um conto - uma crônica
Eu não votaria em Dilma de jeito ou maneira nenhuma se ela fosse capaz de enganar o eleitor assinando compromisso em cartório de cumprir mandato até o final para, dois anos depois, quebrar a palavra e se candidatar a outro cargo.
Eu não votaria em Dilma se ela insultasse a minha inteligência e a de todos os eleitores do Brasil simulando ferimento depois de levar uma bolinha de papel na careca.
Eu não votaria em Dilma se ela protagonizasse tamanha e tão ridícula farsa, semelhante aquela do goleiro chileno no Maracanã, e torceria para que ela fosse banida da política, tal e qual Rojas foi banido do futebol.
Eu não votaria em Dilma Rousseff se ela fosse José Serra ou parecida com ele e fizesse o que ele fez em 2002, quando enfrentou Lula e tentou ganhar espalhando o medo entre brasileiros e brasileiras.
Eu não voltaria em Dilma Rousseff se ela fosse José Serra ou parecida com ele e hoje tentasse ganhar espalhando mentiras capazes de despertar o ódio dos incautos contra o adversário.
Mas Dilma não é Serra, para felicidade da maioria que até aqui está acreditando, apostando e votando nela para elegê-la a primeira mulher presidente do Brasil.
Por essas e outras, sinto que nesta campanha vai se confirmar a profecia de Leonardo Boff: se antes, com Lula, a esperança venceu o medo; agora, com Dilma, a verdade vencerá a mentira.
Rubens Nóbrega
Jornalista
Publicada no Jornal Correio da Paraíba.
Edição 24/10/2010.
sábado, 4 de junho de 2011
Rubens Nóbrega - Verdades E Mentiras - 4 - A Pantomima Da Bolinha De Papel
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário