As curiosidades dos programas que foram destaque na telinha
História de Amor...(1995)
José Mayer e Regina Duarte
O folhetim de Manoel Carlos foi o primeiro a ter um grupo de discussão para avaliar a trama, que girava em torno de uma mãe e sua filha, que se apaixonavam pelo mesmo homem. Por ordem da Justiça, o ator teve que modificar a primeira sinopse para que o folhetim fosse exibido no horário das 18h. Marcou a comemoração de 30 anos de carreira da atriz Regina Duarte e também foi o primeiro trabalho de José Mayer em uma obra de Manoel Carlos. O esporte brasileiro também ganhou destaque nos capítulos da trama através das críticas e incentivos do cronista Assunção (Nuno Leal Maia), ex-campeão de remo. A famosa produção foi reprisada no Vale a Pena Ver de Novo, em 2001.
Carolina Ferraz como a jovem e ciumenta Paula
Um Anjo Caiu do Céu...(2001)
Tarcísio Meira e Caio Blat
Os filmes A Felicidade Não se Compra (1946), e Do Mundo Nada se Leva (1038), de Frank Capara, e Nas Profundezas do Mar sem Fim (Ulu Grosbard, 1999) serviram de inspiração para o autor Antonio Calmon escrever a trama, que retratava o universo da moda.
Essa foi a primeira participação da apresentadora Angélica em tramas da Rede Globo. Seu personagem era a Angelina;
O nome da boate LZ-129 foi retirado do prefixo do dirigível Hindenburg, que explodiu sobre Nova Jérsei em 1937;
Foi o primeiro trabalho de Denis Carvalho como diretor de uma obra de Antonio Calmon.
Essas Mulheres...(2005)
Cristine Fernandes
O folhetim foi inspirado nas obras Senhora, Diva e Lucíola, de José de Alencar. A Record produziu a trama após o enorme sucesso da adaptação de A Escrava Isaura para a TV. Apesar do sucesso de crítica, porém, Essas Mulheres não conseguiu boa audiência. Ao ser reprisada em 2007, teve uma audiência tão baixa que fez a novela sair do ar em menos de um mês de reexibição
Os Gigantes...(1979)
Francisco Cuoco
Criticava o excessivo poder das multinacionais e foi palco para o encontro de Tarcísio Meira e Francisco Cuoco (dois astros de novelas dos anos 70). No folhetim, a autora Maria Adelaide Amaral estreou como roteirista para a televisão. Ela escreveu 18 capítulos e assumiu a novela depois da saída de Lauro César Muniz, mas não chegou a concluir toda a história.
Publicado na revista TV Brasil n/n 811
Fato Novela





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