Carlos Romero
Para falar a verdade devo dizer que não gosto de despedidas, porque elas me roubam duas das minhas maiores riquezas: a fé e a esperança de voltar a desfrutar do que me foi proveitoso e prazeroso, a exemplo de ler, conviver e, sobremodo, vir aprender. Daí não poder me furtar, de neste conceituado espaço de Opinião do Correio , devidamente registar a respeito do saudoso primo e amigo Carlos Romero (meu primeiro mestre-cronista).
A triste notícia da morte de Carlos Romero é, inexoravelmente, factual para o mundo, ou seja, para a sociedade em geral. Mas, não para mim, muito embora tenha me entristecido. Pois, paradoxalmente, ela, para mim não é real, tendo em vista que, há muitos anos já vislumbrava Carlos, ao adentrar no seu mundo espiritual. Sim!O mundo da grande erudição cultural, voltada e avivada pelas coisas do reino Celestial, que meu estimado primo, amigo e mentre em escritos, tanto me descortinou através de suas crônicas no jornal Correio e, em diversos diálogos pessoais.
O paraibano Carlos Augusto Romero, podemos dizer que foi um professor de professores, a começar por ele ser homem multifacetado de profícua atuação ao longo da vida. Carlos fazia enorme diferencial, por onde esteve ele amestrava-me nas entrelinhas da espiritualidade, com seu toque pessoal de ânimos e generosidade, uma bondade que, pela força da sua naturalidade, se avizinhava da santidade.
Sobre o cronista imortal Carlos Romero é importante, ainda consignar que li e aprendi bastante com ele. Assim, citava-lhe vez por outra em meus escritos.
Certa vez escrevi uma crônica sobre o lançamento e a crítica de uma das suas obras mais bem escritas do erudito e vocacionado cronista, especialmente, no segmento de autoajuda, cujas crônicas são datadas dos primeiros anos deste milênio, as quais foram enfeixadas no livro intitulado de "Lições de Vida". Um primor de mensagens que são baseadas na sua imensurável experiência, para as pessoas alçarem Vida, com plena qualidade. Enfim, voltadas para animar e reavivar as pessoas em geral, sobretudo, o "Eu" maior, que se dermos espaço Ele habitará, cotidianamente em nós.
Por Felizardo de Moura Jansen
Advogado da APL
Publicada no jornal Correio da Paraíba
Edição de 20 de janeiro de 2019
Opinião.
Sobre o cronista imortal Carlos Romero é importante, ainda consignar que li e aprendi bastante com ele. Assim, citava-lhe vez por outra em meus escritos.
Certa vez escrevi uma crônica sobre o lançamento e a crítica de uma das suas obras mais bem escritas do erudito e vocacionado cronista, especialmente, no segmento de autoajuda, cujas crônicas são datadas dos primeiros anos deste milênio, as quais foram enfeixadas no livro intitulado de "Lições de Vida". Um primor de mensagens que são baseadas na sua imensurável experiência, para as pessoas alçarem Vida, com plena qualidade. Enfim, voltadas para animar e reavivar as pessoas em geral, sobretudo, o "Eu" maior, que se dermos espaço Ele habitará, cotidianamente em nós.
Por Felizardo de Moura Jansen
Advogado da APL
Publicada no jornal Correio da Paraíba
Edição de 20 de janeiro de 2019
Opinião.

Nenhum comentário:
Postar um comentário