Nossa Senhora cuida de mim
Marie Bailly era uma jovem francesa de 21 anos. Bonita, inteligente, cheia de vida… até que seu corpo começou a definhar por dentro. Ela foi diagnosticada com tuberculose peritoneal, uma forma avançada e devastadora da doença.
As dores eram insuportáveis. O inchaço abdominal crescia a cada dia. Ela não conseguia mais andar.
Respirava com dificuldade. Estava condenada à morte pelos médicos de Lyon, que apenas diziam:
— “Não há mais o que fazer. Preparem-se.”
Mas uma última esperança brotou no coração da família: Lourdes.
Em julho de 1902, Marie foi colocada num trem com destino ao santuário mariano.
Durante toda a viagem, gemia e delirava.
Quando chegou, os voluntários da peregrinação tentaram convencer os enfermeiros a não levá-la até a piscina, com medo que morresse ali mesmo. Mas Marie suplicou:
— “Se eu devo morrer, que seja aos pés da Mãe de Deus.”
Com extremo cuidado, mergulharam seu corpo na água milagrosa da gruta.
E ali… aconteceu o inexplicável.
Marie, antes sem forças nem para falar, se ergueu da maca. Seus olhos brilharam.
Começou a respirar normalmente. O inchaço desapareceu. A febre sumiu. E diante de todos, ela se levantou sozinha.
Caminhou. Sorria. Chorava. E repetia:
— “A Virgem me curou… Eu sou livre!”
O caso foi estudado por médicos, religiosos e cientistas da Comissão Médica de Lourdes.
Os exames confirmaram:
A cura foi instantânea
Totalmente inexplicável pela medicina
E permanente — Marie viveu até 1937, saudável e cheia de fé.Em 1907, o milagre foi oficialmente reconhecido pela Igreja Católica.
Em Lourdes, mais de 70 milagres de cura foram reconhecidos oficialmente.
Mas milhões de testemunhos continuam a jorrar como as águas da fonte:
um lugar onde a fé, o amor e a esperança se encontram na Mãe do Céu.

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