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quinta-feira, 19 de setembro de 2024

Cada pessoa que está na terra

 Carlos Eduardo Nascimento

Chico Xavier




sexta-feira, 4 de agosto de 2023

Bezerra de Menezes







Maria Betânia Chico Xavier um homem chamado amor

Certa feita, acabada a sessão espírita, descera Bezerra de Menezes ainda emocionado, as escadas da Federação Espírita Brasileira, quando localizou um irmão, de seus 45 anos, cabelos em desalinho, com a roupa suja e amarrotada.

Os dois se olharam, Bezerra compreendeu logo que ali estava um caso todo particular para ele resolver, e levou o desconhecido para um canto e lhe ouviu, com atenção, o desabafo, o pedido:

- Dr. Bezerra, estou sem emprego, com a mulher e dois filhos doentes e famintos... E eu mesmo, como vê, estou sem alimento e febril!

Bezerra, apiedado, verificou se ainda tinha algum dinheiro. Nada encontrou nos bolsos, apenas a passagem do bonde...

Tornou-se mais apiedado e apreensivo. 

Levantou os olhos já molhados de pranto para o alto e, numa prece muda, pediu inspiração a Maria Santíssima, seu anjo tutelar e solucionador de seus problemas.

- Meu filho, você tem fé em Nossa Senhora, a Mãe do Divino Mestre, a nossa Mãe Querida?

- Tenho e muita Dr. Bezerra!

- Pois, então, em Seu Santíssimo Nome, receba este abraço...

E abraçou o desesperado irmão, envolvente e demoradamente. E, despedindo-se, disse:

- Vá, meu filho, na Paz de Jesus e sob a proteção do Anjo da Humanidade... 

E, em seu lar, faça o mesmo com todos os seus familiares, abraçando-os, afagando-os. E confie Nela, no amor da Rainha do Céu, que seu caso há de ser resolvido!


Bezerra partira. A caminho do lar, meditava se teria comprido seu dever, será que possibilitar ajuda ao irmão em prova, faminto e doente?

E arrependia-se por não lhe haver dado senão um abraço. 

Não possuía nenhum dinheiro. 

O próprio anel de grau já não estava nos seus dedos.

Tudo havia dado. Não tendo dinheiro, dera algo de si mesmo, vibrações, bom ânimo, moeda da alma ao irmão sofredor e não tinha certeza de que isto lhe bastara...

E, nesse estado de espírito, preocupado pela sorte de um seu semelhante, chegou ao lar!

Uma semana se passara e Bezerra não se recordava mais do sucedido.

Muitos eram os problemas alheiros...

Após a sessão de outra 3ª feira, descia as escadas da FEB, quando alguém no mesmo lugar da escada, trazendo na fisionomia toda a emoção do agradecimento, toca-lhe o braço e lhe diz:

- Venho agradecer-lhe, Dr. Bezerra o abraço milagroso que me deu na semana passada, neste local e nesta mesma hora. 

Daqui saí logo me sentindo melhor. 

Em casa, cumpri seu pedido e abracei minha mulher e meus filhos. 

Na linguagem do coração, oramos todos à Mãe do Céu. Na água que bebemos, parece, continha alimento, pois dormimos todos bem..
.
No dia seguinte, estávamos sem febre e como que alimentados. 

E veio-me a inspiração, guiando-me a uma porta, que se abriu e alguém por ela saiu, ouviu meu problema, condoeu-se de mim e me deu um emprego, no qual estou até hoje...

E venho lhe agradecer a grande dádiva que o senhor me deu, arrancada de si mesmo, maior e melhor do que dinheiro!

O ambiente era tocante! Lágrimas caíam tanto dos olhos de Bezerra como do irmão beneficiado e desconhecido. 

E numa prece muda, de dois corações unidos, numa mesma força gratuita, subiu aos Céus, louvando Aquela que é, em verdade, a porta de nossas esperanças, a Mãe Sublime de todas as mães, a advogada...

Louvado seja  Maria  Santíssima

quarta-feira, 31 de maio de 2023

Cada pessoa que está na terra tem um objetivo nobre a cumprir

Dr:.Bezerra de Menezes.


Aquele bêbado jogado na calçada, 

aquele mendigo sem juízo, 

aquela pessoa drogada caída na sarjeta, 

aquele velhinho abandonado em um asilo, 

aquela mulher prostituída que ninguém dá valor, 

todos esses tem uma missão na Terra e uma finalidade, pois se não tivessem já não estariam mais aqui.

Em nosso preconceito e em nossa ignorância absolvemos e condenamos a todo instante sem saber as razões de cada um.

Muitas vezes quem está lá em baixo, aqueles que julgamos sem nenhum valor estão lá justamente para testar nossa verdadeira caridade e mostrar que o mundo dá muitas voltas.

Um dia essas pessoas foram tão "normais" quanto nós, e nós, em toda nossa "normalidade", um dia poderemos estar como elas para aprendermos valores que hoje ignoramos.⠀

Quem de nós pode dizer onde nossos pés irão tropeçar amanhã?

Dr:.Bezerra de Menezes.

Autoria desconhecida.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

Conceito de Dr. Bezerra de Menezes sobre o carnaval


Augusta Catão Chico Xavier, um homem chamado amor

Conceito de Dr. Bezerra de Menezes sobre o carnaval

O Carnaval, conforme os conceitos de Bezerra de Menezes, é festa que ainda guarda vestígios da barbárie e do primitivismo que ainda reina entre os encarnados, marcado pelas paixões do prazer violento.
Como nosso imperativo maior é a Lei de Evolução, um dia tudo isso, todas essas manifestações ruidosas que marcam nosso estágio de inferioridade desaparecerão da Terra.

Em seu lugar, então, predominarão a alegria pura, a jovialidade, a satisfação, o júbilo real, com o homem despertando para a beleza e a arte, sem agressão nem promiscuidade.

A folia em que pontifica o Rei Momo já foi um dia a comemoração dos povos guerreiros, festejando vitórias; foi reverência coletiva ao deus Dionísio, na Grécia clássica, quando a festa se chamava bacanalia; na velha Roma dos césares, fortemente marcada pelo aspecto pagão, chamou-se saturnalia e nessas ocasiões se imolava uma vítima humana.

Na Idade Média, entretanto, é que a festividade adquiriu o conceito que hoje apresenta, o de uma vez por ano é lícito enlouquecer, em homenagem aos falsos deuses do vinho, das orgias, dos desvarios e dos excessos, em suma.

Bezerra cita os estudiosos do comportamento e da psique da atualidade, “sinceramente convencidos da necessidade de descarregarem-se as tensões e recalques nesses dias em que a carne nada vale, cuja primeira silaba de cada palavra compõe o verbete carnaval”.

Assim, em três ou mais dias de verdadeira loucura, as pessoas desavisadas, se entregam ao descompromisso, exagerando nas atitudes, ao compasso de sons febris e vapores alucinantes. 

Está no materialismo, que vê o corpo, a matéria, como inicio e fim em si mesmo, a causa de tal desregramento.

Esse comportamento afeta inclusive aqueles que se dizem religiosos, mas não têm, em verdade, a necessária compreensão da vida espiritual, deixando-se também enlouquecer uma vez por ano.
Processo de loucura e obsessão:

As pessoas que se animam para a festa carnavalesca e fazem preparativos organizando fantasias e demais apetrechos para o que consideram um simples e sadio aproveitamento das alegrias e dos prazeres da vida, não imaginam que, muitas vezes, estão sendo inspiradas por entidades vinculadas às sombras.

Tais espíritos, como informa Manoel Philomeno, buscam vitimas em potencial “para alijá-las do equilíbrio, dando inicio a processos nefandos de obsessões demoradas”.

Isso acontece tanto com aqueles que se afinizam com os seres perturbadores, adotando comportamento vicioso, quanto com criaturas cujas atitudes as identificam como pessoas respeitáveis, embora sujeitas às tentações que os prazeres mundanos representam, por também acreditarem que seja lícito enlouquecer uma vez por ano.

Esse processo sutil de aliciamento esclarece o autor espiritual, dá-se durante o sono, quando os encarnados, desprendidos parcialmente do corpo físico, fazem incursões às regiões de baixo teor vibratório, próprias das entidades vinculadas às tramas de desespero e loucura. 

Os homens que assim procedem não o fazem simplesmente atendendo aos apelos magnéticos que atrai os espíritos desequilibrados e desses seres, mas porque a eles se ligam pelo pensamento, “em razão das preferências que acolhem e dos prazeres que se facultam no mundo íntimo”. 

Ou seja, as tendências de cada um, e a correspondente impotência ou apatia em vencê-las, são o imã que atrai os espíritos desequilibrados e fomentadores do desequilíbrio, o qual, em suma, não existiria se os homens se mantivessem no firme propósito de educar as paixões instintivas que os animalizam.


Há dois mil anos. 

Tal situação não difere muito dos episódios de possessão demoníaca aos quais o Mestre Jesus era chamado a atender, promovendo as curas “milagrosas” de que se ocupam os evangelhos. 

Atualmente, temos, graças ao Espiritismo, a explicação das causas e conseqüências desses fatos, desde que Allan Kardec fora convocado à tarefa de codificar a Doutrina dos Espíritos. 

Conforme configurado na primeira obra da Codificação – O Livro dos Espíritos -, estamos, na Terra, quase que sob a direção das entidades invisíveis:

 “Os espíritos influem sobre nossos pensamentos e ações?”, pergunta o Codificador, para ser informado de que “a esse respeito sua (dos espíritos) influência é maior do que credes porque, freqüentemente, são eles que vos dirigem”. 

Pode parecer assustador, ainda mais que se se tem os espíritos ainda inferiorizados à conta de demônios.

Mas, do mesmo modo como somos facilmente dominados pelos maus espíritos, quando, como já dito, sintonizamos na mesma freqüência de pensamento, também obtemos, pelo mesmo processo, o concurso dos bons, aqueles que agem a nosso favor em nome de Jesus. Basta, para tanto, estarmos predispostos a suas orientações, atentos ao aviso de “orar e vigiar” que o Cristo nos deu há dois mil anos, através do cultivo de atitudes salutares, como a prece e a praticada caridade desinteressada. 

Esta última é a característica de espíritos como Bezerra de Menezes, que em sua última encarnação fora alcunhado de “o médico dos pobres” e hoje é reverenciado no meio espírita como “o apóstolo da caridade no Brasil”.

Fonte:
Revista Visão Lar Espírita Maria Máximo

sábado, 26 de novembro de 2022

Bezerra de Menezes – O Kardec Brasileiro




Pedro  Silvino Chico Xavier
um homem chamado amor
29 de agosto


Bezerra de Menezes – O Kardec Brasileiro

Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, nasceu em 29/08/1831, na freguesia do Riacho
do Sangue, no Ceará.

Seus pais foram Antônio Bezerra de Menezes e Fabiana de Jesus Maria Bezerra.

Sua família simples tinha por modelo probidade e justiça. Bezerra nasceu e cresceu
num ambiente familiar onde reinava a generosidade e a bondade.

Probo, honrado, inteligente e estudioso, Bezerra foi brilhante em tudo que fez.

Destacou-se sempre pela inteligência notável, aos treze anos foi professor de Latim
na própria escola em que estudava.

Cursou Medicina no Rio de Janeiro e concluiu o curso aos 25 anos de idade, no
ano de 1856.

Como estudante morou sozinho num quartinho de aluguel, gostava da solidão e do
isolamento para estudar, foi aluno nota dez, muito estudioso e dedicado. Suas notas
vinham sempre acompanhadas de menção honrosa.

Foi pobre em toda a sua vida. Enquanto estudante dava aulas particulares para
garantir o seu sustento. Não teve o amparo financeiro da família, que empobrecera
ainda na sua infância. Para custear sua viagem para o Rio de Janeiro, seus familiares
se cotizaram e juntaram a quantia de 400 mil réis, com esse dinheiro compraram a
passagem e roupas, e o indispensável para o futuro médico dos pobres.

Chegou no Rio de Janeiro com 38 mil réis, absolutamente só, não tinha sequer
um amigo, só o coração cheio de esperanças e determinação.

Bezerra, mesmo ainda jovem, foi um homem de muita fé, a prece diuturna o sustentava
nos momentos difíceis. Estudava pelas bibliotecas públicas e só comprava livros

de segunda mão; tinha conduta impecável como cidadão e como estudante. Foi conselheiro
e guia para os colegas desde a adolescência. Seu temperamento moderado e pacificador
era característica em destaque de sua personalidade de homem bom.

Uma personalidade forte e generoso ao mesmo tempo, Bezerra destacava-se pelos
gestos elegantes e nobres, olhos meigos e inteligentes, sorriso bondoso e palavras
meditadas e filosóficas.

Como médico ficou famoso e honrado, porém tudo que ganhava distribuía aos necessitados.

Foi médico-militar do Exército, onde se destacou como notável cirurgião, tinha tudo
para se tornar um homem de sucesso do ponto de vista terreno. 

Bezerra foi político durante vinte anos, foi deputado, exerceu o cargo de presidente da Câmara, e quase
chegou a senador. Como político manteve-se na mesma linha de severa probidade e
dignidade humana em que sempre viveu. 

Sofreu todos os ataques morais e desconfortos que coroam a vida dos grandes homens. Nada o desestabilizou, continuou trabalhador, generoso e bom.

Espírito missionário, em todos os seus tentames deu tudo de si pela obra. Consciente
de seus deveres, Bezerra foi um trabalhador infatigável em todas as suas realizações.

Casou-se por amor com Maria Cândida de Lacerda, no dia 06 de novembro de 1858,
com ela teve dois filhos. De uma enfermidade rápida e imprevisível sua esposa desencarnou
no ano de 1863, dois meses após ter ficado doente. 

Ficaram os dois filhos, um de três anos e o outro de um ano.

Depois da morte da esposa procurou consolo na Bíblia, meditava muito sobre os
ensinamentos ali contidos.

Casou-se em segundas núpcias com Cândida Augusta de Lacerda Machado, no ano de
1864, irmã de sua esposa falecida com quem teve sete filhos.

Tornou-se espírita publicamente no dia 16 de agosto de 1886, numa reunião solene,
num auditório com aproximadamente duas mil pessoas. Bezerra pede a palavra e declara
sua adesão ao Espiritismo; 

a partir desse momento o Espiritismo no Brasil ganha
um chefe, um líder, um guia seguro e profundamente consciente de suas obrigações
espirituais para com a humanidade.

Aos 64 anos tornou-se presidente da Federação Espírita Brasileira.

Bezerra de Menezes foi, enquanto espírita, uma antena límpida a captar o ideal

de Allan Kardec e do Espírito Verdade.  Ao desencarnar deixou o movimento espírita
com linhas bem definidas, descortinando novos horizontes para o porvir.

Divulgou, ensinou e exemplificou a Doutrina Espírita, seguindo os passos de Jesus
com humildade, não foi apenas um homem da tribuna e da ciência, fez sua sabedoria
transbordar-se em amor numa transfusão, sublime, de um coração bondoso.

Desencarnou no dia 11 de abril de 1900, após quatro meses de enfermidade.

Do mundo espiritual ainda é, para nós, brasileiros, o coordenador do Movimento de Unificação.

Fonte bibliográfica:

Bezerra de Menezes – Canuto Abreu – FEESP.
Bezerra de Menezes – Francisco Acquarone – Ed. Aliança.

domingo, 16 de outubro de 2022

quarta-feira, 6 de julho de 2022

sexta-feira, 1 de julho de 2022

Bezerra de Menezes



Sônia Maria cidreira de Farias - Chico Xavier um homem chamado amor

"Um dia, perguntei ao Dr. Bezerra de Menezes, qual foi a sua maior felicidade quando chegou ao plano espiritual.

Ele respondeu-me:

— A minha maior felicidade, meu filho, foi quando Celina, a mensageira de Maria Santíssima, se aproximou do leito em que eu ainda estava dormindo e, tocando-me, falou suavemente:

— Bezerra, acorde, Bezerra!

Abri os olhos e vi-a, bela e radiosa.

— Minha filha, é você, Celina?!

— Sim, sou eu meu amigo.

A Mãe de Jesus pediu-me que lhe dissesse que você já se encontra na Vida Maior, havendo atravessado a porta da imortalidade.

Agora, Bezerra, desperte feliz.

Chegaram os meus familiares, os companheiros queridos das hostes espíritas que me vinham saudar.

Mas, eu ouvia um murmúrio, que me parecia vir de fora.

Então, Celina, me disse:

— Venha ver, Bezerra.

Ajudando-me a erguer-me do leito, amparou-me até uma sacada, e eu vi, meu filho, uma multidão que me acenava, com ternura e lágrimas nos olhos.

— Quem são, Celina? — perguntei-lhe

— não conheço a ninguém. Quem são?

— São aqueles a quem você consolou, sem nunca perguntar-lhes o nome.

São aqueles Espíritos atormentados, que chegaram às sessões mediúnicas e a sua palavra caiu sobre eles como um bálsamo numa ferida em chaga viva

São os esquecidos da terra, os destroçados do mundo, a quem você estimulou e guiou.

São eles, que o vêm saudar no pórtico da eternidade…

E o Dr. Bezerra concluiu:

— A felicidade sem lindes existe, meu filho, como decorrência do bem que fazemos, das lágrimas que enxugamos, das palavras que semeamos no caminho, para atapetar a senda que um dia percorreremos.

Extraído do Livro “O Semeador de Estrelas” de Suely Caldas Schubert

terça-feira, 3 de março de 2020

Bezerra De Menezes



Pedro Silvino 
Chico Xavier um homem chamado amor grupo espírita

CADA PESSOA QUE ESTÁ NA TERRA TEM UM OBJETIVO NOBRE A CUMPRIR.
Aquele bêbado jogado na calçada, aquele mendigo sem juízo, aquela pessoa drogada caída na sarjeta, aquele velhinho abandonado em um asilo, aquela mulher prostituída que ninguém dá valor, todos esses tem uma missão na Terra e uma finalidade, pois se não tivessem já não estariam mais aqui.
Em nosso preconceito e em nossa ignorância absolvemos e condenamos a todo instante sem saber as razões de cada um.
Muitas vezes quem está lá em baixo, aqueles que julgamos sem nenhum valor estão lá justamente para testar nossa verdadeira caridade e mostrar que o mundo dá muitas voltas.
Um dia essas pessoas foram tão "normais" quanto nós, e nós, em toda nossa "normalidade", um dia poderemos estar como elas para aprendermos valores que hoje ignoramos.⠀
Quem de nós pode dizer onde nossos pés irão tropeçar amanhã?

___Bezerra de Menezes