sábado, 14 de novembro de 2015

Fato Novela

Éramos Seis...(1977)

 Everton de Castro ,  Maria Isabel de Lizandra ,  Carlos Alberto Riccelli ,Carlos Augusto Strazzer , Gianfrancesco Guarnieri  e  Nicete Bruno
Gianfrancisco Guarnieri
 A trama de Sílvio de Abreu foi uma adaptação do romance homônimo de Maria José Dupré. O título da obra vem da situação de dona Lola, a protagonista, quie, ao fim da vida, fica sozinha num asilo: eram seis e só restou ela! Com a versão televisiva, o autor criou amizade com Guanfrancesco Guarnieri e Nicette Bruno, que vieram a atuar em outras tramas do novelista. Para que o ator Carlos Augusto Strazzer pudesse começar as gravações da trama O Profeta (que estrearia pouco depois no horário nobre), seu personagem teve que ser morto no folhetim. O sucesso foi tão grande que o SBT lançou uma nova versão da atração, em 1994, mas a estreia no canal de Silvio Santos foi adiada por uma semana, devido à morte do piloto Ayrton Senna, no dia 2 de agosto daquele ano,Duas atrizes participaram das duas versões: Chica Lopes (que deu vida à empregada doméstica Durvalina), e Lia de Aguiar (com participações especiais em 1997, como uma irmã de caridade, e em 1994, na pele de Dona Marlene). Famosa em trabalhos na Globo, Ana Paula Arósio conseguiu seu primeiro papel na TV na segunda versão. Em tempo: o remake venceu o Troféu Imprensa em 1995.

Explode Coração...(1995) 


Tereza Seiblitz e Ricardo Macchi
No folhetim protagonizado pelas famílias Sbano e Nicolich, que seguiam costumes ciganos, a autora Glória Perez chegou a ser ridicularizada ao propor o contato de dois personagens através da internet (que era uma grande novidade no Brasil naquela época). A bailarina que aparece na abertura da novela é Ana Furtado, que até então nunca havia participado de uma produção global.

Vereda Tropical...(1985)

Lucélia Santos e Lauro Corona
A trama que tinha como abordagem principal os conflitos familiares, foi ambientada em São Paulo e exibida em países como Angola, Bolívia, Chile, Guatemala, Nicarágua e Peru;

Recorde de audiência no horário das 19h na época, o sucesso foi tão grande que se lançou até um perfume com o nome da trama, que virou febre entre o público feminino;

Para conseguir o sotaque paulistano, o ator Nuno Leal Maia (que morava na Baixada Santista) teve que passar uma temporada no tradicional bairro do Brás;

Foi a primeira novela do autor Carlos Lombardi na Rede Globo, e também do ator Marcos Frota.

Salsa e Merengue...(1996)

Arlete Salles e Walmor Chagas
A trama marcou a estreia do mestre Miguel Falabella e de Maria Carmem Barbosa como autores de novelas. O folhetim ganhou dois troféus da APCA naquele  ano: Melhor Novela e Melhor Atriz (para Arlete Salles). Durante a sua exibição, uma comunidade do Rio de Janeiro que integra o Complexo da Maré passou a ser chamada de Favela Salsa e Merengue.

Publicado na revista TV Brasil n/n 815

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