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Isolina, 56 anos, tornou-se devota de Chico aos catorze, quando ele curou a sua enxaqueca crônica apenas com o toque das mãos.
Isolinas de todo o Brasil rezaram para Chico Xavier naqueles dias de despedida e conversaram com ele, nas breves passagens pela beira do caixão, como se Chico estivesse ouvindo cada palavra de saudade e de gratidão.
Na terça-feira 48 horas depois da morte , um carro do Corpo de Bombeiros estacionou em frente ao Grupo Espírita da Prece para transportar o corpo de Chico até o cemitério.
Os cinco quilômetros do trajeto demoraram uma hora e meia para serem percorridos.
Mais de 30 mil pessoas acompanharam o cortejo a pé.
O trânsito parou e um clima de comoção tomou conta da multidão.
A pedido de Chico, as flores das coroas mais de cem, no total - foram distribuídas a quem acompanhava o corpo.
Na porta do cemitério, o caixão foi recebido com uma chuva de pétalas de 3 mil rosas lançadas de um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal, ao som de músicas como Nossa Senhora, o canto de fé de Roberto Carlos, e Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores, canção de protesto de Geraldo Vandré.
O corpo permaneceu na entrada do cemitério mais quarenta minutos antes de ser levado para a sepultura.
Chico queria se despedir de todos.
E se despediu como planejou.
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