segunda-feira, 19 de maio de 2025

A Próxima Vítima




Essa novela da Globo foi exibida há 30 anos e todo mês um personagem morria

Novela foi exibida há 30 anos em horário nobre e tinha uma morte por mês

17/05/2025 - 14:17
Pablo OlaveBrito

Zezé Motta e Camila Pitanga em cena (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Uma novela policial em que morria um personagem por mês no principal horário da Globo. Difícil de imaginar, mas isso aconteceu há 30 anos, em 1995, quando a Globo levou ao ar A Próxima Vítima de Sílvio de Abreu.

Ambientada em São Paulo, a história era centrada em um série de assassinatos que aconteciam. Todos tinha uma ligação e o assassino deixava pistas. Em meio a isso, elementos icônicos de São Paulo com uma família italiana quatrocentona, uma pizzaria no Bexiga e um feirante do Mercado Público.

Veja imagens de A Próxima Vítima, novela da Globo de 1995


Lugui Palhares e Yoná Magalhães (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Tony Ramos e Susana Vieira (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Déborah Secco (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Tony Ramos era o feirante Juca (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Susana Vieira era a dona de pizzaria Ana (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Cláudia Ohana e José Wilker (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Pedro Vasconcellos (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Aracy Balabanian era Filomena Ferreto (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Glória Menezes (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Cecil Thiré, o assassino da novela (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Tereza Rachel (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Viviane Pasmanter e Lima Duarte (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Marcelo (José Wilker) com os filhos (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Vera Holtz e Nicette Bruno (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Zezé Motta e Camila Pitanga em cena (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Lugui Palhares e Yoná Magalhães (Foto: Reprodução, Memória Globo)

Tony Ramos e Susana Vieira (Foto: Reprodução, Memória Globo)

A novela tocou em temas delicados para a época, como os personagens Sandrinho (André Gonçalves) e Jefferson (Lui Mendes) que eram gays. 

Silvio de Abreu também quis falar de preconceito racial de uma maneira diferente, colocando Zezé Motta e Antônio Pitanga como esposa e marido de uma família de classe média que vivia em harmonia e sem problemas financeiros.

A trama conquistou grandes índices de audiência e segurou o público até o final, para descobrirem no último capítulo a identidade do assassino, que sempre aparecia em um carro Opala preto. Quando o veículo surgia na trama, o público já sabia que uma morte ia acontecer.

Destaques para as interpretações de Aracy Ballabanian, Rosamaria Murtinho, Yoná Magalhães e Tereza Rachel que fizeram as quatro irmãs Ferreto, herdeiras de um frigorífico e italianas, responsáveis pelo núcleo milionário da novela e que renderam cenas no clima de O Poderoso Chefão.

O final da novela foi gravado 1 hora e meia antes do último capítulo ser exibido como forma de despistar a imprensa. 

Adalberto, personagem de Cecil Thiré, era o verdadeiro assassino. 

A novela está disponível no Globoplay para assinantes que podem rever na íntegra.

NSCTotal.com.br

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