Surdez E Depressão
Aumentar muito o volume da televisão, falar alto demais ou pedir que as pessoas repitam o que dizem não são os únicos indícios de perda auditiva, comum depois dos 65 anos.
Depressão e dificuldade para se comunicar também são sinais", avisa a fonoaudióloga Lucia Helena Lopez, do Rio de Janeiro. "É por isso que o idoso às vezes se isola até mesmo da família". A prova dos nove são os testes.
"O especialista faz exames clínicos e uma audiometria para verificar a capacidade auditiva", diz o otorrino Onivaldo Cervantes, da Universidade Federal de São Pulo (Unifesp). Se o problema for grave, a saída será usar um aparelho.
A dona de casa Maria Conceição Padoveze, de São Paulo, começou a ter dificuldade para escutar aos 69 anos. "Eu não conseguia ouvir a televisão e, em reuniões de família, não entendia as conversas. Isso me aborrecia demais", conta. Foi então que ela procurou um otorrino, que lhe prescreveu o uso de um aparelho auditivo.
"Agora eu escuta até quando alguém me cumprimenta de longe, coisa que não acontecia. Minha vida melhorou 100%, diz satisfeita.
Por Beth Fernandes.
Publicado na revista Saúde!é vital/Junho 2005.
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