O leitor mergulhará num mar de emoções, ao conhecer a obra deste novo escritor.Com a humildade daqueles que nascem com a sabedoria própria dos esolhidos, descreve o que muitos pensam, como se o seu monólogo fosse uma porta aberta para o mundo. No jogo de sentimentos, entra em sintonia com o leitor, ao descrever: "Interpretar o texto e compreender a mensagem é um dom daqueles imbuídos de sentimentos, espírito, alma e com capacidade para perceber a dor, a tristeza, a alegria e a solidão". Não queiram aprisionar os pensamentos poéticos, pois são estes pensamentos, apenas estes, que "não estão ao alcance dos tiranos" tão pobres de espírito! Ao contrário, pensamentos poéticos são aqueles que "flutuam sobre a superfície dos papiros", como a mais sublime forma de liberdade!
Nesta coletânea de crônicas poéticas, encontram-se as várias faces que formam o universo do homem e, por outro lado, as várias experiências vividas pelo autor, através de textos que fluem da simplicidade e da beleza do seu cotidiano.
Não quero mencionar as guerras, a corrupção, "os encostos", as coisas do fim do mundo. Crendices do cientificismo. Crianças abandonadas e abandonadas leis, que as deixam de lado.
Não quero falar de celebridades, dos diversos segmentos sociais e das mais variadas atividades, de um Mazaroppi ou de uma Santa Tereza D'Ávila. Tudo isto foi bem posto nesta obra literária que lhes fará companhia por algum tempo. Devo, como testemunha ocular, em toda a fase de "instrução deste procedimento", atestar a conduta retilínea do magistrado-escritor, não para integrar qualquer "termo processual", mas para garantir àqueles que solverão seus escritos que cada sentimento de bondade e cada revelação de justiça, contidos nestas páginas são absolutamente verdadeiros, refletindo ora a sensibilidade do julgador, ora a beleza da alma do poeta.
Quero dizer do meu agrado e, mais que agrado, da minha satisfação e, superior à minha satisfação, da honra em ver registrado o meu nome, no primeiro livro de Onaldo Queiroga. Em uma sociedade em que se valoriza a imagem e a informática domina os meios de comunicação, conservar um espaço para a cultura literária e, sobretudo, para a produção de livro é enaltecer valores imortais e colaborar na preservação e divulgação desses valores; é fundir-se neles e tornar-se imortal também.
Maria de Fátima M. Bezerra Cavalcante
Desembargadora e
Escritora de cunho jurídico.
Esposa do senador paraibano José Targino Maranhão.
Monólogo do meu Tempo
Onaldo Queiroga
Páginas 10 e 11.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Onaldo Queiroga - Prefácio do Livro Monólogo Do Meu Tempo - Final
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