A leucemia linfocítica crônica pode ser controlada Por Letícia Gonçalves 06/12/2021 15h03 Entenda o que é a LLC, conhecendo cuidados e tratamentos que, segundo médicos entrevistados, permitem viver mais e com mais qualidade de vida O nome diferente e o fato de se tratar de um câncer no sangue podem assustar, mas a boa notícia é que a leucemia linfocítica crônica (LLC) pode ser controlada e, na maioria dos casos, sequer precisará de tratamento logo no início, conforme explicam os médicos Angelo Maiolino, professor de Hematologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Diretor da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular e Celso Arrais, hematologista
Por Letícia Gonçalves
06/12/2021 15h03
Entenda o que é a LLC, conhecendo cuidados e tratamentos que, segundo médicos entrevistados, permitem viver mais e com mais qualidade de vida
O nome diferente e o fato de se tratar de um câncer no sangue podem assustar, mas a boa notícia é que a leucemia linfocítica crônica (LLC) pode ser controlada e, na maioria dos casos, sequer precisará de tratamento logo no início, conforme explicam os médicos Angelo Maiolino, professor de Hematologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Diretor da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular e Celso Arrais, hematologista do Hospital Nove de Julho. Os especialistas da área contam que esse tipo de leucemia é muito comum em pessoas acima dos sessenta anos, além de esclarecer dúvidas e explicar como são grandes as chances de viver com a doença sem sofrer com efeitos muito negativos na saúde.
O que é a leucemia linfocítica crônica (LLC)?
A leucemia linfocítica crônica pode ser controlada Por Letícia Gonçalves 06/12/2021 15h03 Entenda o que é a LLC, conhecendo cuidados e tratamentos que, segundo médicos entrevistados, permitem viver mais e com mais qualidade de vida O nome diferente e o fato de se tratar de um câncer no sangue podem assustar, mas a boa notícia é que a leucemia linfocítica crônica (LLC) pode ser controlada e, na maioria dos casos, sequer precisará de tratamento logo no início, conforme explicam os médicos Angelo Maiolino, professor de Hematologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Diretor da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular e Celso Arrais, hematologista
Por Letícia Gonçalves
06/12/2021 15h03
Entenda o que é a LLC, conhecendo cuidados e tratamentos que, segundo médicos entrevistados, permitem viver mais e com mais qualidade de vida
O nome diferente e o fato de se tratar de um câncer no sangue podem assustar, mas a boa notícia é que a leucemia linfocítica crônica (LLC) pode ser controlada e, na maioria dos casos, sequer precisará de tratamento logo no início, conforme explicam os médicos Angelo Maiolino, professor de Hematologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Diretor da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular e Celso Arrais, hematologista do Hospital Nove de Julho. Os especialistas da área contam que esse tipo de leucemia é muito comum em pessoas acima dos sessenta anos, além de esclarecer dúvidas e explicar como são grandes as chances de viver com a doença sem sofrer com efeitos muito negativos na saúde.
O que é a leucemia linfocítica crônica (LLC)?
A leucemia em geral é um tipo de câncer no sangue e na medula óssea (responsável por fabricar componentes sanguíneos, como glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas) (1), explica Maiolino. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), para cada ano do triênio 2020-2022, há expectativa de 5.920 casos de leucemia em homens e de 4.890 em mulheres no Brasil (2).
A leucemia linfocítica (ou linfóide) crônica raramente é detectada em pessoas com menos de 40 anos e é ainda mais rara em crianças. "A idade média no momento do diagnóstico é de 72 anos", afirma Arrais.
A doença se desenvolve a partir de um dos componentes do sangue: o glóbulo branco chamado linfócito, que é uma célula que tem a importante função de defesa e proteção do nosso organismo. "O linfócito faz parte do nosso sistema imune", esclarece Maiolino.
Maiolino explica que, nesse tipo de leucemia, há o surgimento de linfócitos alterados que não exercem todas as suas funções de forma adequada. "Os linfócitos começam a se acumular, chegando a cinco, dez, quinze mil. Em alguns casos, podem chegar a cinquenta e até mais de cem mil linfócitos", afirma o médico.
Fala-se "leucemia" por ser considerada um câncer no sangue. "Linfocítica", por atingir os linfócitos. Por que "crônica"? Esse é um dos grandes diferenciais em comparação com a leucemia aguda. "A crônica é de progressão lenta e geralmente começa de forma oculta. Muitas vezes o paciente não percebe sintoma algum e se surpreende com o resultado do exame de sangue, aquele hemograma que costumamos fazer de forma rotineira", afirma Maiolino.
Sinais e sintomas
Exatamente por ser silenciosa e evoluir lentamente, pode não apresentar sintomas e demorar para ser descoberta. O primeiro sinal é a alteração no exame de sangue. Em alguns casos, dependendo da intensidade, Arrais conta que surgem inchaços dos linfonodos ou gânglios linfáticos em várias regiões do corpo: pescoço, virilha, axila, entre outros (3).
Também pode ocorrer aumento do baço e do fígado, falha na fabricação dos componentes do sangue pela medula óssea e diminuição das plaquetas. Há casos, ainda, em que ocorre uma imunodeficiência importante, com anemia, sensação de fraqueza e cansaço, facilidade de hematomas, que são manchas arroxeadas na pele, e perda de peso sem motivo aparente (4), segundo informações da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale).
Descobri a doença, e agora?
Feitos os exames, a primeira medida apontada pelos médicos é tranquilizar a pessoa quando for possível acompanhar a doença sem dar início ao tratamento. "O paciente costuma ficar angustiado, pois fica com a sensação de que, se tem leucemia, precisa tratar o quanto antes. No entanto, dependendo do caso a recomendação médica é aguardar, repetindo exames por alguns anos, geralmente a cada três meses", explica Maiolino.
Por mais incrível que possa parecer, não é preciso tratar quando ainda inexistem sintomas e alterações significativas que necessitem controlar a doença. "Começar a tratar muito cedo nesses casos não trará benefício algum. Por isso, é indicada somente a observação com o médico especialista", afirma Arrais.
Os tratamentos podem entrar em cena quando surgem sintomas que incomodam ou que são mais preocupantes, sendo os mais comuns o inchaço nos linfonodos e os efeitos relacionados à anemia. Nesses casos, Arrais afirma que a adesão ao tratamento é importante para o melhor curso da doença.
Tratamentos
A combinação de quimioterapia e imunoterapia é utilizada há muitos anos e apresenta bons resultados. Arrais conta que, de forma geral, o objetivo é como se fosse lançar um míssil direcionado às células que devem ser combatidas para controlar a doença.
O avanço da ciência também permitiu a criação de novos tratamentos que podem substituir a necessidade da quimioterapia dependendo do caso. "Pode haver efeito colateral, só que costuma ser bem menos agressivo do que a quimioterapia e imunoterapia", esclarece Maiolino. Essas opções podem ser benéficas especialmente a idosos que são mais vulneráveis aos efeitos dos tratamentos tradicionais.
Um dos novos tratamentos, por exemplo, busca manter a célula doente paralisada. Segundo Arrais, o ideal é realizá-lo de forma contínua, sem interrupção, para que as células alteradas não voltem a funcionar.
Outra novidade envolve os chamados inibidores de BCL-2, uma proteína que participa do crescimento da célula. Arrais explica que esse tratamento também é muito utilizado e tem a vantagem de ser feito por um período fixo.
As células do nosso corpo morrem, só que as células alteradas, doentes, na leucemia linfocítica crônica demoram mais para chegar ao seu fim. "Os inibidores de BCL2, servem para devolver a elas a habilidade de morrer, voltando a ter uma morte celular normal", afirma Arrais. Assim, a quantidade de linfócitos acumulados diminui e a doença fica controlada.
Afinal, tem cura?
Há situações em que o tratamento é mais que suficiente para que os sintomas não voltem a aparecer, deixando a leucemia em níveis não detectáveis. "Acompanhamos pacientes por vinte anos após quimioterapia e uso de anticorpos e não ocorreram mais alterações significativas. A expectativa, principalmente com o avanço dos novos tratamentos, é de que encontremos ainda mais casos que a doença não se manifeste mais", diz Arrais.
Quem ainda não precisa do tratamento, mas apenas de observação atenta junto ao médico, pode ficar ainda mais tranquilo: há casos em que se passam anos sem que seja preciso tratar. Isso significa que, independentemente da cura propriamente dita, é possível conviver com esse tipo de leucemia por muitos e muitos anos. "Existem pacientes que ficam quinze, vinte anos vivendo com a doença e chegam a falecer por outras causas que não possuem relação com a leucemia, já que ela está controlada", explica Maiolino.
Quem descobriu a LLC, portanto, pode respirar mais aliviado. Embora carregue o peso do nome "leucemia", os médicos afirmam que é possível ter uma expectativa de vida próxima a de pessoas que não possuem a doença. É por isso que manter a tranquilidade, ter os exames sempre em dia e confiar nas opções de tratamentos escolhidas em conjunto com o médico especialista fazem toda a diferença. O correto acompanhamento da doença garante mais segurança, saúde e qualidade de vida.
Quem já convive com a doença
"A gente fica muito assustado quando recebe o diagnóstico de câncer, é uma sensação horrível, mas nunca me entreguei porque o principal é ser otimista", quem compartilha a experiência com a LLC é Flora Felix, 73 anos, que descobriu a doença em 2015. Ela conta que começou a se tratar, quando já sentia sintomas, com o médico Celso Arrais: cansaço, muita transpiração à noite e nódulos no pescoço, na virilha e embaixo do braço.
Chegou a fazer mais de uma opção, inclusive quimioterapia, e posteriormente participou de uma pesquisa com um dos tratamentos mais recentes. "Consegui levar a vida normalmente nesse período, principalmente porque não senti efeitos muito ruins", afirma Flora, que diz que está há cinco anos mais tranquila. "É como se a doença tivesse dormido porque não sinto mais sintomas como antes. Eu até esqueço que ela existe e quem não me conhece direito não percebe que eu tenho", conta satisfeita. Atualmente, faz acompanhamento a cada seis meses com exames de sangue e consultas.
Aos que estão na fase inicial da LLC ou começaram algum tratamento, Flora deixa uma mensagem: "Vá a um médico que dê certo e você confie. A gente tem que persistir no tratamento, não se desesperar. Existem muitas pesquisas e tem gente que nem precisa tratar. O mais importante é jamais se entregar, não abrir portas para a depressão, senão parece que piora mais. Você pode ter a chance de viver bem com a doença".
Este conteúdo é uma produção do UOL Content_Lab para AbbVie e não faz parte do conteúdo jornalístico do UOL
Publicado em Dezembro de 2021
BR-ONCC-210009 DEZ/21
Fontes:
A leucemia em geral é um tipo de câncer no sangue e na medula óssea (responsável por fabricar componentes sanguíneos, como glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas) (1), explica Maiolino. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), para cada ano do triênio 2020-2022, há expectativa de 5.920 casos de leucemia em homens e de 4.890 em mulheres no Brasil (2).
A leucemia linfocítica (ou linfóide) crônica raramente é detectada em pessoas com menos de 40 anos e é ainda mais rara em crianças. "A idade média no momento do diagnóstico é de 72 anos", afirma Arrais.
A doença se desenvolve a partir de um dos componentes do sangue: o glóbulo branco chamado linfócito, que é uma célula que tem a importante função de defesa e proteção do nosso organismo. "O linfócito faz parte do nosso sistema imune", esclarece Maiolino.
Maiolino explica que, nesse tipo de leucemia, há o surgimento de linfócitos alterados que não exercem todas as suas funções de forma adequada. "Os linfócitos começam a se acumular, chegando a cinco, dez, quinze mil. Em alguns casos, podem chegar a cinquenta e até mais de cem mil linfócitos", afirma o médico.
Fala-se "leucemia" por ser considerada um câncer no sangue. "Linfocítica", por atingir os linfócitos. Por que "crônica"? Esse é um dos grandes diferenciais em comparação com a leucemia aguda. "A crônica é de progressão lenta e geralmente começa de forma oculta. Muitas vezes o paciente não percebe sintoma algum e se surpreende com o resultado do exame de sangue, aquele hemograma que costumamos fazer de forma rotineira", afirma Maiolino.
Sinais e sintomas
Exatamente por ser silenciosa e evoluir lentamente, pode não apresentar sintomas e demorar para ser descoberta. O primeiro sinal é a alteração no exame de sangue. Em alguns casos, dependendo da intensidade, Arrais conta que surgem inchaços dos linfonodos ou gânglios linfáticos em várias regiões do corpo: pescoço, virilha, axila, entre outros (3).
Também pode ocorrer aumento do baço e do fígado, falha na fabricação dos componentes do sangue pela medula óssea e diminuição das plaquetas. Há casos, ainda, em que ocorre uma imunodeficiência importante, com anemia, sensação de fraqueza e cansaço, facilidade de hematomas, que são manchas arroxeadas na pele, e perda de peso sem motivo aparente (4), segundo informações da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale).
Descobri a doença, e agora?
Feitos os exames, a primeira medida apontada pelos médicos é tranquilizar a pessoa quando for possível acompanhar a doença sem dar início ao tratamento. "O paciente costuma ficar angustiado, pois fica com a sensação de que, se tem leucemia, precisa tratar o quanto antes. No entanto, dependendo do caso a recomendação médica é aguardar, repetindo exames por alguns anos, geralmente a cada três meses", explica Maiolino.
Por mais incrível que possa parecer, não é preciso tratar quando ainda inexistem sintomas e alterações significativas que necessitem controlar a doença. "Começar a tratar muito cedo nesses casos não trará benefício algum. Por isso, é indicada somente a observação com o médico especialista", afirma Arrais.
Os tratamentos podem entrar em cena quando surgem sintomas que incomodam ou que são mais preocupantes, sendo os mais comuns o inchaço nos linfonodos e os efeitos relacionados à anemia. Nesses casos, Arrais afirma que a adesão ao tratamento é importante para o melhor curso da doença.
Tratamentos
A combinação de quimioterapia e imunoterapia é utilizada há muitos anos e apresenta bons resultados. Arrais conta que, de forma geral, o objetivo é como se fosse lançar um míssil direcionado às células que devem ser combatidas para controlar a doença.
O avanço da ciência também permitiu a criação de novos tratamentos que podem substituir a necessidade da quimioterapia dependendo do caso. "Pode haver efeito colateral, só que costuma ser bem menos agressivo do que a quimioterapia e imunoterapia", esclarece Maiolino. Essas opções podem ser benéficas especialmente a idosos que são mais vulneráveis aos efeitos dos tratamentos tradicionais.
Um dos novos tratamentos, por exemplo, busca manter a célula doente paralisada. Segundo Arrais, o ideal é realizá-lo de forma contínua, sem interrupção, para que as células alteradas não voltem a funcionar.
Outra novidade envolve os chamados inibidores de BCL-2, uma proteína que participa do crescimento da célula. Arrais explica que esse tratamento também é muito utilizado e tem a vantagem de ser feito por um período fixo.
As células do nosso corpo morrem, só que as células alteradas, doentes, na leucemia linfocítica crônica demoram mais para chegar ao seu fim. "Os inibidores de BCL2, servem para devolver a elas a habilidade de morrer, voltando a ter uma morte celular normal", afirma Arrais. Assim, a quantidade de linfócitos acumulados diminui e a doença fica controlada.
Afinal, tem cura?
Há situações em que o tratamento é mais que suficiente para que os sintomas não voltem a aparecer, deixando a leucemia em níveis não detectáveis. "Acompanhamos pacientes por vinte anos após quimioterapia e uso de anticorpos e não ocorreram mais alterações significativas. A expectativa, principalmente com o avanço dos novos tratamentos, é de que encontremos ainda mais casos que a doença não se manifeste mais", diz Arrais.
Quem ainda não precisa do tratamento, mas apenas de observação atenta junto ao médico, pode ficar ainda mais tranquilo: há casos em que se passam anos sem que seja preciso tratar. Isso significa que, independentemente da cura propriamente dita, é possível conviver com esse tipo de leucemia por muitos e muitos anos. "Existem pacientes que ficam quinze, vinte anos vivendo com a doença e chegam a falecer por outras causas que não possuem relação com a leucemia, já que ela está controlada", explica Maiolino.
Quem descobriu a LLC, portanto, pode respirar mais aliviado. Embora carregue o peso do nome "leucemia", os médicos afirmam que é possível ter uma expectativa de vida próxima a de pessoas que não possuem a doença. É por isso que manter a tranquilidade, ter os exames sempre em dia e confiar nas opções de tratamentos escolhidas em conjunto com o médico especialista fazem toda a diferença. O correto acompanhamento da doença garante mais segurança, saúde e qualidade de vida.
Quem já convive com a doença
"A gente fica muito assustado quando recebe o diagnóstico de câncer, é uma sensação horrível, mas nunca me entreguei porque o principal é ser otimista", quem compartilha a experiência com a LLC é Flora Felix, 73 anos, que descobriu a doença em 2015. Ela conta que começou a se tratar, quando já sentia sintomas, com o médico Celso Arrais: cansaço, muita transpiração à noite e nódulos no pescoço, na virilha e embaixo do braço.
Chegou a fazer mais de uma opção, inclusive quimioterapia, e posteriormente participou de uma pesquisa com um dos tratamentos mais recentes. "Consegui levar a vida normalmente nesse período, principalmente porque não senti efeitos muito ruins", afirma Flora, que diz que está há cinco anos mais tranquila. "É como se a doença tivesse dormido porque não sinto mais sintomas como antes. Eu até esqueço que ela existe e quem não me conhece direito não percebe que eu tenho", conta satisfeita. Atualmente, faz acompanhamento a cada seis meses com exames de sangue e consultas.
Aos que estão na fase inicial da LLC ou começaram algum tratamento, Flora deixa uma mensagem: "Vá a um médico que dê certo e você confie. A gente tem que persistir no tratamento, não se desesperar. Existem muitas pesquisas e tem gente que nem precisa tratar. O mais importante é jamais se entregar, não abrir portas para a depressão, senão parece que piora mais. Você pode ter a chance de viver bem com a doença".
Para saber mais sobre a LLC, visite o site.
Este conteúdo é uma produção do UOL Content_Lab para AbbVie e não faz parte do conteúdo jornalístico do UOL
Publicado em Dezembro de 2021
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