" Certa vez perguntaram a uma mãe qual era o filho que ela mais amava.
E, como mãe, ela respondeu -
O meu predileto aquele a quem me dedico de corpo e alma....
...É o filho doente, até que sare.
O que partiu, até que volte.
O que está cansado, até que repouse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
O que está estudando, até que aprenda.
O que não trabalha, até que se empregue.
O que namora, até que se case.
O que se casa, até que conviva.
O que é pai, até que os crie.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que cale.
O que cala, até que sorria.
E com um sorriso distante, completou -
O que já me deixou, até que o reencontre"
Instituto João XXIII
"Não existe amor sem verdade"
Papa João XXIII
Publicado no jornal Correio da Paraíba
Edição 13/05/2012
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