda-feira, 25 de agosto de 2025

Mr. Bean

Mr. Bean

Curiosidades do mundo adicionou uma nova foto ao álbum "Recordes do Guiness book e outras Curiosidades

Difícil de acreditar, mas o ator que interpretou o Mr. Bean tem um dos maiores QIs do mundo: 178!

Rowan Atkinson entrou para a história como um dos comediantes mais icônicos de todos os tempos.

Seu personagem — silencioso, esquisito e completamente hilário — arrancou risadas em mais de 190 países.

Mas por trás daquele "bobalhão"... havia um verdadeiro gênio.

Só pra comparar: o QI médio da população é 100. O de Einstein era estimado em 160. E o de Rowan? 178.

Antes da fama, ele estudou engenharia elétrica na Universidade de Newcastle e fez mestrado em

Oxford. 

Sua tese? Sistemas avançados de controle para aeronaves. 

Sim, ele podia estar projetando aviões — mas preferiu fazer o mundo rir.

O que muita gente não percebe é que Mr. Bean não é só palhaçada.

É comédia de precisão, feita com ritmo, linguagem corporal, sutilezas psicológicas e... silêncio.

É preciso uma mente brilhante pra fazer algo parecer tão simples.

E tem mais: Rowan teve uma gagueira severa na infância.

Falar era difícil. Então ele construiu uma carreira... sem falar.

E fez o planeta inteiro rir com ele.

A história dele é uma aula de inteligência, elegância e acreditar em si mesmo.

Inspire-se!

terça-feira, 8 de abril de 2025

Falar pouco é uma virtude.

 Telma de Camargo



Aprender a se colocar em primeiro lugar não é egoísmo.

Para qualquer escolha se segue alguma consequência,

vontades efêmeras não valem a pena,

quem faz uma vez, não faz duas necessariamente, mas quem faz dez, com certeza faz onze.

Perdoar é nobre, esquecer é quase impossível.

Quem te merece não te faz chorar, quem gosta cuida.

O que está no passado tem motivos para não fazer parte do seu presente.

Não é preciso perder pra aprender a dar valor.

E os amigos ainda se contam nos dedos.

Aos poucos você percebe o que vale a pena, o que se deve guardar pro resto da vida, e o que nunca deveria ter entrado nela.

Não tem como esconder a verdade, nem tem como enterrar o passado.

O tempo sempre vai ser o melhor remédio, mas seus resultados nem sempre são imediatos.

Charles Chaplin


sexta-feira, 4 de abril de 2025

Aqui estão 9 lições poderosas que aprendi com Albert Einstein e que podem transformar sua maneira de ver a vida:

 Deus no comando




1. O futuro não deve te paralisar 

“Nunca penso no futuro. Ele está quase a chegar.”

Vivemos ansiosos pelo amanhã, mas a verdade é que o futuro chega de qualquer jeito. Em vez de se preocupar demais, foque no agora. Trabalhe, aprenda, cresça. O amanhã será consequência.

2. Ouse pensar grande

“Acho que só a especulação ousada pode nos levar mais longe e não a acumulação de fatos.”
Os grandes avanços não surgem da repetição do óbvio, mas da coragem de questionar, imaginar e inovar. Pense fora da caixa.

3. Nunca pare de seguir em frente

“A vida é como andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio, você precisa continuar se movendo.”
O segredo não está em nunca cair, mas em sempre levantar. Não pare. Avançar, mesmo devagar, ainda é progresso.

4. A política é mais difícil do que parece

Quando perguntaram a Einstein:

“Se o homem descobriu o átomo, por que não podemos encontrar uma solução política para impedir que ele nos destrua?”
Ele respondeu:
“Isso é simples, meu amigo. Porque a política é mais difícil que a física.”
A inteligência nem sempre vence os interesses. Por isso, pense bem antes de confiar cegamente em discursos políticos.

5. A genialidade está na simplicidade

Einstein defendia o princípio da “Navalha de Einstein”: elimine o desnecessário e mantenha o essencial.
Complicar é fácil. Ser simples, mas profundo, é uma arte.

6. O verdadeiro objetivo da educação

Para Einstein, o propósito de estudar não era memorizar fatos, mas aprender a pensar.
Leia mais. Questione mais. A maior habilidade da vida é saber raciocinar por conta própria.

7. Tudo está conectado

“Todas as religiões, artes e ciências são ramos da mesma árvore.”
O verdadeiro crescimento vem quando entendemos que somos parte de algo maior. Seja ciência, filosofia ou religião, tudo contribui para a evolução humana.

8. Sua consciência vale mais do que qualquer ordem

“Nunca faça nada contra sua consciência, mesmo que o Estado exija.”
Obedecer sem questionar pode ser perigoso. Seja fiel aos seus princípios, mesmo quando for difícil.

9. A relatividade da vida

Einstein explicou sua famosa teoria de um jeito genial:
“Ficar dois minutos lendo pode parecer uma eternidade. Mas ficar duas horas conversando com uma bela dama pode parecer dois minutos. Isso é relatividade.”

O tempo não é absoluto. A forma como vivemos define a sua duração.
Agora, a pergunta é: qual dessas lições mais impactou você?

Anabela Clavijo Ascarrunz

quarta-feira, 5 de março de 2025

Já vivi tanto



Charles Chaplín

Justina Cavalcante de Souza 
Encantos e Poesias

*"Já vivi tanto que aprendi que a vida é mais do que passar por ela. 

Perdi, amei, chorei, ri e fui rejeitada, mas sempre me atrevi. 

Me descobri nas derrotas e levantei com ousadia. 

O mundo não pertence aos que o contemplam, mas aos que o enfrentam com paixão. 

Porque viver não é apenas respirar, é ousar, abraçar, perder com dignidade e vencer com ousadia. 

A vida é grande demais para ser insignificante."*

*Charles Chaplín*




segunda-feira, 3 de março de 2025

Charles Chapin



Justino Cavalcante de Souza 
Encantos e Poesias

*Já vvi tanto que aprendi que a vida é mais do que passar por ela

Perdi, 

amei,

chorei, 

ri e fui rejeitada,

mas sempre me atrevi. 

Me descobri nas derrotas e levantei com ousadia.

O mundo não pertence aos que o contemplam, mas aos que o enfrentam com paixão.

Porque viver não é apenas respirar, é ousar, abraçar, perder com dignidade e vencer com ousadia. 

A vida é grande demais para ser insignificante."*

*Charles Chaplín*

sábado, 1 de fevereiro de 2025

Mario Quintana

 


Geruza Sena Lindas Mensagens

quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

O Sorriso




Feliz com a vida

Nada custa, mas acrescenta muito.

Enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores.

Dura apenas um segundo, mas muitas vezes a memória o guarda para sempre.

Traz a felicidade ao lar.

Alimenta a boa vontade entre as pessoas.

É a senha dos amigos.

Serve de incentivo para o desanimado, de alegria para o triste, de repouso para o fatigado.

Contra o mau humor, é o maior antídoto da natureza.

É o maior e melhor cartão de visitas.

Acalma os nervos e estimula a circulação em todo o rosto.

Promove harmonia em todo o nosso organismo.

Enfim, dá brilho aos olhos e simpatia ao caráter.

Então, SORRIA!...

Mário Quintana



sábado, 18 de janeiro de 2025

Um dia a estrada termina.-Carlos Drummod de Andrade



Creuza SacarsoCarlos Drummod de Andrade

"Um dia a estrada termina.

A louça fica na pia, a TV fica ligada, o livro fica aberto numa página que nunca mais será virada.   

A estrada acabou

Roupas no armário, lençóis dobrados, casa limpa, toalha na cama, móveis no mesmo lugar.

A estrada acabou

Chinelos na entrada da porta, mesa posta, café frio na xícara, retrato empoeirado, lista na geladeira
.
A estrada acabou

Aqueles que magoei continuarão a andar e talvez não se lembrem mais de mim.

Estrada, minha estrada, termina

E novas primaveras virão, novos brotos surgirão e as estações continuarão mudando, sem mim.

E vai ter partidas e chegadas, encontros e despedidas, novos amores, novos amigos e reconstruções. 

A vida vai continuar sem mim

E hoje, enquanto eu puder respirar, minha oração mais linda é: 

se eu não levar nada daqui, que eu possa deixar lindas lembranças no coração das pessoas. "

- Eunice Ramos -




sábado, 11 de janeiro de 2025

Mário Quintana



Silene StanClarice Lispector,Tati Bernardi,Caio Fernando Abreu

"Se for pra esquentar, que seja no sol...

Se for pra enganar, que seja o estomago...

Se for pra chorar, que se chore de alegria.

Se for pra mentir, que seja a idade...

Se for pra roubar, que se roube um beijo...

Se for pra perder, que seja o medo...

Se for para cair, que seja na gandaia...

Se existir guerra, que seja de travesseiros...

Se existir fome, que seja de amor..."

Se for pra ser feliz... que seja o tempo todo!”

Mário Quintana
Siba
Codinome Beija Flor 

quinta-feira, 8 de agosto de 2024

O Apostolo da Caridade - Charlie Chaplin




Frank Merino Euripedes Barsanulfo- O Apostolo da Caridade


Certa vez, Charlie Chaplin contou uma piada perante uma plateia.

Todo o mundo riu.

Contou uma segunda vez e apenas alguns se riram.

Quando contou isso pela terceira vez, ninguém se riu.

Depois disse algumas palavras bonitas:

“Se não consegue rir e rir da mesma piada, porque chora e chora da mesma dor e tristeza?

Por isso, aproveite cada momento da sua vida.”

Charlie Chaplin deixou uma grande fortuna sem dizer uma palavra ou magoar ninguém.

Lembremo-nos destas frases que tocam o coração.

1- Nada nesta vida é permanente, nem mesmo os nossos problemas.

2- Gosto de caminhar à chuva porque ninguém vê as minhas lágrimas.

3- O dia mais desperdiçado da sua vida é aquele em que não se ri.

Sorri à Vida.



domingo, 21 de janeiro de 2024

Mahtma Gandhi


Mahtma Gandhi

Sylvia Rebelo

Quando Gandhi estudava Direito na Universidade de Londres tinha um professor chamado Peters, que não gostava dele, mas Gandhi não baixava a cabeça.

Um dia o prof. estava comendo no refeitório e sentaram-se juntos.

O prof. disse:

- Sr. Gandhi, você sabe que um porco e um pássaro não comem juntos?

Ok, Prof..... Já estou voando...... e foi para outra mesa.

O prof. aborrecido resolve vingar-se no exame seguinte, mas ele responde, brilhantemente, todas as perguntas.

Então resolve fazer a seguinte pergunta:

- Sr. Gandhi,

indo o Sr. por uma rua e encontrando uma bolsa, abre-a e encontra a Sabedoria e um pacote com muito dinheiro.

Com qual deles ficava?

Gandhi respondeu....

- Claro que com o dinheiro, Prof.!

- Ah! Pois eu no seu lugar Gandhi, ficaria com a sabedoria.

- Tem razão prof, cada um ficaria com o que não tem!

O prof. furioso escreveu na prova "IDIOTA" e lhe entregou.

Gandhi recebeu a prova, leu e voltou:

E disse...

- Prof. o Sr. assinou a prova, mas não deu a nota!

Moral da historia.

Semeia a Paz, Amor, compreensão. 

Mas trata com firmeza quem te trata com desprezo. 
Ser gentil não é ser capacho, nem saco de pancadas...


terça-feira, 16 de janeiro de 2024

segunda-feira, 13 de novembro de 2023

Charles Chaplin - Biografia

Charles Chaplin
Ator e cineasta inglês
Por Dilva FrazãoBiblioteconomista e professora


Biografia de Charles Chaplin

Charles Chaplin (1889-1977) foi um ator, dançarino, diretor e produtor inglês. Também conhecido por "Carlitos", foi o mais famoso artista cinematográfico da era do cinema mudo. Ficou notabilizado por suas mímicas e comédias do gênero pastelão.

O personagem que mais marcou sua carreira foi "O Vagabundo" (The Tramp), um andarilho pobretão com maneiras refinadas e a dignidade de um cavalheiro, que se vestia com um casaco esgarçado, calças e sapatos desgastados e mais largos que o seu número, um chapéu coco, uma bengala e seu marcante bigode.

Infância

Charles Spencer Chaplin Jr. nasceu em Londres, Inglaterra, no dia 16 de abril de 1889. Seu pai, Charles Spencer Chaplin, era vocalista e ator e sua mãe, Hannah Chaplin, era cantora e atriz. Seus pais se separam antes de Charles completar três anos. Em 1894, com apenas cinco anos, Chaplin subiu ao palco e cantou a música "Jack Jones".

Seu pai era alcoólatra, tinha pouco contato com o filho e morreu de cirrose hepática em 1901. Sua mãe foi internada em um asilo e Chaplin foi levado para um orfanato e depois transferido para uma escola de crianças pobres.

Primeiro Filme de Sucesso de Charles Chaplin

Em 1908, com 19 anos, Charles Chaplin começou a trabalhar no teatro de variedades, fazendo sucesso como mímico. Em 1910, em uma turnê nos Estados Unidos com a trupe de Fred Karmo, foi visto por um produtor cinematográfico e, em 1913, já estreava como ator de cinema da Keystone Film Company.

No final de 1914, Chaplin foi contratado pela Essanay, recebendo um alto salário, junto com sua própria unidade de produção. Em 1915, ele produziu a comédia “The Tramp” (O Vagabundo), quando criou o seu famoso personagem – "o vagabundo Carlitos".

O Vagabundo - 1915

Carlitos era um andarilho, pobretão, com maneiras refinadas e a dignidade de um cavalheiro, vestia-se com casaco esgarçado, calças e sapatos desgastados e mais largo que o seu número, um chapéu-coco, uma bengala e seu marcante bigode. O personagem humilde e galante passou a ser a figura central de diversos filmes de Chaplin.

Produtora United Artists

Em 1919, Charles Chaplin fundou sua própria produtora, a United Artists, junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D. W. Griffith. 

Com seu personagem “Carlitos”, criou filmes com uma mescla de humor, poesia, ternura e crítica social, os mais longos do período, entre eles:The Kid (O Garoto,1921) que conta a história de um bebê que acaba ficando aos cuidados de um vagabundo

The Gold Rush (Em Busca do Ouro, 1925) que se passa no Alasca em plena corrida do ouro
The Circus (O Circo, 1928)

O Circo -1928

Em 1927, com a chegada do cinema falado, Charles Chaplin se opôs ao novo modelo de fazer cinema e continuou a criar obras-primas baseadas em suas mímicas. São dessa época:City Lights (Luzes da Cidade, 1931) que conta a história do vagabundo que se finge de milionário para impressionar uma florista cega, por quem se apaixonou.

Modern Times (Tempos Modernos, 1936) que satiriza a mecanização da modernidade.

Tempos Modernos -1936
Primeiro Filme Falado de Chaplin

O primeiro filme falado de Charles Chaplin foi The Great Dictator (1940) (O Grande Ditador). O filme foi lançado no dia 15 de outubro de 1940, o filme faz uma sátira ao nazismo e ao fascismo.


O Grande Ditador - 1940

O filme recebeu cinco indicações ao Oscar em 1941, nas categorias de melhor filme e melhor ator, para Charles Chaplin, melhor roteiro original, melhor trilha sonora e melhor ator coadjuvante, para Jack Oakle.

Vida Pessoal

Charles Chaplin teve uma vida sentimental intensa, casou-se quatro vezes, os três primeiros casamentos com estrelas de seus filmes, das quais se divorciou com escândalos: Milded Harris, Lita Grey e Paulette Goddard. Com 54 anos, conheceu Oona, a filha do teatrólogo irlandês Eugene O'Neill, de apenas 18 anos, com quem se casou, teve seis filhos e com ela viveu até o fim da vida.

Fuga dos Estados Unidos

Apesar da grande popularidade de Charles Chaplin e do sucesso de seus filmes, muitas de suas ideias eram incompatíveis com os setores conservadores da sociedade norte-americana. 

Seu filme “Shoulder Arms” (Ombros Armas!), de 1918, provocou protestos de pretensos patriotas. Acusado de comunismo, foi perseguido pelo Macarthismo. Em 1952, Chaplin abandonou os Estados Unidos, indo morar em Corsier-sur-Vevey, na Suíça.

Em 1972, Charles Chaplin voltou aos Estados Unidos para receber o "Prêmio Especial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas". Em 1975, foi agraciado pela Rainha Elizabeth II com o título de Sir.

Charles Chaplin faleceu em Corsier-sur-Vevey, Suíça, no dia 25 de dezembro de 1977.

Filmes de Charles ChaplinCarlitos Casanova, 1914

O Vagabundo, 1915

O Imigrante, 1917

Vida de Cachorro,1918

Carlitos nas Trincheiras, 1918

Idilio No Campo, 1919

O Garoto, 1921

Pastor de Almas, 1923

Casamento de Luxo, 1923

Em busca do Ouro, 1925

O Circo, 1928

Luzes da Cidade, 1931

Tempos Modernos, 1936

O Grande Ditador, 1940

Monsieur Verdoux, 1947

Luzes da Ribalta, 1952

Um Rei em Nova Iorque, 1957

A Condessa de Hong Kong, 1967

Zilva Frazão
É bacharel em Biblioteconomia pela UFPE e professora do ensino fundamental.

Charlie Chaplin

 


quinta-feira, 19 de outubro de 2023

Charlie Chaplin

 


Paulo Costa Moramed 


Triste mas verdadeira

quinta-feira, 3 de junho de 2021

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Charles Chaplin

 


  
Maecelene Gaioso Szklarski
5 de novembro 

Charles Chaplin morreu aos 88 anos .deixou 4 declarações: 

1 ... Nada é eterno neste
mundo, nem mesmo nossos problemas.

2 ... Gosto de andar na chuva, para que ninguém veja minhas lágrimas.

3 ... O dia mais desperdiçado da vida é o dia em que não rimos.

4 ... Os seis melhores médicos do mundo ...
1. Sol,
2. Descanso,
3. Exercício,
4. Dieta,
5. Autoestima
6. Amigos.

Se você ver a lua, verá a beleza de Deus.

Se você ver o sol, verá o poder de Deus.

Se você se olhar no espelho, verá a melhor criação de Deus.

Então, acredite.

Somos todos turistas, Deus é o nosso agente de viagens que já definiu os nossos roteiros, reservas e destinos.

A vida é apenas uma jornada!

Viva o presente !

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Mahatma Gandhi


Maria da Glória de Oliveira