quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Graviola: Para Que Serve



11 Benefícios, propriedades e como comer

Inúmeros são os benefícios da graviola, e nesse artigo destacamos 4 deles. Conheça também suas propriedades e porque ela auxilia no emagrecimento.

Uma planta tradicional da região das Antilhas, na América Central, é a graviola.

Na América do Sul, também é muito utilizada principalmente na parte andina do Peru (sobretudo a folha) e se consolidou de modo subespontâneo na Amazônia do Brasil.

Essa planta traz consigo muitas discussões sobre se faz bem ou se faz mal.

No cotidiano, é comum que cada pessoa tenha ouvido uma história diferente, o que traz muita dúvida.

Então, afinal, quais são os benefícios e os malefícios de comer graviola?

Conteúdo deste artigo
1 O que é
2 Propriedades
3 11 benefícios da Graviola
4 Possíveis malefícios
5 Contraindicações
6 Como comer a Graviola

O nome científico desta planta é Annona muricata. A sua forma é, como podemos ver, meio ovalada e ela tem uma aparência espinhosa de uma casca num tom verde-pálido.

Ela dá numa árvore chamada gravioleira, que é de pequeno porte, tendo entre 4 e 6 metros de altura.

Nela, a graviola não tem uma época específica, aparecendo no ano inteiro. Os frutos chegam a ter de 750g até 8 quilos.

Do lado de dentro, ela é composta de uma polpa na cor branca.

O gosto é um levemente ácido e tem um pouco de adocicado.

Até mesmo por isso, é comum que seja utilizada para fazer sucos e vitaminas, especialmente durante o verão.

No Brasil, ela tem alguns outros nomes populares. Portanto, se você não conhece como graviola, é capaz de conhecer por alguma dessas outras nomenclaturas.

São elas: araticum, araticum de comer, araticum do grande, araticum manso, fruta do conde, jaca do Pará, jaca de pobre, jaqueira mole, Jacama, fruta-pão, coração e coração de rainha.

Além do seu consumo na forma mais comum, cru, também é possível encontrar este alimento em outras formas.

O óleo da planta, por exemplo, tem várias serventias em tratamentos naturais para doenças.

Propriedades

A graviola se destaca em função do grande número de propriedades benéficas ao corpo humano que possui.

Como veremos mais abaixo nos benefícios, isso garante uma presença importante de vantagens ao organismo.

Listamos as principais propriedades:

Rica em potássio

Alto teor de água (82%)

Contém fibra

Fonte de cálcio

Rica em fósforo

Presença de ferro

Fonte de vitaminas do complexo B e de vitamina C

11 benefícios da Graviola

Em função de todas essas propriedades, esta planta que já tem uso em todo o mundo, traz uma série de benefícios. Veja:

1. Boa para o coração:

A fruta ajuda o coração a ficar mais relaxado e não sobrecarregado. Além disso, é boa para controlar a pressão arterial.

2. Pode prevenir alguns tipos de câncer:

Estudos sugerem que a graviola faz as células do corpo ficarem mais resistentes ao câncer, graças às suas funções antioxidantes.

3. Combate o envelhecimento precoce:

Essas mesmas ações antioxidantes fazem com que o as células fiquem protegidas contra ação de radicais livres.

4. Ajuda contra a anemia:

Por ter elementos como potássio, ferro, cálcio e fósforo, acaba sendo um bom aliado na luta contra a anemia.

5. Fortalece os ossos:

Boa parte dessas mesmas propriedades ajudam a fortalecer os ossos, sendo recomendada sobretudo em casos de doenças como a osteoporose.

6. Boa para a saúde hepática:

Faz com que fígado trabalhe com mais leveza, eliminando as toxinas do corpo e combatendo o envelhecimento precoce.

7. Ação calmante:

Para quem dorme mal, comer graviola com regularidade pode representar uma melhora à noite, graças à sua função calmante.

8. Alívio de dores:

A ação anti-inflamatória faz com que as dores sejam diminuídas, principalmente as reumatológicas.

9. Combate a diabetes:

Controla a glicose, evitando que tenha picos.

10. Hidratação:

Como boa parte da sua composição é água, a graviola ajuda a hidratar.

11. Alivia sintomas de doenças estomacais:

A ação anti-inflamatória também é bastante útil para tratar doenças como úlceras e gastrites.

Possíveis malefícios

Apesar de todos esses benefícios, a graviola pode apresentar alguns malefícios descritos.

Se você tem algum desses sintomas, é recomendado interromper a ingestão da graviola.

No entanto, advertimos que isso costuma acontecer apenas quando se come de forma exagerada.

Alterações no sistema nervoso central, como alucinações;

Pode ajudar a desenvolver o mal de Parkinson;

Constipação;

Tem propriedades abortivas;

Mata bactérias úteis no nosso sistema digestivo;

Pode baixar a pressão mesmo em quem já sofre com pressão baixa;

Intoxicação quando consumido em grande quantidade (seja na versão in natura ou no chá);

Mal-estar, principalmente com náuseas;

Interações medicamentosas (sobretudo com remédios para o coração e antidepressivos).

Contraindicações

Ainda que seja proveniente de uma planta e, portanto, completamente natural, existem algumas contraindicações para a graviola.

Quem tem afta ou qualquer ferimento na boca (em função da acidez), caxumba, está em período de gestação (efeito abortivo), deve evitar o produto.

Como comer a Graviola

Na atualidade, existem algumas formas de se fazer uso da graviola.

Engana-se quem pensa que é somente crua, in natura – embora esse seja, por certo, a forma mais comum do consumo e a mais recomendada.

Meia unidade da fruta está mais do que adequado como porção.

Ademais, como já dissemos, o óleo de graviola pode ser considerado comum e até mesmo fácil de encontrar.

Ele é utilizado em função dos seus benefícios e pode ser encontrado até mesmo em loções e bálsamos para aliviar sintomas de doenças.

Outras duas formas são o chá, que pode ser feito a partir das suas folhas, e em cápsulas de produtos fabricados.

Neste último caso, é sempre bom consultar com um médico antes, para ter certeza de estar fazendo uso do produto corretamente.

Referências:

http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/e5f2fa004eb692fc881c9af11fae00ee/12_social.pdf?MOD=AJPERES

LIMA, L.A.R.S. et al . Avaliação da atividade citotóxica das sementes de Annona cornifolia A. St.-Hil. (Annonaceae). Rev. bras. plantas med., Botucatu , v. 14, n. 4, p. 629-634, 2012 . http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-05722012000400009&lng=en&nrm=iso access on 29 July 2015. Dx.doi.org/10.1590/S1516-05722012000400009.


24brasil
18 de novembro de 2018 17:20
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