Bruno Henrique de Sírius
Manhãzinha fresca em Uberaba, Chico reune um grupo de pessoas e passeia pelas vizinhanças, conversando alegremente.
Quando vê, do outro lado da rua, um preto velhíssimo, pés descalços, varrendo o chão de terra batido.
Chico imediatamente pede licença e cruza a rua indo para junto do velhinho.
Lá, curva-se e beija sua mão empoeirada.
À noite, estando a sós, este volta ao assunto do velhinho.
Me disse que aquele homem que varria a rua, era na verdade um espírito de tanta Luz, que iluminava o quarteirão nas noites.
Estava ali, no pó, para dar um último retoque em um defeito seu, que ainda carregava, chamado; vaidade.
Chico Xavier

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