Para celebrar o mês da mulher, conversamos com oito famosas que souberam desenvolver qualidades importantes para construir uma vida mais plena e feliz.Inspire-se
Drica Moraes
Fé
"A vida melhora muito quando não se morre", disse Drica Moraes, 41 anos, em entrevista ao Fantástico, nove meses após descobrir que estava com leucemia. Com essa frase, a atriz comoveu o Brasil e mostrou que seu sereno estado de espírito e ânimo para viver eram resultado de um dos mais fortes sentimentos que o ser humano é capaz de ter: a fé. A solidão dos três meses de tratamento provocou um enorme abatimento na artista: ela sentia saudade do namorado e tristeza absoluta pela falta de contato com o filho que está completando 2 anos. Mas ela fez dessa situação sua mola propulsora para a cura. "Ao fechar os olhos eu pensava: tenho que sair dessa, o Mateus precisa de mim", disse na mesma entrevista, referindo-se ao filho adotivo. De novo, a fé e a esperança tomaram conta de sua alma.Hoje Drica está curada, o transplante de medula óssea foi um sucesso e ela faz participação especial na novela das 7 da Globo, Ti-ti-ti.
Palavra de especialista"A fé é poderosa. Para desenvolvê-la é preciso vivenciar momentos em que ela funcionou como impulso para vencer obstáculos e enfrentar momentos difíceis", diz a psicoterapeuta Arlete Galhardi (SP).
Luiza Brunet
Coragem
Quem vê hoje a modelo e empresária Luiza Brunet, 48 anos, não imagina o que ela já passou. A infância pobre e a mudança do interior de Mato Grosso do Sul para o subúrbio do Rio de Janeiro, onde seus pais buscavam uma vida melhor, foi um choque. Vendo a batalha do pai e da mãe, a jovem também se mexeu para ajudar no orçamento da casa e trabalhou como babá e empregada doméstica.."Minha mãe foi um exemplo para mim, ela é muito corajosa. Imagine, desbravar o mundo com seis filhos e criá-los com dignidade, sem ajuda de ninguém? É louvável", diz Luiza. "Aprendi ainda pequena como é importante ter objetivos, mas só os alcançamos com determinação e intuição. Daí vem minha coragem de fazer as coisas."
Palavra de especialista
"Para ser mais corajosa é preciso enfrentar os próprios medos e inseguranças, que tendem a diminuir à medida que encaramos situações complicadas. Esse exercício de ousadia traz um crescimento pessoal grande", diz a psicóloga Andreia.Artigo de Isabela LealPublicado na revista Maxima Março de 2011.
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