segunda-feira, 22 de outubro de 2012

AETC Lança Prêmio E Homenageia Martinho Moreira Franco

Martinho Moreira Franco

Foi lançada ontem, na Academia Paraibana de Letras, em João Pessoa, a 11ª edição do Prêmio AETC de Jornalismo, cuja cerimônia acontece no dia 18 de dezembro. As inscrições começam já na próxima segunda-feira (22) e se estendem até 23 de novembro. Neste ano, o homenageado é o jornalista Martinho Moreira Franco.

O "Oscar da imprensa paraibana" acontece em João Pessoa desde 2002, reconhecendo os melhores trabalhos jornalísticos feitos para mídia imprensa, televisão, rádio, jornal e internet na Paraíba.

Martinho Moreira Franco mostrou-se feliz pelo reconhecimento. "Esta era uma homenagem que, a princípio, não quis, mas recebo com muita humildade e satisfação, porque entendo que é um reconhecimento a minha trajetória e a de outros de minha geração, como Gonzaga Rodrigues, Agnaldo Almeida e Biu Ramos, todos anteriormente homenageados", disse.

O regulamento do prêmio pode ser consultado no site da Aect: www.passelegal.com.br.


Martinho Moreira Franco

Agradecimento de Martinho

Agradecendo as palavras, Martinho Moreira Franco, por sua vez,contou um pouco de sua história e falou das influências que recebeu na avida. "Tudo começou eu ainda garoto com Dulcídio Moreira - Cid Moreira, meu primo segundo. E também com Luiz de Luna Freire, meu avô materno. Dulcídio, repórter e programador visual, me deu régua para o jornalismo. Vovô, marceneiro, me deu o compasso do cinema", disse o patrono do prêmio AETC. Continuando, Martinho explicou que foi no jornal "Borrão de Cinema", do Cine Club Charles Chaplin, que começou a escrever. "Na época, fui indicado para escrever no Correio da Paraíba, onde Biu Ramos era secretário de redação", contou, frisando que foi o mesmo Biu Ramos, já homenageado também pelo Prêmio AETC de Jornalismo, que o levou depois para a Secretaria de Divulgação e Turismo e, em seguida, para A União na época em que ele era superintendente. Ao final, bem humorado, Martinho agradeceu novamente a homenagem e disse não saber ao certo se foi um 'bom jornalista'."Antigamente dizia-se que, para ser um bom motorista, o sujeito teria de sofrer pelo menos uma batida de carro. E que, para ser jornalista, teria que apanhar pelo menos uma surra, de preferência na rua. Que tempos, heim? Pois bem, como motorista até sofri pelo menos uma batida. Como jornalista, porém, só tenho levado surras da gramática", brincou o homenageado, arrancando risadas do público.  

Publicado no jornal Correio da Paraíba
Edição de 19/10/2012.
Caderno Cidade
B5 e
Ecomonia
A10

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