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domingo, 21 de junho de 2020

Faleceu o José Maranhã e o Ex-governador Wilson Braga

José Maranhão 

José Maranhão morreu nesta segunda-feira (8)no Hospital Vila Nova Star em São Paulo, por complicações  da Covid-19 O político estava internado desde o dia do 2º turno das eleições municipais e morreu na noite desta segunda-feira (8).

Maranhão era o senador mais velho da atual legislatura e estava internado desde 29 de novembro de 2020, dia de segundo turno nas eleições municipais, quando passou mal pouco depois de votar no candidato que ele apoiava.

Ainda no hangar, haverá uma homenagem e, em seguida, o corpo seguirá em cortejo pela BR-230, em um carro do Corpo de Bombeiros, até o Palácio da Redenção, onde ocorrerá o velório aberto ao público durante, aproximadamente, uma hora, até as 17h.

Depois, o cortejo seguirá até a casa onde José Maranhão morava, no bairro do Altiplano, onde será feito um minuto de silêncio. Em seguida, o corpo seguirá para o município de Araruna, onde o senador nasceu, e será velado durante a noite na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição. No local também será celebrada uma missa de corpo presente. Depois, será sepultado no Cemitério Municipal, às 10h desta quarta-feira (10), onde foram enterrados os pais de Maranhão.

O corpo do senador e ex-governador da Paraíba José Maranhão vai ser velado na tarde desta terça-feira (9) no Palácio da Redenção, sede do governo estadual, em João Pessoa. A informação foi confirmada pela viúva, a desembargadora Fátima Bezerra. José Maranhão morreu nesta segunda-feira (8) no Hospital Vila Nova Star em São Paulo por complicações da Covid-19. O político estava internado desde o dia do 2º turno das eleições municipais e morreu na noite desta segunda-feira (8).

Quase 70 anos de vida pública

José Targino Maranhão, conhecido como Zé Maranhão, nasceu em Araruna, no Agreste paraibano, em 6 de setembro de 1933, filho de Benjamim Gomes Maranhão, ex-prefeito de Araruna, e de Benedita Targino Maranhão (Dona Yayá). Começou a carreira política ainda jovem, com 22 anos, quando, em 1955, assumiu pela primeira vez o cargo de deputado estadual da Paraíba pelo PTB, partido que ficou até 1967, quando mudou para o MDB. Ocupou o posto por quatro mandatos consecutivos e saiu em 1969, no período da Ditadura Militar, quando foi cassado e perdeu os direitos políticos.

Retornou à vida política em 1982, nas primeiras eleições diretas do país em mais de 20 anos. Foi eleito deputado federal, reeleito em 1986 e em 1990. Foi deputado constituinte e ajudou a criar a Constituição Federal de 1988.

Senador ficou internado durante 71 dias

José Maranhão ficou num hospital de João Pessoa  até o dia 3 de dezembro  e nessa data foi transferido para a capital paulista. Ao longo da internação, ele teve diversas mudanças em seu quadro clínico. Chegou a ser entubado e entubado várias vezes, mas sempre na UTI. Mas, nos últimos dias, seu quadro clínico havia piorado. A informação de sua morte foi confirmada por familiares.

Depois, a assessoria de imprensa do parlamentar emitiu nota. Confirmou a informação da morte e disse que o corpo dele vai ser trasladado para a Paraíba, para ser velado e sepultado em sua terra natal, Araruna.

Oficialmente, o horário da morte foi 21h15, segundo divulgado pela equipe médica do hospital. A nota é assinada pelos seis médicos da unidade hospitalar que vinham acompanhando o caso

Políticos lamentam morte do senador e ex-governador da Paraíba, José Maranhão

Político estava internado desde o dia do 2º turno das eleições municipais. Ele foi governador e senador e estava na vida política há quase 70 anos. Era o senador mais velho da atual legislatura.


Por G1 PB


Muitos políticos emitiram nota de pesar e lamentaram a morte do senador e ex-governador paraibano José Maranhão (MDB), que faleceu na noite desta  segunda-feira (8) no Hospital Vila Nova Star em São Paulo vítima de complicações da Covide-19.Maranhão era o senador mais velho da atual legislatura e estava internado desde 29 de novembro de 2020, dia de segundo turno nas eleições municipais, quando passou mal pouco depois de votar no candidato que ele apoiava.

O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), foi um dos primeiros a se manifestar. "Uma tristeza imensa para todos nós, paraibanos e paraibanas, a morte do senador, ex-governador e grande paraibano José Maranhão. Das muitas vidas perdidas e histórias desfeitas pela pandemia, chega ao fim a trajetória de um homem público que dedicou sua vida ao nosso estado".

A assessoria de imprensa do senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente do Senado Federal, emitiu nota de pesar em nome do Congresso Nacional. O senador ainda cancelou a sessão deliberativa que aconteceria nesta terça-feira (9).

É com grande pesar que o Congresso Nacional recebe a confirmação, nesta segunda-feira (8), da morte do senador paraibano José Maranhão, aos 87 anos, vítima de complicações decorrentes da Covid-19. Em homenagem à sua memória, o Senado Federal decreta luto oficial de 24 horas. Ficam mantidas as reuniões internas de trabalho, como a Reunião de Líderes da Casa. José Targino Maranhão cumpria o seu segundo mandato como senador da República. Maranhão começou na política na década de 1950. Precisamente em 1955, quando foi eleito deputado estadual, cargo para o qual foi reeleito por mais três mandatos. Também foi três vezes deputado federal. E governador do estado da Paraíba em três ocasiões. As sinceras condolências do Parlamento Brasileiro à família, amigos e a todos os paraibanos e paraibanas".

Os prefeitos de João Pessoa e Campina Grande, Cícero Lucena e Bruno Cunha Lima, também destacaram a trajetória política de José Maranhão. “Maranhão manteve sua biografia e sua alma limpas mesmo diante das incontáveis disputas políticas que travou, incessantemente defendendo as cores do MDB”, citou Cícero, após decretar luto oficial de três dias. "Desde sempre, Maranhão e Ivandro Cunha Lima souberam alimentar uma amizade de décadas, com base no respeito mútuo", pontuou Bruno.

Muitos colegas de Senado Federal também se manifestaram pelas redes sociais:

Daniela Ribeiro (PP), senadora pela Paraíba: "É com muita tristeza que lamentamos o falecimento do senador José Maranhão, ocorrido na noite desta segunda-feira (8). Maranhão, nome forte na política, homem de coração grandioso para os que os conheceram de perto e com ele tiveram o prazer de conviver. Referência na política paraibana, fez história, deixou histórias, foi exemplo de homem público. Sua morte em decorrência da covid-19 deixa a Paraíba em silêncio. Silêncio esse em respeito à sua trajetória, aos seus familiares, à sua memória."

Veneziano Vital do Rêgo (MDB), senador pela Paraíba: "Perdemos hoje o nosso amigo, líder e irmão, Senador José Maranhão, grande homem público, referência na política e exemplo de dedicação à família, à Paraíba e ao Brasil. Rogamos a Deus que o acolha na Vida Eterna e que conforte os familiares e milhares de amigos que aqui permanecem, em oração."

Telmário Mota (PROS), senador por Roraima: "Meus sinceros sentimentos à família do amigo José Maranhão, à sua esposa, filhos e netos, que hoje se despedem desse grande nordestino, "mestre das obras", que sempre lutou a favor da vida dos paraibanos e brasileiros. Fica a saudade e o exemplo de um grande ser humano".

Cid Gomes (PDT), senador pelo Ceará: "É com tristeza que recebo a notícia do falecimento do senador José Maranhão (MDB-PB). Um defensor do Nordeste. Que os parentes e amigos encontrem conforto e paz. Meus sentimentos a todos e ao povo da Paraíba".

Humberto Costa (PT), senador por Pernambuco: "Imensa tristeza receber a notícia da morte do senador José Maranhão, do MDB da Paraíba, estado irmão de Pernambuco. Um grande quadro da política, 2° membro do Senado Federal vitimado pela Covid, assim como Arolde de Oliveira. Meus sinceros sentimentos à família e aos paraibanos".

Randolfe Rodrigues (Rede), senador pelo Amapá: "Acabo de receber a triste notícia da partida do querido amigo senador, José Maranhão. De longe, um dos maiores expoentes da nossa política, em muito contribuiu no parlamento. Não à toa, era tão querido em sua amada Paraíba. Envio meus sinceros sentimentos à família e amigos".

Weverton Rocha (PDT), senador pelo Maranhão: "É com profundo pesar que tomo conhecimento do falecimento do senador José Maranhão. José Maranhão era um dos nomes mais experientes do Senado, deu grandes contribuições à política brasileira e teve uma bonita trajetória. Meus sentimentos à família e a todo povo da Paraíba".

Rogério Carvalho (PT), senador por Sergipe: "Com imenso pesar q recebemos a notícia do falecimento de mais um colega do Senado Federal, vítima da Covid-19, senador José Maranhão. Perdemos um amigo e o Brasil perde um grande quadro da política nacional. Solidariedade aos amigos e familiares".
Flávio Arns (Podemos), senador pelo Paraná: "Recebo com tristeza a notícia do falecimento do senador José Maranhão, vítima da Covid-19. Assim como na política, ele lutou bravamente pela vida. Deixa um legado para a história da Paraíba e para o Brasil. Nossa solidariedade à família e amigos. Ele fará muita falta entre nós".

Plínio Valério (PSDB), senador pelo Amazonas: "Com muita tristeza recebo a notícia do falecimento de mais um companheiro de Senado. José Maranhão lutou bravamente, mas foi vencido pela Covid-19. Que Deus conforte sua família e equipe por essa dura perda. Meus sinceros sentimentos".

Fernando Collor (PROS), senador por Alagoas: "Perdemos hoje José Maranhão, referência na política brasileira e nordestina. Ele dedicou 65 anos de sua vida à Paraíba e ao Brasil como deputado, constituinte, vice-governador, governador e senador da República. Meu sincero pesar à família, aos amigos e aos paraibanos".

Antonio Anastassia (PSD), senador por Minas Gerais: "Recebo com muita tristeza a notícia do falecimento do senador José Maranhão, o decano do Senado nessa legislatura. Convivi de perto com o senador Maranhão, especialmente quando ele presidiu a CCJ, entre 2015 e 2016, logo quando cheguei ao Senado e tornei-me titular da comissão".

Luis Carlos Heinze (Progressistas), senador pelo Rio Grande do Sul: "Perdemos o senador José Maranhão (MDB) na luta contra a Covid-19. Ele resistiu bravamente 71 dias contra a doença. Foi meu parceiro na Comissão de Agricultura e na CCJ do Senado Federal. Mais um colega que nos deixa nesta pandemia. Meus sentimentos aos amigos e familiares".

Nelsinho Trad (PSD), senador pelo Mato Grosso do Sul: "Hoje o Senado Federal sofreu mais uma grande perda para a Covid-19. Nosso colega senador e ex-governador da Paraíba, José Maranhão, não resistiu às complicações desta terrível doença. Com seus quase 70 anos de vida pública, deixa um legado de trabalho e de dedicação ao seu Estado".

Simone Tebet (MDB), senadora pelo Mato Grosso do Sul: "Com grande tristeza, manifesto minha solidariedade ao povo paribano e à família do senador José Maranhão, levado pela Covid-19 nesta segunda. Deixa de legado a larga trajetória política. No nosso coração, estará sempre a lembrança da sua cordialidade."

Davi Alcolumbre (DEM), senador pelo Amapá: "Recebo com tristeza a partida do senador José Maranhão, no início da noite desta segunda-feira (8), em decorrência de complicações da Covid 19. Zé Maranhão foi deputado estadual, deputado federal, vice-governador e governador do estado da Paraíba em três ocasiões. Uma vida dedicada ao serviço público."

Senador ficou internado durante 71 dias

Oficialmente, o horário da morte foi 21h15, segundo divulgado pela equipe médica do hospital. A nota é assinada pelos seis médicos da unidade hospitalar que vinham acompanhando o caso

Depois, a assessoria de imprensa do parlamentar emitiu nota. Confirmou a informação da morte e disse que o corpo dele vai ser trasladado para a Paraíba, para ser velado e sepultado em sua terra natal, Araruna.

Ex-prefeito de JP homenageia José Maranhão: “Tive a satisfação de ser vice dele”

Da Redação. Publicado em 9 de fevereiro de 2021 às 17:16.

Ex-governador da Paraíba Wilson Braga morre aos 88 anos por Covid-19, em João Pessoa

Por G1 PB

18/05/2020 06h06 Atualizado há 4 semanas

Ex-governador da Paraíba Wilson Braga morre aos 88 anos por Covid-19, em João Pessoa

Wilson Braga foi eleito governador do Estado pelo PDS, em 1982, derrotando Antônio Mariz. Wilson Braga foi casado com Lúcia Braga, ex-deputada federal, e teve três filhos.

Por G1 PB

18/05/2020 06h06 Atualizado há 4 semanas

Morreu por Covid-19 no fim da noite deste domingo (17) o ex-governador da Paraíba Wilson Braga, em João Pessoa. Ele tinha 88 anos e estava internado em um hospital particular da cidade desde o dia 1º de maio. O exame para o coronavírus saiu um dia depois da confirmação que a esposa del, a ex-deputada fedeal Lúcia Braga também havia morrido com Covid-19. Wilson Braga foi casado com Lúcia e teve três filhos.

Devido a morte ter sido causada por Covid-19, não houve velório. Apenas a família teve acesso ao cemitério, onde o enterro acontece por volta das 7h50. Às 7h30 o corpo saiu do hospital para um cemitério particular, no bairro do José Américo. Amigos e familiares seguiram em carreata até o local.

Wilson Leite Braga nasceu no dia 18 de julho de 1931. Ele era sertanejo, da cidade de Conceição, no Vale do Piancó paraibano. O pai, cearense, migrou para Paraíba nos anos 20 do século passado. Foi comerciante, mas ingressou na política, chegando a ser prefeito de Conceição por três mandatos.

Luciano Cartaxo lamenta morte de Wilson Braga e decreta luto oficial de três dias em João PessoaPor Flávio Asevedo - em 18 maio 20 572

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, decretou, na manhã desta segunda-feira (18), luto oficial de três dias pelo falecimento do ex-governador e ex-prefeito da Capital, Wilson Braga. Ele faleceu no final da noite deste domingo (17), vítima da Covid-19, em um hospital da Capital, onde estava internado. Wilson Braga foi prefeito de João Pessoa entre os anos de 1989 e 1990 e esteve à frente do governo estadual de 1983 a 1986. Ele também exerceu mandatos de deputado estadual e federal. O decreto de luto oficial deverá ser publicado no Semanário Oficial do Município.

Mais cedo, Luciano Cartaxo emitiu nota de pesar na qual lamentou a morte de Wilson Braga e prestou solidariedade à família e amigos. “Wilson Braga partiu nos deixando um legado de lutas e serviços que marcaram a vida dos paraibanos. Ele teve uma vida marcada pelo trabalho político intenso, assumindo os mais diversos cargos públicos em todas as esferas de poder e, através dos quais, buscou deixar um legado para a história. Nossos profundos votos de pesar à família, amigos e milhares de paraibanos que hoje lamentam a sua perda. Desejamos força e serenidade para atravessar este momento de dor e luto”, afirmou.

Marcus lamenta morte do ex-governador paraibano Wilson Braga

O governador da Paraíba, João Azevedo (Cidadania), decretou luto oficial de três dias. João trabalhou na gestão do ex-governador como diretor da Divisão de Planejamento Habitacional do antigo Instituto de Previdência do Estado da Paraíba (Ipep); e coordenador de Planejamento do Conjunto Valentina Figueiredo, além de outros conjuntos construídos na sua gestão.

Na nota emitida pelo governo da Paraíba, a trajetória política de Wilson Braga é relembrada por grandes obras com destaque para o 'Projeto Canaã', considerado pioneiro na construção de açudes e barragens em vários municípios paraibanos, com o objetivo de minimizar os efeitos da seca e da falta d'água nas regiões mais atingidas pela estiagem.

"Neste momento de luto da política paraibana, o governador João Azevedo se solidariza com a dor dos amigos e familiares pela perda irreparável e apresenta suas condolências", informa a nota

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), e o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), emitiram notas de pesar pela morte do ex-governador. Cartaxo destacou que Wilson foi governador, prefeito de João Pessoa, deputado federal e estadual, tendo uma vida histórica na política paraibana marcada pelo exercício de mandatos popular

Romero, por sua vez, comentou que a morte de Wilson Braga deixa a Paraíba inteira de luto e também marca o fim de um círculo histórico de uma geração de líderes que causaram grande impacto na vida contemporânea dos paraibanos.

O prefeito de Conceição, José Ivanilson Soares de Lacerda (PSDB), cidade em que Wilson Braga nasceu, decretou luto oficial por três dias. Outros políticos usaram seus perfis nas redes sociais para lamentar a perda com o falecimento do político. Abaixo seguem algumas das principais manifestações de pesar e de solidariedade com a família.

João Azevedo, governador da Paraíba

O governador João Azevedo decretou luto oficial de três dias e lamentou a morte do ex-governador Wilson Braga, de quem foi auxiliar de Governo nos anos 1980, exercendo os cargos de diretor da Divisão de Planejamento Habitacional do antigo Instituto de Previdência do Estado da Paraíba (Ipep); e coordenador de Planejamento do Conjunto Valentina Figueiredo, além de outros conjuntos construídos na sua gestão.

Wilson Leite Braga teve uma carreira política bastante atuante. Exerceu cargos de deputado estadual, deputado federal, governador da Paraíba, vereador e prefeito de João Pessoa. Como governador (1983-1986), teve um mandato marcado por obras importantes, com destaque para o 'Projeto Canaã', considerado pioneiro na construção de açudes e barragens em vários municípios paraibanos, com o objetivo de minimizar os efeitos da seca e da falta d'água nas regiões mais atingidas pela estiagem.

Neste momento de luto da política paraibana, o governador João Azevedo se solidariza com a dor dos amigos e familiares pela perda irreparável e apresenta suas condolências.

Luciano Cartaxo, prefeito de João Pessoa

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, lamentou o falecimento do ex-governador da Paraíba, Wilson Braga, mais uma vítima da Covid-19, assim como sua esposa, Lúcia Braga, falecida na última sexta-feira (8). Wilson Braga foi governador, prefeito da Capital, deputado federal e estadual, tendo uma vida histórica na política paraibana marcada pelo exercício de diversos mandatos populares.

Romero, por sua vez, comentou que a morte de Wilson Braga deixa a Paraíba inteira de luto e também marca o fim de um círculo histórico de uma geração de líderes que causaram grande impacto na vida contemporânea dos paraibanos.

O prefeito de Conceição, José Ivanilson Soares de Lacerda (PSDB), cidade em que Wilson Braga nasceu, decretou luto oficial por três dias. Outros políticos usaram seus perfis nas redes sociais para lamentar a perda com o falecimento do político. Abaixo seguem algumas das principais manifestações de pesar e de solidariedade com a família.

João Azevedo, governador da Paraíba

O governador João Azevedo decretou luto oficial de três dias e lamentou a morte do ex-governador Wilson Braga, de quem foi auxiliar de Governo nos anos 1980, exercendo os cargos de diretor da Divisão de Planejamento Habitacional do antigo Instituto de Previdência do Estado da Paraíba (Ipep); e coordenador de Planejamento do Conjunto Valentina Figueiredo, além de outros conjuntos construídos na sua gestão.

Wilson Leite Braga teve uma carreira política bastante atuante. Exerceu cargos de deputado estadual, deputado federal, governador da Paraíba, vereador e prefeito de João Pessoa. Como governador (1983-1986), teve um mandato marcado por obras importantes, com destaque para o 'Projeto Canaã', considerado pioneiro na construção de açudes e barragens em vários municípios paraibanos, com o objetivo de minimizar os efeitos da seca e da falta d'água nas regiões mais atingidas pela estiagem.

Neste momento de luto da política paraibana, o governador João Azevedo se solidariza com a dor dos amigos e familiares pela perda irreparável e apresenta suas condolências.

“Wilson Braga partiu nos deixando um legado de lutas e serviços que marcaram a vida dos paraibanos. Ele teve uma vida marcada pelo trabalho político intenso, assumindo os mais diversos cargos públicos em todas as esferas de poder e, através dos quais, buscou deixar um legado para a história. Nossos profundos votos de pesar à família, amigos e milhares de paraibanos que hoje lamentam a sua perda. Desejamos força e serenidade para atravessar este momento de dor e luto", afirmou.

Romero Rodrigues, prefeito de Campina Grande

A morte do ex-governador Wilson Leite Braga, aos 88 anos de idade, na noite deste domingo (17), deixa a Paraíba inteira de luto e também marca o fim de um círculo histórico de uma geração de líderes que causaram grande impacto na vida contemporânea dos paraibanos.

Ao longo de quase 70 anos de vida pública, Wilson Braga galgou importantes cargos, mas deixou sua marca como governador e creio ser o Projeto Canaã, na área de recursos hídricos, a iniciativa mais emblemática de sua gestão.

Todos os que tivemos oportunidade e o privilégio de conhecer o ex-governador natural de Piancó, aprendemos muito com ele e sua história de vida. Ele nos deixa, após heroica resistência, exatos nove dias após a partida da esposa e companheira de toda a vida, a ex-deputada Lúcia Braga, a quem também homenageamos.

Que Wilson Braga descanse em paz e continue a nos inspirar, principalmente neste momento em que todos travamos uma luta de vida e morte com a doença que foi sua algoz. Fica com Deus, Wilson.

José Maranhão, senador pela Paraíba

Nós, paraibanos, estamos de luto, não somente porque perdemos um grande e honrado homem público, mas, sobretudo, pela perda de um amigo.

Amigo é alguém extremamente valioso e, muitos e muitos de nós, tínhamos nesta conta Wilson Braga, que estava sempre presente nos momentos mais difíceis e definitivos de nossas vidas.

Chegou sua hora de voar, meu leal amigo. Junto de Lúcia, sua eterna companheira, vá conhecer a paz infinita no horizonte sem fim, onde habita nosso Deus.

Mesa diretora da Câmara de Vereadores de João Pessoa

A Mesa Diretora da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) expressa seu profundo pesar pelo falecimento do ex-governador da Paraíba Wilson Braga, aos 88 anos em decorrência de complicações causadas pela covid-19. O falecimento se deu no fim da noite deste domingo, 17.

Por sua relevância na política e sua importância para sociedade, a Câmara Municipal de João Pessoa lamenta a partida do ex-chefe do Executivo paraibano e transmite seus votos de solidariedade aos parentes, amigos e admiradores deste político.

No início deste mês, o ex-governador Wilson Leite Braga, 88 anos, e a sua esposa, ex-deputada Lúcia Navarro Braga, 86 anos, foram internados no Hospital Nossa Senhora das Neves, em João Pessoa, com suspeita de terem contraído o novo Coronavírus. A ex-primeira dama Lúcia Braga, com um caso considerado mais grave, por ser asmática e com deficiência cardiorrespiratória, faleceu na última sexta-feira (8). O ex-governador também apresentou os sintomas da Covid-19, porém o seu quadro foi considerado menos preocupante após avaliação e chegou-se a dizer que ele não tinha o coronavírus. Depois, descobriu-se que a testagem foi feita no início da doença quando o recomendável é que o exame ocorra pelo menos uma semana depois do início dos sintomas. Com o teste refeito, a infecção de Braga foi confirmada. Seu quadro se agravou com o comprometimento dos rins até seu falecimento no fim da noite deste domingo.

É lembrado pela execução do projeto Canaã, que buscava autossuficiência na produção de alimentos na região do semiárido paraibano, com a utilização de recursos hídricos de forma integrada. Também conhecido pelos mutirões para construção de casa para baixa renda em bairros de periferia de João Pessoa e trabalhos de assistência social no estado.

O governo de Wilson Braga foi marcado, também pelo assassinato do empresário de comunicação, Paulo Brandão. Na época, foi estabelecida uma relação entre o assassinato e seu governo. A arma de execução teria vindo da Casa Militar. O coronel da PM, Geraldo Alencar, foi condenado pelo crime.

Em João Pessoa, Braga ocupou a cadeira de vereador e foi prefeito, em 1988.



Lampião e Maria Bonita com seus seguidores - Domínio Público

O casal se conheceu por meio de um cupido, mudou as regras do cangaço e entrou para a história do Brasil

Isabela Barreiros, sob supervisão de Thiago Lincolins
Publicado em 25/02/2021

O casal de cangaceiros Maria Bonita e Lampião é um dos mais conhecidos da história do Brasil, e não é à toa: os dois, junto do bando do mais importante cangaceiro, viajaram pelas mais diferentes regiões do nordeste brasileiro praticando o banditismo.

O relacionamento dos dois mudou algumas regras no cangaço: afinal, com Maria Bonita no grupo, agora havia uma mulher, o que não era permitido antes. Essa mudança acarretou o aumento das mulheres cangaceiras — mas nem tanto.

A Aventuras na História separou 5 fatos sobre o relacionamento de Lampião e Maria Bonita. Confira!

1. Cupido

Maria Bonita era casada quando conheceu Lampião. Ainda assim, ela mantinha uma paixonite pelo cangaceiro, principalmente quando o conheceu nas terras de seu pai no município de Paulo Afonso, ao norte da Bahia. O lugar-tenente do cangaceiro, chamado Luís Pedro, foi quem falou a Lampião sobre o sentimento de Maria.

Como contou Wagner G. Barreira, autor do livro Lampião e Maria Bonita: Uma história de amor entre balas (2018), em entrevista à AH, a primeira conversa dos dois foi sobre bordado. Ele pediu que ela bordasse alguns lenços de seda e voltou tempos depois para buscá-los. Assim, o cangaceiro passou a voltar mais vezes na residência de Maria para vê-la.

2. Ficar com Lampião

Com o bando de Lampião indo na fazenda do pai de Maria Bonita, ele passou a se incomodar com a polícia, que seguia os homens do cangaceiro. Foi então que ele decidiu que iria se mudar para Alagoas, com o intuito de ficar distante de Lampião e das autoridades que o perseguiam.

Mas sua filha não aceitou bem a decisão. Ela queria ficar com Lampião e seguir seu estilo de vida nômade e perigoso. Na época, o homem também já estava apaixonado por ela, mas, ainda assim, a mudança foi drástica, afinal, não existiam mulheres no cangaço antes de Maria.

3. Transformando o cangaço

A entrada de Maria Bonita para o cangaço fez com que outras mulheres também aderissem ao estilo de vida arriscado. Muitas delas foram sequestradas por outros homens do bando, sendo obrigadas a ac

Ainda assim, essa não foi uma transformação “revolucionária”. Barreira explica: “o cangaceiro não inventava um modelo, ele reproduzia os valores que tinha quando não era cangaceiro, de quando era criança, que aprendeu com os pais. E era uma sociedade bem machista”. As mulheres não participavam de conflitos nem tinham nenhuma função além de serem as “companheiras” dos cangaceiros

4. Mulher do capitão

Maria Bonita não tinha nenhuma função diferente no bando de Lampião por ser a mulher do líder: ela também tinha como missão ser a companheira de Virgulino. Ainda assim, ela tinha algumas regalias por preencher esse papel.

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Paraíba Recebe O Primeiro Condomínio Para Idosos Do País


Em João Pessoa, na Paraíba, foi inaugurado este mês o primeiro condomínio residencial público exclusivo para idosos do país.

Chamado de Cidade Moura, vai abrigar 40 idosos, em 40 casas de 54m2. Todas as residências foram estruturadas para receber um casal.

Nas áreas comuns, praça, pista de caminhada, academia ao ar livre e campo de futebol.

Os moradores também vão contar com uma unidade de saúde, centro de convivência, horta, redário e guarita.

Foram investidos R$ 4 milhões na obra e as chaves foram entregues dias 11 de junho.

Vale explicar que as casas não são próprias, são emprestadas, mas que os idosos podem morar lá pelo tempo que quiserem.

“Parece um pedacinho de céu que Deus me deu na vida”, diz a aposentada Daura Silva Farias.

“Vou me preparar para fazer exercícios e aproveitar a Copa do Mundo para voltar a bater uma bolinha”, anima-se José Máximo, o ex-jogador de futebol Zezito, que atuou pelo Santa Cruz de Pernambuco e foi tricampeão com pelo Botafogo/Paraíba.

“Estou muito feliz e agradecido por esta iniciativa e, para ser sincero, é preciso ser muito forte para aguentar uma emoção dessas. Se isso for um sonho eu não quero acordar”, conta Severino Ramos de Oliveira, cantor e compositor que marcou a cena cultural de João Pessoa nos anos 50 como Parrá.

Emília Correia Lima, presidente da Companhia estadual de Habitação Popular, acredita que esse exemplo paraibano de dar ao idoso o direito de viver, e não apenas sobreviver, será replicado em outros lugares agora.

O estado vai lançar novo condomínios nas próximas semanas em Campina Grande e Cajazeiras.

Fonte:131
CIDADANIA

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Maria Inês de Sousa



Maria Inês de Sousa e Luis Inácio da Silva



Meu querido Lula, sempre foi um companheiro, homem honrado, veio nos dar apoio na campanha de vereadores em 1996, nos disse nosso projeto não é individual, mas coletivo, nossa meta é o bem comum do nosso povo, me orgulho dele ter sido nosso presidente, cumprindo o que nos disse naquele encontro conosco, obrigada meu eterno presidente💕

Por Maria Inês de Sousa

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Ricardo Coutinho Anuncia Expansão Das Escolas


Ricardo Coutinho lança edital da agricultura familiar e abre matrículas terça-feira, 20 de novembro de 2018 - 15:42 - Fotos: José Marques/Secom PB


O governador Ricardo Coutinho anunciou, nesta terça-feira (20), durante solenidade no Centro de Formação de Educadores, em João Pessoa, a expansão das Escolas Cidadãs Integrais na Paraíba. A partir de fevereiro do próximo ano, mais 53 escolas da rede estadual funcionarão no modelo integral, totalizando 153 Escolas Cidadãs Integrais no Estado com a oferta de 45 mil vagas. O governador também abriu oficialmente as matrículas para o ano letivo 2019 e lançou editais de Chamada Pública para aquisição de gêneros da agricultura familiar para merenda das escolas da rede estadual de ensino.
Os editais voltados à agricultura familiar totalizam quase R$ 40 milhões, provenientes do Programa Nacional de Alimentação Escolar e Programa de Auxílio à Alimentação Escolar da Paraíba. Também estiveram presentes na solenidade a vice-governadora Lígia Feliciano, o deputado federal Wilson Filho, auxiliares do Governo e outras autoridades.
Na ocasião, Ricardo Coutinho acompanhou apresentações culturais em alusão ao Dia Nacional da Consciência Negra e enfatizou que a escola deve ser um espaço livre para o debate de ideias, para o incentivo à cultura e onde o respeito ao próximo prevaleça. “A expansão das Escolas Integrais consolidam o êxito de um modelo de ensino que dá protagonismo aos jovens e faz com que eles possam se expressar. É a educação que faz com que as pessoas sejam iguais e tenham capacidade de alcançar seus objetivos. Educação é cidadania. Além das disciplinas tradicionais, os alunos devem aprender, por exemplo, lembrando o Dia da Consciência Negra, que racismo é crime e que todos merecem respeito”, frisou.

Durante a solenidade, o gerente executivo do Ensino Médio da Secretaria de Educação, Robson Ferreira, fez a apresentação das Diretrizes Operacionais para o ano letivo 2019. “Teremos a ampliação do movimento Se Liga no Enem, o fortalecimento da liberdade de cátedra nas escolas da rede estadual, atividades variadas relacionadas ao Ano Cultural Jackson do Pandeiro e outras ações. Todas as Diretrizes estão disponíveis no site do Governo do Estado”, falou.
Matrículas – O secretário da Educação, Aléssio Trindade, explicou que os alunos veteranos poderão fazer a renovação da matrícula no período de 21 a 30 de novembro. Já o prazo para novos alunos se matricularem vai de 3 a 21 de dezembro. “São ofertadas cerca de 500 mil vagas na rede estadual. O que vem ocorrendo na Paraíba, nos últimos anos, é uma mudança de conceito da educação. Saímos de um modelo semelhante ao industrial, para um modelo participativo, onde o jovem é protagonista. A escola deve estar preparada para formar pessoas capazes de construir seu próprio futuro”, afirmou.

O Liceu Paraibano é uma das escolas que passarão a funcionar com ensino integral a partir do próximo ano. Para o diretor da unidade de ensino, Olegário Vieira, isso representa uma grande evolução para os estudantes. “A Paraíba está passando por uma revolução na educação. Fico muito feliz em saber que, em 2019, o Liceu Paraibano será uma Escola Integral. Este modelo oferta um ensino com mais qualidade e dinamismo, sendo capaz de dar mais oportunidades aos estudantes”, frisou o diretor.

“Eu comecei a estudar no Liceu este ano e acredito que no modelo integral o ensino vai ser ainda melhor. No começo, vou achar estranho ter que ficar os dois turnos na escola, mas sei que isso será melhor para a minha educação e para o meu futuro. Já estou ansiosa para que venha o próximo ano letivo”, comentou a estudante Amanda Queiroga.

Editais de chamada pública para aquisição de gêneros da agricultura familiar - São 14 editais de chamada pública, um para cada Gerência Regional de Ensino, que objetivam adquirir gêneros alimentícios advindos da agricultura familiar para as merendas escolares, que atenderão de forma universal os alunos matriculados nas escolas da rede estadual de ensino. Esta ação tem promovido uma importante transformação na alimentação escolar, ao permitir que alimentos saudáveis e com vínculo regional, produzidos diretamente pela agricultura familiar, possam ser consumidos diariamente pelos estudantes.

“Este Edital para merenda escolar é fundamental para incentivar e movimentar a agricultura familiar no Estado e também para melhorar a qualidade da alimentação dos estudantes que passam o dia nas escolas. É a garantia de que os alunos estão sendo alimentados da forma adequada”, observou o governador Ricardo Coutinho.

Israel Bezerra faz parte da Cooperativa Agroindustrial de Piabuçu (Frutiaçu), que trabalha com a produção de polpa de frutas. Ele comentou que a parceria com o Governo do Estado ampliou a produção, gerou empregos e fortaleceu a cooperativa. “Há dois anos, a cooperativa processava em torno de 500 quilos de polpa por mês, hoje são 14 mil quilos de polpa que são entregues ao Governo da Paraíba, ou seja, um aumento enorme da produção. Também foi bom para ampliarmos o número de pessoas trabalhando na cooperativa. Antes tínhamos dois trabalhadores, hoje temos 12 pessoas atuando na produção da nossa polpa”, disse.

Diretrizes Operacionais para o ano letivo 2019 - Nestas diretrizes são indicadas normas e procedimentos nos termos da Portaria no 1254/2017; encaminhamentos operacionais para a gestão escolar, além de orientações pedagógicas para a implementação e organização de projetos educacionais nas escolas.

Outro marco importante delineado neste documento são as matrizes curriculares que consolidam todos os cursos ofertados pela Rede Estadual de Ensino. 2019 será o ano de celebração do centenário de nascimento do paraibano José Gomes Filho, popularmente conhecido como Jackson do Pandeiro, por meio da realização de atividades vinculadas ao Ano Cultural Jackson do Pandeiro (Decreto No 38.694 de 02 de outubro de 2018). Durante todo o ano, serão promovidas atividades culturais e socioesportivas no âmbito escolar, mobilizando alunos, professores, servidores e a comunidade no sentido de homenagear Jackson do Pandeiro.

Paraíba.PB.Gov.Br

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Eleição De 2018


Rayssa Brtasil

Passada a euforia agora vamos falar sério...

Nessa eleição tanto se falou em tolerância, no entanto tal preceito sequer foi utilizado por alguns colegas...Estou estarrecida com postagens de colegas e amigos desejando o mal do país, que diga-se de passagem é nosso... Se a vitória tivesse sido de Haddad, com certeza estariam agora igualmente nas comemorações...

Orgulho define uma nação que mostrou que os comunistas estão definitivamente fora do poder...


Ah Rayssa não te reconheci nessas eleições? Realmente nunca havia me dado o trabalho de ler sobre politica... Esse ano compreendi o incompreensível pros "tolerantes", a mudança era necessária e assim o fizemos...

E isso não é indireta minha gente, parem de mimimi, parem de discurso de ódio... Teremos 4 anos para avaliar e cobrar do governo o que tanto prometeram... Me entristece saber que amigos e colegas respeitados, postam "estarei aqui pra te lembrar em quem você votou"....

Eu acredito sim em dias melhores....Infelizmente muitos de nós só enxergam o "oportuno" o "conveniente" e isso é o que assola o nosso país...

Que a partir de 01 de janeiro, comecemos a luta por dias melhores... paz e bem...

Eleição Para Governador Da Paraíba Em 2018


João Azevêdo

Com 14 partidos em sua coligação, candidato obteve 58% dos votos. Com apoio do atual governador, Ricardo Coutinho (PSB), o candidato João Azevêdo (PSB) foi eleito para o governo da Paraíba, com 58% dos votos.7 de out de 2018

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Patos





Da Cruz da Menina ao Espinho Branco, Patos é nobreza em cada esquina. Parabéns, Princesa do Sertão! 
#patos 115 anos # patos pb

TV C abo Branco TV Paraíba
24 de outubro de 2018 · 

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Lembrando Pedro Gondim Em Uma Sua Poesia De 1984

Pedro Gondim


Pedo Moreno Gondim foi deputado estadual, secretário da agricultura, deputado federal e vice-governador da Paraíba. Também foi diretor do Banco do Nordeste.Mas está bem mais lembrado pelos paraibanos como seu governador por duas vezes (de janeiro de 1958 a março de 1960 e de janeiro de 1961 a janeiro de 1966). 

Porém, muito mais lembrado ficou em face de sua companha eleitoral de 1960, denominada por alguns como "o embate do tostão contra o milhão". e em que havia uma canção /hino que dizia: "Está com medo? "!...Não. Estou com Pedro".

Nascido em 1914, faleceu próximo aos 91 anos, em 2005.

Um dos novos senadores paraibanos, Veneziano Vital do Rego, é seu neto. No entanto, foi sua filha (filha de Pedro Gondim) nossa colega e amiga, é claro) na Academia Paraibana de Ciência na Administração (APCA),  Rosa Gondim, quem nos enviou uma poesia que ele escreveu lá em 1984.

Aquele ano, 1984, ficou conhecido. até em filme, como 'o ano que não terminou'...o ano em que, apesar da Emenda Dante de Oliveira (que previa eleições diretas para a Presidência da República ter obtido 298 votos a favor, contra apenas 65, não foi aprovada pela Câmara Federal.

Reportamo-nos, pois, a uma poesia de Pedro Moreno Gondim, que também era poeta, 'sim, senhor'! E apreciemos e avaliemos pelo menos parte do que ele, 34 anos atrás, escreveu: 

"Venha para a rua/
A hora é de protesto/
Traga no gesto a sua confiança/

E do povo, a esperança/ 
Por um Brasil melhor!"

"Venha para a rua/
A hora é do protesto/
Resposta do brio à corrupção/
Desafio de um povo reprimido/
No anseio de libertação!"

"Venha para a rua/
A hora é do protesto/
Seja multidão em marcha/
Fé e coragem/
Verbo e ação!"

"Venha para a rua/
A hora é do protesto/
Omissão é conivência/
É pacto com a desonra/
Que avassala esta Nação/

Venha para a rua/
A hora é do protesto/
Com o Brasil, imponha a solução!"

Por Mário Tourinho
Administrador

Publicado no jornal Correio da Paraíba
Edição de 14 de outubro de 2918
Caderno 2 
Artigo

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Pessoa, A Família Mais Poderosa

Artigo de Adelson Barbosa dos Santos

Epitácio e João. Tio e sobrinho estenderam influência da Paraíba para o Brasil; hoje, o clã inexiste politicamente.

Família mais poderosa e influente do que a Pessoa, talvez não tenha existido na política da Paraíba. A família teve de vereadores e deputados estaduais e federais, senadores, governadores e presidente da República.

Três destaques. João, Epitácio e José Pessoa exerceram grandes influência na política nacional, a partir da década de 1920, segundo os anais da história brasileira
Epitácio Pessoa
A maior estrela da família Pessoa, o ex-presidente da República, Epitácio Pessoa, chegou a montar uma das mais poderosas oligarquias da história. Epitácio foi presidente entre 28 de julho de 2919 e 15 de novembro de 1922. Foi senador pela Paraíba entre 3 de maio de 1924 e 24 de outubro de 1930. Exerceu o segundo mandato de senador entre 3 de maio de 1913 e 28 de julho de 1919. Ainda foi ministro do Supremo e Procurador-Geral da República,  e foi o mais influente.

João Pessoa
Mas o sobrinho, João Pessoa, foi o mais famoso. João era presidente do Estado, quando foi assassinado em julho de 1930. O crime teve ampla repercussão nacional porque meses antes, ele tinha disputado a vice-presidência da República, na chapa encabeçada por Getúlio Vargas. Os dois foram derrotados.

Além de Epitácio e João Pessoa, parentes deles como o coronel Antonio Pessoa (irmão de Epitácio e tio de João) foi presidente da Paraíba,de 24 de julho de 1915 a 1º de julho de 1916. Ele era vice de Castro Pinto e assumiu após renúncia do presidente.

José Pessoa
Outros irmãos de João Pessoa, o marechal José Pessoa, não seguiu carreira política. Optou pela carreira militar no Exército. Em 1954, José Pessoa foi convidado pelo presidente Café Filho para a presidência da Comissão de Localização da Nova Capital Federal, encarregada de examinar as condições gerais de instalação da cidade que, no Governo de Juscelino Kubitscheck foi construída e se chamou Brasília.

Distrito Federal

A Comissão, sob a presidência do paraibano irmão de João Pessoa e sobrinho de Epitácio Pessoa, segundo o historiador José Octávio de Arruda Melo, foi responsável pela escolha do local exato de Brasília.

Criado no Palácio do Catete

Epitácio Pessoa Cavalcanti de Albuquerque
Filho de João Pessoa, Epitácio Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, conhecido como Epitacinho, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas, no Palácio do Catete, na cidade do Rio de Janeiro, então Capital da República. Epitacinho foi senador pela Paraíba. Era suplente e assumiu a vaga em definitivo, com a morte do titular.

Irmão de João Pessoa, Joaquim Pessoa foi presidente da Capital paraibana. Após as mortes de João e Epitácio, a família continuou militando politicamente, sempre com representantes na Assembléia Legislativa da Paraíba, na Prefeitura de Umbuzeiro e na Câmara Municipal de João Pessoa. De acordo com o historiador José Octávio de Arruda Melo, Epitácio montou uma oligarquia duradoura na Paraíba, mas João Pessoa foi o oposto.

No entanto, seus irmãos tentaram montar uma oligarquia, mas não obtiveram êxito, conforme José Octávio. Os irmãos que militaram na política da Paraíba não tinham a mesma habilidade de João e, muito menos, de Epitácio. Hoje, eles são homenageados como nomes de ruas na cidade que tem o nome do irmão mais influente.  

De acordo com José Octávio, João Pessoa tentou desmontar oligarquias a partir de sua terra, Umbuzeiro.

Lideranças e famílias que desapareceram

Coronel Zé Pereira
Argemiro de Figueiredo
Ernani Aíres Sátiro

Severino Cabral
Milton Cabral 
João Suassuna

Lucena (João Pessoa e Bananeiras)
Bezerra (Bananeiras)
Burity (João Pessoa e ingá)
Feitosa (Monteiro)
Sátiro (Patos)
Rolim (Cajazeiras)
Lafayete de Lima (Mamanguape)
Lira (Teixeira)
Dantas (Teixeira)
Ribeiro Coutinho (Santa Rita)
Maroja (Santa Rita)
Medeiros (Santa Luzia)
Brasilino Leite (Patos)
Leite Braga (Conceição)
Galdino (Piancó)
Gayoso (Patos)
Brasileiro (Itaporanga)
Olimpio (Pombal)
Paschoal/Marinheiro (Juazeirinho)
Pereira (Pombal)
Pereira (Princesa Isabel)
Diniz (Princesa Isabel)

Santa Rita

Segundo o historiador

José Octávio , a família Ribeiro Coutinho perdeu a influência política em definitivo após o último mandato de Marcus Odilon como prefeito do município.

Por Adelson Barbosa dos Santos 

Publicado no jornal Correio da Paraíba
Edição de 14 de agosto de 2016
Paraíba
Política
A7

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Militantes Das Ligas Camponeses Da Paraíba

 João Alfredo Dias
João Alfredo desapareceu após ser solto
João Alfredo Dias, conhecido como Nego Fuba, nasceu em Sapé. Militante do PCB, foi um dos organizadores das Ligas Camponesas que mobilizaram milhares de trabalhadores em busca de seus direitos. Foi vereador, perseguido, preso e torturado. Desapareceu aos 32 anos em setembro de 1964, após  cinco meses de prisão no Quartel do 15º Regimento de Infantaria, em João Pessoa. Solto no dia 7 de setembro, nunca mais foi visto. Dois dias depois, a imprensa noticiou que dois corpos carbonizados foram encontrados em uma estrada entre Campina Grande e Caruaru. Um deles seria o de Nego Fuba. 

Pedro Inácio de Araújo
 Pedro Inácio nunca foi encontrado
O outro corpo encontrado seria o de Pedro Inácio de Araújo, conhecido como Pedro Fazendeiro, natural de Itabaiana, também filiado ao PCB, e  também preso no mesmo quartel do Exército. Pedro Fazendeiro trabalhou com João Pedro Teixeira, outro camponês assassinado antes do regime militar, na estrada de Café do Vento, entre a BR-230 e Sapé. Pedro Fazendeiro foi vice-presidente da Liga Camponesa de Sapé e integrante da Federação das Ligas. Desaparecido no mesmo dia em que foi solto, juntamente com o companheiro Nego Fuba. Até hoje não se sabe, ao certo, o que aconteceu aos dois. 

 Margarida Maria Alves
Margarida foi assassinada a tiros em 1983
Margarida Maria Alves foi a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande. Lutava por direitos iguais para os trabalhadores da região canavieira da Paraíba. Reivindicava carteira assinada, 13º salário, férias e jornada diária de 8 horas de trabalho.Margarida morreu no dia 12 de agosto de 1983, na porta de sua casa, na frente do marido e dos filhos, com um tiro de espingarda calibre 12, no rosto, a mando de fazendeiros da região. Ela tinha 51 anos de idade. Margarida não era militante de esquerda. Tinha simpatia pela Arena, o partido do Governo Militar.

João Roberto Borges de Souza
João Roberto morreu por afogamento
Natural de João Pessoa, João Roberto Borges de Souza era estudante de medicina da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Foi criado em Cabedelo, onde morava com a família. Militante de esquerda, ele era coordenador da Ação Popular (AP) teve seus direitos estudantis cassados. Foi preso e torturado várias vezes. Teve que fugir e acabou se escondendo num sítio no município de Catolé do Rocha, no Sertão.Morreu afogado, aos 22 anos de idade, em circunstâncias misteriosas, em um açude da zona rural de Catolé, no dia 10 de outubro de 1969. Até hoje, há dúvidas sobre sua morte.

Publicado no jornal Correio da Paraíba
Edição de 13 de dezembro de 2015
Política 

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Campina Grande Ou Caruaru?

As duas cidades disputam, há mais de trinta anos, o título de melhor festa junina. Na Paraíba, Campina Grande comemora o "maior São João do Mundo" durante trinta dias seguidos no Parque do Povo, que vira palco de shows, quadrilhas e casamentos coletivos.

Já em Caruaru, em Pernambuco, se autointitula a "Capital do Forró" e aposta nas fogueiras gigantes e nas comidas típicas como o pé de moleque com 15 metros, o cuscuz de 600 quilos e o quentão feito com 560 litros de cachaça.

Casamento caipira



Não existe quadrilha sem o casamento caipira que surgiu como uma chacota aos casamentos clássicos. A noiva aparece grávida e seu pai, indignado, obriga o moço a assumir a responsabilidade. Com uma espingarda apontada para sua cabeça, o moço é obrigado a casar.

Durante a cerimônia de casamento, o noivo até tenta fugir, mas sem sucesso. Após a cerimônia, os noivos puxam a dança e aí começa a quadrilha. Essa história é muito engraçada, pois o pai da noiva tem o apoio do delegado da cidade.

Hit de São João
Luiz Gonzaga
A música "Olha pro céu meu amor", do saudoso e imortal Luiz Gonzaga é presença obrigatória nas festas juninas.

Olha pro céu meu amor
Vê como ele está lindo
Olha p'aquele balão multicor
Como no céu vai sumindo.
Foi numa noite igual a esta
Que tu me deste o teu coração
O céu estava assim em festa
porque era noite de São João
Havia balões no ar
Xote e baião no salão
E no terreiro o teu olhar
Que incendiou meu coração.  


Publicado no Almanaque portalsaúde
Ano II - Edição 4 - Junho/julho 2015
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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Ariano Suassuna - Adeus Ao Gênio Das Letras

Ariano Suassuna

Morreu, na tarde de quarta 23, o escritor paraibano Ariano Suassuna.Ele estava internado no Real Hospital Português, em Recife, desde segunda 21, depois de sofrer um acidente vascular cerebral. O autor, de 87 anos, passou por uma cirurgia de emergência, ficou em coma e não resistiu a uma parada cardíaca. 

O Auto da Compadecida
Um dos maiores dramaturgos do país, Suassuna teve sua obra O Auto da Compadecida adaptada em uma minissérie para a Globo, em 1999. NO ano seguinte, a história chegou aos cinemas de todo o país. Integrante da Academia Brasileira de Letras, Suassuna deixou seis filhos e 15 netos.

Publicado na revista Minha Novela
Edição de 01/08/2014


O escritor nasceu na cidade de  João Pessoa (ainda denominada cidade Nossa Senhora das Neves) ,  capital da Paraíba, em 16 de junho de 1927.


O escritor Ariano Suassuna 
Zélia Suassuna, viúva do escritor Ariano Suassuna


 A presidenta Dilma Russeff e o Governador da Paraíba Ricardo Coutinho compareceram aos funerais do escritor Ariano Suassuna

   O cantor Santana homenageou o escritor Ariano Suassuna

Escritor   Ariano Suassuna:  16 de junho de 1927 - 23 de julho de  2014.