Há 18 anos, em 1º de janeiro de 2003, o Brasil se reencontrava na posse de Lula. Nunca antes na História do Brasil houve tão grande festa popular para saudar a posse de um presidente da República. Nunca antes, afinal, o presidente havia sido um trabalhador, um nordestino retirante, um vendedor de amendoim, um sindicalista que liderou greves na ditadura ou o fundador de um partido comprometido com os trabalhadores.
Desde cedo uma multidão vestindo vermelho e segurando bandeiras com a estrela petista ocupou a Esplanada dos Ministérios para ver e, se possível, tocar#Lula. As estimativas sobre o número de participantes variaram de 150 mil a 250 mil pessoas, mas foi, com certeza, a maior manifestação ocorrida em Brasília desde os funerais de #JuscelinoKubitscheck.
Um novo tempo estava começando para a democracia brasileira, que passaria a significar não só uma forma de governo baseada na vontade da maioria, mas o tempo da inclusão dos alijados da cidadania, da redução das desigualdades, de maior crescimento e distribuição da renda e de afirmação do Brasil como nação no cenário internacional.
Ricardo Stucikert



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