um conto - uma crônica
O médium Chico Xavier, o mais completo escritor psicógrafo que o mundo conheceu, foi eleito como "O Maior Brasileiro de Todos os Tempos.", ganhando da Princesa Isabel e do Pai da Aviação, Santos Dumont. "O Mensageiro do Amor", como era conhecido, também foi eleito, em 2002, como "O Mineiro do Século", ao concorrer com Juscelino Kubitschek, Carlos Drummond de Andrade, Pelé, Betinho e ainda Santos Dumont. Chico não gostava de homenagens, mas todas essas manifestações valeram como documentação e divulgação da Doutrina Espírita, que prega o amor que ele ensinou com o lema kardecista "Fora da Caridade não há Salvação".
Considerando-se "um servidor humilde de Jesus",Chico Xavier conversava com os espíritos, desde criança, recebendo deles orientações valiosas, psicografando mais de 400 livros, uma obra monumental que jamais serviu para beneficiar materialmente a sua pessoa. Todos os direitos autorais foram cedidos à Federação Espírita Brasileira e a entidades de assistência social. Quando lhe concederam títulos de cidadania e lhe sugeriram candidatar-se ao Prêmio Nobel da Paz, ele afirmou que o mérito era dos espíritos e sobretudo da Doutrina. Sua maior obra foi o amor que legou ao próximo, ora levando consolo aos sofredores, ora visitando os doentes e também confortando pessoas que perderam seus entes queridos e com eles falavam através da mediunidade.
Chico Xavier morreu em 30 de junho de 2002, aos 92 anos, em sua residência, em Uberaba, Minas Gerais. Entre as lições que deixou, vejamos estas do livro "Bênção de Paz" (Emmanuel): "Abster-se de extravagâncias, inclusive verbais". "Respeitar os divergentes". "Nunca destilar ódio, azedume, desânimo ou injustiça". E esta dirigida aos políticos (muito útil nesses dias que atravessamos): "Consultar as necessidades do povo, a fim de ajudá-lo a encontrar caminhos de pacificação e progresso".
Fátima Araujo
Escritora, jornalista, historiadora e pesquisadora.
Publicada no jornal Correio da Paraíba
Caderno Cultura/Laser
Acalanto
Edição de 09/10/2012.
O médium Chico Xavier, o mais completo escritor psicógrafo que o mundo conheceu, foi eleito como "O Maior Brasileiro de Todos os Tempos.", ganhando da Princesa Isabel e do Pai da Aviação, Santos Dumont. "O Mensageiro do Amor", como era conhecido, também foi eleito, em 2002, como "O Mineiro do Século", ao concorrer com Juscelino Kubitschek, Carlos Drummond de Andrade, Pelé, Betinho e ainda Santos Dumont. Chico não gostava de homenagens, mas todas essas manifestações valeram como documentação e divulgação da Doutrina Espírita, que prega o amor que ele ensinou com o lema kardecista "Fora da Caridade não há Salvação".
Considerando-se "um servidor humilde de Jesus",Chico Xavier conversava com os espíritos, desde criança, recebendo deles orientações valiosas, psicografando mais de 400 livros, uma obra monumental que jamais serviu para beneficiar materialmente a sua pessoa. Todos os direitos autorais foram cedidos à Federação Espírita Brasileira e a entidades de assistência social. Quando lhe concederam títulos de cidadania e lhe sugeriram candidatar-se ao Prêmio Nobel da Paz, ele afirmou que o mérito era dos espíritos e sobretudo da Doutrina. Sua maior obra foi o amor que legou ao próximo, ora levando consolo aos sofredores, ora visitando os doentes e também confortando pessoas que perderam seus entes queridos e com eles falavam através da mediunidade.
Chico Xavier morreu em 30 de junho de 2002, aos 92 anos, em sua residência, em Uberaba, Minas Gerais. Entre as lições que deixou, vejamos estas do livro "Bênção de Paz" (Emmanuel): "Abster-se de extravagâncias, inclusive verbais". "Respeitar os divergentes". "Nunca destilar ódio, azedume, desânimo ou injustiça". E esta dirigida aos políticos (muito útil nesses dias que atravessamos): "Consultar as necessidades do povo, a fim de ajudá-lo a encontrar caminhos de pacificação e progresso".
Fátima Araujo
Escritora, jornalista, historiadora e pesquisadora.
Publicada no jornal Correio da Paraíba
Caderno Cultura/Laser
Acalanto
Edição de 09/10/2012.
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