segunda-feira, 19 de maio de 2025

Divaldo Franco era considerado sucessor de Chico Xavier; entenda a relação

Luto 


Morre Divaldo Franco, um dos principais líderes da causa espírita do Brasil

Médium foi responsável por mais de 20 mil conferências, realizadas em mais de 2.500 cidades e 71 países ao redor do mundo


Médium foi responsável por mais de 20 mil conferências, realizadas em mais de 2.500 cidades e 71 países ao redor do mundo Foto: Reprodução/Arquivo pessoal
Por André Willis
Atualizado em 13 de maio de 2025 | 22:50

Morreu, na noite desta terça-feira (13/05), Divaldo Pereira Franco aos 98 anos. Um dos principais líderes da causa espírita do Brasil, o médium foi responsável por mais de 20 mil conferências, realizadas em mais de 2.500 cidades e 71 países ao redor do mundo. A causa da morte ainda não foi divulgada, porém ele enfrentava um câncer na bexiga desde novembro de 2024.

Divaldo iniciou o tratamento assim que o tumor foi detectado, ainda em estágio inicial. Na época, ele havia sido hospitalizado para investigar incômodos urinários. O tratamento incluiu sessões de radioterapia combinadas a doses leves de quimioterapia. De acordo com o Centro Espírita Caminho da Redenção, o velório de Divaldo Franco será realizado na quarta-feira (14/05) no Ginásio da Mansão do Caminho, em Salvador (BA) das 9h às 20h. O sepultamento ocorrerá na quinta-feira seguinte, dia 15, às 10h, no Cemitério Bosque da Paz, também na capital baiana.

Carreira

Nascido em 5 de maio de 1927, em Feira de Santana, na Bahia, Divaldo Pereira Franco foi responsável por mais de 20 mil conferências, realizadas em mais de 2.500 cidades e 71 países ao redor do mundo. O Centro Espírita Caminho da Redenção diz que suas mais de 260 obras publicadas e mais de 10 milhões de exemplares foi um legado literário espírita que abrangeu mais de 200 autores espirituais nos mais diversos temas e gêneros. Suas obras foram traduzidas para 17 idiomas.

Médium missionário e multifacetado, Divaldo se tornou um dos maiores médiuns e oradores espíritas da atualidade. Fundou, ao lado de Nilson de Souza Pereira (desencarnado em 2013), o Centro Espírita Caminho da Redenção (1947) e a Mansão do Caminho (1952), que hoje constituem um complexo educacional e socioassistencial, com 44 edificações, distribuídas em ruas, bosques e lago, em que são atendidas, diariamente, mais de 5 mil pessoas – crianças, jovens, adultos, idosos – que procuram ajuda material, educacional e espiritual.

André Willis

Graduado em Comunicação Social - Jornalismo pela Faculdade Pitágoras de Belo Horizonte. Repórter de conteúdo multiplataforma em O TEMPO, antes Social Media. Experiência com jornalismo automotivo, rádio, TV, impresso e assessoria de comunicação.

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Líder espiritual baiano, fundador da Mansão do Caminho, morreu na terça-feira (13) ao 98 anos


Da CNN 4/05/2025 às 09:27 | Atualizado 16/05/2025 às 07:55


Chico Xavier e Divaldo Franco em 1980 • Acervo/Mansão do Caminho


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O médium brasileiro Divaldo Franco morreu na noite de terça-feira (13), em Salvador, na Bahia, em decorrência de um câncer na bexiga. Ele era referência no espiritismo e considerado um dos sucessores de Chico Xavier.


Os dois líderes religiosos foram amigos por anos até um desentendimento na década de 1960 que os levou a ficar sem se falar. Após a morte de Chico Xavier em 2002, o baiano se tornou o principal nome do espiritismo no Brasil.


“Divaldo foi, digamos, o último dos grandes médiuns do Brasil. Ele, como mais novo, buscava orientação com quem tinha mais experiência, então ele ia a Pedro Leopoldo se consultar com Chico Xavier. (…) Eles eram amicíssimos, né”, disse Mário Sérgio, presidente da Mansão do Caminho, em entrevista à CNN.



Quem era Divaldo Franco um dos maiores líderes espirituais do país



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Conheça a Mansão do Caminho, casa fundada por Divaldo Franco

Mario Sérgio, no entanto, destacou que não existe “sucessão” no espiritismo.

“Existem homens que vieram como orientadores da humanidade, trazendo informações do mundo espiritual, estabelecendo contato entre o mundo espiritual e o mundo físico. Então esse relacionamento do Chico muito bom e muito proveitoso para o Divaldo. Com certeza, essa amizade não é dos dias atuais, ele vem de priscas eras remotas”, explicou.

“Esses médiuns não se fazem médium em uma existência. Eles vêm de séculos, trabalhando e desenvolvendo. (…) A mediunidade de Chico e Divaldo são de outras reencarnações e que se aprimoraram nessa existência”, disse.

Chico Xavier e Divaldo Franco se conheceram em 1948, quando tinham 38 e 21, respectivamente. A amizade foi abalada na década de 1960, quando o médium baiano foi acusado de plagiar as mensagens psicografadas do amigo e mentor. Não se sabe se eventualmente os dois líderes religiosos retomaram o contato.

Divaldo Franco desencarna aos 98 anos

Retornou hoje à Pátria Espiritual, às 21h45, o médium, orador espírita e embaixador da paz no mundo Divaldo Pereira Franco aos 98 anos. Divaldo dedicou sua vida à Causa Espírita e ao amor ao próximo em Salvador e no mundo.

O velório será realizado no Ginásio da Mansão do Caminho, das 9h às 20h, do dia 14 de maio (quarta-feira). O sepultamento ocorrerá na quinta-feira seguinte, dia 15, às 10h, no Cemitério Bosque da Paz.

Nascido em 5 de maio de 1927, em Feira de Santana, na Bahia, Divaldo foi responsável por mais de 20 mil conferências, realizadas em mais de 2.500 cidades e 71 países ao redor do mundo.

Com mais de 260 obras publicadas e mais de 10 milhões de exemplares vendidos, ele deixou um legado literário espírita que abrange mais de 200 autores espirituais nos mais diversos temas e gêneros textuais.

Suas obras, traduzidas para 17 idiomas, continuam a iluminar o caminho de milhões de pessoas com consolo, esperança e espiritualidade. Médium missionário e multifacetado, Divaldo se tornou um dos maiores médiuns e oradores espíritas da atualidade.

Fundou, ao lado de Nilson de Souza Pereira (desencarnado em 2013), o Centro Espírita Caminho da Redenção (1947) e a Mansão do Caminho (1952), que hoje constituem um admirável complexo educacional e sócio assistencial, com 44 edificações, distribuídas em ruas, bosques e lago, em que são atendidas, diariamente, mais de 5 mil pessoas – crianças, jovens, adultos, idosos – que procuram ajuda material, educacional e espiritual.

Tio Divaldo, como carinhosamente é chamado, foi também um pai e educador incansável, tendo adotado mais de 650 filhos, que cresceram nas antigas casas-lares da Mansão do Caminho.

Por tudo isso, recebeu mais de 800 homenagens de instituições culturais, sociais, religiosas, políticas e governamentais, pela sua total doação às causas humanitárias.





Espalhando a doutrina espírita 
Zibia Ganparetto Paz e Luz 



O amor é capaz de regenerar até a alma mais ferida

Na cela fria de um presídio, onde muitos acreditam que a esperança não mais habita, um homem se emociona profundamente ao ouvir palavras de luz. 

Era Divaldo Franco, não apenas o orador espírita, mas o coração que pulsava compaixão real, viva. Ele não foi ali para julgar. Foi para enxergar almas, não crimes.

Um dos detentos, tomado pela emoção, o abordou. Disse que suas palavras haviam tocado um lugar que ele achava esquecido: sua própria alma. Nesse instante, não era mais apenas um preso. Era um espírito em processo de despertar, um ser humano que, mesmo em meio à dor e aos erros, podia sentir o chamado da regeneração.

Divaldo viveu o Evangelho de Jesus quando entrou naquele presídio. 

Ele encarnou a frase: “Estive preso e foste me visitar”. Isso não foi apenas caridade — foi amor em sua forma mais pura. Amor que não exige, que não condena, que apenas acolhe.

A Doutrina Espírita nos ensina que todos os espíritos são perfectíveis. Não importa quão fundo tenham caído, sempre haverá a possibilidade de retorno ao bem. 

O gesto de Divaldo foi mais que um ato simbólico. Foi a prática viva de que ninguém está perdido.

Sob a ótica da psicologia, um gesto de escuta empática pode abrir caminhos internos que nem anos de silêncio conseguiram romper. Divaldo ouviu aquele homem com o coração. E naquele olhar, o preso enxergou uma chance.

A ciência confirma que o apoio espiritual e emocional transforma. Mas há algo que a ciência não mede: o poder de uma alma que ama profundamente.

Esse episódio não é apenas sobre Divaldo. É sobre nós. Sobre até onde estamos dispostos a ir para enxergar o outro com olhos de espírito.

Facebook e Instagram: @espalhandoadoutrinaespirita



Veja a causa da morte do espírita Divaldo Franco
Por: Felipe Gatto  - 14/05/2025

Divaldo Franco – Reprodução/Instagram

Um dos maiores nomes do espiritismo no Brasil, Divaldo Franco morreu nesta terça-feira, 13, aos 98 anos de idade,em Salvador, na Bahia.

De acordo com informações do portal G1, o médium e escritor faleceu por conta das complicações de um câncer na
bexiga no ql lutava desde novembro do ano passado, perdendo a vida por falência múltipla dos órgãos.


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