"O Cristo é certamente um amigo à parte, de forma que nenhum outro pode Lhe ser semelhante, já que, se os amigos terrenos lançam raízes nos corações, acima de todos eles, o Cristo semeia o amor no coração da humanidade e, assim, impera de forma inquestionável e eterna.
Através da psicografia de Chico Xavier, sabemos hoje, que o primeiro ato de Jesus ao romper os laços da carne, não foi o de consolar a Sua Mãe Maria diante da cruz, mas sim, o de descer ao “mundo dos mortos” para consolar Judas que havia cometido o ato impensado, dando-nos a lição inesquecível da caridade que devemos ter para com os amigos decaídos.
Então, ao compreendermos esse grande exemplo de amor ao próximo vivificados na passagem terrena de Jesus, aprendemos que ser um amigo na vida de alguém é ser como o Cristo nos ensinou a ser: Indulgentes, caridosos e fiéis.
Como diz no Evangelho Segundo o Espiritismo (…) “É natural a aproximação de espíritos que possuam afinidades em comum, seja na terra ou no mundo espiritual”.
Sabendo que nada é por acaso, torna-se claro deduzir o porquê de amigos tão especiais que surgem como verdadeiros anjos que nos apoiam nos momentos mais difíceis.
Vale comentar que os nossos amigos, encarnados ou não, estão ligados a nós pela lei das afinidades. Lendo o Evangelho Segundo O Espiritismo no cap.IV, parte final do item 18 (…) “duráveis somente as afeições espirituais; as de natureza carnal se extinguem com a causa que lhes deu origem…”
Assim, concluímos que os bons têm afinidades com os bons e os maus com os maus.
Nascemos nas famílias que precisamos nascer e atraímos os amigos que merecemos.
Mesmo assim, somos abençoados com a companhia infindável de Jesus, pois Ele sempre está conosco, independente de Lhe sentirmos a influência divina."
Ari Neto Grupo Espírita Ismael

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