sábado, 14 de janeiro de 2023

Falta de vitamina D acelera o envelhecimento do cérebro


A vitamina D, também conhecida como calciferol, está envolvida em vários processos metabólicos, particularmente na regulação do equilíbrio de cálcio e fosfato.

Existem duas formas naturais de obtê-la, incluindo alguns alimentos (em menor quantidade), e a exposição aos raios ultravioleta da luz solar. Neste último caso, ela é produzida no interior do organismo. O nutriente também pode ser obtido por meio de suplementos (vitamina D3).

"A vitamina D promove a absorção de cálcio no intestino e mantém as concentrações séricas adequadas de cálcio e fosfato para permitir a mineralização óssea normal e prevenir a tetania hipocalcêmica (contração involuntária dos músculos, levando a cãibras e espasmos). 

Também é necessária para o crescimento ósseo e remodelação óssea por osteoblastos e osteoclastos.

Sem vitamina D suficiente, os ossos podem se tornar finos, quebradiços ou deformados", explica o Escritório de Suplementos Dietéticos (ODS, na sigla em inglês), ligado aos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos.

O órgão ainda acrescenta que "a vitamina D tem outras funções no corpo, incluindo a redução da inflamação, bem como a modulação de processos como crescimento celular, função neuromuscular e imunológica e metabolismo da glicose".

A forma de saber se um indivíduo tem deficiência de vitamina D é pelo exame de sangue, que vai buscar a concentração sérica de 25-hidroxivitamina D [25(OH)D], nome da primeira hidroxilação do nutriente, que ocorre no fígado.

No Brasil, a Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) entende como ideais em adultos níveis de vitamina D acima de 20 ng/ml (nanogramas por mililitro). Todavia, para idosos, o indicado é entre 30 ng/ml e 60 ng/ml.

O mesmo vale para indivíduos que foram submetidos a uma cirurgia bariátrica, que tenham doença inflamatória intestinal, estejam em terapia antirretroviral ou em tratamento oncológico, entre outras condições.

A suplementação deve ser feita sempre sob supervisão médica, com acompanhamento rotineiro dos níveis de vitamina D no sangue.

Segundo a Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, a dose diária recomendada é de 600 UI (unidades internacionais) para pessoas até 70 anos; acima desta idade, são 800 UI.

Em excesso, a vitamina D pode provocar sintomas como anorexia, perda de peso, arritmia cardíaca, endurecimento dos vasos sanguíneos devido ao aumento do cálcio no sangue, possíveis danos no coração e a formação de pedras nos rins.

Vitamina D: quando tomar suplemento e qual é a dose segura

A vitamina D se tornou muito popular nos últimos anos, especialmente pela promessa de que fortalece o sistema imunológico — algo que ainda não é consenso entre cientistas. Responsável por ajudar o corpo a absorver e reter cálcio e fósforo, esse nutriente é considerado essencial para a saúde dos ossos, mas estudos recentes também o associam à melhora da imunidade, capaz, inclusive, de reduzir o crescimento de células cancerígenas e inflamações

A forma mais eficaz de produzir vitamina D naturalmente é com a exposição solar ao ar livre, sem proteção, por alguns minutos, preferencialmente no início da manhã. Mas muitas pessoas residem em locais com pouca luz solar. Outras têm condições específicas que as tornam mais vulneráveis à deficiência dessa vitamina e precisam de suplementação. Peixes gordurosos, como sardinha, atum e salmão, também são fontes de vitamina D

No Brasil, a Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) entende ideais em adultos níveis de vitamina D acima de 20 ng/ml (nanogramas por mililitro) — verificados por meio de exame do sangue. Todavia, para idosos, o indicado é entre 30 ng/ml e 60 ng/ml. O mesmo vale para indivíduos que foram submetidos a uma cirurgia bariátrica, que tenham doença inflamatória intestinal, estejam em terapia antirretroviral ou em tratamento oncológico, entre outras condições

Os principais sintomas da deficiência de vitamina D (hipovitaminose) incluem cansaço, dores nos ossos, fraqueza e dores musculares ou câimbras e mudanças de humor, especialmente depressão


A suplementação deve ser feita sempre sob supervisão médica, com acompanhamento rotineiro dos níveis de vitamina D no sangue. Segundo a Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, a dose diária recomendada é de 600 UI (unidades internacionais) para pessoas até 70 anos; acima desta idade, são 800 UI

A vitamina D não é inofensiva. Doses acima de 4.000 UI em adultos podem causar problemas de saúde. Os principais sintomas do excesso desse nutriente incluem anorexia, perda de peso, arritmia cardíaca, endurecimento dos vasos sanguíneos devido ao aumento do cálcio no sangue, possíveis danos no coração e a formação de pedras nos rins.

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