Rainhas Trágicas - Mulheres Guerreiras Soberanas
Grace Kelly, futura princesa de Mônaco, havia crescido dentro de uma próspera família da Filadélfia, que havia enriquecido no ramo da construção civil.
Ofuscada pela atenção que seus pais despejavam em seus outros irmãos, ela decidiu dar um rumo diferente à sua vida quando se mudou para Nova York e tomou a inusitada decisão de sobreviver a partir do dinheiro do seu próprio trabalho e não da fortuna de sua família.
Começando sua carreira como modelo, ela participou de comerciais de cigarros, sabonetes e creme dental, enquanto estudava para ser atriz na Academia de Artes Dramáticas.
O teatro era sua verdadeira paixão, mas foi nas telas de cinema onde ela ganhou mais notoriedade.
Musa de Alfred Hitchcock, Grace ganhou muitos prêmios na primeira metade da década de 1950, inclusive o Oscar de Melhor Atriz em 1955, por "Amar é Sofrer".
A filha rejeitada de uma família tradicional da Filadélfia havia provado para seus pais que ela era mais talentosa do que seu irmão ou suas irmãs e com menos idade havia conquistado muito mais do que qualquer outro membro dos Kelly.
Nada disso se compararia, porém, com o grande papel que a jovem viria a desempenhar a partir de 1956, quando aceitou o pedido de casamento do príncipe Rainier III de Mônaco.
Pouco depois, a bela atriz se tornaria a princesa mais famosa em 700 anos de história daquele pequeno estado independente, localizado na zona costeira do Mediterrâneo, na fronteira com a França.
Texto: @renatotapioca

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